segunda-feira, 10 de abril de 2017

Meus Livros


Todos os livros escritos por mim estão disponíveis gratuitamente para download em Word ou pdf (Tabela 1) e para compra em impresso no Clube dos Autores (Tabela 2). Abaixo das tabelas há as opções de baixar de uma só vez todos os livros (em Word ou pdf), e então uma descrição resumida do conteúdo de cada um deles.


TABELA 1 – VERSÃO DIGITAL

No
Título do Livro
Word
Pdf
1
A Bíblia e a Escravidão
2
A História não contada de Pedro
3
A Igreja na Grande Tribulação
4
A Lenda da Imortalidade da Alma
5
As Provas da Existência de Deus
6
Calvinismo ou Arminianismo?
7
Chamados para crer e sofrer
8
Cruzadas – O Terrorismo Católico
9
Deus é um Delírio?
10
Em Defesa da Sola Scriptura
11
Exegese de Textos Difíceis da Bíblia
12
O Enigma do Falso Profeta
13
O Mistério do Castelo de Wartburg
14
Os Evangelhos Comentados
15
Os Pais da Igreja contra a Imortalidade da Alma

 TABELA 2 – VERSÃO IMPRESSA

No
Título do Livro
Link
1
A Bíblia e a Escravidão
2
A História não contada de Pedro
3
A Igreja na Grande Tribulação
4
A Lenda da Imortalidade da Alma
5
A Verdade sobre o Inferno
6
As Provas da Existência de Deus
7
Calvinismo ou Arminianismo? – Vol. 1
8
Calvinismo ou Arminianismo? – Vol. 2
9
Chamados para crer e sofrer
10
Cruzadas – O Terrorismo Católico
11
Deus é um Delírio? – Vol. 1
12
Deus é um Delírio? – Vol. 2
13
Deus é um Delírio? – Vol. 3
14
Em Defesa da Sola Scriptura – Vol. 1
15
Em Defesa da Sola Scriptura – Vol. 2
16
Exegese de Textos Difíceis da Bíblia
17
O Enigma do Falso Profeta
18
O Mistério do Castelo de Wartburg
19
Os Evangelhos Comentados
20
Os Pais da Igreja contra a Imortalidade da Alma
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Caso alguém não consiga fazer o download, me envie um e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) solicitando o livro que eu mando em anexo.


RESUMO DOS LIVROS

A LENDA DA IMORTALIDADE DA ALMA
A ideia de imortalidade inerente está enraizada nas principais religiões do mundo, mas atualmente cresce o número de eruditos que, lendo a Bíblia, abandonam tal crença. O que leva tantos teólogos na atualidade, como Oscar Cullmann, Clark Pinnock, John Stott, John William Weham, Edward Green, Philip Hughes, David Edwards, entre muitos outros, a abandonarem a visão de estado intermediário e de eternidade no lago de fogo, se nasceram aprendendo que tais crenças eram verdadeiras e apenas as “seitas heréticas” pregavam o contrário?
Neste livro, o autor responde a essas e outras perguntas, provando pelos argumentos bíblicos e históricos que a imortalidade é condicional à obediência a Deus, que apenas os justos a herdarão por ocasião da ressurreição e que a morte não é a libertadora da "alma imortal", mas o último inimigo a ser destruído. Para tanto, o autor lançará mão de mais de 206 provas exegéticas, largamente comentadas ao longo de todo o livro, junto aos escritos dos Pais da Igreja cristã primitiva, mostrando que, pelo menos no Cristianismo apostólico, a crença na imortalidade da alma estava das portas para fora da Igreja.

A VERDADE SOBRE O INFERNO
Quase todos os cristãos têm em mente uma ideia deturpada sobre o inferno, que seria um local de tormento eterno para os ímpios e pecadores, onde demônios torturadores e terríveis estariam se divertindo à custa de torturas colossais que os não-salvos estariam sofrendo, por toda a eternidade. Mas seria realmente essa a ideia bíblica sobre o inferno? Através dessa obra, o autor desmistifica uma série de mitos sobre o inferno, dentre eles que o inferno é um local de tormento eterno, demonstrando pela Bíblia que o inferno é um local de punição futura aos descrentes pelo tempo correspondente aos seus pecados, sendo em seguida destruídos no lago de fogo, a segunda morte.
A Escritura, ao invés de pregar um tormento desproporcional aos pecados de cada um, ensina que somente os salvos herdarão a imortalidade, ao passo que os perdidos enfrentarão a morte eterna, a inexistência para todo o sempre, ao invés de um tormento eterno e indiscriminado para cada um. Nesta obra, o autor lançará mão de mais de duas centenas de passagens bíblicas sobre o inferno exegeticamente examinadas, além de uma extensa e profunda refutação de cada uma das argumentações imortalistas comumente enfrentadas.

