17 de agosto de 2018

152 Os protestantes perseguiram os anabatistas?



*Nota: O artigo é extraído do meu livro sobre a Reforma, que já está (finalmente) pronto. Eu pretendo publicá-lo nos próximos dias (será o próximo post depois deste, então não percam as atualizações). Boa leitura!

***

A resposta curta é sim... e não. Mas para explicar isso de um modo que não soe tão superficial e contraditório, precisamos entender primeiro o que os antigos entendiam pelo nome de “anabatistas”. Hoje, é comum associarmos o movimento anabatista à causa evangélica, porque de fato muitos anabatistas foram evangélicos autênticos, que destoavam da Reforma oficial em poucos pontos, sendo o principal deles a oposição ao batismo infantil (que, por ironia, é hoje o entendimento da maioria dos evangélicos). Mas quando alguém falava em anabatismo no século XVI, frequentemente era para se referir a algo totalmente diferente disso.

O termo “anabatismo” originalmente era o mesmo que “rebatismo”, e era usado em relação a qualquer segmento religioso ou seita que pregasse o novo batismo para aqueles que foram batizados na infância. Ou seja, independentemente das suas crenças como um todo, se você ensinasse o rebatismo, era chamado de “anabatista”. Com o tempo, o termo acabou se tornando tão genérico e amplo que englobou até mesmo “alguns que não rebatizavam, mas tinham posições diferentes dos reformadores tradicionais”[1]. Costumava-se chamar de anabatista qualquer radical religioso, tais como iconoclastas (que destruíam imagens), revolucionários, anarquistas e fanáticos em geral, virando sinônimo de reprovação e condenação[2].

Por isso, Oliveira diz que “o nome terminou por ser aplicado a qualquer radical em pontos de vista”[3], especialmente aqueles que instigavam a uma revolução social política[4]. É por isso que os seguidores de Müntzer, cujos ensinos totalmente contrários à Reforma já estudamos no capítulo 3, eram denominados “anabatistas”, embora seu anabatismo fosse diametralmente oposto ao conceito mais popularmente conhecido hoje pelo termo. Era justamente essa insistência na revolução política que levava governos protestantes a perseguirem os anabatistas radicais. O próprio Lutero escreveu:

Não é certo, e eu verdadeiramente lastimo o fato, que essa gente tão miserável seja assassinada, queimada e torturada até a morte de maneira tão lamentável. Deveríamos permitir que cada um acreditasse no que quiser. Se sua fé for falsa, ele será punido o bastante no fogo eterno do inferno. Por que, então, deveríamos martirizar essas pessoas... se elas não são culpadas de rebelião ou de oposição ao governo? (...) Por meio do fogo ganhamos muito pouco.[5]

Lutero era contra que se executassem pessoas apenas por crenças religiosas, como fazia a Igreja Romana, mas não era contra que se punissem com a pena de morte aqueles que eram culpados de rebelião política contra a autoridade «divinamente instituída» (Rm 13:2), que era precisamente o caso dos anabatistas radicais da Revolta dos Camponeses que anteriormente estudamos. Em outras palavras, os anabatistas perseguidos em países protestantes não eram perseguidos por mera divergência doutrinária em relação a algum ponto de fé, mas sim por rebelião e incitação à revolução, à desordem social, à anarquia, ao caos.

Talvez você esteja pensando que essa é uma descrição exagerada, e que esses radicais não representavam um perigo tão grande assim. O jeito mais fácil de evitar qualquer exagero hipotético é avaliando aquilo que os anabatistas radicais fizeram de fato quando assumiram o poder em uma região. Trata-se da Rebelião de Münster (1534-1535) – não confundir com “Müntzer”, o líder revolucionário da mesma índole dos revoltosos de Münster, mas que já havia morrido na rebelião anterior de 1525. Münster era uma cidade alemã que foi ocupada por anabatistas radicais e que em breve se tornaria o exemplo de regime de terror que mostrava o quão realmente perigosa era a ideologia revolucionária já naqueles tempos.

Tudo começou quando Jan Matthys se autoproclamou o profeta Enoque e assumiu a liderança do movimento de insurreição[6]. Ele declarou ser Münster a Nova Jerusalém, fez dela uma teocracia anabatista e junto a João de Leiden tomou a cidade, que logo se tornou um centro do anabatismo radical tal como Roma era para o papismo. A primeira coisa que Matthys fez ao tomar o poder foi implantar um regime comunista na cidade, proibir o uso de dinheiro e abolir a propriedade privada[7]. Seu governo só durou seis semanas, mas o suficiente para tudo isso:

A propriedade dos cidadãos expulsos foi confiscada; os alimentos se tornaram propriedade pública; a propriedade efetiva das pessoas foi declarada propriedade comum a todos, embora elas pudessem continuar usando o que era seu com a condição de que todas as portas das casas tinham de ficar abertas dia e noite; o uso do dinheiro foi declarado ilegal; e doze anciãos foram designados para supervisionar a estocagem de bens e sua distribuição entre os necessitados.[8]

Matthys aparentemente acreditava piedosamente em sua causa, porque literalmente creu ser um segundo Gideão que com apenas doze discípulos venceria Franz von Waldeck, o príncipe expulso que vinha com um exército para retomar o lugar. Ele inclusive profetizou no domingo de Páscoa daquele ano (1534) que aquele era o dia do julgamento de Deus sobre os ímpios. Resultado da profecia ou não, Matthys e seus doze bravos seguidores morreram no combate. Após sua morte, o “manto profético” passou a João de Leiden, que imediatamente se declarou rei e reivindicou ser a “voz do Senhor” na terra. E se Matthys declarava ser Enoque, Jan não ficou por menos e alegou ser o rei Davi[9].

Só que Leiden era ainda mais extremista que Matthys, e não tardou em introduzir a poligamia na cidade[10]. Alguns cidadãos condenaram a inovação, mas mudaram de ideia depois de Jan executar cinquenta deles[11]. Jan se baseou principalmente em uma carta pseudoclementina, “que instava a possuir todas as coisas em comum, inclusive as esposas”[12]. Além disso, a poligamia ajudaria a aumentar rapidamente a população, o que era especialmente necessário considerando o fato de que ele queria impor o milênio à força e interpretava os 144 mil do Apocalipse (7:4) como sendo 144 mil revolucionários de Münster – cujo contingente atual ainda estava longe desse ideal[13].

As mulheres passaram a ser vistas como não mais que um meio de procriação e por isso foram indiscriminadamente subjugadas pelos homens[14]. As que divergiram dessa nova política foram colocadas na prisão, e o próprio Jan “decapitou uma de suas esposas na praça do mercado e depois pisoteou seu corpo na frente das outras, o que parece ter aquietado suas murmurações”[15]. Walker diz que em Münster “toda a oposição foi sangrentamente abafada”[16], e Latourette destaca a “implacável supressão da oposição”[17]. Foi por coisas como essas que Valentin chamou a «Nova Jerusalém» de “uma nova sociedade comunista-terrorista”[18].

O reino anabatista de Münster era tão insanamente radical que conseguiu um feito impressionante: unir católicos e protestantes (contra eles). Depois de um ano de sítio, as forças militares católicas e protestantes levantadas pelo príncipe expulso conseguiu retomar o controle da cidade, reprimir a revolta e dizimar seus chefes com requintes de crueldade[19]. A “Nova Jerusalém” anabatista foi catastrófica para o movimento anabatista como um todo, porque o nome “anabatista” passou a ser sinônimo de fanatismo e violência, tornando-se infame[20]. Mesmo os anabatistas mais piedosos e moderados sofreram com essa representação ignóbil, da mesma forma que hoje muçulmanos moderados são classificados por muitos como “terroristas” por causa dos grupos extremistas.

O fracasso de Münster foi a última tentativa anabatista de realizar a Nova Jerusalém. Os desdobramentos futuros levariam para a direção oposta: a do afastamento do mundo. Esse outro tipo de anabatismo deve muito a Menno Simons (1496-1561), que teve um irmão morto num ato de violência em Münster[21]. Menno sabia mais do que ninguém os efeitos trágicos de Münster e deu ao movimento disperso um novo norte, tanto no que se relacionava à doutrina como no que diz respeito ao uso da força. Ele ”sustentou a posição anabatista evangélica, como estabelecida na Confissão de Schleitheim, e se opôs aos anabatistas revolucionários, sustentando uma posição firmemente pacifista”[22].

Dreher atesta que “com Menno Simons surgiu um anabatismo que, paulatinamente, foi abandonando a agressividade e que pôde sobreviver em regiões onde a autoridade era tolerante e em que sua fé podia ser professada no isolamento do mundo. Os revolucionários de outrora silenciaram”[23]. Como já vimos, Menno pregava que “na igreja a única arma a ser usada é a excomunhão, pois Jesus Cristo proíbe o uso de violência”[24]. Os menonitas (nome pelo qual seus seguidores ficaram conhecidos mais tarde) eram “os filhos da paz, que forjaram suas espadas e as transformaram em lâminas de arados; transformaram suas lanças em podadeiras, e que já não conhecem a guerra”[25]. O contraste com o anabatismo da rebelião de Münster é notável.

Anabatismo de Münster
Anabatimo de Menno Simons
Revolucionário
Conservador
Violento
Pacífico
Fanático
Tolerante
Teocrático
Laico
Poligâmico
Monogâmico
Herético
Evangélico
A obra mais famosa de Simons, Por que eu não paro de ensinar e escrever (1539), é um exemplo patente desse contraste de espírito:

Pois a verdadeira fé evangélica é de tal natureza que não pode permanecer adormecida; mas se manifesta em toda a justiça e obras de amor; morre para carne e sangue; destrói todas as luxúrias e desejos proibidos; busca com o coração, serve e teme a Deus; veste o nu; alimenta os famintos; consola os aflitos; abriga o miserável; ajuda e consola todos os oprimidos; paga o mal com o bem; serve aqueles que o ferem; ora por aqueles que o perseguem; ensina, adverte e repreende com a Palavra do Senhor; procura aquele que está perdido; socorre o que está ferido; cura quem está doente e salva quem está curado. A perseguição, o sofrimento e a ansiedade que isso acarreta em prol da verdade do Senhor são para ele uma alegria e consolo gloriosos.[26]

Mesmo assim, Menno não teve uma vida tranquila. O anabatismo, estigmatizado como um movimento fanático e perigoso após a revolução de Münster, conseguiu a duras penas a aceitação parcial dos reformados e continuou sendo perseguido pelos católicos, pelo mesmo motivo que matavam protestantes. Menno conseguiu proteção na Dinamarca protestante[27], viajou para a Noruega e se firmou na Alemanha, onde “pôde se estabelecer na propriedade de um simpático nobre em Holstein, onde escreveu e publicou suas obras em paz, até sua morte em 1561”[28].

Dada a compreensível desconfiança por qualquer um que se dissesse “anabatista”, o lugar onde os seguidores de Simons mais encontraram abrigo foi, como já era de se esperar, na Holanda, onde o anabatismo pacifista cresceu e se tornou um “ramo” da Reforma[29]. No entanto, é importante destacar que mesmo neste segundo período o anabatismo não se firmou como um movimento de linha única. Como já dissemos no início, continuaram havendo muitas seitas que se diziam “anabatistas” pelo simples fato de não batizarem bebês, mas que doutrinariamente destoavam completamente da Reforma e que não podiam ser identificadas nem como protestantes, nem como católicas.

Havia, por exemplo, os anabatistas “racionalistas”, que seguiam os ensinos de Fausto Socino (1539-1604) e negavam, entre outras coisas, a divindade de Cristo, a salvação pela fé, o pecado original e a trindade[30]. Também continuou havendo os grupos radicais, que, embora nunca mais tenham conquistado o poder em nenhum lugar, continuavam pregando o uso da força contra as autoridades estabelecidas. Entre eles se destacam os seguidores de Hans Hertz, que “proclamavam que o dia do Senhor estava próximo e que os santos eram o povo escolhido que, como os filhos de Israel na conquista da Palestina, deveriam expulsar os ímpios antes que o reino visível de Cristo fosse estabelecido na terra”[31].

Como Lindberg ressalta, “a Reforma radical não foi um movimento unificado, e sim um coro de protesto contra o clero, as autoridades seculares e reformadores da estirpe de Lutero e Zwínglio”[32]. Por sua recusa em aceitar as obrigações normais de cidadania – juramentos, impostos e serviço militar –, os anabatistas eram vistos como pessoas que formavam um Estado dentro do Estado, sendo por essa razão punidos pela lei civil mesmo nos estados protestantes[33]. Lindberg acentua a questão do juramento, que era muito mais importante naquela época do que imaginamos nos dias de hoje:

Os cidadãos faziam juramentos ao bem comum e à defesa da cidade, às guildas a que pertenciam e à verdade. O perjúrio, com sua suposta certeza de punição divina, era abominado. Sem o juramento público, indispensável em qualquer tribunal de justiça, a administração diária e comum da vida pública achava-se em perigo de ruir. A recusa de fazer um juramento equivalia ao separatismo político. A própria Confederação Suíça tem sido tradicionalmente datada a partir de um juramento feito em 1291, sendo renovada todos os anos por meio de sua repetição.[34]

Semelhantemente, a recusa ao serviço militar era encarada da pior maneira:

Todos os homens estavam sujeitos ao serviço militar, e o preparo militar era um dever normal que se esperava deles e para o qual os meninos eram treinados desde a tenra idade. A recusa de um homem a prestar serviço militar representava, na verdade, sua renúncia à cidadania. Os homens da cidade ofendiam-se com o pacifismo anabatista, vendo-o como uma forma de esquivar-se de um dever imprescindível e de colocar fardos extras sobre suas costas. Outro temor era de que, se o movimento anabatista se espalhasse, não haveria ninguém para empunhar as armas em necessidade de defesa.[35]

Em suma, embora de forma simplificada e reducionista, podemos afirmar que havia dois tipos de anabatismo: o anabatismo radical, que pregava a rebelião, a violência e a revolução, sendo ainda doutrinariamente herético; e o anabatismo moderado, que é a forma de anabatismo que sobreviveu, se transformou nos menonitas atuais e influenciou diversas denominações evangélicas, mas que pela rejeição ao serviço militar e a outros aspectos da cidadania também eram malvistos, mesmo em territórios protestantes (ainda que em um grau bem menor que os anabatistas radicais).

Em relação aos anabatistas radicais como os da rebelião de Thomas Müntzer e os da revolução de Münster, tanto protestantes como católicos eram unânimes na perseguição. Isso era defendido até mesmo pelos humanistas da época, como Erasmo de Roterdã, uma «alma bondosa» que “desejava o extermínio de anabatistas e outros extremistas sociais”[36]. Mas era uma perseguição de caráter estritamente político, não de cunho religioso. Isso não é de se estranhar, pois era o que se decretava a respeito de qualquer um que instigasse à insurreição, frequentemente punida com a pena capital em qualquer lugar do mundo da época.

Por isso Walker escreve que nos territórios protestantes os anabatistas “não foram tratados como hereges, mas como sediosos”[37], e ainda tinham a opção de emigrar se não quisessem responder criminalmente por seus atos[38]. A pena de morte só era dada àqueles que eram considerados “perturbadores da paz”[39] e que se recusavam a emigrar, enquanto “nos territórios católicos romanos, principalmente na Áustria e na Baviera, esta lei [a pena de morte] foi executada com extrema severidade”[40]. Lindberg concorda que a lei “foi aplicada de forma mais enérgica nos territórios (católicos) dos Habsburgos, ao passo que os territórios e cidades evangélicos tendiam, no geral, a aplicar punições mais leves, como, por exemplo, o exílio”[41].

Os anabatistas de linha mais moderada não tinham mais sorte nas terras católicas: eram perseguidos e queimados do mesmo jeito, pelo simples fato de serem “hereges”, aos quais a lei canônica da Igreja exigia a pena capital. Em contraste, nos territórios protestantes eles foram tolerados em larga escala, pelo menos de modo relativo. Walker ressalta que “existiam congregações anabatistas, fora da Morávia, na Suíça, Palatinado, Holanda, Frísia, Prússia e Polônia”[42] – destes, apenas a Polônia era católica, e mesmo assim essa tolerância só durou até a Contrarreforma, como vimos neste capítulo. Ele acrescenta que os anabatistas “foram também ativos no Hesse e na Saxônia, as principais regiões luteranas, e Filipe de Hesse procurou tratá-los com brandura”[43].

A punição para os que eram presos era o exílio, não a morte, e “a mais severa pena imposta foi a prisão”[44]. Até mesmo Melchior Rink, um líder radical e antigo companheiro de Thomas Müntzer, foi colocado na prisão em vez de ser executado[45]. O primeiro a conceder liberdade de culto oficial aos anabatistas foi Guilherme de Orange, em 1577, fazendo jus à conhecida e já mencionada tolerância holandesa[46]. Ele “concedeu aos anabatistas a primeira proteção de seu direito de culto, coisa que jamais haviam tido. Esse grau de tolerância, ainda que parcial, logo fez dos Países Baixos um refúgio para os oprimidos por motivo religioso e auxiliou no engrandecimento da nação”[47].

