21 de novembro de 2018

91 Por que há menos guerras hoje do que antigamente?



Quando eu era criança, via na televisão os noticiários de guerras (principalmente na Palestina) e tinha a impressão de que nunca antes houve tantas guerras do que no período atual. Ingenuidade pura. Quando comecei a estudar história, me dei conta de que as guerras atuais não representam sequer um número fracionário diante do habitual dos tempos antigos. Independentemente do período que se estude – Idade Antiga, Média ou Moderna, e mesmo boa parte da Contemporânea – uma coisa é sempre uma constante: guerras, guerras e guerras sem parar. Algumas delas são mais famosas, como a Guerra dos Cem Anos (1337-1453). Eu francamente não consigo imaginar dois países civilizados como Inglaterra e França lutando por mais de cem anos nos dias de hoje, mas tal coisa não era nada surpreendente na Idade Média.

Os países do mundo todo lutavam entre si o tempo todo por qualquer coisa. A Europa, que por ser nominalmente cristã deveria dar o exemplo e em teoria ter menos guerras, deixava a teoria em casa e impunha a espada – na maioria das vezes, contra seus próprios irmãos. É virtualmente impossível encontrar algum ano em que o continente estivesse em paz. Embora houvesse aliados por conveniência do momento, eram alianças frágeis, que todos sabiam estar prontas a despedaçarem a qualquer momento. Literalmente todo mundo era visto como um inimigo em potencial – até mesmo seus “aliados”. Um exemplo dos mais icônicos são as cruzadas, que teoricamente seria aquele momento para mostrar ao mundo a “unidade cristã” contra o “infiel pagão”. A Segunda Cruzada foi a «cruzada dos reis», por reunir os três maiores reinos da Cristandade ocidental sob a mesma bandeira: França, Inglaterra e Alemanha. No que isso deu?

Frederico II, o imperador germânico, morreu antes de chegar ao Oriente Médio e todo o seu exército voltou pra casa, provando que sua fidelidade não era pela causa, mas pela nação apenas. O rei inglês Ricardo, o “Coração de Leão”, e Filipe II, da França, continuaram, mas tiveram tantos atritos e contendas entre si que passaram a se odiar ainda mais do que antes. O ódio a Filipe acabou aproximando Ricardo de seu inimigo na guerra, o sultão Saladino, de quem se tornou amigo, e Filipe literalmente abandonou a guerra para voltar à França e tomar os territórios de Ricardo. Quando Ricardo soube disso, voltou também para lutar com Filipe, dando a vitória a Saladino. Essa era a “unidade” da Europa católica – uma unidade abstrata e fantasiosa, que mal servia para manter as aparências.

O período histórico que eu mais estudei foi o século XVI, para a escrita do meu livro sobre a Reforma. O século da Reforma foi, tal como os demais, um século da guerra. O fanático imperador católico Carlos V queria esmagar a Reforma em seus primórdios, mas não podia isso por causa da guerra com a França, do rei Francisco (também católico). Se Carlos submetesse seu império a uma guerra civil contra os príncipes protestantes, seria presa fácil para Francisco, seu inimigo mortal. Por isso teve que condescender até o limite. O papa Clemente VII tinha um exército à sua disposição e pretendia usá-lo contra os reformistas, mas não podia por uma razão muito simples: já estava em guerra contra Carlos, a quem buscava tomar territórios na Itália. Ele se aliou aos turcos e aos franceses contra o imperador do Sacro Império Romano-Germânico (que além da Alemanha, também governava a Espanha, os Países Baixos e muitos outros estados), que deu o troco com o fatídico saque de Roma, quando invadiu a cidade e aprisionou o papa.

A Reforma foi inúmeras vezes “salva pelo gongo” por causa das guerras de católicos contra católicos na Europa, que não lhes permitiam unir forças contra os protestantes. Em um raro cessar-fogo com a França, Carlos conseguiu fazer guerra aos protestantes da Liga de Schmalkalden, na qual combateu pessoalmente, mas quando estava prestes a derrotá-los completamente teve o infortúnio de saber que a França voltou a atacar na fronteira do Rhin. Então pediu a ajuda de seu irmão Fernando, a quem havia deixado o governo da Espanha, mas Fernando não podia ajudá-lo. E por quê? Porque já estava em outra guerra, contra o Império Turco. Então Carlos precisou abandonar a guerra com os protestantes, assinar a contragosto a Paz de Augsburgo (1555) e voltar à guerra contra a França. Foram as guerras, guerras e mais guerras que salvaram a Reforma de uma destruição total.

