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SOBRE MIM

Lucas Banzoli é professor de História, mestre em Teologia pela FTBP, pós-graduado em História pela UCAM, licenciado em História pela UEPG, licenciando em Letras pela UENP e tecnólogo em Comunicação Institucional pela UFPR. É autor de 27 livros cristãos e é muito mais ativo no youtube do que aqui (siga-me em: youtube.com/c/LucasBanzoli)

19 de novembro de 2022

0 Os mortos intercedem pelos vivos? (Refutação a Dave Armstrong)


 
Introdução
 
Esta é a minha terceira refutação à cruzada de “refutações” de Dave Armstrong aos meus artigos (as outras duas você pode ler aqui e aqui). Desta vez, o tema escolhido foi a “intercessão dos santos”. No dia 22 de setembro, Dave respondeu a este artigo de 2012, um dos meus primeiros do antigo blog (você pode ver a resposta dele aqui). Antes de comentar o artigo em si, eu preciso começar pela nota introdutória. Isso porque, desde que eu comecei a refutar seus artigos e expor seus argumentos ao ridículo, demonstrando a pavorosa pobreza dos seus textos – que ele, no alto da sua arrogância, julgava serem irrefutáveis e irrespondíveis –, ele simplesmente decidiu mudar a nota introdutória que iniciava os artigos dele, e incluiu isso aqui:

0 A parábola do rico e Lázaro prova a imortalidade da alma?

 

*Nota: O artigo abaixo é extraído do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", que você pode baixar gratuitamente ou comprar a versão impressa na página dos livros. 

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15 de novembro de 2022

2 A hilária tentativa de Dave Armstrong de encontrar o celibato obrigatório do clero na Bíblia

 

Introdução
 
Aproveitei o feriado prolongado de 15 de novembro para o meu mais novo hobby favorito: refutar as “refutações” do Dave Armstrong. Para que os temas não fiquem repetitivos, escolhi desta vez este artigo sobre o celibato obrigatório, e nas próximas semanas escolherei um outro para ir variando os temas. Assim como na minha refutação anterior sobre as “almas debaixo do altar”, esta será uma resposta longa e exaustiva, que cobrirá todo o longo texto de Dave (marcado em vermelho itálico), então sente com calma e pegue a pipoca. Antes, porém, eu preciso comentar uma nota que Dave soltou em seu facebook (se você não está nem aí com esse tipo de discussão ao maior estilo “Casos de Família”, é só pular para o tópico seguinte).

12 de novembro de 2022

0 As almas imortais do Dave Armstrong que clamam debaixo do altar

 


Introdução
 
Se você acompanha(va) este blog, deve ter notado a minha ausência nos últimos dois anos, data do meu último artigo inédito. Desde então, me limitei a postar alguns trechos de livros meus até meados do ano passado, quando abandonei o blog de vez e só postei o anúncio dos meus dois últimos livros. O que me leva a voltar a escrever agora são os artigos de um famoso apologista católico americano chamado Dave Armstrong, que tem realmente se esforçado em provocar a minha atenção nos últimos meses. Seu primeiro artigo “Against Lucas Banzoli” data do dia 25 de maio deste ano, quando ele próprio me notificou. Eu recebi sua mensagem com certo entusiasmo e disse que responderia ao artigo assim que pudesse. 

1 de agosto de 2022

0 NOVO LIVRO: "A Lenda da Imortalidade da Alma". Baixe agora mesmo!

 


Após dois longos anos, a nova versão do meu livro “A Lenda da Imortalidade da Alma” está finalmente pronta! É o livro mais completo que existe sobre o tema, onde eu abordo com profundidade todos os argumentos imortalistas e apresento todas as provas bíblicas da morte da alma e do aniquilacionismo final dos ímpios, além de capítulos sobre a imortalidade da alma à luz da ciência, da história judaica, da patrística e da história cristã. Ao todo, são 1.900 páginas na versão digital e 4 volumes na versão impressa que somam mais de 2.100 páginas, disponíveis tanto para download gratuito da versão em pdf como para compra da versão impressa no Clube de Autores. Saiba como após o resumo e o sumário abaixo. 

