10 de março de 2018

129 Entenda tudo sobre o massacre da Noite de São Bartolomeu: o maior genocídio religioso da história


(Quadro do massacre, pintado por François Dubois a pedido do papa)

O maior massacre da história dos conflitos religiosos é conhecido pelo nome de “a Noite de São Bartolomeu” porque ocorreu na noite de 24 de agosto, dia em que a Igreja Romana celebra este santo católico. Por mais estranho que pareça para os dias atuais, naquela época o catolicismo estava tão impregnado na consciência popular que as pessoas não costumavam chamar um dia pela sua data no calendário como fazemos hoje, mas através do “calendário religioso” da Igreja (por exemplo, ao invés de “20 de março”, era “o dia seguinte ao de São José”). Assim, o massacre da noite de 24 de agosto ficou conhecido como “o massacre da Noite de São Bartolomeu”.

A guerra religiosa na França ganhou uma trégua após a batalha de Moncontour, em que foi firmado um tratado de paz entre protestantes e católicos[1]. Do lado protestante, o tratado foi assinado pelo grande Gaspar II de Coligny (1519-1572), um velho almirante huguenote que era um herói de guerra muito popular na França, convertido ao protestantismo e respeitado por todo o povo[2]. Lindsay sustenta que “Coligny era um homem que inspirava um instintivo respeito, que nada dizia ou fazia que não estivesse de acordo com as suas convicções, que se havia tornado a mais célebre individualidade da França, que fora o organizador do partido protestante”[3].

O que Coligny não esperava era que esse tratado de paz não passava de um acordo de fachada do lado católico, para ganhar tempo e planejar um massacre traiçoeiro e covarde quando os protestantes menos esperassem. Bastos diz que “Coligny voltou à corte e, pelo menos aparentemente, não lhe faltaram aplausos e gentilezas, mas mal sabia ele que se preparava cuidadosamente um massacre completo contra os protestantes”[4]. Cesare Cantú escreve:

Finalmente, ajustou-se a paz em Longjumeau. Porém isto era um expediente de que Catarina se servia para preservar Paris de um cerco. Por isso, apenas as tropas foram despedidas, os chefes protestantes passaram de novo a ser simples particulares, o povo incitado contra os huguenotes, foi impelido a exterminá-los em toda parte onde eles se achavam em pequeno número.[5]

Os papistas esperaram o momento e local mais oportuno: era o casamento real da católica Margarida de Valois, irmã do rei da França, com Henrique de Navarra, chefe dos huguenotes. Por consequência, “Paris se achava cheia de cavaleiros huguenotes, que haviam vindo para celebrar o casamento”[6]. Para os protestantes, as bodas eram vistas como uma aliança que acalmaria as hostilidades no país, sem suspeitar que o lado católico planejava “bodas de sangue”[7]. De acordo com o plano levado a cabo com precisão, os primeiros a serem assassinados seriam as principais cabeças do protestantismo, para depois o massacre tornar-se geral[8]. Assim, Coligny foi o primeiro a pagar com a vida.

O assassinato de Coligny apresentou todos os elementos típicos da barbárie e selvageria com a qual o partido católico estava habituado. Na manhã de 22 de agosto, quando o almirante voltava de uma reunião do conselho no Louvre, já próximo de sua casa, foi acertado por dois tiros dados por Henrique de Guise e um pequeno grupo com ele[9]. Uma bala atravessou seu braço esquerdo e a outra levou-lhe um polegar. Seus companheiros o puseram dentro de casa, onde o deitaram na cama e o submeteram a uma dolorosa operação[10].

Alguém poderia supor que os papistas se contentaram com isso. Errado. Passado um tempo, os assassinos invadiram a casa e assassinaram o velho Coligny, covardemente, em pleno leito[11]. Talvez você pense que agora eles se deram por satisfeitos. Errado de novo. Não saciados com isso, jogaram o seu cadáver pela janela, o mutilaram, degolaram, enviaram sua cabeça ao papa em Roma[12] e o desonraram por dias pelas turbas católicas[13].

O rei havia mandado fechar as portas de Paris, para que ninguém pudesse fugir e para que as tropas huguenotes permanecessem fora da cidade, nos subúrbios[14]. Em seguida, armou os católicos nos diferentes bairros[15]. As casas dos protestantes tinham sido previamente marcadas com cruzes brancas, e os assassinos, para reconhecimento mútuo, traziam faixas brancas, além de outros indicativos[16]. Listas de “hereges” foram feitas a fim de facilitar um massacre metódico, sob as ordens de que se matassem todos[17]. O sinal convencionado para o início do massacre era o toque do sino da igreja católica de Paris[18].

Quando o sino tocou, o que se seguiu foram cenas de horror indescritíveis. “Um horrendo massacre teve início em nome da pureza religiosa”[19]. O massacre tornou-se geral e “a carnificina chegou a toda parte, até ao palácio do rei, aos aposentos da rainha Margarida”[20]. Pijoan refere-se ao episódio como um “exemplo de brutalidade sem paralelo na história”[21]. Os protestantes foram “caçados de casa em casa em Paris e em toda a França”[22]. Bleye diz que “os calvinistas, surpreendidos em suas camas, homens, mulheres ou crianças, morreram a golpe de faca, espada ou a tiros”[23]. Manschreck descreveu a chacina nas seguintes palavras:

Uma conflagração de selvageria alimentada por ódio religioso estava agora à solta. Segundo a descrição feita por um contemporâneo, “as ruas estavam cobertas de corpos mortos, os rios ficaram manchados, as portas e os portões do palácio respingados com sangue. Carroças carregadas de cadáveres, homens, mulheres, garotas e até mesmo crianças eram jogadas no Sena, enquanto que torrentes de sangue corriam em muitas áreas da cidade (...) Uma menininha foi banhada no sangue de seus pais assassinados e ameaçada com o mesmo destino caso viesse um dia tornar-se huguenote”.[24]

Kenneth Curtis acrescenta:

Em Lyon, por exemplo, os huguenotes foram reunidos em um mosteiro, para sua "proteção". Quando o lugar ficou lotado, eles foram transferidos para uma prisão. A multidão católica, porém, conseguiu invadir a prisão e terminou por matar todos eles. Em todos os lugares, os huguenotes estavam sendo extorquidos e eram forçados a pagar enormes resgates por sua vida, mas, com frequência, eram assassinados de qualquer maneira.[25]

Corpos foram empilhados às centenas. Muitos foram jogados no rio Sena. A barbaridade era aterrorizante: um livreiro foi queimado, com seus sete filhos, em uma fogueira feita com seus livros. Nem mesmo os bebês foram poupados desse banho de sangue.[26]

As cenas monstruosas que se multiplicavam faziam duvidar dos limites da maldade humana. Quando finalmente a loucura parecia ter fim, o rei Carlos IX, então com 22 anos, deu a ordem de matar todos os huguenotes para além de Paris. Ele argumentava: “Em nome de Deus! Se quereis a vida do almirante, tomai-a! Mas então é preciso matá-los a todos – não deve ficar um único huguenote que possa vingar de mim!”[27]. Assim, “a loucura se espalhou pelas províncias nos dias e nas semanas que se seguiram”[28]. Bleye afirma que “a tremenda matança de calvinistas se repetiu em outras cidades da França (Meaux, Troyes, Orleáns, Toulouse, Rouen, Bordeaux) em dias sucessivos”[29].

A Enciclopédia Católica diz que em 24 de agosto um mensageiro com o selo real se dirigiu a Orléans, onde ordenou que se tratasse todos os huguenotes dali da mesma forma que os de Paris, exterminando-os com “todo o cuidado de não deixar escapar ninguém, e uma dissimulação perspicaz que surpreenda a todos”[30]. No dia seguinte, “foi emitido um pedido para matar os sectários”[31], e “em quase todo lugar do país prevaleceu a política de derramamento de sangue”[32].

Pijoan assevera que na manhã seguinte ao dia de São Bartolomeu (24 de agosto) “o sangue manchava as escadarias, os corredores e salões do palácio real”[33], mas o massacre ainda se estendeu por mais dois meses em doze cidades[34]. Tão grande era a quantidade de cadáveres jogados nos rios que ninguém mais podia comer peixe. Os relatos da época falam dos cadáveres boiando durante meses[35], e a Enciclopédia Católica registra que “durante três meses os habitantes não queriam beber água do rio”[36]. Não sem razão, o massacre da Noite de São Bartolomeu foi considerado “o pior dos massacres religiosos do século”[37].

O genocídio que os protestantes franceses sofreram foi tão grande que surpreendeu até os que prepararam o ataque. Salviati, o núncio em Paris em 1572, que já havia premeditado e escrito a respeito dos assassinatos de Coligny e dos líderes huguenotes e enviado o relatório a Roma para o conhecimento do papa, disse no dia seguinte ao evento: “Não posso acreditar que tantos teriam perecido se o almirante tivesse morrido do tiro de mosquete disparado contra ele. Não posso acreditar em um décimo do que eu vejo agora diante dos meus olhos”[38].

Tamanha foi a matança generalizada que hoje não sabemos ao certo quantos foram assassinados naquela noite e nos meses que se seguiram, embora seja praticamente um consenso entre os historiadores sérios que o número de mortes gira em torno da casa das dezenas de milhares. Muitos estimam entre 30 mil e 100 mil huguenotes assassinados, o que inclui Altman[39], Lindsay[40] e Oliveira[41]. Melo diz que “100 mil pessoas foram mortas em nome de Jesus”[42], enquanto Curtis observa que “estima-se que a quantidade de mortes chegou a 100 mil, embora o número mais provável esteja entre 30 e 40 mil”[43].

Nichols sustenta que “foram aniquilados cerca de 70 mil protestantes”[44], ao passo em que Malucelli calcula “entre 25 mil e 35 mil”[45]. Lindberg[46] e Perry[47] estimaram em 20 mil, enquanto McGrath[48], Lopez[49], Wilson e Fernández em 30 mil (estes últimos baseados no relato de um contemporâneo católico)[50]. Crespin, que contabiliza apenas as mortes em Paris, dá o número de 10 mil[51], enquanto Grimberg especula por volta de 1.500 em Paris e 9 mil nas províncias[52], e Walker avalia em 8 mil para Paris e “várias vezes esse número em toda a França”[53].

Os autores católicos costumam apresentar números mais modestos, principalmente aqueles que escrevem com finalidade proselitista. O padre Luiz Cechinato, por exemplo, em um livro repleto de erros históricos básicos[54] em que busca defender a Igreja Católica a qualquer custo, apresenta a cifra de “umas 5 mil pessoas”[55]. Bleye alega que morreram menos de dez mil, “mas não menos de três mil”[56], Pirenne sustenta que morreram 3 mil em Paris (mas sem mencionar o número de vítimas nas outras cidades)[57], Pierre de Brantôme supõe 4 mil (também na capital)[58] e Martinez diz que “em Paris foram mortos uns 2.000 huguenotes e vários milhares nas províncias”[59]. A Enciclopédia Católica se limita a dizer que “o número de vítimas nas províncias é desconhecido, os números variam entre 2.000 e 100.000”[60], e cita o Martyrologe des Huguenots, que registrava 15.138 mortes[61].

