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SOBRE

Lucas Banzoli (11/09/1992) é graduado em Comunicação Institucional pela UFPR, é pós-graduado em História pela UCAM, licenciando em história pela UEPG e mestre em teologia pela FTBP. Apaixonado por teologia, é autor de vinte livros cristãos e cinco blogs apologéticos, cujos artigos estão reunidos em um só lugar neste site.

13 de agosto de 2018

20 Conheça o covarde e monstruoso genocídio indígena praticado pelos católicos espanhois



*Nota prévia: Até um tempo atrás eu pensava que os revisionistas católicos não tinham mais nada pra inventar, mas como a coisa sempre pode piorar, descobri que estava enganado. Em tempos recentes, youtubers e páginas de proselitismo católico tridentino passaram a difamar o protestantismo no que diz respeito aos índios, literalmente apresentando os colonizadores católicos como gente boazinha, pacífica e bondosa que quis apenas “educar” os índios, enquanto os protestantes malvados assassinavam todos eles. Essa grosseira e patética inversão total dos fatos, típica do que há de mais baixo e sujo na apologética católica, me levou a acrescentar uma parte no livro contando o que realmente aconteceu com os índios quando os “católicos bonzinhos” chegaram. O trecho abaixo é extraído do livro, que deve ser publicado dentro de uma ou duas semanas. Boa leitura!

9 de agosto de 2018

152 Teólogos imortalistas reconhecem que o Antigo Testamento é aniquilacionista



Quando debati sobre imortalidade da alma em 2016 com o meu amigo Francisco Tourinho (veja aqui), a quem eu então desconhecia e não sabia que argumentos usaria no debate, eu fui pego desprevenido com algo que realmente não esperava. Você pode notar pelos meus slides de abertura que metade do meu discurso era baseado no Antigo Testamento, e a outra metade no Novo. Qual não foi minha surpresa ao perceber que ele, logo de cara, admitiu que o Antigo Testamento era realmente aniquilacionista antes mesmo de eu tomar a palavra. Ou seja, praticamente tornou inútil metade do discurso que eu havia preparado.

5 de agosto de 2018

114 Conheça a Guerra dos Trinta Anos, suas causas e consequências



*Nota: o artigo é extraído do meu livro sobre a Reforma, que será publicado nas próximas semanas, se tudo der certo. Boa leitura!

2 de agosto de 2018

151 Deuteronômio 22:28-29 permite o estupro?



Um texto usado por muitos ateus para alegar que a Bíblia apoia o estupro está em Deuteronômio 22:28-29, que a NVI traduz assim:

29 de julho de 2018

178 Caça às bruxas: como era e quem matou mais



*Nota: o artigo é extraído da última parte do último capítulo do meu livro sobre a Reforma, que será publicado mês que vem, se tudo der certo. Boa leitura!

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26 de julho de 2018

194 Como as origens da escrita e da fala ajudam a provar o criacionismo bíblico



Eu já escrevi e reitero que o evolucionismo teísta, embora não seja a minha crença pessoal e nem a melhor forma de entender os textos bíblicos, não é de todo uma visão contraditória com a fé cristã. Em outras palavras, é perfeitamente possível que um cristão seja evolucionista e creia no mundo dos “bilhões de anos”, embora, repito, essa não seja a interpretação mais plausível exegeticamente falando. O fato é que ninguém precisa desacreditar em Deus simplesmente por acreditar na evolução. Sobre isso, inclusive, eu já escrevi aqui.

22 de julho de 2018

192 Lutero era antissemita e o protestantismo foi o precursor do nazismo?



Considerações prévias: O trecho abaixo é parte de um capítulo do meu livro sobre a Reforma, em fase final de escrita. É extremamente importante que se leia o meu artigo sobre a perseguição da Igreja Católica aos judeus ao longo da história (que também é parte do livro) antes de ler este aqui, pois só assim o leitor estará por dentro do contexto histórico em que Lutero estava inserido e que é de relevância crucial para entender o artigo presente. Portanto, se você chegou aqui sem ler o artigo anterior, por favor, faça questão de lê-lo antes de prosseguir a leitura aqui. Clique no link abaixo para conferir o artigo:

20 de julho de 2018

120 Entenda o que é o revisionismo histórico e por que ele é tão perigoso



Sempre que eu estou comendo eu coloco algum vídeo no Youtube para assistir e me distrair, e geralmente é um da Fox Sports sobre futebol (numa disputa acirrada com os vídeos sobre o Universo Marvel do Ei Nerd e outros bastante edificantes). Nesses dias acabei assistindo a esse aqui sobre o “rebaixamento” do São Paulo no Campeonato Paulista de 1990, onde o comentarista Paulo Vinícius Coelho, o PVC, praticamente engole vivo o outro comentarista que defendia o rebaixamento do tricolor paulista:

17 de julho de 2018

124 “De Abel até Zacarias”: O cânon bíblico de Jesus



Há múltiplas formas diferentes e igualmente eficientes de se provar o cânon protestante do Antigo Testamento, a respeito do qual eu já escrevi muitos artigos disponíveis neste índice (mais especificamente na parte de “Artigos sobre os livros apócrifos ou deuterocanônicos”), os quais o Yago Martins recentemente resumiu neste excelente vídeo sobre o tema. Mas sem tirar o peso de todos os argumentos históricos que possam ser utilizados, o meu favorito é justamente aquele que recorre à própria Bíblia, mais especificamente ao seu autor e inspirador: o próprio Cristo. Se soubermos qual era o cânon que Jesus aprovou em seus dias, ficará extremamente fácil definir qual é o cânon correto.