16 de janeiro de 2022

0 NOVO LIVRO: "200 Respostas sobre Fé, História, Política e Teologia” (Vol. 1). Baixe agora mesmo!


Após meio ano sem atualizar o blog, aqui estou eu novamente para apresentar desculpas esfarrapadas justificar minha ausência e anunciar um novo livro. Infelizmente, o blog estava tomando muito do meu tempo (principalmente para responder comentários longos) e eu não tinha mais como conciliar com a rotina de trabalho e da escrita de um novo livro (a nova versão da “Lenda da Imortalidade da Alma”, que conta neste momento com mais de 1.400 páginas). Além disso, optei por voltar ao meu canal do Youtube (aproveite e se inscreva para não perder as lives e os vídeos novos), que estava abandonado há muito mais tempo que o blog e que se tornou a prioridade desde então. Por essa razão eu desativei a caixa de comentários dos artigos, e ainda preciso responder os comentários que aguardam resposta (apesar disso, continuo respondendo por e-mail ou por mensagem privada na minha page do face).  

26 de julho de 2021

76 Cipriano, a polêmica do rebatismo e o conflito com o papado


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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Ao raiar do século III, no mesmo lugar onde Tertuliano fez sua carreira, nascia Cipriano de Cartago (200-258), tido por muitos como o mais eminente escritor latino até a época de Agostinho e Jerônimo. É importante não confundi-lo com um outro “São Cipriano”, um grande feiticeiro convertido ao Cristianismo por sua esposa cristã, que antes da conversão escreveu um famoso livro de bruxaria (este é geralmente chamado de Cipriano de Antioquia, embora por sua culpa o de Cartago tenha pego a fama de bruxo). Até hoje se você digitar apenas “Cipriano” num buscador como o Google aparece o bruxo, não o bispo de Cartago.

19 de maio de 2021

200 Um breve resumo do Apocalipse


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.


No momento em que escrevo este livro, as pessoas no mundo todo estão isoladas e preocupadas com a pandemia do coronavírus. Sempre que algo assim acontece, aumenta-se o interesse por um livro em particular da Bíblia: o Apocalipse. Nenhum outro livro da Bíblia ou da literatura mundial jamais despertou tanta apreensão, discussão e controvérsia quanto o último livro do Novo Testamento, escrito depois que João foi liberto de sua prisão em Patmos – e não durante o tempo em que esteve em Patmos, como comumente se pensa (ele diz que “estava” em Patmos, onde recebeu as revelações, sinal de que quando escrevia já não estava mais – cf. Ap 1:9).
 
Entender por que João não escreveu em Patmos é simples: Patmos era uma ilha isolada do resto do continente, uma espécie de prisão natural de onde ninguém saía, e para onde eram enviados alguns dos mais importantes prisioneiros banidos pelo império romano e condenados ao exílio. Diz a tradição que João foi lançado em um caldeirão de óleo fervente, mas como ele não morreu, desistiram de matá-lo e o baniram para bem longe. Isso ocorreu em algum momento por volta de 91-95 d.C, durante a perseguição de Domiciano, que reinou duas décadas depois de Nero, mas era tão tirânico quanto ele.
 
O que se sabe com segurança é que João foi liberto da ilha ao final do reinado de Domiciano (ou seja, por volta de 96 d.C, quando o imperador foi assassinado numa conspiração de seus oficiais). Como um exilado, João não tinha contato com o mundo externo. Não podia sair da ilha para onde quer que fosse, muito menos escrever cartas. Patmos era uma “prisão sem muros”, algo parecido com o que Cuba é hoje, só que sem os botes que levam a Miami. E foi ali que o prisioneiro João, sujeito a trabalhos forçados e longe de todos que conhecia e amava, recebeu a maior revelação de todos os tempos: o Apocalipse, termo grego que significa “revelação” (nas Bíblias em inglês, o livro se chama apenas Revelation, mas aqui costumamos manter o título em grego em vez de traduzi-lo).
 
Talvez por sua linguagem tão enigmática e misteriosa, o livro levou algum tempo para ser aceito por todas as igrejas, sendo o último a constar no cânon do Novo Testamento. Sua natureza é essencialmente simbólica – cavalos com cabeça de leão, gafanhoto com coroas de ouro, bestas que surgem da terra e mulher grávida perseguida por um dragão no deserto são apenas algumas das muitas simbologias que João esperava serem desvendadas pelos bons intérpretes, embora possamos discutir até que ponto o próprio João sabia os significados. Se até os livros “literais” suscitam controvérsias, imagine um livro desses.
 
Não demorou para surgir diversas interpretações, incluindo a de que João descrevia toda a história da Igreja em etapas, a de que ele narrava o que aconteceria com Roma em sua conquista pelos bárbaros e até mesmo a de que ele descrevia acontecimentos do passado, sem nenhuma relevância para a nossa vida ou de qualquer pessoa no futuro. Todavia, a interpretação que predominou desde o início e o modo como o livro foi entendido pelos Pais da Igreja dos primeiros séculos é que João narrava os eventos finais que antecedem a volta de Jesus, o que inclui a aparição do anticristo, a condenação da Grande Babilônia, as pragas que virão sobre o mundo e o juízo sobre os ímpios.
 
Hoje em dia, a visão mais aceita sobre o Apocalipse é que ele descreve os sete anos finais, conhecidos como a grande tribulação, que correspondem à última das setenta “semanas” de Daniel (onde cada semana corresponde a sete anos). Nas visões que o profeta Daniel havia recebido séculos antes de João, Deus dizia:
 
“Saiba e entenda que a partir da promulgação do decreto que manda restaurar e reconstruir Jerusalém até que o Ungido, o líder, venha, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis. Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto, e já não haverá lugar para ele. A cidade e o lugar santo serão destruídos pelo povo do governante que virá. O fim virá como uma inundação: Guerras continuarão até o fim, e desolações foram decretadas. Com muitos ele fará uma aliança que durará uma semana. No meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado” (Daniel 9:25-27)
 
O decreto que Daniel se refere ocorreu em 5 de março de 445 a.C, quando o rei medo-persa Artaxerxes autorizou a reconstrução de Jerusalém. Acrescentando 69 “semanas” de sete anos no calendário judaico de 360 dias que Daniel tinha por referência (que se difere do nosso calendário gregoriano de 365 dias ao ano), chegamos exatamente a 31 de março de 30 d.C, o dia em que Jesus teria sido batizado por João Batista, dando início ao seu ministério (Lc 3:21-23). Isso cumpre com perfeição a parte da profecia que fala das 69 semanas de sete anos «até que o Ungido venha».
 
Mas a profecia continua, e diz que depois das 62 semanas o Ungido (Messias) seria morto, e que a cidade e o lugar santo seriam destruídos (o que aconteceu em 70 d.C, profetizado inclusive por Jesus em Mt 24). A profecia prossegue falando do tempo do fim, e então menciona uma aliança que duraria uma semana – a última semana de sete anos que faltava para se completar as setenta.
 
Quem fará essa aliança? Amilenistas interpretam que é Cristo e que essa aliança se refere à nova aliança em que estamos, mas o pronome “ele” do verso 27 remete ao sujeito mais próximo, que é o «governante que virá» (v. 26). Além disso, se todas as outras 69 semanas são semana de sete anos, não faz sentido que só a última não seja. A profecia segue dizendo que “no meio da semana ele dará fim ao sacrifício e à oferta. E numa ala do templo será colocado o sacrilégio terrível, até que chegue sobre ele o fim que lhe está decretado” (v. 27).
 
Se o “ele” se refere a Jesus, o «sacrilégio terrível» teria que ser colocado numa ala do templo antes da sua morte, já que diz que seria colocado até que chegue sobre ele o fim que lhe está ordenado. Mas nada disso foi feito na época de Jesus, e ele próprio profetizou tal coisa como um acontecimento futuro, algo que ocorreria bem depois da sua morte, e depois que o evangelho fosse pregado em todas as nações (Mt 24:14-16).
 
Em outras palavras, quem dá fim ao sacrifício no templo e coloca nele um sacrilégio terrível que ali permanece até que seja morto não é Cristo, mas o anticristo. Foi dele que Paulo falava quando disse que “então será revelado o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2:3-4). Sua entronização como deus no templo de Deus é justamente o «sacrilégio terrível» no templo do qual Daniel e Jesus falaram. Tudo isso acontecerá na última “semana” de Daniel, a única relacionada ao fim dos tempos, e é este o período de «grande tribulação» que Deus revela a João no Apocalipse.
 
Explicar o Apocalipse é algo tão complexo e polêmico que exigiria um livro inteiro só para isso (ou mais!), mas traduzindo em termos simples, tudo o que João viu e ouviu se relaciona ao juízo de Deus sobre os ímpios nos últimos dias e à condenação da «Grande Babilônia», um poder político-espiritual que oprimiu os cristãos ao longo da história e está maculado com o sangue dos mártires (Ap 17:5-6). Alguns dizem que a Igreja será arrebatada antes disso, mas todo o consenso bíblico leva a crer no contrário.
 
Para começar, em parte nenhuma do Apocalipse João relata um arrebatamento secreto dos crentes. Ao contrário, diz que quando Jesus voltar nas nuvens “todo olho o verá... e todas as tribos da terra se lamentarão por ele” (Ap 1:7). A presença dos crentes na grande tribulação é evidente pela perseguição a eles: “Se alguém tiver de ir para o cativeiro, para o cativeiro irá. Se alguém tiver de ser morto pela espada, pela espada morto será. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos” (Ap 13:10).
 
Paulo diz que a “vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele” (2Ts 2:1) não ocorreria sem que “primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição” (v. 3), o que mostra que estaremos na terra quando o anticristo for revelado e entronizado no novo templo de Jerusalém. Muitos zombavam da profecia, já que Israel nem mesmo era uma nação e os judeus sequer tinham um território, muito menos poderiam reconstruir o templo. Mas para a surpresa deles, contra todas as expectativas Israel voltou a ser uma nação em 1948, e atualmente tem a posse da cidade de Jerusalém.
 
Hoje, só o que impede que o templo seja reconstruído é a presença da mesquita de Omar no local, por isso o pacto ou aliança de paz entre judeus e árabes é tão importante para dar esse passo adiante. Não é à toa que Daniel diz que o anticristo “fará com muitos uma aliança que durará uma semana” (Dn 9:27), aliança essa que resultará na volta dos sacrifícios no templo, até que o anticristo se revele e traia o pacto (v. 27).
 
É assim que os judeus, que esperam o Messias até hoje e pensarão que ele é o anticristo que lhes deu o tão sonhado templo, cairão em si e verão que tudo o que foi profetizado era verdade, e que Jesus é o verdadeiro Messias. Isso resultará numa conversão em massa de judeus, profetizada por Paulo quando diz que então “todo o Israel será salvo” (Rm 11:26), e retratada simbolicamente por João ao falar dos 144 mil selados de todas as tribos de Israel (Ap 7:4-8). Ao longo da história, principalmente por volta do ano 1000 (quando se acreditava que o mundo iria acabar) e também na época das cruzadas, católicos medievais tentaram forçar o cumprimento dessa profecia, batizando judeus à força e massacrando os que se recusavam a isso – prática essa conhecida como pogrom.
 
Posteriormente, práticas semelhantes foram usadas contra os protestantes e outros grupos considerados “heréticos”, os quais eram caçados pela Inquisição e tinham seus bens confiscados, seus membros torturados, sua liberdade tolhida e, em muitos casos, sua vida ceifada pelo fogo e pela espada. A prática de queimar vivo os hereges em praça pública nos chamados “autos-da-fé” lembra muito o modus operandi do antigo império romano, que crucificava e queimava cristãos em praça pública e os perseguia com a mesma impetuosidade. Em ambos os casos, o Estado se aliava ao poder religioso para eliminar qualquer dissidência.
 
Não sem razão, João diz que a «Grande Babilônia» “estava embriagada com o sangue dos santos” (Ap 17:6), tinha se prostituído com os reis da terra (v. 2), estava adornada de “ouro, pedras preciosas e pérolas” (v. 4), estava assentada sobre sete colinas (v. 9) e era “a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (v. 18). A cidade que reinava sobre os reis da terra nos tempos de João era Roma, mundialmente conhecida como «a cidade das sete colinas». A Roma religiosa (papado) continuou o trabalho iniciado pela Roma política (império), o que explica por que é retratada como uma prostituta – uma alegoria bíblica muito comum para a apostasia (Ap 17:1).
 
A reunificação do império romano é um requisito para a volta de Cristo, pois é no período de dominação romana que Daniel diz que o reino de Deus seria estabelecido na terra e todos os outros reinos seriam destruídos (Dn 2:40-44). Sabemos que o império romano foi tomado por dez tribos bárbaras que o sucederam, as quais deram origem à Europa moderna. Curiosamente, João também fala sobre “dez reis que ainda não receberam reino, mas que por uma hora receberão autoridade como reis, juntamente com a besta” (Ap 17:2).
 
Ap 17:10-11 fala de sete “reis” (símbolo de reinos, de acordo com Dn 7:13,23, que descreve a mesma coisa que João), cinco dos quais já haviam caído, um que reinava naquele momento (Roma), outro que ainda viria e duraria pouco tempo, e por fim o oitavo reino, que é “um dos sete” (Ap 17:11). Considerando que em Daniel é Roma quem governa no fim dos tempos, esse oitavo império que é um dos sete anteriores só pode ser Roma, que ressurge como uma força unificada tal como nos velhos tempos. Como vimos, isso está de acordo com a descrição de João, que liga a «Grande Babilônia» a Roma.
 
