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SOBRE MIM

Lucas Banzoli (11/09/1992) é professor de História, mestre em Teologia pela FTBP, pós-graduado em História pela UCAM, licenciado em História pela UEPG, licenciando em Letras pela UENP e tecnólogo em Comunicação Institucional pela UFPR. Apaixonado por teologia, é autor de mais de vinte livros cristãos, seis blogs apologéticos e um canal abandonado no YouTube.

26 de julho de 2021

0 Cipriano, a polêmica do rebatismo e o conflito com o papado


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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Ao raiar do século III, no mesmo lugar onde Tertuliano fez sua carreira, nascia Cipriano de Cartago (200-258), tido por muitos como o mais eminente escritor latino até a época de Agostinho e Jerônimo. É importante não confundi-lo com um outro “São Cipriano”, um grande feiticeiro convertido ao Cristianismo por sua esposa cristã, que antes da conversão escreveu um famoso livro de bruxaria (este é geralmente chamado de Cipriano de Antioquia, embora por sua culpa o de Cartago tenha pego a fama de bruxo). Até hoje se você digitar apenas “Cipriano” num buscador como o Google aparece o bruxo, não o bispo de Cartago.

19 de maio de 2021

200 Um breve resumo do Apocalipse


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.


No momento em que escrevo este livro, as pessoas no mundo todo estão isoladas e preocupadas com a pandemia do coronavírus. Sempre que algo assim acontece, aumenta-se o interesse por um livro em particular da Bíblia: o Apocalipse. Nenhum outro livro da Bíblia ou da literatura mundial jamais despertou tanta apreensão, discussão e controvérsia quanto o último livro do Novo Testamento, escrito depois que João foi liberto de sua prisão em Patmos – e não durante o tempo em que esteve em Patmos, como comumente se pensa (ele diz que “estava” em Patmos, onde recebeu as revelações, sinal de que quando escrevia já não estava mais – cf. Ap 1:9).
 
Entender por que João não escreveu em Patmos é simples: Patmos era uma ilha isolada do resto do continente, uma espécie de prisão natural de onde ninguém saía, e para onde eram enviados alguns dos mais importantes prisioneiros banidos pelo império romano e condenados ao exílio. Diz a tradição que João foi lançado em um caldeirão de óleo fervente, mas como ele não morreu, desistiram de matá-lo e o baniram para bem longe. Isso ocorreu em algum momento por volta de 91-95 d.C, durante a perseguição de Domiciano, que reinou duas décadas depois de Nero, mas era tão tirânico quanto ele.
 
O que se sabe com segurança é que João foi liberto da ilha ao final do reinado de Domiciano (ou seja, por volta de 96 d.C, quando o imperador foi assassinado numa conspiração de seus oficiais). Como um exilado, João não tinha contato com o mundo externo. Não podia sair da ilha para onde quer que fosse, muito menos escrever cartas. Patmos era uma “prisão sem muros”, algo parecido com o que Cuba é hoje, só que sem os botes que levam a Miami. E foi ali que o prisioneiro João, sujeito a trabalhos forçados e longe de todos que conhecia e amava, recebeu a maior revelação de todos os tempos: o Apocalipse, termo grego que significa “revelação” (nas Bíblias em inglês, o livro se chama apenas Revelation, mas aqui costumamos manter o título em grego em vez de traduzi-lo).
 
Talvez por sua linguagem tão enigmática e misteriosa, o livro levou algum tempo para ser aceito por todas as igrejas, sendo o último a constar no cânon do Novo Testamento. Sua natureza é essencialmente simbólica – cavalos com cabeça de leão, gafanhoto com coroas de ouro, bestas que surgem da terra e mulher grávida perseguida por um dragão no deserto são apenas algumas das muitas simbologias que João esperava serem desvendadas pelos bons intérpretes, embora possamos discutir até que ponto o próprio João sabia os significados. Se até os livros “literais” suscitam controvérsias, imagine um livro desses.
 
Não demorou para surgir diversas interpretações, incluindo a de que João descrevia toda a história da Igreja em etapas, a de que ele narrava o que aconteceria com Roma em sua conquista pelos bárbaros e até mesmo a de que ele descrevia acontecimentos do passado, sem nenhuma relevância para a nossa vida ou de qualquer pessoa no futuro. Todavia, a interpretação que predominou desde o início e o modo como o livro foi entendido pelos Pais da Igreja dos primeiros séculos é que João narrava os eventos finais que antecedem a volta de Jesus, o que inclui a aparição do anticristo, a condenação da Grande Babilônia, as pragas que virão sobre o mundo e o juízo sobre os ímpios.
 