De qualquer forma, mesmo com a extensa pesquisa bibliográfica que fiz (a qual está disponível nas últimas páginas deste livro), não encontrei nenhuma fonte que trouxesse dois mil ou menos para todo o país, como afirma a apologética católica moderna e revisionista. Pelos relatos da época, com toda a vivacidade e riqueza de detalhes, seria impossível se pensar em cifras tão modestas. Diante desse panorama, a forma mais razoável de se conhecer – ainda que não conclusivamente – o número aproximado de vítimas é recorrendo aos registros de quem viveu na época e presenciou os acontecimentos, além de estar em contato com outras pessoas que foram testemunhas oculares.

Estamos falando em especial de Maximilien de Béthune, o famoso duque de Sully, que foi o braço-direito de Henrique IV em seu governo e que dispunha de informações privilegiadas como ministro que era. Lindsay afirma que “Sully, primeiro ministro de Henrique IV, que estava provavelmente bem inteirado, afirma que caíram sem vida 70.000 pessoas”[62], o que é confirmado por Pijoan, que traz a mesma informação[63]. Setenta mil era um número elevadíssimo para os padrões da época, cujo contingente populacional era muito inferior aos dias de hoje. Representava mais do que toda a população da Suíça no mesmo período, por exemplo[64]. De todo modo, um número um pouco maior ou menor do que esse não deixa de ser plausível, visto ser impossível calcular com precisão devido às grandes proporções da chacina.

A terrível carnificina de São Bartolomeu não foi o fim dos massacres católicos contra os protestantes franceses. Os huguenotes, severamente enfraquecidos mas não totalmente dizimados, se apegaram às poucas praças que lhes restaram (a saber, La Rochelle, Nismes, Montauban e Sancerre). Foi nesta última região que as tropas católicas obtiveram êxito em cercá-la e os forçaram a morrerem de fome lá dentro, ou a saírem e serem exterminados lá fora. Conhecendo a crueldade que lhes era característica, e que a Noite de São Bartolomeu provara em definitivo, os huguenotes preferiram morrer de fome.

Após oito meses de cerco, quinhentos homens perderam a vida, além de todas as crianças com menos de doze anos[65]. As mães foram obrigadas a ver seus próprios filhos pequenos perecendo de fome diante de seus olhos, e quando a cidade finalmente se rendeu sob a promessa de salvo-conduto garantida mediante um juramento, “uma horrível cena de homicídio e pilhagem teve lugar”[66], seguindo o costume católico daquele tempo. Na História das Guerras Civis, Enrico Davila (1576-1631) registra que uma das reclamações dos huguenotes aos católicos era a de que estes nunca cumpriam a palavra, sob o pretexto de serem heréticos[67]. Ou seja, os católicos se sentiam livres para descumprir qualquer juramento uma vez que tudo era válido contra os “hereges”.

Não obstante, houve cidades em que os huguenotes, em muito menor número, resistiram de forma brava e heroica. Entre elas se destaca o cerco de La Rochelle, a respeito do qual escreve Lindsay:

O massacre diminuiu cruelmente o poder dos huguenotes, e privou-os de quase todos os seus caudilhos; mas eles continuavam a existir, e, em vez de se intimidarem, de se darem por vencidos, perante aquele ato sanguinário, resolveram em seus corações vingar-se dele. Ainda restavam algumas cidades em poder dos protestantes; La Rochelle, Sancerre, Nismes, Montauban, e ainda outras, fecharam as suas portas, e negaram-se a dar entrada aos governadores que de Paris lhes enviaram. La Rochelle foi atacada pelas tropas reais comandadas por Henrique de Anjou, e os habitantes sofreram todas as calamidades de um cerco, obrigando, por fim, os sitiantes a retirar-se. Uma igualmente bem-sucedida resistência da parte de outras cidades forçou a corte a entrar em negociações com os seus odiados súditos protestantes, e ficou restabelecida a paz. Desta vez os huguenotes convenceram-se de que deviam estar sempre preparados para a guerra. Os horrores da véspera de S; Bartolomeu haviam-lhes mostrado o quão implacáveis eram os seus inimigos.[68]

Em La Rochelle, os protestantes “defenderam-se com tal valor que Carlos IX lhes concedeu a liberdade de consciência e três praças de segurança”[69], o que se deu em 1573. Era o fim da chamada 4ª guerra religiosa na França, embora outras quatro ainda estivessem por vir. Tão odioso quanto o massacre em si foi o pretexto dado pela Coroa para o massacre, tentando eximir o rei de qualquer culpa, e – o mais inacreditável de tudo – ainda responsabilizando os próprios protestantes! Robert Kingdon comenta que “naquela que possivelmente é a mais pretensiosa defesa armada ao estilo de ‘a-culpa-é-das-vítimas’, a coroa propôs a inocência de Carlos IX e alegou que os huguenotes tinham de ser atacados antes que atacassem o rei”[70].

Da mesma forma que a Coroa buscava eximir sua própria culpa na época dos acontecimentos, hoje a apologética católica busca dissociar a Igreja Católica e seus adeptos de qualquer responsabilidade nas chacinas. Há entre eles até mesmo os que arriscam sustentar, contra o consenso unânime dos historiadores, que o massacre “não teve nada a ver com religião” e que “era puramente político”. Um desses fanáticos negacionistas chegou a uma “conclusão” parecida com a do rei Carlos IX, seguindo à risca a máxima de “a-culpa-é-das-vítimas”. Assim escreve:

A Noite de São Bartolomeu foi uma guerra civil onde um grande número de protestantes foram mortos e onde também católicos morreram no confronto. Baseado na mesma lógica nós poderíamos acusar os calvinistas pelas vidas católicas que ali pereceram. Portanto acusar a Igreja do massacre dos huguenotes é novamente distorcer a verdadeira história com o único objetivo de difamar a Santa Igreja Católica que é a coluna e sustentáculo da verdade.[71]

Sim, além de retratar perversamente a Noite de São Bartolomeu como um “confronto militar” entre duas partes, em vez de um massacre como realmente foi, ainda arranja um jeito ainda mais perverso de culpar os protestantes por supostas mortes de católicos que não constam em absolutamente nenhum livro de história. E a conclusão disso tudo não podia ser melhor: a Igreja Católica é santa!

Para o autor do artigo em questão, desprovido de qualquer formação ou informação, o massacre “foi um episódio político e não religioso”[72], minimizando toda a questão na “rivalidade entre as casas de Guise e de Condé”[73], como se não houvesse nenhum cenário religioso mais amplo, nenhum ódio católico aos protestantes, nenhuma guerra religiosa já existente, nada. Eram apenas “grupos políticos” lutando entre si “por poder político”, e massacrando dezenas de milhares de vidas de mulheres, velhos e crianças apenas e exclusivamente porque tinham uma “rivalidade com a casa de Condé”. Esse reducionismo chega a ser quase criminoso de tão grotescamente anti-histórico que se apresenta.

Na verdade, a conotação religiosa era tão mais patente e óbvia (sendo a rivalidade entre as famílias de nobres apenas uma consequência do fato dos Guises serem católicos e os de Condé protestantes, e por isso deverem ser mortos como hereges, tal como ensinava a Igreja), que até Filipe II, o devotíssimo rei católico da Espanha que odiava a nobreza real francesa mais do que ninguém e estava sempre em guerra com ela, “riu publicamente pela primeira vez em sua vida, e ordenou a seus bispos que celebrassem o evento com Te Deum e outras cerimônias”[74], quando soube do massacre da Noite de São Bartolomeu. Ele não riu porque seus inimigos políticos massacraram dezenas de milhares de vidas inocentes, mas porque odiava os protestantes tanto quanto a Igreja o ensinava o odiar.

O próprio massacre em si denota com clareza o ódio que o povo, instigado pelo clero, tinha pelos huguenotes. Grimberg afirma que “os conspiradores teriam pretendido apenas eliminar um ou outro chefe huguenote, mas a populaça desenfreada massacrou selvaticamente milhares de protestantes – sobretudo da nobreza – em Paris, Bordéus, Orleães, Lyon, Rouen e Toulouse”[75]. Ou seja: era justamente o ódio do povo católico que fez desse episódio não mais um caso de traição e assassinato como muitos outros que já existiram na história da França, mas um verdadeiro genocídio que marcaria a história para sempre. Isso explica todo o júbilo e festança que se fez no Vaticano quando o papa teve a notícia.

O anseio pelo extermínio total dos “hereges” por parte dos papas já era bem conhecido. Quando Clemente VII (1523-1534) fez as pazes com Carlos V, em 29 de julho de 1528, em Barcelona, a base do tratado era justamente o extermínio do protestantismo[76]. Uma das cláusulas previa “o restabelecimento da unidade católica e a destruição dos hereges”[77]. Anos mais tarde, sob o pontificado de Pio IV (1559-1565), numa Conferência realizada em Avinhão na primavera de 1564, “se falou da extinção do calvinismo como de uma coisa resolvida”[78]. O historiador católico Cesare Cantú confirma que “Pio V, em seu obstinado zelo, dissuadiu o rei de qualquer composição, e quis que os inimigos de Deus fossem exterminados, de qualquer forma”[79].

Quem também traz muitas informações sobre o desejo inexorável de Pio V pelo extermínio total dos protestantes é a Enciclopédia Católica, segundo a qual este papa mandou seis mil homens de guerra sob o comando de Sforza, o Conde de Santa Fiore, para atacar os huguenotes na terceira guerra religiosa, que resultou na vitória dos católicos em Jarnac (12 de março de 1569)[80]. Poucas semanas depois, ele escreveu a Catarina de Médici nestes termos:

Se Sua Majestade continua abertamente e livremente disposta a lutar contra os inimigos da Igreja Católica até a sua total destruição, a ajuda divina nunca lhe faltará.[81]

Após a Batalha de Moncontour, em outubro de 1569, Pio V pediu ao rei Carlos IX que tolerasse nos seus estados apenas o catolicismo. "De outra forma, seu reino será uma cena sangrenta de sedição contínua"[82], diz ele. Quando a paz de 1570 foi firmada com os huguenotes, o papa não tardou em condená-la[83]. A própria Enciclopédia Católica, que traz essas citações, tenta justificar o papa alegando que o desejo de Pio V era pelo extermínio do protestantismo pela guerra, e não em conspirações e massacres como o de São Bartolomeu. Ainda que fosse o caso, isso prova que o desejo dos papas pela aniquilação total dos “hereges” através de meios violentos já era anterior a 1572.

Pio V morreu no mesmo ano do massacre, mas alguns meses antes. O papa que o sucedeu na época dos acontecimentos foi Gregório XIII (o qual reinou até 1585), que a Enciclopédia Católica explicitamente afirma que estava bem inteirado a respeito da conspiração para tirar a vida de Coligny e dos líderes huguenotes. Três semanas após o massacre, o cardeal Come, secretário de estado de Gregório XII, escreveu a Salviati, o núncio em Paris:

Suas cartas mostram que você estava ciente dos preparativos para o golpe contra os huguenotes muito antes de ser realizado. Você teria feito bem em informar a Sua Santidade a tempo.[84]

De fato, semanas antes do massacre (em 5 de agosto), Salviati havia escrito ao papa: “A rainha vai acabar com a raça do almirante se ele for muito longe"[85], e em 11 de agosto: "Finalmente, espero que Deus me dê a graça em breve anunciar-lhe algo que preencherá Sua Santidade com alegria e satisfação"[86]. A Enciclopédia Católica alega que o papado interpretou essa última parte como dizendo respeito a um possível acerto entre França e Espanha que não aconteceu, quando na verdade Salviati se referia justamente ao massacre. Ainda que isso seja verdade, a carta em si já nos mostra duas coisas:

(1) Que o papa sabia premeditadamente da conspiração para tirar a vida de Coligny. E que não fez nada para impedir, nem tampouco a recriminou.