14 de julho de 2018

187 O que dizer sobre os desigrejados?



Poucos assuntos são tão comentados comigo quanto aquilo que diz respeito aos desigrejados. Há uns dez ou quinze anos atrás ninguém falava em “desigrejado”, mas hoje o termo está mais do que na moda. Ser desigrejado é a onda do momento, surfando na maré trazida por gente como Caio Fábio, “irmão” Rubens, Mário Persona e diversos youtubers por aí. Aqui eu não pretendo desmerecer o conceito como um todo, porque entendo que existem diversos tipos de desigrejados e pelas razões mais variadas possíveis. Por exemplo, eu sou amigo de pessoas que são desigrejadas não porque sejam radicais “anti-templo” (ou “anti-sistema”, como dizem), mas apenas porque não conseguem encontrar nenhuma igreja decente na região onde moram, e na ausência de igrejas decentes preferem ficar sem congregar – algo que eu não tenho muito como contestar.

11 de julho de 2018

150 Flávio Josefo é a prova irrefutável de que Tiago era irmão (e não primo) de Jesus!



Por mais que a Bíblia afirme e reafirme reiteradas vezes a existência dos irmãos de Jesus, os apologistas católicos preferem acreditar na lenda de que eram “simples primos”, na única manobra possível para salvar o dogma da virgindade perpétua de Maria. Para eles, os vários textos do Novo Testamento que falam nos irmãos de Jesus dizem respeito apenas a primos porque no hebraico a palavra para irmão e primo era a mesma. O que ninguém jamais explicou a eles é que o Novo Testamento foi escrito em grego, não em hebraico, e que neste idioma já havia palavra específica para irmão (adelphos) e primo (anepsios), além do termo mais genérico para parente (suggenes). E que, por “coincidência”, todas as vezes que a Bíblia se refere aos irmãos de Jesus ela usa o termo para irmão mesmo (adelphos).

8 de julho de 2018

131 2ª Pedro 2:9 ensina que os ímpios estão sofrendo castigo no inferno?



Este artigo será um pouco mais trabalhoso e talvez mais tedioso de se acompanhar do que de costume. Sim, será longo, e sim, será cansativo, mas em se tratando de hermenêutica é assim mesmo. Este site sempre teve como diferencial trazer algo mais sofisticado, que exige bastante esforço e trabalho, em vez dos artigos simplistas e superficiais que vemos por aí. Então se você não tiver interesse ou paciência para acompanhar um texto longo como este, sinta-se livre para fechar este artigo e aproveitar a oportunidade para ver um vídeo útil e edificante como esse aqui (você pode inclusive repetir esse vídeo o dia todo que não deixará de ser bom). Só continue a leitura se você quiser ler inteiro, pois só assim poderá acompanhar todo o raciocínio até a conclusão.

5 de julho de 2018

139 A Santa Inquisição só julgava católicos?



Essa é a mais nova malandragem da apologética católica: quando uma pessoa de bom senso afirma que a Inquisição caçava os não-católicos a fim de forçar o catolicismo goela abaixo, ou que esse tribunal exterminou valdenses, protestantes, judeus, mouros e por aí vai, eles já tem uma resposta pronta: a Inquisição “só julgava católicos”, então se você não fosse católico e pregasse “heresias” na ótica de um romanista poderia ficar “susse no mousse” e “tranquilo como um quilo”, relaxar bastante e ter a certeza de que nada de mal aconteceria com você. Afinal de contas, essa amável, bondosa e, é claro, Santa Inquisição só se preocupava com os fieis católicos para que não transgredissem na fé, então nenhum não-católico era perseguido.

3 de julho de 2018

133 Dez provas incontestáveis de que Nero NÃO é o anticristo (+bônus no final)



Há poucos dias o Alon, do excelente site A Grande Cidade, gravou três vídeos ao vivo e a cores em seu canal no Youtube, onde destrói os argumentos preteristas como de costume de uma forma brilhante e extremamente simples de entender. Um desses vídeos trata do anticristo, que os preteristas identificam como sendo Nero, o imperador romano que reinou de 54 a 68 d.C. Vale lembrar que para os preteristas o Apocalipse se refere apenas à batalha entre Jerusalém e Roma ocorrida em 70 d.C e supostamente narrada de forma figurada por João. Ou seja, para eles não existe nenhuma grande tribulação ou anticristo futuro. Assista ao vídeo para entender:

28 de junho de 2018

91 Inédito: conheça todo o ódio, intolerância e perseguição da Igreja Católica aos judeus na história

(Papa João Paulo II beijando um belo e pacífico livro chamado Alcorão)


Nota: O artigo é extraído de um dos capítulos do meu livro sobre a Reforma, em fase final de construção. O "inédito" do título é porque eu desconheço qualquer outro estudo sobre o tema disponível na internet de forma tão completa como esse, então divulgue o quanto puder.

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Perseguição e ódio aos judeus

Um outro tipo de perseguição à parte da Inquisição, mas também estimulada por ela, era o ódio aos judeus, que era muito mais intenso e comum na Cristandade católica medieval do que nos dias de hoje. Como diz Christopher Brooke, “na Idade Média se odiava aos judeus porque eram judeus, representação do povo que crucificou a Jesus Cristo”[1]. Um exemplo clássico desse ódio antissemita foram as Cruzadas, que, diferente do que se pensa, não vitimaram apenas muçulmanos. A chamada “Cruzada Popular”, que antecedeu a primeira cruzada oficial, é um exemplo claro do quão profunda era a hostilidade aos judeus entre as classes populares. Tornell escreve: