“Por que você fala tanto de
catolicismo?”, é a pergunta que já recebi algumas dezenas de vezes. Quando o
questionamento vem de um católico, eles geralmente substituem “falar” por “atacar”, se vitimizam, me demonizam e me pintam como um malvadão
que odeia a Santa Igreja enquanto eles são bons samaritanos que nunca criticaram
o protestantismo e que amam as nossas igrejas (ou melhor, nossas “40 mil
seitas”, como eles dizem).





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