(2) Que o núncio papal na França sabia que o massacre de huguenotes lhe traria grande “alegria e satisfação” (que foi precisamente o que aconteceu).

De fato, quando finalmente a notícia do massacre chegou a Roma, Gregório XIII não fez qualquer questão de esconder sua «alegria e satisfação». Este fato é atestado por todas as fontes históricas com a mais vasta quantidade de provas possíveis. Lindsay lista algumas dessas reações presentes no Vaticano quando o papa soube que o genocídio foi um grande sucesso:

Houve iluminações em Roma para festejar o acontecimento, os canhões do castelo de S. Ângelo salvaram, organizou-se uma procissão que foi até a igreja de S. Marcos, e cunhou-se uma medalha para comemorar o Hugonotorum Strages. Alguns dos príncipes católicos romanos enviaram mensagens de congratulação, e diz-se que o pobre e corrompido Filipe II da Espanha sorriu, pela primeira e última vez na sua vida, quando a notícia lhe constou.[87]

Estes fatos são confirmados por todas as fontes históricas que disponho. Dickens escreve que “Gregório XIII, que manda celebrar um Te Deum quando lhe chega a notícia da matança de S. Bartolomeu, ajuda a consolidar a Santa Liga, dirigida pelos Guises e pesadamente sustentada pela Espanha”[88]. Essa Liga, como veremos mais adiante, trata-se justamente a Liga católica que se encarregou de perseguir e matar os huguenotes remanescentes da matança de São Bartolomeu, cumprindo os planos da Igreja de um extermínio geral.

Lindberg, por sua vez, registra:

O papa Gregório XIII prescreveu um Te Deum anual como culto especial de ação de graças que foi celebrado por vários anos. Gregório também mandou cunhar uma medalha comemorativa especial, Ugonottorum Strages (1572), a qual retratava um anjo portando uma espada e segurando a cruz enquanto um grupo de protestantes, já prostrados, vão sendo mortos. O papa também encomendou afrescos do massacre para as paredes da Sala Régia adjacente à Capela Sistina.[89]

Bleye também comprova que “o papa Gregório XIII celebrou esta matança, que valia para ele mais do que cinquenta batalhas de Lepanto; mandou cunhar uma moeda comemorativa e ordenou a Vasari que pintasse as trágicas cenas em Paris. Em Bruxelas e no Escorial se festejou mais moderadamente”[90]. Em Paris, o poeta Jean-Antoine de Baïf, fundador da Academia de Música e Poesia, escreveu um soneto em que exalta com entusiasmo os assassinatos[91]. Já o autor da Lettre de Pierre Charpentier (1572) era um “apologista extremo do massacre”[92], para quem foi um “castigo bem merecido por anos de desobediência civil e sedição secreta”[93]. Autores católicos italianos exaltaram a chacina como algo “brilhante e deliberadamente planejado com muita antecedência”[94].

Na própria França o frenesim pela morte dos huguenotes já era bem antigo. Além dos vários massacres e éditos reais elaborados contra os protestantes, o Parlamento já havia prometido três anos antes uma recompensa de 50 mil écus a quem apreendesse Coligny, acrescentando que “esta quantia seria concedida a quem entregasse o almirante vivo ou morto”[95].

O historiador José Pijoan ressalta:

Em Roma se celebraram festejos populares ao terem notícia do massacre; a Cúria enviou à França o cardeal Orsini para felicitar o rei e Catarina de Médicis. Se cunharam medalhas comemorativas, uma em Roma e duas na França. Filipe II escreveu a Catarina felicitando-a por ter tal filho e ao rei por ter tão mãe.[96]

H. A. L. Fisher acrescenta ainda que o papa enviou ao rei a condecoração da Rosa de Ouro[97].

Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704), um teólogo e bispo católico francês, e, portanto, uma fonte insuspeita, assegura que o papa Gregório XIII também enviou ao rei Carlos IX um legado para congratular-se pelo morticínio, louvando-o como “premeditado, havia muito, e executado com admirável prudência para o bem da religião e do Estado”[98]. Note que o papa não apenas louva a chacina, mas também louva o fato dela ter sido premeditada «havia muito», porque era «para o bem da religião» católica. Como Lindsay comenta, “sabe-se perfeitamente que, se o ato não foi instigado por Roma, o papa e a cúria estavam, pelo menos, cientes de que ele ia realizar-se”[99].

A noção de que uma matança indiscriminada de “hereges” é algo cruel e mau é uma percepção moderna levada ao mundo após os ventos de tolerância e liberdade trazidos pelo protestantismo, e de modo algum reflete uma concepção do autoritarismo papal da época, para o qual os hereges tinham que ser executados “sem misericórdia”[100]. Nunca devemos esquecer que uma das proposições de Lutero condenadas pela bula Exsurge Domine do papa Leão X era a de que “é contra o desejo do Espírito Santo que heréticos sejam queimados”[101].

Outra fonte que mostra com toda a clareza que o papa já estava totalmente ciente do massacre que ocorreria está ironicamente na própria Enciclopédia Católica, que traz como prova uma carta escrita pelo arcebispo de Rossano, o núncio da Espanha, ao secretário de estado de Gregório XIII, o cardeal Come. Assim escreve o núncio:

O rei (Filipe II) me pede que diga que, se a Sua Majestade mais cristã deseja purgar de seu reino os seus inimigos, agora é o tempo oportuno, e que, ao chegar a um acordo com ele (Filipe II), Sua Majestade poderá destruí-los. Agora, especialmente porque o almirante está em Paris, onde as pessoas estão unidas à religião católica e ao seu rei, seria fácil para ele (Carlos IX) acabar com ele (Coligny) para sempre.[102]

Como se vê, tanto o assassinato de Coligny como o massacre geral dos “inimigos” da Igreja já estavam planejados por antecipação e o papa estava perfeitamente bem informado a este respeito, antes mesmo que ocorresse a chacina.

Por isso, Lins afirma que “Gregório XIII celebrou com fogos de artifício a carnificina de São Bartolomeu”[103], Nichols assevera que “o papa enviou congratulações a Catarina e ambos se regozijaram pelo que fizeram aos protestantes”[104], e Cantú alega que “o cardeal de Lorrena, embaixador da França em Roma, deu de presente cem peças de ouro ao correio que lhe enviou a notícia do massacre, e o papa Gregório XIII celebrou-a com festas, como um triunfo para a religião [católica]”[105]. E se por um lado o cardeal de Lorrena deu 200 écus ao mensageiro que lhe enviou a notícia, de tão exultante que estava, o papa lhe deu 1000 écus[106].

Lindberg confirma que “dentro da França, a posição católica extrema foi de alívio ao saber que a política real finalmente se conformava às exigências vindas de seus púlpitos”[107]. Não era a primeira vez que os católicos massacravam os protestantes, mas era a primeira vez que isso era feito numa escala tão grande, que se alinhava ao discurso extremista e facínora do clero francês. Apenas para citar um breve exemplo, Simon Vigor (1515-1575), o pregador mais popular em Paris na época, pregava abertamente o assassinato de Coligny, sustentando inclusive que “seria perverso não matá-lo”[108]. Cunningham e Grell concordam que “sermões militantes por sacerdotes como Simon Vigor serviram para elevar a tensão religiosa e escatológica na véspera do massacre"[109].

Holt, por sua vez, observa que a violência excessiva infligida em muitos dos cadáveres "não era aleatória, mas modelada segundo os ritos da cultura católica que a criou"[110]. Ele acrescenta que “muitas casas protestantes foram queimadas, invocando a purificação tradicional pelo fogo a todos os hereges. Muitas vítimas também foram jogadas no Sena, invocando a purificação pela água do batismo católico"[111]. Ele ainda argumenta que "os huguenotes não só tiveram que ser exterminados – eles também tiveram que ser humilhados, desonrados e envergonhados como as bestas desumanas que diziam que eram"[112].

Alister McGrath, discorrendo sobre o júbilo do papa com a notícia do massacre, escreve:

A celebração de Gregório XIII do massacre foi tão jubilosa quanto nada diplomática: os sinos de Roma soaram para indicar um dia público de ação de graças, os canhões do castelo de Sant’Angelo foram disparados em comemoração e foi cunhada uma medalha comemorativa especial em honra da ocasião. Gregório até mesmo contratou Giorgio Vasari para pintar um mural retratando o massacre. Esses atos sem tato não poderiam deixar de produzir uma reação de total repugnância e desgosto, e o “antipapismo” que, na sequência, espalhou-se por todas as regiões da Europa.[113]

Malucelli atesta que Gregório XIII, assim que foi informado do massacre, “ordenou que o acontecimento fosse comemorado com festas solenes e celebrou um jubileu”[114], e ainda “encarregou Vasari de imortalizar o feito em um afresco na Sala Régia do Vaticano”[115]. O próprio fato de a cabeça de Coligny ter sido enviada justamente ao papa em Roma já é um gesto bastante significativo que fala por si mesmo[116]. Nem a família real que ordenou o massacre, nem os Guises que o encabeçaram, nem qualquer outro inimigo mortal do protestantismo estaria tão interessado nos assassinatos quanto o grande pastor e chefe da Igreja, em Roma.

Ribardi ressalta que o massacre da Noite de São Bartolomeu foi parte de uma “ofensiva católica que recorreu à execução em massa frente aos progressos do protestantismo na França”[117], e que “Filipe II e a Santa Sé haviam-na incitado”[118]. Sobre o papa Gregório, diz que “foi viva sua alegria ao tomarem conhecimento dela: no Vaticano cantou-se uma Te Deum”[119], e a Enciclopédia Católica acrescenta que após o Te Deum o papa “orou e pediu orações para que o rei mais cristão pudesse livrar e purgar todo o seu reino da praga huguenote”[120]. Segundo a mesma fonte, a 8 de setembro o papa, em oração, agradeceu a Deus por ter "concedido aos católicos um triunfo glorioso sobre uma raça pérfida”[121].

Melo também observa:

Quem deve ter ficado muito feliz com o massacre foi o papa Gregório XIII, que cunhou uma medalha comemorativa da data e encarregou Giorgio Vasari de pintar um mural celebrando o massacre. Esta é, sem dúvida alguma, a página mais negra da história da Igreja cristã.[122]

Em uma tentativa deprimente e fracassada de contornar esses problemas e salvar a pele da “santa” Igreja, a qual eles precisam defender de qualquer jeito para manter a pretensão de “única Igreja de Cristo, fora da qual não há salvação e nem perdão dos pecados”[123] (sem falar na submissão ao pontífice romano e na santidade da Igreja), os apologistas católicos tem se esforçado em propor soluções mágicas e catastróficas para eximir o papa de qualquer responsabilidade ou ato culpável. O padre Luiz Cechinato, por exemplo, fez o seguinte comentário em seu livro:

Acontece que as notícias chegaram ao papa deformadas. Em Roma, disseram que a rainha havia sido vítima de uma conspiração e que tinha saído ilesa. Então o papa agradeceu a Deus publicamente por ter livrado a família real e a Igreja Católica do domínio dos protestantes. Mais tarde, porém, o papa reprovou aquela matança feita por ordem da rainha. Disse que aquilo entristecia a ele e à Igreja.[124]

Os problemas com essa tese revisionista criada pelos apologistas católicos modernos para salvar um mínimo de dignidade da Igreja são múltiplos e fatais: (1) ignora completamente todas as muitas provas documentais de que o massacre foi premeditado e que o papa na melhor das hipóteses já sabia, e na pior fez parte do plano; (2) não há nenhuma comprovação textual histórica para essa tese (o próprio padre Cechinato não traz literalmente nenhuma fonte); (3) mesmo muitos anos depois do massacre, o papa e os católicos continuavam celebrando a chacina.

