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22 de fevereiro de 2024

27 A superioridade do protestantismo na economia, cultura, educação, ciência e tecnologia

 


*Nota introdutória: O artigo em questão é um dos capítulos de um livro em espanhol onde cada capítulo foi escrito por um autor diferente, e eu fui responsável pelo capítulo em questão. Ele é em grande parte um resumo do que foi abordado com mais profundidade nos meus dois volumes dos “500 Anos de Reforma: Como o protestantismo revolucionou o mundo”, que você pode baixar na página dos livros.

24 de janeiro de 2020

192 Novo livro: “500 Anos de Reforma: Como o Protestantismo Revolucionou o Mundo (Vol. 2: A ética protestante e o “espírito” do capitalismo)”. Baixe agora mesmo!




RESUMO DO LIVRO

Após mais de um ano de espera, finalmente chegou o segundo volume da trilogia dos 500 Anos da Reforma, desta vez abordando como o protestantismo revolucionou o mundo no que compete ao desenvolvimento do capitalismo, à liberdade econômica, à democracia liberal e ao progresso do mundo. Como você verá ao longo das mais de mil páginas desse volume, estudar a história da Reforma é descobrir como o mundo transitou do atraso para o progresso, do feudalismo para o capitalismo, da subsistência para o empreendedorismo, do estatismo para o liberalismo, do absolutismo para a democracia, do obscurantismo para a modernidade, da escravidão para a liberdade. A Reforma revalorizou o trabalho secular, estimulou o comércio, fomentou a indústria, legitimou o lucro e destruiu as barreiras medievais que se opunham à iniciativa empreendedora, dando-nos hoje um mundo totalmente diferente daquele em que os reformadores viveram.

4 de novembro de 2019

200 Weber tinha razão: o desenvolvimento e prosperidade dos países protestantes



*Nota: O trecho abaixo é extraído do segundo volume do meu livro sobre a Reforma (ainda em construção) e aborda a veracidade da tese do sociólogo Max Weber (1864-1920), que relaciona o capitalismo à ética protestante, a principal responsável pela explosão de riqueza produzida nos séculos mais recentes. Cabe destacar que Weber em seu livro não precisou argumentar em defesa da proposição de que os países protestantes eram os mais desenvolvidos porque isso todos em sua época tratavam como um fato notório e clarividente que precisava apenas ser explicado, não "provado". Ou seja, coube a Weber apenas demonstrar como a ética protestante se relaciona com o "espírito do capitalismo", uma vez que os fatos falavam por si só. Mas como hoje em dia há revisionismo pra tudo e há quem questione até o formato da terra, há quem critique Weber alegando que o próprio pressuposto da sua tese é falso – ou seja, que os países protestantes não prosperaram mais do que os países católicos. É para refutar mais este revisionismo que este artigo se destina.

26 de abril de 2019

200 Os países protestantes são os mais ateus?



Essa discussão já foi levantada neste artigo de 2016, mas como o artigo incluía outras discussões junto (como a questão do aborto e do casamento gay), decidi escrever este novo artigo enfatizando especificamente essa acusação que tem se tornado um mantra cada vez mais comum e frequente na apologética católica, usado para difamar e estigmatizar a Reforma como uma “ponte para o ateísmo”. Há duas formas simples de se refutar essa tolice. A primeira é que essa secularização é um fenômeno extremamente recente, e não uma característica dos tempos da Reforma. Há apenas cem anos qualquer país protestante da Europa, como também qualquer país católico, era muito mais religioso do que o Brasil ou a América Latina atuais. Os historiadores em geral concordam que a secularização é um fenômeno posterior à Segunda Guerra (1939-1945), e mesmo assim levou décadas para se chegar ao cenário atual.

20 de abril de 2019

200 Entenda o que é o sacerdócio universal de todos os crentes e por que ele é o pilar da Reforma



*Nota: O artigo é extraído de um trecho do meu segundo livro sobre os 500 Anos da Reforma (ainda em construção). Ele explica a doutrina do sacerdócio universal de todos os crentes, dá as bases bíblicas do mesmo e mostra como ele foi usado para influenciar a prática da vida, dos negócios e do trabalho na sociedade da época (especialmente nos países de matriz protestante). Boa leitura!

22 de agosto de 2018

200 Novo Livro! “500 Anos de Reforma: Como o Protestantismo Revolucionou o Mundo (Vol. 1: Liberdade, Tolerância e Democracia)” – Download gratuito!



Após muito tempo de espera, de pesquisa, de leitura e de escrita, o primeiro volume do livro que deveria estar pronto ano passado está finalmente pronto! De fato, o processo foi muito mais trabalhoso do que eu imaginava a princípio: ingenuamente acreditava que bastaria alguns meses de pesquisa e mais alguns de escrita para ficar pronto até Outubro/2017, e no fim das contas foi um ano inteiro de pesquisa bibliográfica e mais quase outro ano inteiro de escrita até ficar pronto hoje, em Agosto/2018. Para ter uma noção do quão trabalhoso este livro foi, basta conferir os seus dados: são 700 páginas na versão digital (mais de 800 na versão impressa dividida em dois livros), mais de 300 referências bibliográficas e mais de 2.300 citações. E isso que é apenas o primeiro volume.