Somente mais de meio século mais tarde é que os católicos teriam uma ocasião propícia para aniquilar a Reforma, por ocasião da Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), na qual os países católicos se uniram para esmagar os países protestantes. Mas quando estavam quase lá, fracassaram por uma razão: a intromissão da França católica, que, vendo no que isso ia dar, preferiu se aliar aos protestantes para derrotar a Espanha dos Habsburgos, aos quais consideravam um perigo muito mais iminente por sua ânsia de dominação mundial, que ficaria mais próxima com a sujeição de metade dos países da Europa. E assim os protestantes foram salvos mais uma vez por guerras envolvendo católicos contra católicos.

Se eu quisesse apenas listar as guerras do século XVI ficaria o artigo todo só nisso. Houve guerra de setenta anos entre a Espanha e os Países Baixos, houve a famosa guerra da “Armada Invencível” espanhola contra os ingleses, houve guerras infindáveis entre franceses e espanhois com o apoio dos alemães, houve guerras contra os turcos na fronteira com a Ásia, houve guerras civis em diversos lugares, houve guerras de camponeses revoltosos e revolucionários, houve guerras com o Império Inca no Novo Mundo, houve guerras entre otomanos e venezianos, houve guerras italianas envolvendo França e Veneza contra Inglaterra, Espanha e os Estados Papais, houve guerras entre Polônia e Rússia, houve guerras da Confederação Helvética na Suíça, houve guerras entre portugueses e saadianos e mais tarde com os espanhois, houve guerras na Escandinávia envolvendo Suécia, de um lado, e Noruega e Dinamarca, do outro; houve guerras de ducados contra ducados de um mesmo país, guerras de ligas contra ligas envolvendo uma parte de um país contra uma parte de outro país ou do mesmo país, e tudo o mais que você possa imaginar.

Você pode ver uma lista inacabável de guerras aqui, e mesmo assim não compreende a totalidade delas, apenas as mais importantes. São centenas e centenas de guerras, milhares e milhares de batalhas, e isso porque estamos falando de apenas um único continente, em apenas um único século. Mesmo grandes líderes religiosos de seu tempo foram soldados, como Zwínglio (Quando estudamos história, a impressão que temos é que todo mundo da época estava em um jogo de War (se você não conhece, é este aqui) da vida real, com a diferença de que todo mundo tinha um mesmo objetivo: conquistar o mundo. E para “conquistar o mundo” era preciso anexar territórios, razão pela qual estava todo mundo lutando contra todo mundo o tempo todo apenas para tomar territórios do outro, a fim de alargar a extensão do seu império e torná-lo cada vez mais poderoso.

Ninguém estava satisfeito com o que tinha: todo mundo queria sempre mais, e quem não alcançava era somente porque não tinha força pra isso. Por isso as fronteiras eram quase supérfluas, já que o mapa-múndi mudava todos os anos, e da noite para o dia um território de um país poderia se tornar de outro país, ou se tornar independente, ou ser simplesmente exterminado mesmo. À semelhança do jogo “War”, onde os jogadores começam o jogo colocando cada peça em um território à sua escolha, os países mais poderosos da Europa partilharam um continente inteiro entre si, como ocorreu com a África, cujos territórios foram delimitados pela Conferência de Berlim (1884-1885) a fim de evitar novas guerras por terras dali:



Agora compare tudo isso ao nosso século XXI. Eu apostaria que se um homem dos séculos passados ressuscitasse nos dias de hoje e se deparasse com o estado atual do mundo, ele tomaria um susto. Não um susto por ver muitas guerras, mas justamente por não vê-las. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a Europa passa por um período de quase um século de paz – algo excepcionalmente incrível e realmente inacreditável se comparado ao costume antigo. Nós não temos uma guerra aqui desde a Guerra do Paraguai (1864-1870), que faz mais tempo ainda; a África sofre com surtos de guerras étnicas aqui ou ali, mas está muito mais pacificada hoje do que antes; a Oceania dorme tranquila com os cangurús, a América está melhor do que nunca, e na Ásia não vemos mais os eternos confrontos bélicos entre Japão e China, ou entre as Coreias. Até a Rússia “sossegou” um pouco.