Gregório XIII havia mandado celebrar um jubileu, “no qual os fiéis deveriam agradecer a Deus pela destruição dos huguenotes e pedir que absolvesse por completo a França católica”[125]. O Te Deum, que o papa mandou cantar em ação de graças pelo genocídio, “continuou sendo celebrado por vários anos”[126] em celebração ao massacre de huguenotes, a exemplo da carnificina em Tolouse, quando mais de três mil protestantes entre adultos, mulheres e crianças foram assassinados em 1562, e o centenário da carnificina foi comemorado pelos católicos em 1662 e em 1762, só não sendo celebrado em 1862 por causa do governo laico de Napoleão III[127].

Tentando desculpar o papa e eximi-lo de qualquer culpa no caso, a Enciclopédia Católica argumenta que Gregório XIII supostamente se recusou a receber Charles de Louviers, senhor de Maurevert, por ser ele um assassino[128] (ele era tido como o autor do assassinato de Coligny)[129]. O que eles não contam é que esse Charles de Louviers continuou vivendo tranquilamente sem jamais ser incomodado e muito menos julgado. Que papa é esse que sabe que está lidando com um assassino e mesmo assim não lhe pune conforme a lei, e nem ao menos o excomunga?

E quanto ao rei Carlos IX e sua mãe Catarina de Médicis, que teriam ordenado o massacre covarde de milhares de inocentes? Por que, depois de “bem informado”, nenhuma censura ou medida rigorosa foi tomada contra eles? Apologistas católicos costumam dizer que Henrique VIII da Inglaterra foi excomungado por causa de um divórcio. Um rei comete um divórcio e é excomungado pelo papa, mas outro rei assassina covardemente dezenas de milhares de pessoas inocentes entre mulheres e crianças de colo e nada lhe é feito? Nenhuma excomunhão, nenhum interdito, nenhuma ameaça inquisitorial, nem sequer uma carta de repúdio... rigorosamente nada?

É preciso ser um mestre na arte de ser enganado para acreditar na versão católica revisionista dos fatos. Ou o papa era monstruosamente conivente com os crimes a ponto de não tomar literalmente providência nenhuma (nem mesmo espiritual, e isso que ele tinha na época poder temporal também), ou então ele jamais se arrependeu de coisa alguma depois de “bem informado” – como a história realmente nos mostra. Em síntese, o papa teve tempo mais que o suficiente para ter voltado atrás e se arrepender de toda a celebração pelos morticínios ou para punir os malfeitores, mas ao invés disso preferiu não fazer nada além de continuar celebrando o massacre ano após ano, mesmo após supostamente “estar bem informado”.

O que na França católica sempre foi motivo de celebração, é hoje encarado com pesar e luto pela França laica. Quando se completou 400 anos do massacre, em 1972, a cidade de Paris mudou a designação de uma rua próxima àquela em que Coligny foi baleado, dando-lhe seu nome[130]. Além disso, no lugar da medalha indecente do papa Gregório XIII, que é hoje motivo de vergonha, “o governo francês emitiu uma medalha em comemoração à morte heroica de Coligny”[131]. Essa é apenas uma lembrança de um passado obscuro de fanatismo e intolerância, que só foi superado quando o poder da Igreja foi destroçado, e o papa destronado.



• Continua em meu livro “500 Anos de Reforma: Como o protestantismo revolucionou o mundo" (livro em construção)

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,


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[1] BASTOS, Plínio. História do Mundo - Da pré-história aos nossos dias. 3ª ed. Rio de Janeiro: Livraria Império, 1983, p. 131.

[2] CURTIS, A. Kenneth. Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo: do incêndio de Roma ao crescimento da igreja na China. São Paulo: Editora Vida, 2003, p. 126.

[3] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 106.

[4] BASTOS, Plínio. História do Mundo - Da pré-história aos nossos dias. 3ª ed. Rio de Janeiro: Livraria Império, 1983, p. 132.

[5] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 79.

[6] RODRÍGUEZ, Eduardo Ibarra. Historia del mundo en la edad moderna – Tomo III. 2ª ed. Barcelona: Editorial Ramon Sopena, S. A., 1955, p. 49.

[7] ibid.

[8] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[9] GRIMBERG, Carl. História Universal 11: As lutas empreendidas nos séculos XVI-XVII. Estocolmo: Publicaciones Europa-America, 1940, p. 28.

[10] ibid, p. 25-26.

[11] BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617.

[12] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 82.

[13] MANSCHRECK, Clyde. A History of Christianity. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1965, p. 144.

[14] ibid.

[15] GRIMBERG, Carl. História Universal 11: As lutas empreendidas nos séculos XVI-XVII. Estocolmo: Publicaciones Europa-America, 1940, p. 28.

[16] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[17] MANSCHRECK, Clyde. A History of Christianity. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1965, p. 144.

[18] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 82.

[19] CURTIS, A. Kenneth. Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo: do incêndio de Roma ao crescimento da igreja na China. São Paulo: Editora Vida, 2003, p. 127.

[20] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 82.

[21] PIJOAN, J. Historia del Mundo – Tomo Cuatro. Barcelona: Salvat Editores, 1933, p. 151.

[22] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 160.

[23] BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617.

[24] MANSCHRECK, Clyde. A History of Christianity. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1965, p. 144.

[25] CURTIS, A. Kenneth. Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo: do incêndio de Roma ao crescimento da igreja na China. São Paulo: Editora Vida, 2003, p. 127.

[26] ibid.

[27] GRIMBERG, Carl. História Universal 11: As lutas empreendidas nos séculos XVI-XVII. Estocolmo: Publicaciones Europa-America, 1940, p. 28.

[28] CURTIS, A. Kenneth. Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo: do incêndio de Roma ao crescimento da igreja na China. São Paulo: Editora Vida, 2003, p. 127.

[29] BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617.

[30] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[31] ibid.

[32] ibid.

[33] PIJOAN, J. Historia del Mundo – Tomo Cuatro. Barcelona: Salvat Editores, 1933, p. 151.

[34] HOLT, Mack P. The French Wars of Religion 1562-1626. Cambridge University Press: 2005, p. 91.

[35] MELO, Saulo de. História da igreja e evangelismo brasileiro. Maringá: Orvalho, 2011, p. 175.

[36] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[37] KOENIGSBERGER, H. G; MOSSE, George L; G. Q. BOWLER, G. Q. Europe in the Sixteenth Century. Second Edition: Longman, 1999.

[38] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[39] ALTMAN, Max. Hoje na História: 1572 - Massacre da Noite de São Bartolomeu aterroriza a França. Opera Mundi. Disponível em: <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/5894/conteudo+opera.shtml>. Acesso em: 25/02/2018.

[40] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[41] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 160.

[42] MELO, Saulo de. História da igreja e evangelismo brasileiro. Maringá: Orvalho, 2011, p. 175.

[43] CURTIS, A. Kenneth. Os 100 acontecimentos mais importantes da história do Cristianismo: do incêndio de Roma ao crescimento da igreja na China. São Paulo: Editora Vida, 2003, p. 127.

[44] NICHOLS, Robert Hastings. História da Igreja Cristã. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1960, p. 168.

[45] MALUCELLI, Laura; FO, Jacob; TOMAT, Sergio. O livro negro do Cristianismo: dois mil anos de crimes em nome de Deus. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007, p. 171.

[46] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 349.

[47] PERRY, Sheila. Aspects of Contemporary France. London: Routledge: 1997, p. 5.

[48] McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 132.

[49] LOPEZ, Luiz Roberto. História da Inquisição. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993, p. 78.

[50] FERNÁNDEZ, Armesto F; WILSON, D. Reformation: Christianity and the World 1500 – 2000. London: Bantam Press, 1996, p. 236.

[51] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[52] GRIMBERG, Carl. História Universal 11: As lutas empreendidas nos séculos XVI-XVII. Estocolmo: Publicaciones Europa-America, 1940, p. 29-30.

[53] WALKER, Williston. História da Igreja Cristã: Volume II. São Paulo: Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, 1967, p. 114-115.

[54] Apenas para citar um exemplo, o autor sequer sabia que “cátaros” e “albigenses” eram nomenclaturas diferentes para o mesmo movimento. Cita ambos no livro inteiro como sendo movimentos distintos. É divertido.

[55] CECHINATO, Luiz. Os vinte séculos de caminhada da Igreja: principais acontecimentos da cristandade, desde os tempos de Jesus até João Paulo II. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996, p. 283.

[56] BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617.

[57] PIRENNE, Jacques. Historia Universal: las grandes corrientes de la historia – Volumen III, Desde el Renascimiento hasta la formación de los grandes estados continentales de Europa. Barcelona: Ediciones Leo, S. A., 1953, p. 86.

[58] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[59] MARTINEZ, Jesus P. Historia Universal: Vol. III – Edad Moderna. Madrid: Ediciones y Publicaciones Españolas, S. A., 1960, p. 61.

[60] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[61] ibid.

[62] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[63] PIJOAN, J. Historia del Mundo – Tomo Cuatro. Barcelona: Salvat Editores, 1933, p. 151.

[64] Já vimos que Genebra, que costumava ter alguns poucos milhares de habitantes, chegou a 21 mil em seu auge (devido à forte onda imigratória de protestantes perseguidos no continente), e os outros cantões suíços não ficavam por mais.

[65] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 108.

[66] ibid.

[67] LINS, Ivan. A Idade Média – A Cavalaria e as Cruzadas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Pan-Americana, 1944, p. 353.

[68] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 108.

[69] MARTINEZ, Jesus P. Historia Universal: Vol. III – Edad Moderna. Madrid: Ediciones y Publicaciones Españolas, S. A., 1960, p. 61.

[70] KINGDON, Robert M. Mythis about the St Bartholomew’s Day Massacres, 1572-1576. Cambridge, MA: Harvard University, 1988, p. 136.

[71] NÓBREGA, Jefferson. Noite de São Bartolomeu-Uma conspiração Católica? Disponível em: <https://caiafarsa.wordpress.com/noitedesaobartolomeuconspiracaocatolica>. Acesso em: 26/02/2018.

[72] ibid.

[73] ibid.

[74] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 351.

[75] GRIMBERG, Carl. História Universal 11: As lutas empreendidas nos séculos XVI-XVII. Estocolmo: Publicaciones Europa-America, 1940, p. 29.

[76] D’AUBIGNÉ, Merle J. H. História da Reforma do décimo-sexto século: Vol. V. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1962, p. 59.

[77] SAUSSURE, A de. Lutero: o grande reformador que revolucionou seu tempo e mudou a história da igreja. São Paulo: Editora Vida, 2004, p. 145.