O ENIGMA DO FALSO PROFETA
O Enigma do Falso Profeta é um livro que mistura mistério, ficção, aventura e teologia, onde você é o personagem principal da história e tem que decidir, ao fim de cada capítulo, qual novo rumo irá tomar, para desvendar qual dos quatro pastores que irão pregar em um Congresso é um falso profeta. Para tanto, você terá que lançar mão de todo o seu conhecimento bíblico e espírito aventureiro, analisar todos os ensinamentos à luz da Escritura Sagrada e não temer os obstáculos que tiver pela frente. 
Neste livro, várias heresias neopentecostais serão refutadas, como a teologia da prosperidade, a confissão positiva, a teologia triunfalista e a vitoriolatria existente nestes meios, além, é claro, de exaltar os maiores valores cristãos como o amor a Deus, o empenho missionário, a luta contra o pecado e o evangelho da cruz. Através de muita ação e aventura, você terá que tomar as decisões certas para desmascarar aquele que prega um falso evangelho negando a Deus e não a si mesmo, agindo como um falso cristão que não busca ter uma vida semelhante à de Cristo, e criando falsas expectativas de prosperidade material e financeira.

A HISTÓRIA NÃO CONTADA DE PEDRO
A Igreja Católica diz que Pedro foi o “chefe” e “príncipe” dos apóstolos, o primeiro “Sumo Pontífice” dos cristãos, um “bispo universal” e “bispo dos bispos”, e que seus sucessores, os bispos romanos, são vigários de Cristo e representantes de Deus na terra, com toda a autoridade que Pedro possuía, para exercer uma jurisdição universal sobre toda a Igreja. Mas será que essa visão é pautada biblicamente? E a história, corrobora com a tese de que Pedro tenha ficado 25 anos dirigindo a Igreja de Roma? E os bispos de Roma, eram reconhecidos como Sumo Pontífices nos primeiros séculos da era cristã? E Mateus 16:18, estaria dizendo que a Igreja está edificada sobre Pedro, e que só ele tem as chaves do reino dos céus?
 
Neste livro, o autor desmistifica uma série de mitos papais que se formaram em torno da pessoa de Pedro, provando pelo testemunho bíblico e patrístico que nem Pedro tinha autoridade superior aos demais apóstolos, nem o bispo romano era reconhecido na Igreja como detendo um primado sobre todos os outros bispos locais. Através de mais de 205 provas bíblicas e outras centenas de testemunhos históricos, todos os mitos católicos em torno do papado irão cair, e um povo sábio e consciente da verdade da Palavra de Deus será erguido.

O MISTÉRIO DO CASTELO DE WARTBURG
O Mistério do Castelo de Wartburg é um livro de ficção cristã que retrata a vida de Paulo, um jovem cristão que ama teologia e que tem a oportunidade de visitar os locais históricos da Reforma Protestante, dentre eles o castelo de Wittenberg e o castelo de Wartburg. Lá ele descobre que Deus não o levou apenas para fazer uma visita, mas para desvendar um mistério em torno do sumiço de seus dois antagonistas: Henrique e Thiago. A trama em torno desse mistério envolve muita ação, aventura e reflexão cristã: sobre a necessidade de demonstrar o amor e a ajuda ao próximo, através de ações que provém de uma fé genuína. 
Neste livro, o autor mostra o lado que poucas pessoas dão atenção: o do próximo. Mostra que amar o próximo como a si mesmo não se reflete apenas em um sentimento, mas em ação e obras. Que as nossas atitudes hoje podem decidir entre a vida e a morte para alguém que precisa da nossa ajuda, e retrata a necessidade de olharmos para quem precisa como se fôssemos nós mesmos.

CHAMADOS PARA CRER E SOFRER
aNo início do século XX surgiu um novo movimento na comunidade evangélica, chamado “neopentecostalismo”, que tem como principal lema a frase: “pare de sofrer”. Dela resultam outros vários ensinos, como a teologia da prosperidade (que a pobreza é do demônio e que Deus tem que prosperar o crente que tem fé), a confissão positiva (que se você tomar posse da bênção nunca ficará doente, e se decretar sua cura será sempre curado) e a teologia triunfalista, segundo a qual a vitória do cristão está baseada na conquista de bens materiais, no sucesso, na prosperidade, na saúde física, em ter um bom emprego, um bom carro, um bom salário e buscando cada vez mais. 
Neste livro, o autor refuta todas essas teses, e reitera o princípio cristão ortodoxo de que temos o privilégio não apenas de crer, mas também de sofrer por amor a Jesus (Filipenses 1:29). Através de um aprofundado estudo nas Sagradas Escrituras e na história do Cristianismo, questões importantes e polêmicas que atormentam muitos cristãos há séculos serão respondidas. “Por que o mal existe?”; “Por que Deus permite o sofrimento dos justos?”; “Por que Deus não atende todas as minhas orações?”; “Por que Deus não prospera e dá a vitória a todo mundo?”; “Os acidentes acontecem porque abrimos brecha?”. Essas e várias outras questões relevantes serão cuidadosamente examinadas ao longo de todo o livro.