Hoje as guerras são muito mais pontuais e esporádicas do que em qualquer outra época. Há intervenções feitas em alguns países com a razão (ou pelo menos o pretexto) de se combater o terrorismo, mas ninguém qualifica essas intervenções como uma guerra contra “o país” em si, mas sim contra facções terroristas instaladas dentro do país (como ocorreu no Iraque e no Afeganistão contra a Al-Qaeda, e com o ISIS na Síria). É um caso semelhante à guerra contra o tráfico e o crime organizado, tão presente no Brasil, principalmente no Rio e em São Paulo. Até no caso de Israel vs Palestina não é um confronto contra o país em si, pelo menos no que compete a Israel, que se quisesse já teria eliminado os palestinos do mapa há muito tempo (com tecnologia e recursos infinitamente superiores que possui), mas sim contra grupos radicais islâmicos antissionistas que se instalam nos governos desses países com uma postura hostil (especialmente o Hamas). Em outras palavras, o tipo de guerra que ainda acontece hoje, em uma medida muito menor do que já foi, é uma guerra contra o terrorismo, e não mais guerras contra países.

O fato é que guerras de “país contra país” tem se tornado cada vez mais raras, ainda mais por razões territoriais. Pela primeira vez na história, podemos dizer que temos um mapa-múndi que provavelmente não se tornará totalmente obsoleto daqui dez anos. Pela primeira vez na história, podemos dizer que os governantes de cada potência estão mais preocupados em governar seu próprio país do que em governar os demais. Pela primeira vez na história, podemos falar em verdadeiros aliados, em vez de inimigos potenciais e iminentes. Pela primeira vez na história, temos a democracia consolidada em quase todo o mundo ocidental, em vez de uma família se perpetuando no poder, cuja dinastia é odiada por todos e atrai a hostilidade de todo mundo. Pela primeira vez na história, vemos o discurso diplomático realmente prevalecendo na maioria dos casos, quando antes a opção no 1 era sempre a guerra, e a diplomacia vinha depois da rendição.

Eu procurei entender as causas, motivos, razões ou circunstâncias que levaram o mundo a este rumo tão abruptamente distinto, e a primeira resposta que me veio à mente foi a tecnologia. Antigamente, um senhor feudal não tinha literalmente nada para fazer a não ser a guerra. Por isso, nas poucas vezes em que um país estava livre de guerras oficiais, os nobres se organizavam entre si para torneios amistosos, que de “amistoso” mesmo não tinha nada. Esses torneios eram simulações reais de guerras reais (com estratégias de cerco, táticas de guerra, prisões e mortes), e não raras vezes centenas de pessoas morriam nesses confrontos. Ou seja, a ociosidade da nobreza a levava a buscar a única coisa que sabiam fazer e que mais gostavam – a guerra. A guerra era para eles o que um vídeo-game é para um adolescente e as férias na praia são para um adulto.

Hoje nós temos entretenimento de sobra – internet, vídeo-game, televisão, rádio, revistas, músicas de tudo o que é tipo, esportes que não acabam mais, futebol (que está acima da categoria “esportes”), jogos eletrônicos ou de tabuleiro, parques, circos, whatsapp, academia, livros (disponíveis a todo mundo, e não somente a uma elite intelectual), bares, cinema, viagens de avião para lugares que nunca sonhamos estar, orquestras e concertos musicais, exposições artísticas, teatros, talk shows, shopping center, zoológico, quadrinhos, festas, piquenique, museu, youtube e blogs como este, que ou não existiam nos séculos passados, ou existiam de forma limitada, para uma quantidade muito limitada de pessoas. Ou seja, hoje temos muito mais formas de passatempo, lazer e entretenimento do que em qualquer outra época, o que torna a vontade de fazer guerra muito menos atraente em comparação à vontade de passar o fim de semana inteiro assistindo The Good Place na Netflix.