[78] RODRÍGUEZ, Eduardo Ibarra. Historia del mundo en la edad moderna – Tomo III. 2ª ed. Barcelona: Editorial Ramon Sopena, S. A., 1955, p. 38.

[79] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 80.

[80] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[81] ibid.

[82] ibid.

[83] ibid.

[84] ibid.

[85] ibid.

[86] ibid.

[87] ibid.

[88] DICKENS, A. G. A Contra-Reforma. Lisboa: Editorial Verbo, 1972, p. 145.

[89] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 351.

[90] BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617.

[91] WARD, A. W. The Cambridge Modern History - Volume III: Wars of Religion. Cambridge University Press, 1904, p. 20.

[92] ANGLO, Sydney. Machiavelli – the First Century: Studies in Enthusiasm, Hostility, and Irrelevance. Oxford University Press, 2005, p. 251.

[93] ibid.

[94] ibid, p. 253.

[95] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[96] PIJOAN, J. Historia del Mundo – Tomo Cuatro. Barcelona: Salvat Editores, 1933, p. 151.

[97] FISHER, Herbert Albert Laurens. A History of Europe: Volume One. 9ª ed. London: Fontana Press, 1969, p. 581.

[98] BOSSUET, Jacques-Bénigne. Histoirede France, vol. XXIV das Oevres Completes, ed. 1849, p. 298.

[99] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107.

[100] EYMERICH, Nicolau; PEÑA, Francisco. Manual dos Inquisidores. 2ª ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1993, p. 168.

[101] Leão X. Bula Exsurge Domine. Disponível em: <http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm>. Acesso em: 09/02/2018.

[102] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[103] LINS, Ivan. A Idade Média – A Cavalaria e as Cruzadas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Pan-Americana, 1944, p. 353.

[104] NICHOLS, Robert Hastings. História da Igreja Cristã. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1960, p. 168.

[105] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 84-85.

[106] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[107] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 350.

[108] DIEFENDORF, B. B. Beneath The Cross: Catholics and Huguenots in Sixteenth Century Paris. Oxford University Press, 1991, p. 157.

[109] CUNNINGHAM, A; GRELL, O. P. The Four Horsemen of the Apocalypse: Religion, War, Famine and Death in Reformation Europe. Cambridge University Press, 2000, p. 151.

[110] HOLT, M. P. The French Wars of Religion 1562 – 1629. Cambridge University Press, 1995, p. 87.

[111] ibid.

[112] ibid.

[113] McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 133.

[114] MALUCELLI, Laura; FO, Jacob; TOMAT, Sergio. O livro negro do Cristianismo: dois mil anos de crimes em nome de Deus. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007, p. 172.

[115] ibid.

[116] CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 82.

[117] RIBARD, André. A Prodigiosa História da Humanidade – Tomo II. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964, p. 35.

[118] ibid.

[119] ibid.

[120] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[121] ibid.

[122] MELO, Saulo de. História da igreja e evangelismo brasileiro. Maringá: Orvalho, 2011, p. 175.

[123] Papa Bonifácio VIII, Bula Unam Sanctam. Denzinger, 468-469.

[124] CECHINATO, Luiz. Os vinte séculos de caminhada da Igreja: principais acontecimentos da cristandade, desde os tempos de Jesus até João Paulo II. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996, p. 283.

[125] MURRAY, David Christie. I percorsi delle eresie. Milão: Rusconi, 1998, p. 213.

[126] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 351.

[127] LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 103.

[128] GOYAU, G. Saint Bartholomew's Day. In “The Catholic Encyclopedia”. New York: Robert Appleton Company, 1912. Disponível em: <http://www.newadvent.org/cathen/13333b.htm>.

[129] A história em si já é bastante suspeita, já que até hoje não se sabe ao certo se foi ele mesmo o autor do crime, e portanto não faria sentido o papa taxá-lo categoricamente de “assassino” e não recebê-lo, ainda mais por algo que ele mesmo já sabia que ocorreria sem ter levantado qualquer oposição.

[130] KINGDON, Robert M. Mythis about the St Bartholomew’s Day Massacres, 1572-1576. Cambridge, MA: Harvard University, 1988, p. 217.

[131] ibid.

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129 comentários:

  1. Como refutar essa fala de um católico sobre os vários títulos de Maria:

    A Ignorância dos invejélicos não tem limites.
    .

    A Mãe de Deus tem VÁRIOS TÍTULOS, mas é a Mesma Mãe de Deus. Nunca a Igreja ensinou que são várias Nossas Senhoras, só quem diz isso são os evanjegues.
    .

    Tal como seu Filho teve e tem vários títulos, mas é um único Jesus:
    .
    Uma lista breve:

    Jesus de Nazaré, Cristo; Senhor; Filho do Homem; Salvador; Filho de Davi; Grande Sumo Sacerdote; Filho de Deus; Alfa e Ômega; Mestre; Professor; Justiça; Profeta; Rosa de Sarom; Lírio dos Vales; Advogado; Leão de Judá; Cordeiro de Deus; Messias e Segundo Adão.

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    1. O erro não está em dizer "Nossa Senhora isso" ou "Nossa Senhora daquilo", mas NO PRÓPRIO TÍTULO "NOSSA SENHORA" EM SI, que além de jamais ter sido atribuído a Maria em toda a Bíblia, ainda é expressamente condenado na Escritura que diz claramente que temos "um só Senhor" - sem "senhoras":

      “Pois mesmo que haja os chamados deuses, quer no céu, quer na terra (como de fato há muitos "deuses" e muitos "senhores"), PARA NÓS, PORÉM, há um único Deus, o Pai, de quem vêm todas as coisas e para quem vivemos; e UM SÓ SENHOR, JESUS CRISTO, por meio de quem vieram todas as coisas e por meio de quem vivemos” (1ª Coríntios 8:5-6)

      “O zelo que tenho por vocês é um zelo que vem de Deus. Eu os prometi a UM ÚNICO marido, Cristo, querendo apresentá-los a ele COMO UMA VIRGEM PURA. O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida E SE DESVIE DA SUA SINCERA E PURA DEVOÇÃO A CRISTO” (2ª Coríntios 11:2-3)

      E sinceramente, sugiro-lhe que não desperdice seu tempo debatendo com víboras e seres imorais como esses que precisam a todo o custo estar provocando, insultando e debochando de evangélicos chamando-os com termos pejorativos para tentar intimidar um protestante em um debate ou obrigá-lo a se rebaixar ao seu próprio nível moral. Esse tipo de gente não merece resposta, nem atenção, nem sequer aulas teológicas, devem ser apenas sumariamente ignorados como seres desprezíveis moralmente que são.

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    2. https://pt.testony.com/test/qual-nossa-senhora-intercede-por-mim/245684

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      Agora estou protegido.

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  2. Lucas, já viu o vídeo Pr. Ken Peters?
    https://www.youtube.com/watch?v=e-DGmdYj-mU&t=5265s

    Era católico(não praticante) durante anos 80 teve visões com arrebatamento e grande tribulação, descreve ressureição dos mortos que vai ser vistos por todos seguido interferência em aparelhos eletrônicos , satélites 7 dias sem energia elétrica
    Ele tem visões planeta terra cambaleando devido terremotos mudando eixo, durante grande tribulação vai ter avivamento pessoas vão curar enfermos, fala marca besta e anti cristo,repressão governo e descreve sua morte (decapitado cabeça) e sua esposa
    Como vídeo parece começo anos 2000 ele profetiza crise econômica Americana e fala Deus vai castigar Igreja americana por sua avareza ( teologia Prosperidade)
    Não, sei parecer ser verdadeiro mas arrebatamento ele fala apenas mortos. Sera que falso profeta?

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    1. Só por ser pré-tribulacionista já fico com um pé atrás. Não posso garantir que se trata de um falso profeta, mas no mínimo de alguém que tem "visões" carnais (na verdade alucinações ou coisas do tipo). No trecho que vi do vídeo também encontrei outras incoerências, algumas que nem lembro agora. Ele crê em ressurreição antes ou durante a tribulação, o que é um absurdo, uma vez que a Bíblia deixa claro que ela só acontecerá no "último dia" (Jo 6:44). Profetizar "crises econômicas" é fácil, isso sempre ocorreu na história da humanidade, mas não vi nada de muito difícil ou concreto ou detalhista que tenha profetizado e se cumprido até agora.

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  3. Lucas, o que você acha da interpretação do Julio Severo a respeito da marca na mão e na testa que está escrito em Apocalipse?
    (Não sei se foi ele quem criou esta interpretação que eu vou escrever a seguir, mas foi a primeira vez que eu vi uma interpretação igual a dele).
    Eu li um e-book dele em espanhol de 21 páginas que fala a respeito da marca da besta com o título de "La marca de la Bestia: la educación del futuro".
    Ele resumidamente escreve que a marca da besta é um sistema de educação que está acontecendo atualmente, cujo objetivo são os seguintes: afastar as pessoas de Deus, fazer as pessoas se tornarem imorais com sexo sem compromisso, legalização do assassinato de crianças (aborto), legalização das drogas, fazer as pessoas confiarem no estado como se o estado fosse um deus e responsável por prover tudo a elas (ou seja substituindo Deus pelo estado).
    Link do e-book: https://issuu.com/juliosevero/docs/la_marca_de_la_bestia__la_educaci_n_del_futuro

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    1. Não acho que a educação fosse muito melhor na época em que se fazia lavagem cerebral católica na cabeça dos alunos a fim de que até mestres como Tomás de Aquino defendessem monstruosidades morais como Inquisição, escravidão, Cruzadas e misoginia, e onde a esmagadora maioria da população sequer sabia escrever seu próprio nome (o que inclui até os bispos). Acho essa interpretação uma espiritualização exagerada do texto bíblico, como os amilenistas e preteristas costumam fazer à sua maneira, além de se opor ao fato de que essa marca da besta só será implementada ao longo da grande tribulação, e não desde agora. Ademais, ninguém não pode "comprar ou vender" se não estiver no "sistema de educação" que ele se refere, de fato há muita gente que não estudou ou que estudou muito pouco (até a quarta série, por exemplo), e que continua comprando e vendendo.

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    2. Obrigado por me responder Lucas, concordo com você.

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  4. Lucas, o que você diria a um ateu que, após ler o seu artigo, te dissesse que estava mais desiludido com cristianismo e com Deus?

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    1. Que isso não é Cristianismo, mas a instrumentalização do Cristianismo nominal para fins imorais. Jesus sempre disse que havia na Igreja joio infiltrado no meio do trigo, e entre os próprios apóstolos havia um chamado Judas que era traidor, ladrão e cúmplice no assassinato de Jesus, então seria pura fantasia se pensar que qualquer pessoa ou qualquer Igreja que se dissesse "cristã" automaticamente seria um reflexo de toda a genuína e verdadeira moralidade cristã. Ademais, há ateus maus que mataram muito mais do que cristãos maus, e há pessoas más em todos os segmentos religiosos ou não-religiosos, se formos nos pautar por maldades cometidas por algum grupo deveríamos proibir todos - incluindo o próprio ateísmo. O que cabe ao cristão é usar esses casos do passado como um exemplo de como até algo tão piedoso como o Cristianismo pode ser instrumentalizado para o mal por mentes ímpias, assim como qualquer outro sistema ideológico, de modo a sermos nós mesmos parte do trigo, e não do joio que deve ser denunciado e combatido com vigor.