AS PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS
.Vivemos tempos sombrios, onde nunca a fé foi tão desafiada pelos céticos e materialistas como hoje. Em nossas universidades, as teorias que vão contra a Bíblia, sejam elas de aspecto moral ou científico, são ensinadas como se fossem verdades incontestáveis. No mundo secular, aumenta cada vez mais o número daqueles que duvidam da existência de Deus e da existência histórica de Jesus Cristo, que atacam a fé cristã e creem que não existe nada além do material. Neles se confirma a profecia de Jesus: que, por ocasião da Sua segunda vinda, a fé de muitos se esfriaria. 
Mas será que tais céticos estão certos em sua descrença na fé cristã? Têm eles razão em duvidarem de tudo? Afinal, para que lado aponta as evidências? É preciso ter mais fé para ser cristão ou para ser ateu? Neste livro, Lucas Banzoli e Emmanuel Dijon respondem a estas questões com inúmeras evidências da existência de Deus, da veracidade da fé cristã, do criacionismo, da autenticidade da Bíblia, da historicidade e ressurreição de Jesus, em uma verdadeira apologia em favor do Cristianismo nos tempos modernos. 

A IGREJA NA GRANDE TRIBULAÇÃO
.Um dos maiores e mais recentes enganos escatológicos diz respeito ao arrebatamento pré-tribulacional, pregado por dispensacionalistas tradicionais. A Igreja, segundo eles, não terá que enfrentar o anticristo, nem que perseverar em meio à grande tribulação, mas será arrebatada antes, retirada ao Céu, onde estará sete anos com Cristo, ao passo em que os incrédulos serão deixados para trás. Dividindo a segunda vinda de Cristo em duas partes e a ressurreição em três, o pregador anglicano John Darby (1800-1882), que introduziu esse falso ensino nas igrejas, convenceu a muitos que a volta de Jesus será secreta, e que a Igreja não estará na grande tribulação. Algo jamais crido antes em dezoito séculos de Cristianismo, rejeitado sumariamente por todos os Pais da Igreja e por todos os Reformadores. 
Mas será que a Bíblia dá base para a crença de que a Igreja não estará na grande tribulação? Estariam certos aqueles que dizem que Jesus voltará duas vezes? Têm eles razão em dizer que a Igreja será tirada da terra antes da tribulação, ao invés de protegida por Deus em meio a ela? E como podemos entender todos os versos bíblicos constantemente mencionados pelos adeptos dessa nova teoria? Essas e muitas outras questões serão respondidas neste livro, que defende que os maiores dias que a Igreja viverá ainda estão por vir, no qual somente aquele que perseverar até o fim será salvo – será a Igreja na grande tribulação.

CALVINISMO OU ARMINIANISMO - QUEM ESTÁ COM A RAZÃO?
.Calvinismo e arminianismo tem sido um alvo de debate há pelo menos cinco séculos. Ambas são vertentes soteriológicas cristãs evangélicas, que divergem em aspectos como a perda da salvação, a extensão da expiação de Cristo, a predestinação, a graça e o modo com que Deus se relaciona com o homem. Afinal, Cristo morreu por todos ou somente pelos eleitos? Ele ama a todos indistintamente ou somente os escolhidos? Deus determinou tudo ou podemos construir o futuro? Ele predestinou pessoas à salvação e condenação ou concede oportunidade de salvação a todos? Sua graça é resistível ou irresistível? A salvação pode ser perdida ou o crente necessariamente irá perseverar até o fim? 
Neste livro, estas e muitas outras questões serão respondidas e a visão arminiana será defendida em dois volumes, com 586 páginas, mais de 700 citações de autores calvinistas e arminianos (incluindo mais de 200 de Calvino), mais de 300 passagens bíblicas exegeticamente examinadas, mais de 50 testemunhos dos Pais da Igreja e uma aprofundada análise dos pontos mais críticos que dividem calvinistas e arminianos. Através desta leitura, o leitor poderá entrar mais a fundo no entendimento de um Deus cheio de amor, graça e misericórdia para com todos, que deseja que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. 
• Para mais informações do livro e onde comprar:

EM DEFESA DA SOLA SCRIPTURA
A Sola Scriptura tem sido o princípio reformado mais sistematicamente combatido pelos católicos nos últimos cinco séculos. Em seus sites apologéticos e em seus livros eles fazem questão de colocar a Sola Scriptura como o centro e o alvo de todos os seus ataques. O lema de que a Bíblia é a única regra de fé do cristão incomoda aqueles que fazem da tradição seu padrão de vida e doutrina. Por séculos os papistas tem argumentado que a Sola Scriptura é o “ponto fraco” do Protestantismo, e tem defendido a existência de uma tradição oral em pé de igualdade com as Escrituras, bem como um magistério romano que é o único que pode interpretar infalivelmente a Bíblia.
 
Em vista do ataque maciço da apologética católica contra o princípio cristão da Sola Scriptura, é preciso uma defesa sólida e consistente. Através deste livro, o autor apresenta os fundamentos da Sola Scriptura em uma pesquisa aprofundada nos Pais da Igreja que resultaram em mais de 400 citações patrísticas, além de amplo arsenal bíblico e lógico que dão sustento à fé reformada. Questões como livre exame, divisão protestante, Igreja, tradição, patrística e muitas refutações serão abordadas de uma forma crítica e pontual, derrubando os sofismas romanistas e erguendo mais uma vez o pilar e o fundamento da nossa fé, proclamando toda a Bíblia e somente a Bíblia como o guia dos verdadeiros cristãos.

DEUS É UM DELÍRIO? (VOLUMES 1-3)
“Deus, um Delírio”, foi o maior best seller ateísta da história, que marcou o século passado com ataques à fé cristã dos mais variados tipos: desde a tentativa de refutação aos tradicionais argumentos para a existência de Deus, passando pelo combate à moral judaico-cristã e chegando até ao ponto de afirmar que a religião é a raiz de todos os males. Seu autor, Richard Dawkins, é um dos principais ícones do neo-ateísmo, que visa não apenas combater a existência de Deus, mas proclamar guerra contra todas as religiões. Embora essa ideia não seja original ou nova, ela ressurge com ainda mais força no século XXI, tirando do armário uma multidão de militantes ateus a serviço desta guerra cultural. 
Para Dawkins, o Deus adorado pelos judeus e cristãos é um monstro moral da mais terrível crueldade, e a Bíblia é um livro que fomenta o ódio, o preconceito, o machismo, a escravidão e até mesmo o genocídio. A conclusão, é lógico, é que quem segue a um Deus desses e a um livro desses não pode ser outra coisa senão um lunático, alguém que está literalmente “delirando”, tal como aqueles que creem em fadas e gnomos. Mas este está longe de ser um retrato fiel da realidade, não passando de uma propaganda antirreligiosa que está muito mais próxima do mundo de fantasia em que Dawkins vive do daquilo que as evidências nos mostram. Para aqueles que querem se desprender do delírio de Dawkins e abrir os olhos para a razão, este livro é imprescindível.

OS PAIS DA IGREJA CONTRA A IMORTALIDADE DA ALMA 
.Embora muitos livros e estudos já tenham sido publicados na área, demonstrando que a grande maioria dos Pais da Igreja do século I e II não cria na imortalidade da alma, no Brasil ainda reina uma falsa concepção histórica, popularizada por apologistas imortalistas que insistem que o aniquilacionismo é uma crença de “adventistas e testemunhas de Jeová”, e que ninguém ao longo de dezoito séculos creu nisso. E por mais que as evidências esmagadoras apontem ao contrário, a ignorância geralmente acaba prevalecendo. 
Neste livro, o autor desmistifica mais uma lenda imortalista: a de que os primeiros Pais da Igreja, os sucessores dos apóstolos, criam numa alma imortal. Através de uma aprofundada pesquisa histórica nos escritos patrísticos de aproximadamente vinte escritores cristãos nos primeiros dois séculos da história da Igreja, o autor demonstra que a crença numa alma incondicionalmente imortal era uma concepção estranha à fé cristã até ela ser popularizada por filósofos platônicos convertidos ao Cristianismo e por amantes do método alegórico. Em seguida, revela como que a introdução da primeira mentira tornou os cristãos da época cada vez mais susceptíveis a novas heresias e inovações doutrinárias, que macularam cada vez mais a essência Cristocêntrica da fé cristã pura e simples. 