Hoje em dia, a visão mais aceita sobre o Apocalipse é que ele descreve os sete anos finais, conhecidos como a grande tribulação, que correspondem à última das setenta “semanas” de Daniel (onde cada semana corresponde a sete anos). Nas visões que o profeta Daniel havia recebido séculos antes de João, Deus dizia:
 
“Saiba e entenda que a partir da promulgação do decreto que manda restaurar e reconstruir Jerusalém até que o Ungido, o líder, venha, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis. Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto, e já não haverá lugar para ele. A cidade e o lugar santo serão destruídos pelo povo do governante que virá. O fim virá como uma inundação: Guerras continuarão até o fim, e desolações foram decretadas. Com muitos ele fará uma aliança que durará uma semana. No meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado” (Daniel 9:25-27)
 
O decreto que Daniel se refere ocorreu em 5 de março de 445 a.C, quando o rei medo-persa Artaxerxes autorizou a reconstrução de Jerusalém. Acrescentando 69 “semanas” de sete anos no calendário judaico de 360 dias que Daniel tinha por referência (que se difere do nosso calendário gregoriano de 365 dias ao ano), chegamos exatamente a 31 de março de 30 d.C, o dia em que Jesus teria sido batizado por João Batista, dando início ao seu ministério (Lc 3:21-23). Isso cumpre com perfeição a parte da profecia que fala das 69 semanas de sete anos «até que o Ungido venha».
 
Mas a profecia continua, e diz que depois das 62 semanas o Ungido (Messias) seria morto, e que a cidade e o lugar santo seriam destruídos (o que aconteceu em 70 d.C, profetizado inclusive por Jesus em Mt 24). A profecia prossegue falando do tempo do fim, e então menciona uma aliança que duraria uma semana – a última semana de sete anos que faltava para se completar as setenta.
 
Quem fará essa aliança? Amilenistas interpretam que é Cristo e que essa aliança se refere à nova aliança em que estamos, mas o pronome “ele” do verso 27 remete ao sujeito mais próximo, que é o «governante que virá» (v. 26). Além disso, se todas as outras 69 semanas são semana de sete anos, não faz sentido que só a última não seja. A profecia segue dizendo que “no meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado” (v. 27).
 
Se o “ele” se refere a Jesus, o «sacrilégio terrível» teria que ser colocado numa ala do templo antes da sua morte, já que diz que seria colocado até que chegue sobre ele o fim que lhe está ordenado. Mas nada disso foi feito na época de Jesus, e ele próprio profetizou tal coisa como um acontecimento futuro, algo que ocorreria bem depois da sua morte, e depois que o evangelho fosse pregado em todas as nações (Mt 24:14-16).
 
Em outras palavras, quem dá fim ao sacrifício no templo e coloca nele um sacrilégio terrível que ali permanece até que seja morto não é Cristo, mas o anticristo. Foi dele que Paulo falava quando disse que “então será revelado o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2:3-4). Sua entronização como deus no templo de Deus é justamente o «sacrilégio terrível» no templo do qual Daniel e Jesus falaram. Tudo isso acontecerá na última “semana” de Daniel, a única relacionada ao fim dos tempos, e é este o período de «grande tribulação» que Deus revela a João no Apocalipse.
 
Explicar o Apocalipse é algo tão complexo e polêmico que exigiria um livro inteiro só para isso (ou mais!), mas traduzindo em termos simples, tudo o que João viu e ouviu se relaciona ao juízo de Deus sobre os ímpios nos últimos dias e à condenação da «Grande Babilônia», um poder político-espiritual que oprimiu os cristãos ao longo da história e está maculado com o sangue dos mártires (Ap 17:5-6). Alguns dizem que a Igreja será arrebatada antes disso, mas todo o consenso bíblico leva a crer no contrário.
 