Mas embora este raciocínio faça sentido, ele está longe de responder tudo, porque é a própria ausência de guerras que permite que essas coisas sejam possíveis em larga escala. Se o mundo vivesse hoje no mesmo ritmo de guerras infindáveis que antes, ninguém teria tempo e nem dinheiro para assistir Netflix ou ir ao cinema – estaríamos em um tenebroso campo de batalha – e a força produtiva hoje utilizada para proporcionar a tecnologia e o conforto que possuímos seria totalmente direcionada para as guerras. Em tempos de guerra, quase todo o investimento de um país é direcionado às Forças Armadas, em detrimento da ciência e tecnologia. Compra-se muito mais armas de todos os tipos, alista-se muito mais gente (deixando a indústria sem a devida mão-de-obra), grande parte das cidades são literalmente destruídas por bombas, uma quantidade imensurável de vidas se perdem, e o constante clima de pânico e terror neutraliza as pessoas comuns para qualquer tipo de atividade prazerosa.

Em outras palavras, de modo algum teríamos coisas como televisão ou internet se o ritmo de guerras permanecesse o mesmo de antes. Em vez disso, se conseguíssemos sobreviver, tendo alguma coisa pra comer, já estaríamos no lucro. Não sobraria recurso nenhum para algo a mais, assim como não sobrava nada para as pessoas do passado. Então embora a tecnologia e o entretenimento possam explicar em partes essa nova realidade que vivemos, isso não explica tudo, porque é mais uma consequência da ausência de guerras do que uma causa propriamente dita, embora de certa forma cada uma puxe a outra.

O fato puro e simples é que a sociedade, apesar de tudo (e esse “tudo” não é pouca coisa), tem se tornado mais madura com o tempo, inclusive para aprender que a guerra geralmente prejudica ambas as partes – o que inclui o lado vencedor, que perde vidas e desperdiça recursos –, sendo sempre melhor procurar uma conciliação por vias diplomáticas, mesmo quando precisa condescender bastante. Isso contrasta com a visão que geralmente se tem da modernidade e da antiguidade. Muitos, como eu quando criança, imaginam o homem moderno como mais imaturo, volúvel e incivilizado em comparação aos supostos “sábios” de antigamente. A imagem que temos do passado é distorcida pela repulsa que temos dos erros do presente, o que cria a ilusão de que o mundo já foi alguma vez melhor do que é hoje.

Cúpulas internacionais do tipo que comumente ocorre em nosso tempo, reunindo em um mesmo lugar os maiores e mais poderosos líderes mundiais (gente como Trump, Macron, Merkel e Theresa May), que antes eram impensáveis a não ser para assinar tratados de rendição ou de partilha da África, hoje são comuns e amistosas. Há menos de cem anos seria inimaginável pensar no líder inglês (Winston Churchill) cumprimentando em clima amistoso o líder alemão (Adolf Hitler), mas isso é hoje comum. Há menos tempo que isso era impensável uma cena do tipo entre um presidente americano e um líder soviético da URSS, mas hoje Trump e Putin são acusados até de conluio. Há pouquíssimo tempo ninguém pensava que Trump e Kim Jong-un partilhassem a mesma mesa, mas isso se tornou realidade este ano. Também seria acusado de louco alguém que dissesse esperar um encontro histórico entre o presidente americano e o ditador cubano, mas ele ocorreu em 2016, entre Obama e Raúl Castro. E neste ano Kim Jong-un se tornou o primeiro ditador norte-coreano a cruzar a fronteira e se reunir com o presidente sul-coreano amigavelmente, o que até pouco tempo ambas as Coreias concordariam que era uma coisa incogitável e utópica.