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  5. Banzoli:

    https://ocaminhoapologetica.wordpress.com/2018/03/08/dr-gary-habermas-confirma-testes-recentes-em-fragmento-de-marcos-podem-fornecer-o-manuscrito-mais-antigo-de-todos/

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    1. Eu quero é ver o conteúdo desse manuscrito, há muito tempo falam dele mas até agora só ficamos na ansiedade...

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    2. "Eu quero é ver o conteúdo desse manuscrito"

      E eu também. O Bart Ehrman ficou impressionado quando Daniel Wallace disse que tinha encontrado esse manuscrito do 1º século. Nem ele (Bart) sabia disso rsrs.

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    3. Eu me lembro do quanto ele ficou desconcertado nessa parte. Imagine como ele ficaria se se confirmar que o conteúdo é fundamentalmente o mesmo do Marcos de nossas Bíblias :)

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    4. "Imagine como ele ficaria se se confirmar que o conteúdo é fundamentalmente o mesmo do Marcos de nossas Bíblias"

      Ele teria um ataque cardíaco rsrs.

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  6. Lucas, já que as guerras religiosas eram na verdade "guerras políticas", o que os apologistas católicos tem a dizer sobre os documentos da ICAR, as bulas papais, onde se vê claramente o contrário?

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    1. O mesmo que fazem sempre: mentir. A esmagadora maioria dos católicos sequer conhece esses documentos, porque o que todos eles fazem é buscar a informação em blogs de fundo de quintal e em vídeos de fanáticos desonestos e tendenciosos que apresentam os fatos de maneira totalmente manipulada e distorcida, copiando as mesmas mentiras uns dos outros. O resultado é que o católico comum não tem sequer a menor ideia dos fatos históricos reais, mas apenas a fantasia imaginária que criaram para enganar gente como ele. Se veem um artigo como esse, por exemplo, sua única reação será exclamar em voz alta e desesperadamente que "é tudo mentira", a despeito de todas as múltiplas comprovações históricas e do fato de que ele mesmo não será capaz de refutar nada. Infelizmente o revisionismo que eles fizeram na história é tão macabro que eles mesmos passaram a acreditar no que inventaram.

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  7. Banzoli, as vezes eu fico pensando: onde será que Deus está? onde será o trono de Deus? Será em outra galáxia? Ou será em nossa galáxia, mas em um lugar invisível?

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    1. Não é neste Universo, mas em outra dimensão. Só quem afirma que Deus mora fisicamente em um planeta de outra galáxia são os mórmons, mas eles tem um parafuso a menos mesmo.

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    2. Os adventistas crêem que o lugar fica na constelação do Órion.

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    3. Na verdade o que eles creem sobre Órion é que Jesus voltará passando por ali, e não que Deus habite nessa constelação neste momento. Até onde eu sei, os mórmons são os únicos que creem que a habitação de Deus é em um lugar físico e literal neste Universo.

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    4. Banzoli meu cérebro fica bugado quando eu penso sobre Deus. Eu me pergunto as vezes: como Deus é? Qual forma Ele possui? Será que Ele tem uma forma específica? Como imaginar um Ser que está presente em todo lugar e nada foge da sua visão, que está além do tempo, o tempo não possui efeito sobre Ele? É incrível isso. Deus é uma força superior? Uma força especial que tem a capacidade de pensar, amar, etc?

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    5. Essas perguntas aí só são um "problema" se imaginarmos Deus como um ser físico, de carne e osso, como eu e você. Mas Deus não é assim, ele criou o Universo a partir do nada e é por definição um ser eterno, atemporal, imaterial e todo-poderoso. Recomendo fortemente a leitura dos artigos do Craig sobre isso, tem esse aqui no meu outro site:

      http://apologiacrista.com/o-argumento-cosmologico-kalam

      Ou se você preferir algo mais simples e resumido, esse aqui do Norman Geisler e do Frank Turek:

      http://apologiacrista.com/quem-criou-deus

      Então em vez de imaginar Deus como alguém "dentro" do Universo, devemos imaginá-lo como alguém "fora", mas com conhecimento de tudo o que está dentro. Nossos sentimentos são os mesmos que Deus possui, por isso Deus nos criou assim. Mas Deus não tem uma forma humana física, exceto quando Jesus se encarnou e viveu como homem entre nós.

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    6. Interessante.

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  8. Qual a intenção do Papa em cunhar uma moeda, tocar os sinos, pintar um quadro se a ICAR não teve envolvimento na matança de São Bartolomeu?

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    1. Vai ver ele pensava que era gol do Corinthians.

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  9. Esse aqui é doido. Pode levar para o hospício.

    https://www.youtube.com/watch?v=GZYmi3drfDA

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    1. Só não barra o Romilson Ferreira kkkkk inclusive ele saiu do YouTube depois que as "profecias" não se cumpriram...

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    2. Pelo menos agora não temos mais que ouvir que a serpente fez sexo com Eva para gerar sua descendência (os "filhos da serpente", que ele interpreta literalmente... tsc tsc tsc).

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  10. São Bartolomeu deve ter se revirado no túmulo (mortalista) ou chorado no céu (imortalista) em ter seu nome na maior chacina religiosa da história :(

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  11. Lucas, não seria mais fácil e até honroso a ICAR admitir que errou ao cometer essas atrocidades ao invés de querer justificar o injustificável?

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    1. Seria, mas eles não podem ser honestos assim, senão comprometeriam a sua mistificação da Igreja Romana, cuja história é embelezada por eles como se fosse a "construtora da civilização ocidental", uma instituição bondosa e caridosa, que só fazia o bem a todo mundo, que era tolerante e amável. Ou seja, o discurso para enganar leigos trouxas do século XXI que são completamente ignorantes em história. E para isso eles precisam lançar mão de todo revisionismo possível. Admitir que a ICAR é uma igreja que cometeu erros, monstruosidades e atrocidades morais ao longo da história iria na contramão de seu discurso no sentido de ser "a única Igreja fundada por Jesus", "fora da qual não há salvação e nem perdão dos pecados", liderada por "papas infalíveis" e assistida diretamente pelo Espírito Santo com a intercessão de todos os "santos". Então preferem mudar toda a história do que mudar esse discurso frívolo e barato.

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    2. Seria, mas como explicar isso com a afirmação deles de que a Igreja é santa?

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    3. Lucas, mas a igreja católica não deixou nenhum legado positivo na nossa civilização?

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    4. Pouca coisa. A maior parte do que é alegado são informações falsas ou exageradas. Eu até pensava que ela tinha deixado um "legado civilizacional" relevante até começar a estudar história lendo livros sérios que abordam a evolução econômica e social da humanidade, e é incontestável que a mudança mesmo só veio a partir da Reforma e de revoluções em grande parte decorrentes dela, como a revolução científica e industrial, que nos deram o mundo que temos hoje.

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    5. Os católicos, para provar que a igreja romana construiu a civilização ocidental, costumam citar a influência da igreja na música, nas artes, a influência da filosofia escolastica medieval na economia e na ciência (eles citam até autores como o filósofo Alfred Whitehead para corroborar com a sua tese), citam Também a influência da igreja na formação do direito moderno — alguns deles chegam a afirmar que a inquisição teve um papel importante na defesa do réu. Geralmente são essas as alegações.

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    6. "Influência nas artes e na música" é algo bem subjetivo e que não diz respeito a alguma coisa produzida pela Igreja em si ou pela ética da Igreja, mas por indivíduos particulares, em especial aos gênios do renascentismo, que em geral não eram católicos devotos e eram bem menos religiosos do que o povo em geral. Em relação à influência da filosofia escolástica na economia, ela gerou muito mais males do que bens, a prova disso era a lei canônica da Igreja que, entre outras coisas, proibia o juros, o lucro, incentivava uma economia fechada, estatizante, e adorava o feudalismo. Ela desgraçou a Europa em eras de pobreza e miséria que duraram até a Reforma, e por isso só houve desenvolvimento econômico e industrial em países protestantes ou pelo menos com uma minoria protestante responsável pela iniciativa empreendedora. Em relação à ciência, ela também floresceu muito mais nos países protestantes, onde não havia censura ou impedimento algum à atividade científica, do que nos países católicos, onde até a ciência era vigiada e controlada pela Igreja.

      Sobre Inquisição não preciso nem falar nada, é palhaçada total. O único papel que a Inquisição concedia ao "advogado" era de convencer o réu a confessar seu "crime", e nunca para defendê-lo. Se alguém testemunhasse em favor de um réu podia se tornar réu também por compactuar com a "heresia"; o nome dos acusadores nunca eram revelados, e bastava a simples suspeita para se condenar o réu, pois diferente do método moderno onde o ônus da prova recai sobre o acusador, na Inquisição o ônus era do réu em provar sua inocência. Tudo isso já escrevi neste artigo repleto de fontes:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2016/06/a-defesa-do-reu-na-inquisicao.html

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    7. Mas já existia vestígios de capitalismo na Itália medieval?

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    8. Existia um capitalismo rudimentar, mas à rebelia da Igreja (e não por causa dela). Eles basicamente atropelavam as normas eclesiásticas para conseguirem exercer um capitalismo modesto.

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  12. Católicos não são cristãos.

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  13. Lucas, tem uma mulher na minha igreja que SO JESUS NA CAUSA...Haja paciência!!!...
    Vou tentar explicar e depois me diga se ela tem traços de fanatismo religioso ou não...
    Ela canta no louvor. Aí no meio do louvor ela começa a chorar, só que ela bota o microfone bem na boca e quando ela chora sai como se ela tivesse soluçando no microfone pras pessoas verem q ela tá chorando -.-
    Depois ela começa a falar em línguas. Deus me perdoe mas acho que Deus poderia tirar esse dom de pessoas que não sabem usar ele. Ela começa a GRITAR EM LÍNGUAS no microfone e isso irrita DEMAIS, tenho vontade de mandar ela calar a boca!!! Aquilo que era pra ser um dom de Deus genuíno acaba virando chatice pras outras pessoas pq ngm entende NADA do que ela fala, talvez nem ela mesmo entenda e fica parecendo que a pessoa tá querendo se achar no púlpito.
    Enfim, depois da gritaria em línguas ela começa a querer fazer interpretação de Deus...kkkk vou explicar. Ela começa a falar coisas assim no microfone (como se fosse Deus falando): "Eu sou um Deus de amor"; "Eu sou um Deus que te ajuda"; "Faço nova todas as coisas" mas ela nunca fala Deus diz assim "etc etc etc", ela sempre fala como se fosse Deus.
    Me diz se ela mulher tem religiosidade ou não nas condutas, e tbm deixo como sugestão para os próximos artigos esse tema sobre fanatismo religioso, como tornar a religião um pecado. Até mais!

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    1. Eu acho que isso daí não é necessariamente sinônimo de fanatismo, mas de uma cultura gospel que vai na direção errada. Colocaram na cabeça das pessoas que agir desse jeito é um sinal de "espiritualidade", que ser espiritual é falar em línguas em voz alta (ou gritando, literalmente) no culto, que é chorar de forma forçosa, que é "ministrar" desse jeito aí que você descreveu. Infelizmente, a despeito do fato de você e uma ou outra pessoa esclarecida ter a consciência de que "algo de errado não está certo", tenho certeza que a maior parte dos membros da igreja deve adorar esse tipo de coisa, achar que é "unção" de Deus e etc, porque foram ensinados assim. É necessário reformar a cultura da Igreja, inclusive no que se refere ao louvor. Abs!