Para começar, em parte nenhuma do Apocalipse João relata um arrebatamento secreto dos crentes. Ao contrário, diz que quando Jesus voltar nas nuvens “todo olho o verá... e todas as tribos da terra se lamentarão por ele” (Ap 1:7). A presença dos crentes na grande tribulação é evidente pela perseguição a eles: “Se alguém tiver de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém tiver de ser morto pela espada, pela espada morto será. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos” (Ap 13:10).
 
Paulo diz que a “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele” (2Ts 2:1) não ocorreria sem que “primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição” (v. 3), o que mostra que estaremos na terra quando o anticristo for revelado e entronizado no novo templo de Jerusalém. Muitos zombavam da profecia, já que Israel nem mesmo era uma nação e os judeus sequer tinham um território, muito menos poderiam reconstruir o templo. Mas para a surpresa deles, contra todas as expectativas Israel voltou a ser uma nação em 1948, e atualmente tem a posse da cidade de Jerusalém.
 
Hoje, só o que impede que o templo seja reconstruído é a presença da mesquita de Omar no local, por isso o pacto ou aliança de paz entre judeus e árabes é tão importante para dar esse passo adiante. Não é à toa que Daniel diz que o anticristo “fará com muitos uma aliança que durará uma semana” (Dn 9:27), aliança essa que resultará na volta dos sacrifícios no templo, até que o anticristo se revele e traia o pacto (v. 27).
 
É assim que os judeus, que esperam o Messias até hoje e pensarão que ele é o anticristo que lhes deu o tão sonhado templo, cairão em si e verão que tudo o que foi profetizado era verdade, e que Jesus é o verdadeiro Messias. Isso resultará numa conversão em massa de judeus, profetizada por Paulo quando diz que então “todo o Israel será salvo” (Rm 11:26), e retratada simbolicamente por João ao falar dos 144 mil selados de todas as tribos de Israel (Ap 7:4-8). Ao longo da história, principalmente por volta do ano 1000 (quando se acreditava que o mundo iria acabar) e também na época das cruzadas, católicos medievais tentaram forçar o cumprimento dessa profecia, batizando judeus à força e massacrando os que se recusavam a isso – prática essa conhecida como pogrom.
 
Posteriormente, práticas semelhantes foram usadas contra os protestantes e outros grupos considerados “heréticos”, os quais eram caçados pela Inquisição e tinham seus bens confiscados, seus membros torturados, sua liberdade tolhida e, em muitos casos, sua vida ceifada pelo fogo e pela espada. A prática de queimar vivo os hereges em praça pública nos chamados “autos-da-fé” lembra muito o modus operandi do antigo império romano, que crucificava e queimava cristãos em praça pública e os perseguia com a mesma impetuosidade. Em ambos os casos, o Estado se aliava ao poder religioso para eliminar qualquer dissidência.
 
Não sem razão, João diz que a «Grande Babilônia» “estava embriagada com o sangue dos santos” (Ap 17:6), tinha se prostituído com os reis da terra (v. 2), estava adornada de “ouro, pedras preciosas e pérolas” (v. 4), estava assentada sobre sete colinas (v. 9) e era “a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (v. 18). A cidade que reinava sobre os reis da terra nos tempos de João era Roma, mundialmente conhecida como «a cidade das sete colinas». A Roma religiosa (papado) continuou o trabalho iniciado pela Roma política (império), o que explica por que é retratada como uma prostituta – uma alegoria bíblica muito comum para a apostasia (Ap 17:1).
 
A reunificação do império romano é um requisito para a volta de Cristo, pois é no período de dominação romana que Daniel diz que o reino de Deus seria estabelecido na terra e todos os outros reinos seriam destruídos (Dn 2:40-44). Sabemos que o império romano foi tomado por dez tribos bárbaras que o sucederam, as quais deram origem à Europa moderna. Curiosamente, João também fala sobre “dez reis que ainda não receberam reino, mas que por uma hora receberão autoridade como reis, juntamente com a besta” (Ap 17:2).
 
Ap 17:10-11 fala de sete “reis” (símbolo de reinos, de acordo com Dn 7:13,23, que descreve a mesma coisa que João), cinco dos quais já haviam caído, um que reinava naquele momento (Roma), outro que ainda viria e duraria pouco tempo, e por fim o oitavo reino, que é “um dos sete” (Ap 17:11). Considerando que em Daniel é Roma quem governa no fim dos tempos, esse oitavo império que é um dos sete anteriores só pode ser Roma, que ressurge como uma força unificada tal como nos velhos tempos. Como vimos, isso está de acordo com a descrição de João, que liga a «Grande Babilônia» a Roma.
 