17 de agosto de 2018

157 Os protestantes perseguiram os anabatistas?



*Nota: O artigo é extraído do meu livro sobre a Reforma, que já está (finalmente) pronto. Eu pretendo publicá-lo nos próximos dias (será o próximo post depois deste, então não percam as atualizações). Boa leitura!

5 de agosto de 2018

122 Conheça a Guerra dos Trinta Anos, suas causas e consequências



*Nota: o artigo é extraído do meu livro sobre a Reforma, que será publicado nas próximas semanas, se tudo der certo. Boa leitura!

29 de julho de 2018

180 Caça às bruxas: como era e quem matou mais



*Nota: o artigo é extraído da última parte do último capítulo do meu livro sobre a Reforma, que será publicado mês que vem, se tudo der certo. Boa leitura!

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22 de julho de 2018

197 Lutero era antissemita e o protestantismo foi o precursor do nazismo?



Considerações prévias: O trecho abaixo é parte de um capítulo do meu livro sobre a Reforma, em fase final de escrita. É extremamente importante que se leia o meu artigo sobre a perseguição da Igreja Católica aos judeus ao longo da história (que também é parte do livro) antes de ler este aqui, pois só assim o leitor estará por dentro do contexto histórico em que Lutero estava inserido e que é de relevância crucial para entender o artigo presente. Portanto, se você chegou aqui sem ler o artigo anterior, por favor, faça questão de lê-lo antes de prosseguir a leitura aqui. Clique no link abaixo para conferir o artigo:

15 de junho de 2018

97 Um exemplo simples e prático da desonestidade e canalhice dos apologistas católicos



Eu já denunciei várias e várias vezes aqui a típica desonestidade da apologética católica, que aprendeu bem com os jesuítas a se apropriar da mentira como recurso para defender “a verdade” (ou seja, os delírios que ensinam contra o consenso unânime dos historiadores sérios e da Bíblia). Grande parte desses apologistas sabe que estão mentindo e sabe que são desonestos, mas não se envergonham disso, pois pensam que para “defender a Santa Igreja” vale qualquer coisa, até pacto com o pai da mentira. Alguns que não conhecem este blog acham que isso é exagero, mas quem já acompanha há mais tempo sabe que a capacidade de mentira vinda dessa gente é incomparável e inigualável.

13 de abril de 2018

86 Refutando todas as calúnias católicas contra a rainha Isabel da Inglaterra



Considerações prévias: Este artigo é extraído de um dos capítulos do meu livro sobre a Reforma (ainda em construção), e é presumivelmente bem mais longo do que a maioria das pessoas estará disposta a ler, mas eu preferi postar a refutação a todas as calúnias dentro de um único artigo do que dividi-lo em múltiplas partes. A única que deixei de fora foi a da Armada Invencível (quando os espanhois instigados pelo papa tentaram destruir a Inglaterra em uma invasão marítima fracassada), um episódio que pretendo publicar em um artigo à parte, por isso o “(...)” no final. Um dos tópicos aqui presentes aborda a questão moral dos jesuítas, que é extremamente importante mesmo para quem não está nada interessado no reinado de Isabel.

10 de abril de 2018

59 Henrique VIII: Reformador protestante ou católico nacionalista?


A Reforma na Inglaterra foi totalmente singular. Ela não partiu das pregações de um reformador específico, como na maioria dos outros países, e também não veio pelas mãos de um “rei imoral”, como assevera a apologética católica. Já há tempos os ingleses tinham uma predisposição anticlerical, embora não anticatólica. Isso explica por que um rei católico que quis romper com Roma e ainda assim permanecer católico não teve que enfrentar a mesma oposição severa e selvagem que líderes protestantes como Henrique IV e Guilherme de Orange passaram em seus respectivos países. Para entender essa predisposição, é necessário recuar alguns séculos, particularmente até o “Cativeiro de Avinhão” (1309-1377).

26 de março de 2018

97 Conheça o "Tribunal de Sangue" que assassinou milhares de protestantes na Holanda


Considerações prévias: O texto a seguir é um trecho do meu livro sobre a Reforma (ainda em construção). Na Holanda, o rei espanhol Filipe II tentou forçar o catolicismo aos seus súditos, impôs a Inquisição através da regente e, ao ver que não surtia o efeito esperado, enviou o duque de Alba para exterminar os “hereges” protestantes com métodos de terror que eram assustadores mesmo para aquela época.