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    2. E o que fazer?

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    3. Ou muda de igreja, ou continua e aguenta isso, tenta relevar. Ir reprovar a pessoa diretamente não vai ajudar em nada, só vai causar polêmica e atritos.

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  14. alon gravando video de voz? não acredito é ele mesmo?

    https://youtu.be/VDaxFq2Y9Rg

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    1. O vídeo foi removido. Era o Alon mesmo? kkk

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    2. Banzoli você conseguiu assistir? Aqui tá dizendo "Este vídeo foi removido pelo usuário".

      Olhe:
      https://www.youtube.com/watch?v=VDaxFq2Y9Rg&feature=youtu.be

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    3. Ele removeu mas disse que vai fazer um outro melhor no lugar.

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  15. Falando em catolicismo francês perseguir os protestantes,eu vi um vídeo no Youtube do canal No Entanto de um rapaz chamado Paulo Sousa,ele afirma que a França Antártica,a tentativa de colonização francesa do Rio de Janeiro não deu certo por causa da perseguição que os colonos católicos faziam contra os protestantes,inclusive Nicolas Durand Villegangon que era um católico fanático que inclusive mandou executar 3 protestantes aqui no Brasil,conhecias essa história Lucas?Aqui está o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=NSiji3uYkPQ inclusive os primeiros cristãos protestantes a pisarem em solo Brasil foram huguenotes

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    1. Não conhecia essa história, vou pesquisar a respeito. Abs!

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  16. Oq vc acha desses pastores meio metidos à marxista?
    https://youtu.be/V70SvVX-a7k

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    1. Desde quando isso daí é um "pastor"? Não é porque alguém se diz pastor que é pastor mesmo, da mesma forma que não é porque alguém diz "Senhor, Senhor", entrará no reino dos céus (Mt 7:21), e que "nem todos os que são de Israel são israelitas" (Rm 9:6). Isso daí é falso pastor, lobo infiltrado nas igrejas, que de forma nenhuma pode ser protestante a começar pelo fato de não crer que a Bíblia é em sua totalidade a Palavra inspirada de Deus. E pra piorar, o cara é um vereador do PSOL e militante de extrema-esquerda, apoiado pelo Jean Wyllys:

      https://www.facebook.com/jean.wyllys/posts/697508953630448

      Em suma, é só mais um picareta se passando por "pastor" para infiltrar doutrinação esquerdista na cabeça de gente da igreja, da mesma forma que os católicos tem seus padres da CNBB.

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    2. Esse "pastor" é da mesma linha que esse menino aqui (só que esse menino representa a frente católica) que pode fazer tudo que não tem problema não...Pode ser gay, ir pro carna, beber até cair no chão...tudo em nome da INCLUSÃO kkkkk só falta ter inferno cristão...
      https://www.youtube.com/watch?v=r0G9Zd1iBLE

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  17. Que isso, eles mataram apenas 23 pessoas ao longo de toda a história, e estas mereciam. Como você pode falar isso da Santa e Imaculada Igreja?

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    1. Hahahaha me lembrei do artigo em que o camarada afirma isso. Cômico se não fosse trágico...

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  18. Lucas, como as pessoas próximas de Jesus não perceberam que ele era imaculado?

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    1. Acho que ninguém percebe se "alguém é imaculado". Mesmo que não cometa algum pecado explícito publicamente, como falar palavrão, agredir as pessoas ou encher a cara, as pessoas sempre vão pensar que deve ser um pecador mesmo que em sua vida pessoal, ou em pensamentos e etc. É natural.

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  19. O que você acharia de uma união entre Paraná e São Paulo?

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    1. São Paulo claramente faz parte da região Sul em termos culturais; só é classificado no Sudeste por razões geopolíticas.

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    2. Tenho dois tios que nasceram no Paraná. Eles são mais identificados com São Paulo do que com SC e RGS. Tanto que o Paraná fazia parte de SP até 1853.

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    3. Eu nasci em São Paulo e me mudei para a região metropolitana de Curitiba com 7 anos. Mas também vejo pouca diferença entre os estados, poderiam ser um só realmente.

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  20. Surgimento das primeiras Igrejas: 1°Igreja católica Antiga 2°Igreja Assíria do Oriente e Antiga do oriente 3°Igreja Católica Oriental(Igreja copta,Igreja Etíope, igreja Armênia) 4°Igreja Católica ortodoxa(vários Patriarcados) 5°Igreja Católica Romana 6°Movimentos Reformistas 7°Protestantismo. Lucas, essa é a ordem correta, do surgimento das primeiras Igrejas. Abraços!

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    1. O surgimento de algumas dessas daí é simultâneo como eu passo no gráfico do artigo anterior, mas está no caminho certo. Abs!

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  21. Lucas,está escrito "Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus” (1Coríntios 2:11).O que quer dizer este:"espírito do homem"?.

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    1. Neste texto se refere à consciência.

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    2. Não entendi esse texto: "ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus". E Jesus também não sabe não?

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    3. O texto não deve ser levado ao pé da letra, é lógico que Jesus também sabe.

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  22. O fôlego de vida é algo material ou imaterial?.

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    1. Imaterial assim como a nossa respiração.

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    2. Nossa respiração não é imaterial,a gente não vê o ar mas ele existe,não é um ente espiritual.

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    3. Me expressei mal ao falar de "matéria", o que quis dizer é que não é uma coisa tangível, que se possa ver, pegar ou tocar.

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    4. Se o fôlego de vida é material porque ele é chamado de espírito?.

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    5. "Espírito" é uma tradução do hebraico "ruach", que é a mesma palavra utilizada em toda a Bíblia hebraica para se falar de "vento", "ar", "sopro" e etc. Também é usada para se referir à natureza de Deus e dos anjos, então é só o contexto que vai definir se está se referindo a algo natural deste mundo ou uma coisa imaterial do outro.

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    6. Apenas acrescentando que a concepção de que "espírito" tem que ser SEMPRE uma referência a algo não-fisico é uma concepção platônica e não bíblica. Paulo chama o corpo da ressurreição de "corpo espiritual" (1Co 15:44), mas este não é um "corpo imaterial", mas sim um corpo físico ressuscitado em forma gloriosa (por isso cremos na ressurreição da carne, em conformidade com uma multidão de textos bíblicos muito claros). Ele também chamou os gálatas de "espirituais" (Gl 6:1), mas nem por isso eles deixaram de serem pessoas de carne e osso. Da mesma forma, quando Jesus disse que "o que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito" (Jo 3:6), ele não estava pregando que no momento do "novo nascimento" deixaremos de sermos pessoas físicas para nos tornarmos como os anjos do céu, ou como o "espírito" no sentido imortalista.

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    7. E algo material volta para Deus que é espírito?.

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    8. Deus tomou Elias de corpo e tudo e não poderia tomar o fôlego de vida de alguém?

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    9. Entendi.Mas se ele tomasse o fôlego de todos que já passaram pelo planeta terra já não era para estarmos sem oxigênio?.

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    10. Lógico que não, há muito mais oxigênio na atmosfera da terra do que isso. Na verdade até estamos perdendo oxigênio sim, mas numa medida muito pequena:

      https://seuhistory.com/noticias/cientistas-alertam-terra-esta-perdendo-oxigenio

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  23. Deus tem corpo, tem alma e tem Espirito. Se somos a imagem e semelhança de Deus onde está o problema de sermos trino como ele?.

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    1. De onde você tirou que Deus "tem corpo, tem alma e tem espírito"? Nem os imortalistas creem nisso. Todo mundo sabe que Deus é espírito puro (Jo 4:24). Ele não "tem" um espírito, ele É espírito, e também não tem alma e muito menos corpo físico.

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    2. Deus é espírito assim como o ES,mas Cristo é uma alma glorificada,ele possui um corpo(glorificado)e é uma alma(que é a junção do corpo+espírito ou fôlego de vida).

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    3. Eu sou imortalista, mas eu não creio nessa de que Deus tem corpo, alma e espírito não. Parece que essa pessoa aí tá lendo demais os livros de Benny Hinn rsrs. Ele é quem afirma que existem 9 pessoas na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, cada um tendo corpo, alma e espírito.

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    4. "Deus é espírito assim como o ES,mas Cristo é uma alma glorificada,ele possui um corpo(glorificado)e é uma alma(que é a junção do corpo+espírito ou fôlego de vida)."

      Mas não foi isso que você afirmou antes. Você havia dito que Deus TEM corpo, TEM alma e TEM espírito (a não ser que tenha sido outro anônimo acima).

      "Eu sou imortalista, mas eu não creio nessa de que Deus tem corpo, alma e espírito não. Parece que essa pessoa aí tá lendo demais os livros de Benny Hinn rsrs. Ele é quem afirma que existem 9 pessoas na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, cada um tendo corpo, alma e espírito."

      Verdade, agora que eu me lembrei, foi o Benny Hinn que espalhou esse absurdo, embora em se tratando de Benny Hinn isso daí é fichinha... rs

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    5. Então as 3 pessoas da trindade hoje são formadas por 2 espíritos(Deus e o ES) e uma alma glorificada(Jesus)?.

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    6. "em se tratando de Benny Hinn isso daí é fichinha"

      O cara chegou num estágio avançado de heresia. Ele diz que Adão podia voar, antes da Queda Eva dava a luz do lado, Jesus apareceu em corpo nas cruzadas dele, etc. Até uma pessoa com metade do cérebro não acredita nessas bobagens. O pior é que muita gente acredita no que ele diz. Acho que essas pessoas não tem sequer um pedaço de cérebro dentro da cabeça.

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    7. "Então as 3 pessoas da trindade hoje são formadas por 2 espíritos(Deus e o ES) e uma alma glorificada(Jesus)?"

      Se "hoje" eu não sei, é uma das questões que eu não tenho por definida. Não sei precisar se depois da ascenção aos céus Jesus manteve um corpo físico de homem ou se voltou ao seu estado espiritual no Céu (embora esteja mais propenso a essa última concepção).

      "O cara chegou num estágio avançado de heresia. Ele diz que Adão podia voar, antes da Queda Eva dava a luz do lado, Jesus apareceu em corpo nas cruzadas dele, etc"

      Ele é quase um Romílson Ferreira americano, então.

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    8. "Ele é quase um Romílson Ferreira americano, então"

      kkkkkk

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  24. Lucas, você concorda que as guerras religiosas foram um tiro no pé do catolicismo já que inicia-se um período de decadência do poder político da ICAR e o misticismo religioso cede lugar ao humanismo é o iluminismo?

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  25. Lucas, quem é o Leviatã citado no livro de Jó?

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    1. É um dinossauro. Escrevi sobre isso aqui:

      http://ateismorefutado.blogspot.com.br/2015/04/evidencias-da-coexistencia-de-humanos-e.html

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  26. Sobre o apocalipse...como se deu o arrebatamento vivenciado por João?
    Ele teve uma espécie de sonho para ver todas as revelações do futuro
    dadas por Deus?