Mas o mundo está evoluindo, e com ele as relações diplomáticas. Está cada vez menos difícil imaginar dois países inimigos mantendo uma relação diplomática em tom amigável, mesmo quando tem fortes desavenças políticas e ideológicas um com o outro. O único passo que falta acontecer – e que ainda permanece sendo considerado “loucura” – é a pacificação da região palestina, entre Israel e os árabes. Mesmo com todos os exemplos recentes, ainda pensamos que isso está há anos-luz de se tornar realidade. Mas quando ocorrer, será a cereja do bolo da “paz mundial”, que necessariamente sobrevirá no período que antecede a grande tribulação.

Tudo o que acontece hoje a Bíblia já predizia lá atrás. Paulo disse que “quando disserem «paz e segurança», então virá repentina destruição” (1Ts 5:3). Ou seja, haverá um período de «paz mundial» que deverá preceder a grande tribulação, que é exatamente o rumo para o qual o mundo caminha. Isso também está de acordo com o entendimento dispensacionalista do Apocalipse, que acredita que haverá uma paz selada entre judeus e muçulmanos, cuja coroação máxima será a construção do terceiro templo judaico ao lado da mesquita muçulmana de Omar (o Domo da Rocha), como um símbolo dessa união. Mas sabemos que isso não durará muito tempo, e será apenas um prelúdio do fim. Quando todos pensarem que o grande sonho da paz mundial está enfim consolidado, todos os problemas do mundo moderno explodirão como um barril de pólvora, para provar que a humanidade longe de Deus jamais será boa o bastante – exceto a seus próprios olhos, comparando-a consigo mesma.

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91 comentários:

  1. Artigo excelente como sempre. Por coincidência essa semana eu tinha pensando sobre isso e chegado a mesma conclusão dos dois últimos parágrafos.
    Você escreveu que em tempos de guerras os países não investem em tecnologia, mas em tempos de guerras como a Primeira e a Segunda Guerra Mundial os países investiram muito em tecnologia de guerra, inclusive muitas tecnologias que temos hoje surgiram na Segunda Guerra Mundial. Exemplo: O computador foi criado no período da Segunda Guerra Mundial. Então apesar disso, como você escreveu "Se o mundo vivesse hoje no mesmo ritmo de guerras infindáveis que antes" não poderíamos desfrutar dessa tecnologia.

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    1. De fato, tecnologia de guerra sim, mas me referia ao tipo de tecnologia que tem como propósito gerar conforto às pessoas. Provavelmente se a Segunda Guerra Mundial não tivesse acabado (ou se tivesse sido sucedida por outras muitas guerras mundiais em sequência) o computador permaneceria sendo uma "estratégia de guerra", monopolizado por uma minoria da minoria, com fins puramente militares (mesmo porque os americanos não iriam querer que os russos tivessem acesso à mesma tecnologia no contexto de uma guerra, e vice-versa).

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    2. https://youtu.be/CcfuDyLDrBs

      As informações são verdadeiras?

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    3. Pode até ser que ele pessoalmente nunca tenha dito isso, mas que os governos keynesianos tem feito isso há muito tempo, isso é fato. Isso porque a lógica keynesiana é de aumentar gastos em tempos de recessão, o que só pode ser feito mediante aumento de impostos, empréstimos ou impressão de dinheiro (todas elas muito aplicadas pelos governos de esquerda).

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  2. O império romano (do passado) Teve território na Alemanha atual?e na Inglaterra?

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    1. Chegou sim, você pode ver nesse mapa:

      https://4.bp.blogspot.com/-yhtOFqI5eAo/VtIRkrK7DxI/AAAAAAAACao/1urEiwsLY0w/s1600/ROMA.PNG

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  3. Lucas em apocalipse 18 fala da relação comercial da Babilônia mas a igreja católica é uma instituição religiosa não comercial.Me explique por favor.

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    1. A Babilônia é um sistema religioso e político, não apenas religioso. A Babilônia (Roma) da época de João era o Império Romano, que foi sucedido pela Roma papal. Além disso a Igreja Católica foi por muito tempo um Estado além de uma Igreja; o papa era literalmente um monarca absolutista, que governava diretamente os Estados Papais, onde havia comércio e tudo o mais, igual qualquer outro estado (embora hoje possua apenas o pequeno Estado do Vaticano).