EXEGESE DE TEXTOS DIFÍCEIS DA BÍBLIA
.A Bíblia é o livro mais vendido, mais lido e mais comentado no mundo todo, e é justamente pela sua importância singular que é necessária uma interpretação igualmente qualificada. Por ser o livro sagrado de milhões de cristãos, são muitas as polêmicas, os debates e as interpretações de cada lado, e o leitor sincero, em busca da verdade, muitas vezes acaba sendo enganado pela interpretação errônea que um pastor, padre ou rabino possa lhe dar. De gente que terceiriza a tarefa de interpretação colocando-a por inteiro nas mãos de uma pessoa falível, até pessoas que vão ao extremo oposto e desprezam as riquezas da história eclesiástica, é necessário recorrer a parâmetros que sirvam de norte ao leitor que busca honestamente a verdade.
Para isso, este livro disponibiliza dez princípios exegéticos básicos que devem ser aplicados pelo intérprete, além de vinte exemplos práticos em torno de textos considerados polêmicos na Bíblia, que dividem opiniões e entendimentos. Em um linguagem simples mas não simplista, o litor mais modesto e o já estudioso poderão se aprofundar na arte da hemenêutica bíblica, ampliando seus horizontes e descobrindo os métodos que guiam uma teologia séria e pautada pela verdade.

OS EVANGELHOS COMENTADOS
.Os Evangelhos Comentados é parte de uma Bíblia de Estudos com observações no rodapé sobre os versículos mais polêmicos do Novo Testamento, aqueles que geram debate, discussão e dividem doutrinas. Além disso, contém também alguns comentários de caráter devocional e sobre vida cristã. Neste volume, estão incluídos os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João, com seus respectivos comentários. A versão bíblica aqui utilizada é a Bíblia Livre (BLIVRE), traduzida por Diego Santos e Mário Sérgio a partir dos textos originais do grego. 
Este comentário aos evangelhos segue as linhas: (a) método gramático-histórico; (b) arminianismo clássico; (c) aniquilacionismo; (d) pentecostalismo moderado; (e) pós-tribulacionismo; (f) Cinco Solas: Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gratia, Solus Christus e Soli Deo gloria. Esta Bíblia de Estudos é ainda complementada pelo meu comentário às epístolas, dividido em dois volumes. Juntos, eles formam O Novo Testamento Comentado.

CRUZADAS - O TERRORISMO CATÓLICO
.Na concepção popular do revisionismo católico, as Cruzadas são vistas como a salvação da Cristandade ocidental à qual devemos o mérito por não sermos muçulmanos, e os cruzados retratados como verdadeiros heróis a cavalo, os “salvadores da civilização”, que livraram o mundo da barbárie muçulmana e por isso são arautos da liberdade. Esse revisionismo hipócrita e virulento conseguiu transformar bandidos assassinos e terroristas em salvadores da pátria e heróis da civilização. Neste livro, o autor reduz os cruzados ao que eles realmente foram: assassinos sanguinários, bárbaros sedentos de sangue, estupradores e bandidos da pior espécie. 
Nenhum exército ao longo da história da humanidade jamais agiu de forma tão covarde e facínora quanto o exército cruzado, que não hesitava em quebrar acordos, incendiar e saquear territórios alheios por pura diversão, massacrar pessoas inocentes, destruir os legados civilizacionais e tocar o terror por onde quer que passasse, com uma sede insaciável por sangue. O autor mostra que as Cruzadas não foram apenas uma guerra defensiva contra muçulmanos ferozes e intolerantes. Ao contrário, foi uma reação de bárbaros terroristas contra um mundo muçulmano desenvolvido e relativamente tolerante da época, exterminando milhares de mulheres, crianças de colo, recém-nascidos e civis inocentes que não eram poupados nem após salvo-conduto.

A BÍBLIA E A ESCRAVIDÃO
O Antigo Testamento apresenta leis de regulamentação da escravidão em Israel que, por vezes, são usadas pelos críticos da Bíblia para denegri-la e associá-la ao que há de pior em termos morais e éticos. Com frequência tem sido argumentado que a escravidão no Novo Mundo é devida, em parte, aos escritos sagrados de Moisés, que foram sancionados por Jesus e pelos apóstolos, e que os cristãos nada fizeram para melhorar a situação do escravo ao longo dos séculos. Este livro visa estudar estes argumentos, se aprofundando na questão da escravidão por um olhar histórico-cultural, comparando a escravidão em Roma e no Brasil com o tipo de escravidão vigente em Israel, e avaliando a postura dos autores neotestamentários, dos Pais da Igreja, dos cristãos medievais e modernos em vista da instituição escravocrata. 

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