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    1. Foi um arrebatamento de sentidos, mais conhecido apenas como "visão" (quando a pessoa momentaneamente deixa de contemplar o mundo físico à sua volta e passa a enxergar algo espiritual que Deus lhe mostra). Não foi um sonho porque para isso é necessário estar dormindo e não há nenhum indício de que fosse o caso (como ocorreu com José, por exemplo).

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  27. Lucas, sobre a homossexualidade, o que pensas desta imundicia?

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    1. http://ocristianismoemfoco.blogspot.com.br/2015/09/a-proibicao-ao-homossexualismo-em.html

      http://ateismorefutado.blogspot.com.br/2015/04/cristaos-oprimem-as-minorias-e-sao.html

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  28. Lucas Banzoli, no artigo anterior eu fiz um comentario pedindo sua opinião sobre um video de Alan Capriles, em que fala das versões da Biblia. O que voce acha de fazer um estudo sobre este tema, pois o vejo com muito importante nestes tempos em que muitos estão querendo colocar em duvida a Biblia Sagrada como a conhecemos. Como Capriles diz na serie dele que te indiquei tem pessoas excluindo ou colocando em duvida textos importante das Escrituras como por exemplo o da mulher adultera, o final de Marcos deixando o sem sentido, sendo que é nesse trecho que esta o seguinte verso: Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas;
    pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados". Ou seja, estão começando a mexer em textos que contem doutrinas fundamentais. Já pensou se daqui a pouco acham um manuscrito que não contem os trechos que condenam a homossexualidade? Fica a sugestão pra ti.

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    1. Obrigado pela sugestão, penso em escrever sobre esses assuntos, mas mais pra frente, não no momento. Abs!

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  29. Lucas em sua opinião Romanos 7 fala sobre Paulo :Antes , Depois ou durante a sua conversão

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    1. Apenas acrescentando que há muitos anos atrás eu escrevi um texto baseado nesta passagem bíblica que você pode conferir no meu outro site:

      https://apologiacrista.com/a-tentacao-no-ambito-da-carne-mente-e-espirito

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  30. Lucas, meu professor de geografia falou que o protestantismo inglês e norte-europeu causou uma segregação racial nos Estados Unidos, onde existe uma divisão entre brancos, negros e indígenas, e que aqui no brasil, o catolicismo português e espanhol não tinha isso e por isso aqui é tudo miscigenado, basicamente ele falou que o protestantismo (pelo menos o daquela época) era racista e tem impacto até hoje nos Estados Unidos, enquanto o catolicismo não tinha este preconceito de segregação, o que você acha disso? (o professor é adventista).

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    1. O racismo ocorria em qualquer país da época e não somente nos EUA, embora o caso dos EUA seja mais famoso porque é o mais reproduzido nos filmes de Hollywood. Pesquise por exemplo sobre a dificuldade que os negros tinham para jogar futebol no Brasil; no início os negros eram oficialmente proibidos de praticar este esporte profissionalmente. Os espanhois dizimaram 20 milhões de índios, então não tem muita moral para falar sobre a questão indígena. Os portugueses eram mais "bonzinhos", apenas os exploravam e os escravizavam, mas não praticavam chacinas em larga escala como os espanhois. Não há nenhum lugar do mundo em que há tantos negros ricos e bem-sucedidos como nos EUA; no Brasil o negro é em disparado o mais pobre porque não houve qualquer tentativa de inseri-los no mercado de trabalho com a abolição tardia que se deu aqui, enquanto nos EUA os escravos libertos encontravam mais oportunidade de conseguir algo na vida lá fora. Compare a média de qualidade de vida de um negro nos EUA com qualquer país latino e a comparação em si chega a ser covardia.

      Infelizmente no meio acadêmico há muita lavagem cerebral anti-estadunidense, eu também sofri isso, estudei quatro anos em colégio adventista e ensinavam que o Bush ia roubar a Amazônia do Brasil (é sério, ensinavam isso literalmente), esse anti-americanismo é fruto do marxismo cultural que odeia os EUA por serem um país capitalista bem-sucedido e protestante, que é tudo o que eles mais odeiam.

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    2. Não simpatizo com nenhum país colonizado por espanhóis. Considero a Espanha um país extremamente caricato, ainda mais quando eu vejo tradicionalistas católicos.

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    3. Também acho. Se a Espanha não foi o maior câncer do mundo, pelo menos foi o maior do Ocidente.

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  31. Lucas, você acredita que o homem tem livre arbítrio? abraços?

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    1. Acredito. Escrevi sobre isso aqui:

      http://apologiacrista.com/determinismo-calvinista

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  32. Lucas você viu aquela entrevista que o MBL fez à família real? Sendo bem sincero eu nem vi, já sei que é a mesma ladainha de sempre, olha esse movimento monarquista tá querendo holofotes à todo o custo, mas vão ver, mais cedo ou mais tarde todos aqueles picaretas serão desmascarados. Olha assim que eu vi aquilo, me desinscrevi do canal deles (só por que sou direita não significa que eu apoio aquela palhaçada de "movimento", aliás nem preciso concordar com tudo que o MBL ou a "direita falam).

    Aliás inventei uma nova palavra: Monarquelho

    Monarquelho: monarquista com pentelho, monarquista chato e fanático que usa das mesmas táticas usadas pelos neo-ateus e esquerdistas para espalhar seu "movimento" e não aceita opiniões divergentes e te acusa falsamente de um monte de coisas. O que você achou dessa nova palavra, pode ser bem útil.

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    1. Eu vi que tinha saído um vídeo sobre isso há tempos atrás e também nem perdi tempo assistindo. É trágico ver que um movimento desses conseguiu pegar carona até no MBL, que ainda tinha alguma dignidade. Isso só serve pra mostrar que não devemos ser guiados por "gurus" ou comentarista A ou B, ainda mais em se tratando de política. Devemos "analisar tudo e reter o que é bom", usando sempre o nosso senso crítico nas mais diversas situações. Sobre o "monarquelho", acho que já vi esse termo por aí antes hein, patentearam antes de você haha

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  33. Nossa, eu tenho um professor na faculdade que é ateu e que só vive
    citando essa noite de São Bartolomeu pra dizer que a religião produz
    guerras ¬¬

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    1. Quem fez isso? Quem é o agente? “A religião” é um universal abstrato. Se uma briga de torcidas organizadas resulta em uma pessoa morta, não é correto dizer que “o futebol” matou a pessoa. Quem mata são pessoas influenciadas por ideologias que tem um potencial de gerar fanatismo, intolerância e violência. Sim, o catolicismo tinha esse potencial na época e poderia continuar a ter hoje se tivesse poder político em mãos, mas quando os ateus tiveram esse poder político nos Estados ateus fizeram a mesma coisa ou pior, porque o ateísmo também tem o mesmo potencial de criar indivíduos fanáticos e violentos.

      Não faz muito tempo que um atirador neo-ateu fanático que odiava religiosos entrou numa igreja batista nos EUA e matou todo mundo dali. Veja que “tolerância” existe ou existiu nos países ateus como Coreia do Norte, China, URSS, Camboja ou Cuba. Culpar todas as religiões (inclusive o protestantismo, que foi vítima em S. Bartolomeu) por causa de fanáticos religiosos de uma religião em particular é o mesmo que culpar todos os ateus do mundo por genocídios praticados por regimes ateus. Ou seja, é uma lógica ridícula, que não deve ser levada a sério por nenhum ser pensante.

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    2. Brilhante resposta. Tá aí um belo argumento pra desmoralizar quem vem com esse papinho de que religião é o mal do mundo......

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  34. Naquela época, matar protestante constituía uma missão de suma importância para manter pura a “santa igreja”. Era trabalho tanto do Estado absolutista como da Igreja. No papado de Pio V, por exemplo, antecessor de Gregório XIII, maior defensor da Cátedra de Pedro e da Inquisição, o que havia de protestante na Itália e na Espanha já tinha sido esmagado. Restava a França. Portanto, a cilada montada para o massacre da Noite de São Bartolomeu, data do fatídico “Casamento Vermelho”, como tentei explicar num modesto artigo, publicado em 24 de agosto de 2015 (in: http://amorim.pro.br/?p=221), foi apenas a prática de um projeto de matança àqueles “hereges” huguenotes que precisavam ser extirpados da França. Como você disse, o papa Gregório XIII tinha tempo suficiente para voltar atrás nos projetos de seu antecessor. Mas não o fez porque a matança fazia parte destes objetivos. Aliás, a fundamentação teológica para isto era objeto de estudo, inclusive, de uma das maiores faculdades da França, na época, a Sorbonne. Daí as celebrações, a moeda comemorativa etc., quando as dezenas de milhares de protestantes (aquela praga herética, como se dizia) foram dizimadas por toda França...

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    1. Muito lúcido o seu comentário. Sinta-se sempre à vontade para novas contribuições que agregam valor ao conteúdo do artigo. Abs!

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  35. Você acredita que a condição em que se encontrava Stephen Hawking em vida foi consequência de sua militância e arrogância em tentar a todo custo por Deus em descrédito? Ou está mais pra uma condição na qual Deus o colocou pra trazê-lo pra Ele?
    O triste é que ele tinha uma mente brilhante que usou a vida inteira sendo um anti Cristo.
    É irônico como todo ateu que viveu a vida toda em arrogância um dia irá ficar cara a cara diante do Deus o qual morreu negando..... :(

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    1. Não acredito que ele estivesse naquela condição por castigo divino, veja o Richard Dawkins por exemplo que sempre foi muito mais ateu militante do que ele (o Hawking só assumiu ser ateu há poucos anos) e mesmo assim é uma pessoa saudável e bem de vida. Haverá um momento em que todos terão que prestar contas a Deus e pagar pelos seus atos e palavras ímpias mas ainda não é agora (embora eventualmente Deus possa punir um ímpios agora, circunstancialmente). De todo modo é triste a morte dele, porque ele poderia ter usado a mente brilhante que tinha para desenvolver coisas que fossem realmente úteis à humanidade, e eu não estou nem falando sobre ser pastor e pregar a Bíblia ou coisa do tipo, mas pelo menos de usar a ciência para desenvolver cura para doenças ainda incuráveis, ou deixar um legado mais prático para os que ficaram. Ele usou muito do seu tempo para tentar descobrir "a origem do Universo" e morreu sem deixar nenhuma resposta plausível, apenas teorias duvidosas e controversas.

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  36. Vc acha que é errado assistir filmes de terror? Tipo "o exorcista". É que eu acho super engraçado aqueles dois tentando expulsar o demônio

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    1. Não assisti esse filme que você menciona especificamente. Não gosto desse gênero e em toda a vida acho que só assisti uns quatro ou cinco filmes de terror, quando não tinha mais nada passando para assistir. Pessoalmente não acredito que seja pecado assistir filmes assim porque não é violência de verdade, está claro para todo mundo que se trata apenas de ficção, mas também não é o tipo de coisa que seja recomendável de se assistir. Não penso que alguém vá sair por aí torturando e matando as pessoas porque viu isso em um filme de terror, mas há coisas muito mais saudáveis para se assistir. Enfim, é só o meu modo de ver a coisa.

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  37. Lucas, pra você que gosta de história, esses são livros bons. Alguns desses autores você as vezes cita em seus artigos.

    http://minhateca.com.br/meiohomem/Documentos/Hist*c3*b3ria

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    1. Muito bom! Já baixei todos os que não tinha lido, vlw! :)

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