Se isso é verdade, significa que o anticristo vem da Europa, mas não da Europa atual, e sim de uma Europa unificada como um grande império – da mesma forma que o antigo império romano, do qual a fragmentada Europa atual procede. Como chefe desse império poderosíssimo, ele irá usar o seu poder e influência para fazer alianças com judeus e árabes, restabelecer o culto ao imperador (como exigiam os antigos imperadores romanos) e perseguir todos aqueles que não tiverem a marca da besta, sem a qual não poderão comprar nem vender (Ap 13:16-18).
 
Num cenário altamente tecnológico, centralizador e com forte presença do Estado como esse, Deus terá sido esquecido, o amor de muitos se esfriará e a pretensa atmosfera de «paz e segurança» dará lugar a um fim violento e repentino (1Ts 5:3), do qual só o que perseverar até o fim será salvo (Mt 24:13).

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21 de abril de 2021

200 300 vezes que a alma morre nos originais da Bíblia

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", ainda em construção. Para ler o capítulo completo com a tabela exaustiva com todos os textos de morte da alma, me solicite por e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) que eu envio em anexo.

17 de março de 2021

200 Mateus 10:28 prova a sobrevivência da alma após a morte?

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", ainda em construção. 

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De todas as 858 ocorrências da palavra “alma” nos originais hebraico e grego, a única que os imortalistas reivindicam estar acompanhada de um adjetivo que denota imortalidade (contra centenas dizendo explicitamente o oposto) está em Mateus 10:28, texto que diz: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mt 10:28). A primeira coisa que salta aos olhos de qualquer observador atento é que o único texto usado para dizer que a alma é imortal é justamente um que diz que ela é destruída junto com o corpo no inferno.

18 de fevereiro de 2021

200 O túmulo vazio e as evidências da ressurreição de Jesus


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros. 

2 de fevereiro de 2021

200 A Bíblia é machista? Existe "pecadinho" e "pecadão"?

 



Após muito tempo sem postar nada em meu canal no YouTube, decidi voltar a gravar alguns vídeos, e pretendo postar pelo menos um vídeo novo por semana daqui em diante (mas sem garantir nada). O primeiro vídeo é sobre se a Bíblia é um livro machista, como muitos céticos por aí afirmam: 

18 de janeiro de 2021

200 Alexandre VI, os Bórgia e a degradação do papado


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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31 de dezembro de 2020

200 Santo Antão, o monaquismo e o ascetismo

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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15 de dezembro de 2020

200 Os ensinos de Jesus: Mentiroso, Lunático ou Deus?


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros. 

1 de dezembro de 2020

200 Quando a Igreja Católica tinha três papas: A história do Grande Cisma do Ocidente


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.

13 de novembro de 2020

200 Cinco candidatos que eu não vou votar nessa eleição

 

Como estamos há dois dias das eleições, decidi escrever este artigo sobre cinco candidatos que eu não votarei – se possível, de jeito nenhum. Mas calma, eu não vou citar nomes nem fazer uma “lista negra” de candidatos, mesmo porque se este fosse o caso eu seria forçado a falar de bem mais que cinco candidatos. Em vez disso, elencarei a seguir cinco perfis de candidatos em quem eu não votaria, a não ser que fosse para evitar um mal maior. Isso serve tanto para quem está concorrendo à prefeitura como para quem concorre a vereador. Certamente teria muito mais itens a mencionar, mas para não tornar este artigo muito longo e cansativo, preferi elencar os aspectos principais. 

19 de outubro de 2020

200 Estudo completo sobre o estado dos mortos no Sheol

 

*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma" (ainda em construção). O capítulo em questão inclui uma análise completa de Isaías 14, de Ezequiel 32 e da parábola do rico e Lázaro, que eu deixei de fora neste artigo para não deixá-lo ainda mais exorbitantemente longo. Se você quer ler o capítulo completo, basta clicar aqui que o pdf será baixado automaticamente. 

7 de outubro de 2020

200 Entenda a Sola Scriptura com Cirilo de Jerusalém


*Nota: O artigo em questão é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente, “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” (Vol. 1), que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros. 