10 de março de 2018

131 Entenda tudo sobre o massacre da Noite de São Bartolomeu: o maior genocídio religioso da história


(Quadro do massacre, pintado por François Dubois a pedido do papa)

O maior massacre da história dos conflitos religiosos é conhecido pelo nome de “a Noite de São Bartolomeu” porque ocorreu na noite de 24 de agosto, dia em que a Igreja Romana celebra este santo católico. Por mais estranho que pareça para os dias atuais, naquela época o catolicismo estava tão impregnado na consciência popular que as pessoas não costumavam chamar um dia pela sua data no calendário como fazemos hoje, mas através do “calendário religioso” da Igreja (por exemplo, ao invés de “20 de março”, era “o dia seguinte ao de São José”). Assim, o massacre da noite de 24 de agosto ficou conhecido como “o massacre da Noite de São Bartolomeu”.

3 de março de 2018

116 O Massacre de Vassy – Início das “Guerras de Religião” na França


Depois da inesperada morte de Henrique II, a França passou por um período de instabilidade política em que jovens governantes (crianças, para ser mais preciso) assumiam o trono apenas como marionetes dos Guises. O primeiro a reinar foi seu filho, Francisco II (1544-1560), que assumiu logo após a morte do pai, em 1559, e morreu um ano depois, devido a uma enfermidade. Mesmo em tão pouco tempo de governo e com tão pouca idade (ele tinha 15 anos quando assumiu o poder), o embaixador veneziano Michaelis Suriano (católico) escreveu em 1560 que “Francisco II queria atacar os líderes protestantes, puni-los sem piedade e assim extinguir a conflagração”[1].

27 de fevereiro de 2018

104 A Reforma Protestante na França de Francisco I: repressão, intolerância e perseguição


A Reforma não teve em país algum maior número de mártires do que na França[1], e em nenhum outro lugar os evangélicos foram tratados com mais ódio, violência ou preconceito. Como vimos, a Reforma francesa começou antes mesmo de Lutero, através de Jacques Lefèvre d'Étaples (1455-1536), que iniciou suas pregações em 1514[2]. Ali os protestantes eram chamados por outro nome. Eram os “huguenotes”, cuja origem do termo é ainda hoje controversa. Teodoro de Beza (1519-1605), o “sucessor” de Calvino no ministério em Genebra, alegou que o nome vem de Hugo Capeto, um rei francês do século X. Nas superstições do catolicismo da época, sua alma estaria vagando de noite nas ruas de Tours, onde os protestantes costumavam se reunir, também à noite, devido às perseguições[3]. Por zombaria, os papistas passaram a apelidar os protestantes com este nome, “porque se pareciam com Hugo por andarem somente à noite”[4].

18 de fevereiro de 2018

146 Calvino era um ditador sanguinário que estabeleceu uma teocracia totalitária em Genebra?



Considerações prévias: O artigo abaixo é outro trecho do meu livro sobre a Reforma (ainda em construção). O tópico anterior fala da Reforma de Zwínglio em Zurique, que conquistou alguns cantões suíços ao protestantismo após debates públicos com católicos em que ele debatia sozinho contra vários papistas e se saía vencedor. Quando a situação começou a ficar preocupante para o lado católico, eles se uniram em uma liga de cantões católicos para esmagar a Reforma nos cantões protestantes. Zwínglio morreria em uma dessas guerras, em 1531. A partir daí, surgiriam dois novos expoentes principais na Reforma suíça: Farel e Calvino, que estabeleceram suas bases em Genebra, que, segundo os apologistas católicos, era um “estado teocrático totalitário”, onde o “ditador Calvino” mandava matar todo mundo que discordasse dele. Continue lendo para ver se as coisas eram bem assim.

14 de fevereiro de 2018

84 Lutero foi um genocida que matou milhares de camponeses na Inquisição protestante?


Considerações prévias: O artigo é um extrato do meu livro sobre a Reforma (em construção) e uma continuação ao artigo anterior, cuja leitura é importante caso o leitor queira ter uma compreensão mais completa sobre a Revolta dos Camponeses de 1524-25. No artigo anterior analisei se o protestantismo era o culpado pelo surgimento da revolta – provamos que não – e aqui analisarei se Lutero ou os protestantes foram os responsáveis por um “genocídio” que é por vezes chamado de “Inquisição protestante” pelas mentes mais perversas e doentias da apologética católica moderna. O artigo é longo, mas só assim para destruir adequadamente tantas calúnias, difamações, distorções grotescas e embustes criados intencionalmente para enganar as mentes mais incautas. Boa leitura!

8 de fevereiro de 2018

95 O protestantismo é o culpado pela Revolta dos Camponeses de 1524?


Considerações prévias: O artigo abaixo é parte do meu livro sobre a Reforma (ainda em construção). O capítulo em questão aborda tudo sobre a revolta dos camponeses de 1524, que os apologistas católicos usam para difamar Lutero e o protestantismo. Como o capítulo é longo, eu decidi dividir em duas partes. A primeira (essa) aborda se o protestantismo é culpado pelo surgimento da revolta. A segunda, que publicarei daqui alguns dias, abordará se o protestantismo é o culpado pela repressão da revolta (ou seja, pelo suposto “genocídio” que os papistas acusam). Boa leitura!