Outro que concedeu tolerância aos anabatistas foi o reformador Martin Bucer, em Estrasburgo, onde foram “tratados generosamente”[48]. Cairns ressalta que “os anabatistas surgiram primeiro na Suíça em função da liberdade que existia nesse país”[49], e Lindberg acrescenta que “os anabatistas menonitas e huteritas finalmente encontraram seus lares na América do Norte”[50], onde contribuíram gradativamente no desenvolvimento de ideias de tolerância e liberdade religiosa, de separação constitucional entre Igreja e Estado e de pluralismo religioso[51].

Em síntese, os anabatistas não tiveram vida fácil, mas isso se deve em grande parte devido aos movimentos extremistas conhecidos por este nome e a ideias políticas que afrontavam o conceito predominante de Estado. Ainda assim, diferentemente das terras católicas, nenhum anabatista foi executado em um país protestante pelo simples “crime de heresia”, e mesmo quando um agitador anabatista era enquadrado, a condenação era geralmente a prisão ou o exílio, e não a pena capital. Por fim, foi em territórios protestantes que o anabatismo encontrou a tolerância necessária para conseguir crescer e prosperar, o que explica sua continuidade até os nossos dias e a forte influência que exerceu no pensamento de milhões de evangélicos modernos, de modo a ser classificado como um ramo da Reforma.

Então sim, anabatistas revolucionários e radicais foram perseguidos, às vezes até a morte; e não, anabatistas moderados não foram perseguidos pelos protestantes por razões puramente religiosas, embora tenham tido complicações por questões de natureza política.

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[1] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 163.

[2] ibid, p. 162.

[3] ibid, p. 163.

[4] WOHLFEIL, Rainer; GOERTZ, Hans-Jurgen. Gewissensfreiheit als Bedigung der Neuzeit: fragen na die Speyerer Protestation von 1529. Gottingenb: Vandenhoeck and Ruprecht, 1980, p. 43.

[5] LUTERO, Martinho. Luther’s Works: Church and Ministry II. Fortress: 1958. v. 40, p. 230.

[6] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 171.

[7] MARTINEZ, Jesus P. Historia Universal: Edad Moderna. Madrid: Ediciones y Publicaciones Españolas, S. A., 1960. v. 3, p. 36.

[8] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 265.

[9] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 172.

[10] LANE, Tony. Pensamento Cristão: Da Reforma à Modernidade. São Paulo: Press Abba, 1999. v. 2, p. 33.

[11] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 265.

[12] ibid.

[13] ibid, p. 266.

[14] ibid.

[15] ibid.

[16] WALKER, Williston. História da Igreja Cristã. São Paulo: Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, 1967. v. 2, p. 53.

[17] LATOURETTE, Kenneth Scott. Uma história do Cristianismo: 1500 a.D. a 1975 a.D. São Paulo: Hagnos, 2006. v. 2, p. 1061.

[18] VALENTIN, Veit. História Universal. 6ª ed. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1961. v. 2, p. 275.

[19] FERREIRA, Franklin. A Igreja cristã na história: das origens aos dias atuais. São Paulo: Vida Nova, 2013, p. 169.

[20] WALKER, Williston. História da Igreja Cristã. São Paulo: Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, 1967. v. 2, p. 53.

[21] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 267.

[22] LANE, Tony. Pensamento Cristão: Da Reforma à Modernidade. São Paulo: Press Abba, 1999. v. 2, p. 34.

[23] DREHER, Martin N. A crise e a renovação da igreja no período da Reforma. São Leopoldo: Sinodal, 1996, p. 78.

[24] LANE, Tony. Pensamento Cristão: Da Reforma à Modernidade. São Paulo: Press Abba, 1999. v. 2, p. 32.

[25] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 238.

[26] SIMONS, Menno. Why I Do Not Cease Teaching and Writing. Disponível em: <https://en.wikisource.org/wiki/Why_I_Do_Not_Cease_Teaching_and_Writing>. Acesso em: 22/07/2018.

[27] OLIVEIRA, Zaqueu Moreira de. História do Cristianismo em Esboço. Recife: STBNB Edições, 1998, p. 169.

[28] LANE, Tony. Pensamento Cristão: Da Reforma à Modernidade. São Paulo: Press Abba, 1999. v. 2, p. 33.

[29] ibid.

[30] FERREIRA, Franklin. A Igreja cristã na história: das origens aos dias atuais. São Paulo: Vida Nova, 2013, p. 169.

[31] LATOURETTE, Kenneth Scott. Uma história do Cristianismo: 1500 a.D. a 1975 a.D. São Paulo: Hagnos, 2006. v. 2, p. 1058-1059.

[32] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 271.

[33] ibid, p. 243.

[34] ibid.

[35] ibid, p. 244.

[36] RANDALL, John H. La formación del pensamiento moderno. Buenos Aires: Editorial Nova, 1952, p. 170.

[37] WALKER, Williston. História da Igreja Cristã. São Paulo: Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, 1967. v. 2, p. 42.

[38] ibid.

[39] ibid, p. 43.

[40] ibid, p. 42.

[41] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 258.

[42] WALKER, Williston. História da Igreja Cristã. São Paulo: Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, 1967. v. 2, p. 47.

[43] ibid.

[44] ibid.

[45] ibid.

[46] ibid, p. 115.

[47] ibid.

[48] LANE, Tony. Pensamento Cristão: Da Reforma à Modernidade. São Paulo: Press Abba, 1999. v. 2, p. 12.

[49] CAIRNS, Earle Edwin. O Cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. 3ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. 274.

[50] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 268.

[51] ibid.


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152 comentários:

  1. PS: quem quer que estiver lendo isso, eu preciso da opinião de vocês: qual das duas imagens ficou melhor?

    OPÇÃO 1:

    https://uploaddeimagens.com.br/images/001/564/464/full/Imagem_1.jpg?1534520010

    OPÇÃO 2:

    https://uploaddeimagens.com.br/images/001/564/467/full/Imagem_2.jpg?1534520099

    Só precisa comentar com um "eu prefiro a imagem 1" ou "eu prefiro a imagem 2", já será de grande ajuda.

    PS: isso não significa necessariamente que será a capa do livro, mas seria tipo o "slogan" do mesmo.

    Valeu!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. "Qual das duas imagens ficou melhor?"

      As duas '-'

      Você poderia usar a imagem 1 para o volume 1, e a 2 pro volume 2(só uma dica mesmo)

      Excluir
    2. Entre as 2 fico com a Imagem 1. 0bs: Opinião de leigo em qualquer área de design, publicidade, comunicação, diagramação, etc. Análise:
      Img1 - prós: fonte da letra mais bonita, texto escrito na horizontal, não tão "poluido" (tamanho da letra ok), contra: Logo muito simplista ao meu ver.
      Img2 - prós: efeitos em azul dos lados bonito (me lembrou engrenagens rs), Nome do Autor (menos feio em relação a Img1), contras: fonte da letra muito comum, texto escrito em diagonal (minha opinião), excesso no tamanho da letra, pouca distinção entre o nome do Autor pro Nome da obra.
      Dica: Melhorar o Logo da Imagem 1.

      Excluir
    3. Que bizarro, considerando os comentários aqui e os de baixo, deu 4 votos a favor da imagem 1 e 4 votos em favor da imagem 2. Ou seja, eu estava na dúvida e agora fiquei com mais dúvida ainda xD

      Acho que vou seguir os conselhos do Victor: usar uma para o volume 1 e a outra para o volume 2. E tentar seguir os conselhos do anônimo de baixo e tentar melhorar o design de ambas (embora eu seja péssimo com isso). De todo modo, obrigado a todos! :)

      Excluir
    4. Paz, os dois ficaram legal, mas se for pra escolher prefiro o nº 2

      Excluir
    5. Eu gostei das duas, mas levemente prefiro a 1.

      Excluir
    6. Prefiro a opção 1.

      Excluir
  2. Olá Banzoli, irmão em Cristo.

    Eu não guardo o sábado por causa disso: Gálatas 4:8-11; Romanos 14:5-6; Colossenses 2:16-17.

    Mas se o sábado não precisa mais ser guardado, por que então Deus, ANTES DO PECADO, abençoou e santificou o sétimo dia? Até tem um texto bíblico que diz que o que Deus abençoou, o homem não pode retirar essa bênção.

    E por que a guarda do sábado é vista ANTES DO SINAI (Êxodo 16)?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que o sábado foi santificado desde o início da criação disso não há dúvidas, a questão é no que essa santificação consiste ou implica. Não há qualquer registro de Adão e Eva, dos pré-diluvianos, de Noé e sua família ou dos patriarcas guardando o sábado no sentido de deixar de trabalhar, então não parece que essa era a implicação até Moisés. Com a lei (e a lei envolve muito mais do que os Dez Mandamentos apenas, por isso o sábado era guardado antes do Sinai) essa santificação passou a significar uma guarda propriamente dita (no sentido de deixar de trabalhar), cujo sentido mudou novamente na nova aliança passando a significar o descanso eterno (a vida eterna para os salvos) com Deus, como indica Hebreus 4. Ou seja, ao que parece, apenas no período de Moisés até Jesus é que a santificação do sábado implicou em ausência de trabalho, possuindo outros significados nos períodos anterior e posterior (a própria lei é uma tipificação da realidade que viria, como diz Hebreus 10:1).

      Excluir
    2. 1-Por que Deus diz que Abraão guardou Suas leis e mandamentos (Genesis 26:5); (http://leandroquadros.com.br/adao-abraao-e-o-sabado/)?

      2-Qual era então a implicação do sábado desde a criação até Moisés?

      3-E por que Deus colocaria um preceito cerimonial (o sábado) junto com os outros 9 mandamentos QUE SÃO DE CARÁTER MORAL? Não seria a guarda do sábado uma obrigação moral também?

      Excluir
    3. 1) Em Gênesis ainda não haviam sido dados os Dez Mandamentos, então se trata de outros mandamentos.

      2) Até Moisés, nenhuma. O sétimo dia havia sido declarado santo porque foi o dia em que Deus descansou de suas obras (ou seja, quando completou sua criação), mas não há registros de uma implicação prática na vida das pessoas até Moisés. Na verdade não há nem mesmo como precisar ao certo se pelo termo "sétimo dia" em Gênesis 2:3 estava falando de cada sábado semanal ou apenas daquele sétimo dia literalmente falando (que foi o único dia em que a criação se completou). Essa segunda forma de entender o texto faz muito sentido, pois como a lei se trata de sombras, ela pode ter feito uma alusão à santificação daquele sétimo dia como uma razão ou justificativa para a guarda de cada sétimo dia dali em diante (até a morte e ressurreição de Cristo).

      3) Não entendi por que o uso do CapsLock, eu estou conseguindo ler bem. Bom, na minha opinião faz muito mais sentido crer que nove eram morais e um era cerimonial do que acreditar que o sábado é moral e portanto quem trabalha nesse dia é imoral (e sabemos que os imorais não herdarão o reino de Deus). Não somente isso não faz sentido como contraria o bom senso que nos diz que um mandamento de caráter moral é algo que guardamos naturalmente em nossa consciência de alguma forma, e não alguma coisa que precisemos ser ensinados ou senão de modo nenhum teríamos esse senso intuitivo. Por exemplo, há tribos indígenas que nunca ouviram falar em Jesus mas que honram pai e mãe porque se trata de um preceito de natureza moral, mas ninguém guardaria o sábado pela mesma razão, justamente porque não se trata de uma questão moral.

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    4. Banzoli, por favor não se ofenda com o CapsLock, minha intenção não é dar a entender que você não saiba ler bem, mas sim realçar o detalhe da inquirição para que você dê uma atenção especial a este detalhe na sua explicação ou resposta. Deus lhe abençoe ricamente.

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    5. Não tem problema, Deus abençoe igualmente!

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    6. Avalie se é engraçado: https://youtu.be/zZheqX1IeVQ

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    7. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 11:33

      Eu achei engraçado. Forró é comigo mesmo :)

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  3. Imagem 1 é a melhor.

    Banzoli, você já leu o livro "Descoberta do Gênesis na Língua Chinesa" de C.H. Kang e Ethel R. Nelson?

    É a prova mais forte a favor da veracidade da Bíblia e do Criacionismo.

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  4. Anabatistas/menonitas são pessoas maravilhosas! Não há como perseguir quem faz tão bem ao cristianismo...

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  5. Comente:

    https://www.youtube.com/watch?v=NcS_vGrxVzg

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    1. Melhor explicação que já vi sobre este assunto, realmente ele está de parabéns. Nunca vi sentido nenhum na tese tradicional da "geração eterna", que é uma grosseira contradição de termos ao maior estilo "solteiro casado". A explicação dele é primorosa.

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  6. Amigo do Banzolão17 de agosto de 2018 16:29

    Banzolão, traduza aí pra mim, por gentileza:

    http://gospel-thomas.net/scan0001.jpg

    :)

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    1. Pode ser engano meu, mas me parece que tem uma parte ali no canto esquerdo que diz que "o Fernando Nascimento é um bicho feio pra kct". Mas pode ser apenas impressão minha, tenho que confirmar com os especialistas.

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    2. Amigo do Banzolão19 de agosto de 2018 09:56

      Você não está enganado. Tem mesmo. Acabei de perguntar ao Daniel Wallace :)

      Não precisa você confirmar nada, pois você é especialista em árabe, copta, grego, hebraico, acadiano, aramaico e fenício. Você dizendo, tá dito.

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    3. Ainda bem que ele confirmou, já estava pensando que eu estava ficando louco. Que alívio.

      PS: você esqueceu de mencionar o mandarim e os hieróglifos egipcios, espero que essa omissão não se repita.

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    4. Amigo do Banzolão20 de agosto de 2018 12:27

      Foi mesmo. Esquecer essas duas línguas é rebaixar sua erudição :D

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    5. Amigo do Banzolão20 de agosto de 2018 12:31

      Pra ser linguista é necessário saber quantos idiomas? Tem uma quantidade fixa?

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    6. Eu não sei quantos exatamente mas se refere mais a quem se dedica ao estudo das línguas do que propriamente a uma "quantidade" em si.

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  7. Amigo do Banzolão17 de agosto de 2018 16:36

    eu prefiro a imagem 1

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  8. Amigo do Banzolão17 de agosto de 2018 16:41

    Já tem esse link? É os códices da biblioteca de Nag Hammadi:

    http://www.gailallen.com/rel/nhltoc.html

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  9. Eu prefiro a imagem 2.

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  10. https://www.youtube.com/watch?v=XEnfnUywgAA > Análise

    Comente a análise acima. Além disso, o que vc achou do debate na Rede TV?

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    1. Discordo da maior parte do que ele disse. Bolsonaro foi horrível, foi o pior debate que já assisti dele, nem pareceu o mesmo cara que costuma se sair tão bem nas entrevistas e sabatinas e que até foi relativamente bem no debate anterior. Parecia nervoso, gaguejava em alguns momentos, falava tão pausadamente em outros que dava até a impressão de que estava lendo em algum lugar, eu sinceramente fiquei triste por ele. Em questão de postura e eloquência ele foi similar ao Meirelles do debate passado. No mais, Marina Silva hipócrita e nojenta, Álvaro Dias melhorou um pouco mas ainda insistindo nos repetecos e clichês sobre Lava Jato e "refundar a república" (ninguém aguenta mais isso, mas pelo menos não mencionou o Moro como ministro da justiça de novo), Meirelles a mesma coisa (e esse não tem muito como evoluir, é uma pena), Daciolo muito apagado em relação ao anterior e até um tanto covarde (teve duas oportunidades para destruir o Boulos e afinou em ambas, só fala mal dos demais candidatos e ainda quando não é diretamente contra eles), Boulos seguiu sendo o "Lula de 89" como no debate anterior, Alckmin manteve o mesmo estilo que nunca me agradou muito mas é a "zona de conforto" dele (não transparece nada espontâneo, mas pelo menos faz o "feijão com arroz" direitinho), e tragicamente deste debate o único que sai em alta é o Ciro Gomes, o que embora já esperado (dado o fato de que é realmente o melhor orador ali, o único que consegue combinar rapidez de raciocínio com espontaneidade) é bastante lamentável tendo em vista os projetos que ele tem em mente.

      De todo modo, não creio que ele tenha muito para onde crescer e não deve chegar ao segundo turno, a coisa vai ficar entre Alckmin, Bolsonaro e o candidato do PT (provavelmente Haddad), desses três dois chegam ao segundo turno e ganhará o que tiver menos rejeição (Alckmin caso estiver disputando contra o PT ou Bolsonaro, ou Bolsonaro caso esteja disputando contra o candidato petista). Lembrando que isso é apenas uma análise imparcial do debate e do cenário político, não o que eu gostaria que fosse.

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  11. Imagem 2, perfeita!

    Alon

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  12. Gostei mais da imagem 1

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  13. Paz,
    Vamos relaxar um pouquinho, Lucas você gostaria de ser professor pra uma dessas crianças?
    https://www.youtube.com/watch?v=l3WHmuVktoQ

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    1. Naquela pergunta "qual é o papel do administrador" eu responderia a mesma coisa, não encontrei o erro ;p

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  14. A imagem 1 é melhor.

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  15. Excelente Artigo Lucas, mal posso esperar para ler o livro inteiro kkkkk.
    Mas oq vc acha dos Mennonitas???? Eu já vi muitas paginas americanas LUTERANAS dizendo que os seguidores do Simon, por serem muito pacifistas, tem TENDENCIAS a apoiarem a esquerda. Qual a sua opinião sobre isso??

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    1. Eu já frequentei uma igreja menonita por alguns anos e não vi nada disso. E dizer que ser "muito pacifista" é ser esquerdista é bem surreal considerando que os esquerdistas assassinaram mais de 100 milhões de pessoas só no século passado.

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    2. Bem, SEGUNDO ELES (os Luteranos), os Mennonitas são tao pacifista que chegam a defender muitas pautas da esquerda como o Desarmamento, o Aborto , casamento gay e etc.

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    3. Mas então, qual é a sua opinião sobre o Desarmamentismo. Digo no sentido teológico. Vc acha que os Menonistas estão certos nesse tema???

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    4. De fato, eles são contra a guerra em qualquer circunstância e por isso logicamente contra o armamento da população. Mas dizer que isso faz deles esquerdistas é um exagero muito grande tendo em vista que o conceito de esquerda vai infinitamente além da questão do desarmamento. Você falou em aborto e casamento gay mas eu não tenho nenhuma referência de que os menonitas como igreja apoiem essas coisas. E os cristãos primitivos (dos primeiros três séculos) também eram radicalmente anti-guerra e contra até mesmo matar em legítima defesa, então os menonitas não estão fazendo mais do que os primeiros cristãos, embora em minha opinião essa seja uma postura um tanto quanto radical, mas pelo menos é menos ruim do que o extremo oposto, que defende qualquer tipo de atrocidade desumana com o pretexto da "guerra justa" (que é sempre "justa" aos seus próprios olhos).

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  16. Muitos ateus dizem que a Bíblia exalta a ignorância e incentiva os cristãos a serem anti-intelectuais usando versículos como Eclesiastes 1:18 e 1ª Coríntios 1:19.
    Como responder a essas passagens?

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    1. É só ir na "bibliaonline.net", digitar no campo de busca "sabedoria" ou "conhecimento" e ver todas as ocorrências do termo, 99% são descrições favoráveis. O livro de Provérbios inteiro, por exemplo, é basicamente apenas para exaltar a sabedoria e incentivar o conhecimento. Esse versos tirados do contexto não provam nada, inclusive é bem estranho citar Eclesiastes que foi escrito pelo homem mais sábio depois de Crito, a quem o próprio Deus deu sabedoria após enaltecer o pedido de Salomão, que era da vontade de Deus. O que Salomão faz ali é uma CONSTATAÇÃO, pois de fato alguém com muito conhecimento tem a tendência de ter mais desgosto com o tanto de porcarias que vê por aí (é a mesma coisa que dizer que quanto mais justo alguém é, mais indignado ficará pelo mal que há no mundo). Já o texto de Coríntios não fala da sabedoria em si, mas da "sabedoria humana", que diante do contexto diz respeito aos incrédulos que acham que a mensagem da cruz é uma loucura. Esse tipo de sabedoria não é uma sabedoria real, é apenas uma "sabedoria" vã, que Paulo chama de "louca" (v. 20).

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    2. Provérbios já desmistifica toda afirmativa ateísta.

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  17. Esses Anabatistas que foram para a América do Norte,deram origem aos Amish de hoje?

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    1. Sim, eles vieram dos menonitas, que eram os anabatistas que seguiam Menno Simons.

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    2. Eles erraram o caminho assim como outros protestantes. Era pra ter sido no Brasil. Esse erro de rota causou um estrago memorável na terra dos papagaios.

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    3. O sul do Brasil ainda é um lugar minimamente respeitável, apesar das notáveis vicissitudes políticas, pela expressiva imigração de protestantes alemães, o que de todo ajudou a diminuir a homogeneidade católica de imigrantes (ex. poloneses, italianos, espanhóis).

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  18. Amigo uma dúvida, os anjos e Deus tem um corpo de carne ou um corpo imaterial ou espiritual ? Se os anjos tem um corpo que não é carne então como vamos nos comunicar com eles ?

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    1. Amigo do Banzolão19 de agosto de 2018 09:49

      Eu também tenho dúvidas parecidas com essa do Genji407. Eu fico pensando:"se os anjos não tem cérebro, como que eles pensam? Como que eles são seres inteligentes, se eles não tem cérebro?"

      E também em relação ao próprio Deus. "Como que Deus tem sentimentos e emoções, se Ele é um ser imaterial?"

      Eu acho confuso eles assuntos.

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    2. Os anjos tem um corpo, mas não um corpo físico de carne e osso como o nosso. Todavia quase sempre quando um anjo aparece para uma pessoa na Bíblia ele aparece "humanizado", ou seja, em forma parecida com um homem, às vezes literalmente materializado, o que permite a comunicação mútua. A Bíblia não nos fala do "cérebro" dos anjos nem faz descrições da natureza deles (na verdade nem descreve muito a nossa própria natureza, e a prova disso é que o termo "cérebro" não é mencionado na Bíblia), mas sim, eles tem sentimentos e inteligência como os humanos (embora maior, mesmo porque tem mais tempo de existência e mais conhecimento acumulado). Talvez eles tenham um "centro de inteligência" equivalente ao nosso cérebro, mas como a Bíblia não entra nesse mérito fica tudo para o campo da especulação. Eu entendo que a imaterialidade dos anjos é um conceito aplicável apenas ao nosso mundo, que está em uma dimensão inferior à deles e por isso muitos demônios conseguem dividir um mesmo corpo, mas não é um conceito aplicável ao mundo ou dimensão deles (por isso há guerra entre anjos e demônios, que não seria possível se fossem "fantasminhas").

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  19. Amigo do Banzolão19 de agosto de 2018 07:25

    Banzolão, por que Jesus é chamado de Verbo, em João 1.1? O que isso significa?

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    1. Aqui tem uma boa resposta:

      http://www.abiblia.org/ver.php?id=1801

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    2. Amigo do Banzoli, quem disse a você que Jesus foi chamado de verbo em João 1:1?

      O versículo na concepção de milhões de cristãos ficaria dessa forma

      “No princípio era JESUS, e JESUS estava com Deus e JESUS era Deus”

      Como você entende isso? O versículo ficou todo desarrumado.

      No princípio era Jesus? E Deus tá onde?

      Jesus estava com Deus e ao mesmo tempo ele é Deus?

      “... JESUS estava com Deus e JESUS era Deus”

      Pensa, raciocina...



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    3. "E o Verbo SE FEZ CARNE, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. João testificou DELE, e clamou, dizendo: ESTE era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. E todos nós recebemos também da SUA plenitude, e graça por graça. Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram POR JESUS CRISTO" (João 1:14-17)

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    4. Amigo do Banzolão21 de agosto de 2018 12:04

      "Amigo do Banzoli, quem disse a você que Jesus foi chamado de verbo em João 1:1?"

      Se não foi Jesus, foi quem então? Você acha que foi Deus Pai que se encarnou e viveu entre nós? Então Jesus orava pra ele mesmo? Quando Jesus dizia "vou para o Pai", ele ia pra ele mesmo? E no batismo, quando Jesus ouviu aquela voz do céu, quem estava no céu dizendo "esse é meu filho amado...". O Pai estava na terra encarnado e no céu ao mesmo tempo? Se você acha que o verbo não era Jesus, então essas são as conclusões.

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  20. Prefiro a imagem 1. Essas letras tortas da imagem 2 não ficou legal. Mas respeito quem preferiu a 2.

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  21. Imagem 1. É a melhor.

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  22. Amigo do Banzolão19 de agosto de 2018 11:36

    Olhe aí Banzolão, essa é pra você que vive cantando aquela música Damares, pedindo pra derramar a "shekinah" kkk:

    https://www.youtube.com/watch?v=4i2MSdYm4tE

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    1. A única música com "shekinah" que eu conheço é aquela do Fernandinho.

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    2. Amigo do Banzolão21 de agosto de 2018 12:15

      Muita gente ainda acredita nesse mito, de que "shekinah" significa a glória de Deus.

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  23. Banzoli depois dessa você vai ficar gostando do Fábio Sabino. Assista:

    https://www.youtube.com/watch?v=CO-_611nTug

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    1. Metade do vídeo é propaganda de produtos pagos a um preço exorbitantemente acima do normal e a outra metade é para introduzir um assunto que ele não chega a concluir nada com nada a fim de levar as pessoas a comprar esses produtos pagos a um preço exorbitantemente acima do normal. Esse é o Fábio Sabino.

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    2. E ainda desce a lenha em quem dá o dízimo.

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    3. Paz, Lucas você concorda com essa descrição do Olavo (e dos outros também kkkk)
      https://www.youtube.com/watch?v=fo10ToA5lyA

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  24. O que você acha dos bôeres?

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  25. Lucas qual das imagens ganhou? Qual vai ser a capa do seu livro?

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    1. A enquete ainda não acabou, aguardemos o resultado final :)

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  26. Você nunca pensou em fazer artigos comentando as vertentes do protestantismo, começando pelos batistas, presbiterianos, valdenses, luteranos e acima por diante?

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    1. Eu não acho que seja muito relevante isso, pra esse tipo de coisa já existe Wikipédia e diversos sites, aqui eu tento passar algo a mais que não se encontra em outros lugares.

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    2. "Wikipédia"? Mas esse site não porcaria sem nenhum pingo de credibilidade?

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    3. Para pesquisas simples de coisas básicas ela é útil, só não é boa para coisas mais complexas e polêmicas pois perde a neutralidade na grande maioria das vezes.

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  27. Comente:

    https://www.youtube.com/watch?v=HoomfQvhBKU

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    1. Esse aí é visivelmente despreparado, deveriam chamar o Vailati no lugar.

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    2. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 11:29

      E as crianças, Banzolão? kkk

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  28. Lucas, voce acredita que pode haver diferença entre os povos do mundo. diferenças psicologicas, no jeito de ser e ver o mundo. Por exempolo, é evidente que os povos indoeuropeus desde o principio dos tempos contruiram grandes civilizações, sendo talvez o povo que Deus escolheu para governar o mundo no fim dos tempos. Tendo este influencia coisas boas (como a ciencia evoluida que melhora a vida de todos o mundo, direitos das mulheres e direitos humanos em geral -de forma equilibrada-), mas tambem coisas ruins como os proprios direitos humanos distorcidos e levados ao extremo, se opondo muitas vezes aos principios biblicos, o racionalismo extremo e outros
    Veja que o ocidente moderno é o Imperio Romano 2.0 e este por sua vez foi enormemente influenciado pela Grecia (talvez o unico caso em toda historia em que a cultura de um povo vencido prevaleceu a do vencedor),e o mundo de hoje praticamente é regido pelo pensamento grego. Há teólogos e profetas que dizem, inclusive, que o principado espiritual que governa o mundo é o principado da Grecia.
    Voltando ao tema do inicio, sobre as diferenças entre os povos, vejo claramente diferenças coletivas entre os povos. Me refiro a diferenças não meramente culturais, mas também genéticas, ou seja, Deus fez assim. Há basicamente trez grupos humanos na terra: caucasianos, negroides e mongoloides. Caucasianos são os indo-europeus e semitas, estes grupos já edificaram muitas e grandes civilizações no decorrer dos tempos, no caso dos europeus ou brancos, são povos que tendem a introspecção, são cultuadores da ciencia e da filosofia, seus pontos negativos são a tendencia a depressão, ao racismo e materialismo excessivo entre outros. Negros tambem já construiram civilizações, embora em bem menor numero, são alegres e extrovertidos, muito talentosos nas artes em geral, nos esportes e outros, como pontos negativos, tendem a ser desorganizados e muitas vezes vão pra violencia, pois são muito emotivos. Já os "mongoloides" (os orientais), me parece que eles não são tão introvertidos quanto os brancos não tão extrovertidos quanto negros, são muito disciplinados e inteligentes, seu pontos negativos são a falta de flexibilidade e muitas vezes são disciplinados excessivamente, de um modo doentio.
    Não me interprete como preconceituoso, eu mesmo não sou branco. As características que dei a estes grupos são de modo geral não de forma dogmatica a um membro destes grupos (sendo eu morenos ou negro, dependendo do ponto de vista, não poderia gostar de filosofia como gosto por exemplo). É uma percepção que tenho, Deus é um Deus de diversidade e que ama a todos!

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    1. Diferenças genéticas existem sim, é por isso que quase nunca você vai ver um branco vencendo competições de atletismo ou um negro vencendo competições de natação (exceções existem é claro, mas via de regra é assim). Mas eu faço um adendo importante: durante a maior parte da história da humanidade o Oriente foi muito superior ao Ocidente sob qualquer aspecto. Todos os grandes impérios da Antiguidade (Egito, Babilônia, Assíria, Medo, Pérsia, Grécia, etc) foram impérios orientais, o primeiro ocidental foi o romano e mesmo assim após sua conquista pelos bárbaros o Ocidente passou mais mil anos à sombra do Império bizantino, árabe e mongol (todos orientais). Essa coisa da "superioridade do Ocidente" é um fenômeno moderno e não histórico, decorrente principalmente da Reforma Protestante, da Revolução Científica e da Revolução Industrial há séculos atrás, que trouxeram progresso ao Ocidente em detrimento do Oriente. Só digo isso porque muita gente tem a propensão de ver os europeus como "seres superiores" aos demais (não que este seja o seu caso), quando na verdade a Europa foi por um longo tempo o subúrbio do mundo em comparado ao mundo oriental, seja na Antiguidade ou na Idade Média. É a modernidade que alterou as coisas, que por sua vez podem mudar novamente algum dia no futuro. Abs!

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    2. Verdade, mas não podemos esquecer que os gregos e os persas são povos de origem indo-europeia. No caso dos gregos, são na minha opinião a maior civilização da historia, a que mais influenciou o mundo e sendo base para o ocidente moderno. Não acho que seja por acaso, Deus vocacionou e escolheu este povo e os posicionou no tempo certo e geografia correta para cumprir os seus propositos na historia!

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  29. Comente:

    https://www.youtube.com/watch?v=-JCGs7LFU54

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    1. É difícil comentar, não tenho o dom de interpretação de línguas.

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  30. Assista a partir do minuto 5:5

    https://www.youtube.com/watch?v=XFAyh5BygCI

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    1. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 11:27

      Lhe dou R$ 500,00 pra você passar uma noite em um lugar como esse aí, Banzolão. E sozinho, pra piorar. Topa?

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  31. Passa qt tempo por dia estudando ?

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    1. Nos dias de semana ?

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    2. Se eu estiver na fase de leitura para a escrita de um livro eu posso passar algumas horas (umas quatro talvez, nunca parei pra contar), e se estiver na fase de escrita eu passo a maior parte do tempo escrevendo, revisando, respondendo comentários como esse e etc. Mas tudo depende do dia, como eu disse.

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    3. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 11:24

      Você tem muita paciência, Banzolão, pra fazer tudo isso. Eu não teria :)

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  32. Banzolao você não acha algumas vertentes atuais dos anabatistas muito radicais no sentido de rejeitarem a modernidade, caso dos amish dos EUA que andam em carroças, sem energia elétrica, isolados em comunidades fechadas, quem sou eu para julgar, mas penso que eles interpretam de modo errado o evangelho, porque Cristo não nos chamou para vivermos isolados de tudo e sim para ser o sal da terra

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    1. Sim, isso daí é uma forma de radicalismo, embora se eles querem viver assim é problema deles, seria o mesmo que criticarmos os índios por terem uma cultura "atrasada".

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  33. Lucas, percebi que aqui no brasil nas escolas e outros meios de divulgação de informações eles falam toda hora que os Estados Unidos derrubam governos "democráticos e eleitos pelo povo" de outros países para então colocar o governo que eles querem que passa então a entregar as riquezas para os americanos, como a guerras no oriente médio e na africa (que em partes até concordo com isso, já que realmente aqueles países foram invadidos de forma covarde e acabou ferrando eles mais do que ajudando), e meu professor de geografia até disse que o Temer só assumiu porque os EUA querem explorar o brasil através do governo dele. Mas o que da pra perceber é exatamente o contrario, durante o século passado, o EUA e o capitalismo ajudou diversos países a se reerguer da destruição (oeste europeu e japão) e ajudou vários outros economicamente e melhorou a vida deles (coreia do sul, Oceania, etc), enquanto isso aqueles que seguiram as doutrinas revolucionarias do Fascismo e Comunismo (que ironicamente, se diziam se opor a "exploração americana e ao capitalismo") apenas causaram destruição e desgraças (Coréia do norte, China, Vietnam, Cuba, no leste europeu até algumas décadas atrás, em países da africa e etc). Ou seja, durante a guerra fria principalmente, os EUA e o capitalismo tentava reerguer os países da destruição e desenvolve-los economicamente, e todos os países que se seguiram este modelo se tornaram extremamente desenvolvidos, enquanto os que seguiram o comunismo acabaram afundando em miséria e ruínas, pois a União Soviética queria implantar seus governos através de guerrilhas e revoluções comunistas. Na América Latina houve algo diferente, já que aqui infelizmente teve que ocorrer golpes militares (pois os países latinos não conseguem resistir ao comunismo se for por uma outra ditadura mais leve) para evitar a invasão comunista (o bom é que elas já passaram, enquanto as comunistas continuam até hoje). Ou seja é exatamente o contrario, não é o Estados Unidos que invade outros países para explora-los, e sim são os comunistas, e engraçado que quando os americanos de fato invadem outros países, quem mais apóia isso são os próprios democratas, ou seja, a ESQUERDA AMERICANA. E a invasão comunista não acabou, já que como eles perderam a maior força deles, tiveram que agir culturalmente, inventando um monte de bobagem como desarmamento, legalização do aborto e da maconha, cotas raciais (que é diferente das sociais), fronteias abertas para todo mundo (pouco ligando para o choque de culturas que ocorre quando muitos imigrantes entram em um outro pais), e claro, o intervencionismo estatal em diversos países diferentes (como eu disse, os democratas apoiam a intervenção americana no oriente médio, embora infelizmente o Trump tenha agido em favor dos democratas), e mais uma série de coisas, e depois desta "lavagem cerebral" o politico de esquerda aparece e convence todo mundo com este mesmo discurso, ganha as eleições e implanta politicas socialistas fracassadas, que foi o que ferrou o brasil por exemplo. Mas claro, a culpa é toda dos americanos, yankes, capitalismo, hollywood e os protestantes que querem explorar o planeta, mesmo a realidade mostrando que eles ajudaram, enquanto os opositores deles que prejudicaram todo mundo.

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    1. Verdade, bem observado. Inclusive eu já pensei há muito tempo em escrever um artigo enaltecendo os EUA, acabei adiando até o momento mas vou escrever em breve. Abs!

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  34. Boa noite Lucas, a paz! Lucas, acompanho seu blog a muito tempo, sou evangélico e gostaria de te pedir ajuda espiritual: A muito tempo venho caindo em pecado, e ontem a noite estava mexendo no computador, foi quando eu ouvi um assobio e meu lençol se mexeu, sozinho o que eu faço? Gostaria de saber como libertar dessas coisas sobrenaturais, como obter o perdão de Deus e principalmente como ser forte contra as tentações da carne. Por favor não ignore a mensagem, preciso muito de um aconselhamento.

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    Respostas
    1. Eu tenho um livro bem antigo chamado "Como Vencer o Pecado", que você pode baixar aqui:

      https://www.4shared.com/file/DAqgiaEY/Livro_-_Como_Vencer_o_Pecado.html

      Mas eu lhe aconselharia buscar uma terapia caso esse tipo de coisa se repita porque muitas vezes são alucinações causadas pelo cérebro da pessoa e que podem ser tratadas com medicamentos, nem sempre é algo "sobrenatural" mesmo. Abs!

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  35. Lucas, assiste esse vídeo e opine, seria interessante você fazer um artigo sobre esse caso no blog:
    https://www.youtube.com/watch?v=tgdYsofvZag

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  36. Olá novamente amigo eu li a resposta sobre os anjos e achei ela muito satisfatória, agora outra dúvida que eu tenho é sobre o livro do Apocalipse de Paulo.Você defende que a alma não é imortal e que a morte humana é também a morte da alma, mas o livro de paulo fala sobre que ele foi ao terceiro céu e lá viu um justo e um ímpio que ao morrerem foram logos julgados e condenados, a minha dúvida é o que você acha sobre o livro de paulo ? Ouvi dizer que muitos desses livros não são verídicos porque foram escritos por gnósticos que usaram o nome dos discípulos para atrair pessoas para suas ceita.

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    1. Esses livros apócrifos não tem nenhuma credibilidade histórica ou canônica, a maior parte foi escrita por gnósticos séculos depois da morte dos apóstolos mas usando o nome deles para ganhar alguma credibilidade como você disse, a fim de concorrer com os verdadeiros escritos dos apóstolos. Na verdade esse é um dos argumentos mais fortes em favor do aniquilacionismo sob um prisma histórico, pois como eu argumento no meu livro "Os Pais da Igreja contra a Imortalidade da Alma" (com muitas citações), esses escritos apócrifos pseudocristãos (na prática, não-cristãos ou mesmo anti-cristãos) eram explicitamente imortalistas da forma mais clara e indiscutível possível, o que contrasta fortemente com o teor da Bíblia e dos primeiros Pais da Igreja. Em outras palavras, se os apóstolos e primeiros Pais fossem imortalistas, seria isso que deveríamos esperar (mas não é o que vemos na prática). Vale lembrar que esses mesmos livros apócrifos são os que dizem que Jesus tinha um relacionamento com Maria Madalena, que as mulheres precisam se tornar "macho" para herdar o reino de Deus, que Jesus na infância matava garotos que se esbarravam nele sem querer, entre outras baboseiras do tipo. Ou seja, não são livros que devam ser levados a sério, embora sirvam como fonte histórica no sentido de descobrir o que os gnósticos da época criam (mas não sobre o que os cristãos acreditavam).

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    2. Mas vc cita o apocalipse de Elias e outros apócrifos. Essas obras também são apócrifas.

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    3. O Apocalipse de Elias não é gnóstico, é um livro judeu da época do AT. E de todo modo eu não o citei de forma autoritativa (para provar alguma doutrina), mas apenas para mostrar que já se cria no aniquilacionismo desde aquela época (já que alguns afirmam que foi uma invenção do século XIX, de "Ellen White" e blá blá blá).

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    4. Amigo do Banzolão21 de agosto de 2018 11:36

      Ellen Branca é quem paga o pato :)

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    5. Amigo do Banzolão21 de agosto de 2018 11:37

      Banzolão, eu ouvi falar que você é um discípulo de Ellen Branca. É verdade isso? Kkk.

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    6. Não sou discípulo nem da Ellen Branca, nem da Ellen Preta, nem da Ellen Vermelha e nem da Ellen Laranja.

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    7. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 11:22

      "Não sou discípulo nem da Ellen Branca, nem da Ellen Preta, nem da Ellen Vermelha e nem da Ellen Laranja"

      E nem da Ellen Roxa? kkk

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    8. Essa eu não conheço, mas acho que não também.

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  37. Qual país você viveria se pudesse?

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    1. Não se interessa em nenhum país católico tipo a Suíça ou Austria?

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    2. A Suíça não é um "país católico" (apenas parcialmente), e a Áustria não me desperta muito interesse apesar de ter umas paisagens muito dahora. Talvez a Espanha, se fosse próximo ao Camp Nou para assistir aos jogos do Barça ;p

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  38. A imagem 1 é mais legal.

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  39. Então fica com a 1, Banzoli. Está ótima também

    Alone

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    1. Alone? Não seria melhor terminar com um "Together"?

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    2. Na velhice...

      https://youtu.be/JSV-Cb6kpdE

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    3. Esse é para ver e ficar em silêncio

      https://youtu.be/0188lyqYA3Y

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    4. Amigo do Banzolão22 de agosto de 2018 14:28

      Banzolão, quem é esse Alone? É irmão do Alon? Kkk.

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    5. Deve ser o cara que fez essa música:

      https://www.youtube.com/watch?v=1-xGerv5FOk

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    6. Nada deu em lugar nenhum esse link. E aí?

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  40. Iae Lucas! Tudo bem? Uma duvida: Alguém já questionou você sobre o livro de Cânticos? Tipo... eu já li um pouco dele com mais atenção, e me parece que ele tem umas partes meio +18(embora tenha referências ao ato sexual somente a partir do capitulo 4:16). Sei que este livro é mais para exaltar o casamento e a união do homem e da mulher, mas como responderia você a uma pessoa que fala que este livro é "sensual demais para a Bíblia"? Isso é: não é apropriado para um livro inspirado ter essa temática sexualizada.

    Deus lhe ilumine!

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    1. De fato tem partes bem "+18" mesmo (que fica pior se ler a partir do hebraico), mas eu penso que há duas principais razões pelas quais Deus permitiu que esse livro estivesse no cânon: primeiro para ilustrar o relacionamento espiritual entre Deus e o seu povo (Israel), e segundo para refutar aqueles "ascetas" que são contra o relacionamento sexual (mesmo entre pessoas casadas) e que consideram o sexo "sujo" em si mesmo (pensamento que predominou largamente durante toda a Idade Média, uma era de forte repressão sexual, que compreensivelmente resultou em muito mais prostituição e imoralidades). Ou seja, eu entendo que Deus deliberadamente deixou um livro inteiro ali sobre isso para não dar margem a esse tipo de pensamento que já existia no mundo grego da época, expondo o quão saudável e aceitável é a prática sexual entre pessoas casadas, em contraste com a visão "anti-sexo" daqueles que achavam (e ainda acham) que o sexo é um "mal necessário" com vistas à procriação e nada mais.

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  41. Lucas o que acha dessa analise dessa comunista:
    http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2018/08/marina-humilha-bolsonaro-no-debate.html

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    1. Essa mulher é a mais nojenta que eu já vi na minha vida, eu a lia há uns anos atrás e é a coisa mais abominável e repugnante possível. Sinceramente não tenho estômago para ler o que essa criatura escreve, mas comentando especificamente sobre aquele embate entre o Bolsonaro e a Marina, eu posso dizer o seguinte:

      1) Marina é hipócrita e cínica; afina para todos os demais (principalmente os esquerdistas), mas quando chega alguém de direita como o Bolsonaro vem querer "detonar" para fazer o jogo da esquerda (o crente que vota nela só pode ser doente da cabeça). O Bolsonaro não foi grosseiro com ela na pergunta, como ela foi na resposta.

      2) O formato do debate é desleal para com quem faz a pergunta. O cara pergunta rapidamente sobre o porte de armas e a outra pessoa tem 1:30 pra responder, então sobra apenas 0:45 para a réplica e mais 0:45 para a tréplica. Ou seja, o que responde na prática tem 2:15 para argumentar contra 0:45 do oponente (é por isso que estrategicamente é uma má ideia direcionar a pergunta a um inimigo político em um debate nesse formato). Para piorar, a Marina ridiculamente interrompeu o Bolsonaro durante o tempo dele e ele perdeu mais dez segundos com isso, ou seja, teve apenas 0:35 para refutá-la.

      3) A Marina DESVIOU COMPLETAMENTE o tema em pauta que era a posse de armas (o tema que o Bolsonaro trouxe). Respondeu com um breve "não" em menos de um segundo e depois usou todo o resto do tempo para atacar o Bolsonaro sobre um assunto totalmente diferente e sem propor solução nenhuma.

      4) Depois o Bolso corretamente apontou a contradição de uma candidata que se diz evangélica mas que quer fazer média com a esquerda sobre aborto e drogas, e mais uma vez ela não replica nada sobre aborto ou drogas mas fala sobre o "sinal com a mão" que o Bolsonaro fez com uma criança imitando o gesto com a arma, como se isso por si só estivesse na mesma proporção de milhares de assassinatos de inocentes (aborto) e de milhões de drogados gerando criminalidade e arruinando os cofres públicos.

      Se eu ainda tinha algum mínimo respeito por essa mulher, ele se foi totalmente após este debate (ainda que o Bolsonaro tenha ido muito mal no geral, como eu já apontei em outra ocasião, mas pelo menos não é imoral como a Marina).

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  42. https://www.youtube.com/watch?v=brGEqrNEgmI
    Daniel Mastral defendendo o homossexualismo como a esquerda... quando puder assista e diga o que achou.

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    1. O vídeo é muito longo mas eu já vi algumas vezes ele falando sobre isso e discordo dele, infelizmente ele não sabe diferenciar pecado e pecador neste caso e acha que apenas porque alguém nasce com essas tendências o pecado se torna justificável (se fosse assim alguém que sentisse atração por uma mulher que não fosse comprometida estaria "certo" em ter relação com ela, o que é obviamente condenável, o desejo por si só não justifica os atos).

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    2. Acompanho ele a muitos anos, vejo que ele esta cada vez mais à esquerda, e o motivo para ele agir assim é para ser aceito pela elite e midia dominante, dessa forma ele vai a programas de tv (como o Superpop), sempre passando como como moderno, tolerante. Ele diz que ja foi oculista, pode ser que os demonios conseguiram seduzir ele com o seu desejo de aceitação e prestigio (que todos nos temos) e o aprisionaram. não podemos julgar, espero que não seja isso e que ele logo perceba esse erro volte a ensinar a verdade, mas se for, que Deus tenha misericordia dele e o livre de ser um escolhido sendo enganado pela Besta.

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  43. Lucas, qual sua opinião ao aborto em casos de estupro? Bem... Eu tenho a tendência a ser aceitar nesses casos, mas também é aquilo: há algumas mulheres(poucas, na verdade), que preferem que não.

    Esse texto da "Declaração da Igreja"(Adventista), pagina 219-222 é o que penso:“A igreja [adventista do sétimo dia] não deve servir como consciência para indivíduos; contudo, ela deve oferecer orientação moral. O aborto por motivo de controle natalício, escolha do sexo ou conveniência não é aprovado pela igreja. Contudo, as mulheres, às vezes, podem se deparar com circunstâncias excepcionais que apresentam graves dilemas morais ou médicos, como: ameaça significativa à vida da mulher gestante, sérios riscos à sua saúde, defeitos congênitos graves cuidadosamente diagnosticados no feto e gravidez resultante de estupro ou incesto. A decisão final quanto a interromper ou não a gravidez deve ser feita pela mulher grávida após o devido aconselhamento. Ela deve ser auxiliada em sua decisão por meio de informação precisa, princípios bíblicos e a orientação do Espírito Santo. Por outro lado, essa decisão é mais bem tomada dentro de um contexto saudável de relacionamento familiar”.

    Também acho legal esse vídeo de um cara que já linkei aqui algumas vezes(Embora acho bem extremista a posição dele nesse assunto).

    https://www.youtube.com/watch?v=VpObO-z36P4

    Deus lhe ilumine!

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    1. Aborto é a morte de uma pessoa inocente. Mesmo em casos de estupro, o feto não merece morrer, ele não fez nada para merecer isso, quem errou com a mulher foi o estuprador e não o bebê, se alguém merece morrer é quem estuprou, não o(a) filho(a) que é fruto dessa relação. Ser a favor de aborto em casos de estupro é ser indiferente à vida humana da mesma forma que em casos comuns, pois é um inocente que está perdendo a vida em ambos os casos. Há muitas formas de contornar esse problema sem precisar matar o feto (por exemplo, há filas para adoção de bebês e crianças pequenas, então se a mulher não quer ter o filho, pode colocá-lo para adoção de uma outra família, é bem melhor do que tirar a vida da criança sem que ela tenha uma oportunidade). É assim que eu penso.

      Abs!

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  44. O que acha do Scofield?

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    1. Ele é um dos grandes responsáveis pela difusão do pré-tribulacionismo, então não vejo com muitos bons olhos.

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    2. Somente os Irmãos Unidos são dispensacionalistas como igreja, certo?

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    3. A Assembleia de Deus também é. Creio que outras igrejas pentecostais também são.

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    4. Billy Graham, um batista, era dispensacionalista assim como Ronald Reagan, um presbiteriano.

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  45. Comente:

    https://www.youtube.com/watch?v=rSQ0IXJi-_M

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  46. Lucas, a respeito do argumento cosmológico, ouvi dizer que algumas bactérias podem ser criadas sozinhas e do nada, poryanto, elas que poderiam dar inicoi ao Universo

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    1. Nenhuma bactéria é criada "do nada", todas elas surgem no espaço-tempo, não em ex nihilo. Quem criou essa teoria do "Universo criado do nada" contra o consenso científico foi Lawrence Krauss em um livro recente que foi esculhambado até por ateus parceiros dele, como você pode ver nessa crítica:

      http://www.bulevoador.com.br/2012/04/a-gafe-de-lawrence-krauss-e-richard-dawkins/

      Há uma outra crítica ao livro aqui:

      http://logosapologetica.com/critica-ao-livro-umuniversoapartirdonada-de-lawrence-krauss/#axzz5P01JJ5EN

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  47. Lucas, primeiro queria te agradecer por esse site e pelo seu trabalho, me ajudou muito na minha busca por Deus, tenho certeza que ele te usa grandemente!
    Tenho uma pergunta meio fora do contexto aqui, mas nunca consegui responder ela por mim mesma. Gostaria da sua opinião a respeito.
    Assim, eu sei que Deus é onisciente e já sabia que Adão e Eva escolheriam o pecado, e que ele já tinha um plano arquitetado para nos salvar, através de Jesus Cristo nosso senhor. Então por que Deus nós criou ? Sabendo que, a grosso modo, seriamos uma grande decepção?
    Isso eu não consigo entender.
    Desde já obrigada e abraço, fique com Deus e nosso senhor Jesus!

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    Respostas
    1. Olá, tudo bem? Eu tenho dois artigos respondendo a esta questão (na verdade o segundo é o que responde isso mais diretamente, mas como ele é uma continuação ao primeiro, segue abaixo o primeiro também):

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/06/teremos-livre-arbitrio-na-eternidade.html

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/06/por-que-deus-nao-nos-criou-direto-no.html

      Qualquer dúvida ou coisa que não tenha ficado bem explicada no artigo é só falar.

      Abs!

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