Se isso é verdade, significa que o anticristo vem da Europa, mas não da Europa atual, e sim de uma Europa unificada como um grande império – da mesma forma que o antigo império romano, do qual a fragmentada Europa atual procede. Como chefe desse império poderosíssimo, ele irá usar o seu poder e influência para fazer alianças com judeus e árabes, restabelecer o culto ao imperador (como exigiam os antigos imperadores romanos) e perseguir todos aqueles que não tiverem a marca da besta, sem a qual não poderão comprar nem vender (Ap 13:16-18).
 
Num cenário altamente tecnológico, centralizador e com forte presença do Estado como esse, Deus terá sido esquecido, o amor de muitos se esfriará e a pretensa atmosfera de «paz e segurança» dará lugar a um fim violento e repentino (1Ts 5:3), do qual só o que perseverar até o fim será salvo (Mt 24:13).

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21 de abril de 2021

200 300 vezes que a alma morre nos originais da Bíblia

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", ainda em construção. Para ler o capítulo completo com a tabela exaustiva com todos os textos de morte da alma, me solicite por e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) que eu envio em anexo.

17 de março de 2021

200 Mateus 10:28 prova a sobrevivência da alma após a morte?

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", ainda em construção. 

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De todas as 858 ocorrências da palavra “alma” nos originais hebraico e grego, a única que os imortalistas reivindicam estar acompanhada de um adjetivo que denota imortalidade (contra centenas dizendo explicitamente o oposto) está em Mateus 10:28, texto que diz: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mt 10:28). A primeira coisa que salta aos olhos de qualquer observador atento é que o único texto usado para dizer que a alma é imortal é justamente um que diz que ela é destruída junto com o corpo no inferno.

18 de fevereiro de 2021

200 O túmulo vazio e as evidências da ressurreição de Jesus


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros. 

2 de fevereiro de 2021

200 A Bíblia é machista? Existe "pecadinho" e "pecadão"?

 



Após muito tempo sem postar nada em meu canal no YouTube, decidi voltar a gravar alguns vídeos, e pretendo postar pelo menos um vídeo novo por semana daqui em diante (mas sem garantir nada). O primeiro vídeo é sobre se a Bíblia é um livro machista, como muitos céticos por aí afirmam: 

18 de janeiro de 2021

200 Alexandre VI, os Bórgia e a degradação do papado


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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31 de dezembro de 2020

200 Santo Antão, o monaquismo e o ascetismo

 


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.
 
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15 de dezembro de 2020

200 Os ensinos de Jesus: Mentiroso, Lunático ou Deus?


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros. 

1 de dezembro de 2020

200 Quando a Igreja Católica tinha três papas: A história do Grande Cisma do Ocidente


*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos de meu livro mais recente – “Os 100 Maiores Acontecimentos da História do Cristianismo” –, que você pode comprar ou baixar gratuitamente na página dos livros.

13 de novembro de 2020

200 Cinco candidatos que eu não vou votar nessa eleição

 

Como estamos há dois dias das eleições, decidi escrever este artigo sobre cinco candidatos que eu não votarei – se possível, de jeito nenhum. Mas calma, eu não vou citar nomes nem fazer uma “lista negra” de candidatos, mesmo porque se este fosse o caso eu seria forçado a falar de bem mais que cinco candidatos. Em vez disso, elencarei a seguir cinco perfis de candidatos em quem eu não votaria, a não ser que fosse para evitar um mal maior. Isso serve tanto para quem está concorrendo à prefeitura como para quem concorre a vereador. Certamente teria muito mais itens a mencionar, mas para não tornar este artigo muito longo e cansativo, preferi elencar os aspectos principais. 

19 de outubro de 2020

200 Estudo completo sobre o estado dos mortos no Sheol

 

*Nota: O artigo abaixo é extraído de um dos capítulos da nova versão do meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma" (ainda em construção). O capítulo em questão inclui uma análise completa de Isaías 14, de Ezequiel 32 e da parábola do rico e Lázaro, que eu deixei de fora neste artigo para não deixá-lo ainda mais exorbitantemente longo. Se você quer ler o capítulo completo, basta clicar aqui que o pdf será baixado automaticamente.