20 de setembro de 2020

200 Baixe agora mesmo a prévia do meu novo livro sobre o inferno!



Como todos sabem, estou escrevendo uma nova edição totalmente reformulada de meu livro “A Lenda da Imortalidade da Alma”, de onde tirei os dois últimos artigos que postei aqui (este e este). Embora ainda falte muito para o livro ficar pronto, eu decidi disponibilizar desde já a versão em pdf dos capítulos referentes ao inferno (no que se refere ao estado final, pós-ressurreição). Embora seja apenas um pequeno trecho do livro, ele ficou com 286 páginas, entre as quais está incluso o conteúdo dos dois artigos recentes e muitas outras coisas. Como se trata de uma versão parcial e prévia do livro, não terá a opção da versão impressa, a qual só será publicada quando eu terminar de escrever o livro todo e dividi-lo em dois ou três volumes. 

8 de setembro de 2020

200 As provas bíblicas do aniquilacionismo

Lucas Banzoli: O aniquilacionismo é pior que um tormento eterno?

*Nota: No artigo anterior, eu postei um trecho do meu novo livro (ainda em construção) onde refuto os argumentos “bíblicos” usados em defesa do tormento eterno no inferno. Neste, eu mostro uma parte do repertório bíblico de aniquilacionismo, que se segue a um período de castigo temporário e proporcional aos pecados de cada um (o que também é abordado no livro, em outro capítulo). Outra parte ficou de fora para não tornar o artigo ainda mais longo, mas em breve postarei o e-book no site. Se alguém preferir ler o artigo em pdf, basta me enviar um e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) ou uma mensagem inbox no facebook (aqui) que eu envio em anexo. Boa leitura!

26 de agosto de 2020

200 Saiba como refutar todos os argumentos imortalistas para o tormento eterno no inferno



*Nota: O trecho a seguir é extraído da nova versão do meu livro “A Lenda da Imortalidade da Alma” (ainda em construção). Eu nunca postei nada tão longo no site antes, mas achei melhor postar o capítulo inteiro do que ocupar muitos posts sobre cada texto, o que me faria ficar meses postando só sobre este assunto. Além disso, como é de costume dos nossos oponentes se apegar a um texto isolado depois que são refutados em outro, nada melhor do que refutar tudo de uma vez. Lembrando que este é apenas o capítulo de refutações aos argumentos deles; em breve postarei o capítulo onde apresento propriamente os argumentos em favor do aniquilacionismo bíblico. Se alguém preferir ler em pdf, basta me enviar um e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) ou uma mensagem inbox no facebook (aqui) que eu envio em anexo. Apreciem :)

11 de agosto de 2020

200 Confira a live sobre a Inquisição e o debate sobre calvinismo, molinismo e arminianismo!



Embora meu canal ande bem abandonado (como sempre), recentemente participei de duas lives abordando temas dos mais relevantes, que você talvez tenha interesse em conferir. A primeira foi sobre a Inquisição, mas também toca em temas como a interpretação de Apocalipse 17, a proibição da leitura da Bíblia pelo papado, a Sola Scriptura, a tradição oral, o preterismo, os jesuítas e outros:

25 de julho de 2020

200 NOVO LIVRO: "Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo" (Vol. 1). Baixe agora mesmo!




RESUMO DO LIVRO


O primeiro volume dos “100 maiores acontecimentos da história do Cristianismo” abrange desde a Igreja primitiva até o final da Idade Média, período marcado pela Igreja apostólica do Novo Testamento, pelos Pais da Igreja, pelos escolásticos e pelos pré-reformadores. Dos ensinos de Jesus até a Queda de Constantinopla, o livro aborda os principais acontecimentos da Igreja cristã de forma concisa e didática, em 50 capítulos recheados de história, doutrina, apologética e bom-humor. Diferente de outras obras de caráter mais biográfico, o presente livro se prende mais ao aspecto doutrinário e ético, priorizando aquilo que mais impacto trouxe ao mundo contemporâneo e ao desenvolvimento da teologia. Não há nenhum jeito de saber como e onde chegamos senão conhecendo o passado, e ao longo da leitura deste livro você verá que muitas das práticas atuais refletem séculos de conflitos teológicos que para bem ou para mal nos levaram ao estado em que a Igreja hoje se encontra.