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  4. Muitos dizem que o governo dos últimos tempos sera de direita pois em apocalipse 18 diz que ela tem ótimos produtos e bastante comercial mas nos governos socialistas são muito ruins ou muito caro e anti livro comércio.Como ela pode ser de esquerda?OBS Não sou de esquerda

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    1. Mas a Babilônia não é o sistema do anticristo, a Babilônia é a prostituta que o anticristo vai destruir, como narrado no cap. 18 e também aqui:

      "A besta e os dez chifres que você viu odiarão a prostituta. Eles a levarão à ruína e a deixarão nua, comerão a sua carne e a destruirão com fogo, pois Deus colocou no coração deles o desejo de realizar o propósito que ele tem, levando-os a concordarem em dar à besta o poder que eles têm para reinar até que se cumpram as palavras de Deus" (Apocalipse 17:16-17)

      Ou seja, o governo da besta é comunista, mas a Babilônia não.

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  5. Tenho uma pergunta para você. Recentemente os países ricos e majoritariamente cristãos como os países Europeus e Americanos tem estado com uma taxa de fertilidade cada vez menor, ao mesmo tempo, os países de maioria muçulmana (religião da paz) tem um crescimento populacional muito alto se comparado aos países cristãos, tanto que algumas fontes mostram que o islamismo será a maior religião do mundo:

    https://www.google.com.br/amp/s/oglobo.globo.com/sociedade/religiao/islamismo-sera-maior-religiao-do-mundo-em-2070-diz-estudo-20998454%3fversao=amp

    Então eu lhe pergunto, como podemos agir de forma a impedir que o crescimento da religião da paz nos afete? Pode ser na base do fuzil, helicóptero, gulag ou câmara de gás, ou tem que ser um meio pacífico?

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    1. Tem que ser um meio pacífico, a não ser que sejamos atacados pessoalmente, e neste caso poderíamos usar o direito da autodefesa (legítima defesa). Mas isso não deve acontecer porque o perfil dos muçulmanos europeus está cada vez mais secularizado, sofrendo o mesmo processo que afetou os cristãos há um século atrás. Eles já não tem mais tantos filhos como antes e a tendência é serem englobados pela globalização, em vez do contrário. Por isso há tanta diferença entre um muçulmano europeu (ex: Zidane) e um do Oriente Médio, diferenças culturais inclusive. Quanto mais a globalização avançar, maior será a tendência dos muçulmanos mergulharem nela; as próprias facções terroristas entre eles são uma reação a isso, de uma minoria de reacionários que não querem que a sociedade deles mude de jeito nenhum. Por isso geralmente os atos de terrorismo na Europa vem de muçulmanos que imigraram recentemente (ou de refugiados), e não de muçulmanos que já vem de famílias fixadas na Europa, ou seja, que já nasceram lá e foram criados naquela cultura.

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  6. Avalie https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/21/opinion/1542809746_443796.amp.html

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    1. Esse cara já comentou por mim:

      https://www.youtube.com/watch?v=pIDfEz0m4rc&t=515s

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  7. Poxa que artigo cheguei arrepiar. acho que vou chorar

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  8. Lucas Isso aqui é Verdade??
    https://www.facebook.com/arminianismodazueira/photos/a.464694640344035/1617318698414951/?type=3&theater

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    1. Sim, eu abordo isso no capítulo 4 do meu livro sobre a escravidão.

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  9. Palmas Cabra Macho, um grande Macho Alfa, texto espetacular... uau!! feliz a mulher que te amamentou!!!

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  10. Lucas existe alguma profecia bíblica referente a estes últimos 2000 mil anos de história? Porque sempre que eu vejo sobre profecias se refere apenas aos "7 anos finais" e já la pro finalzinho da história, mas eu considero estranho a bíblia narrar tudo desde Adão até os apóstolos, e então ela já parte pro fim da história humana pulando uns dois milênios quase.

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    1. Ten profecias que se cumprem neste meio-tempo também, principalmente aquelas de Daniel e do Apocalipse, eu as abordo neste artigo:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/09/seria-uniao-europeia-o-novo-imperio.html

      Em Mateus 24, Jesus cita uma série de coisas que aconteceriam no período entre a sua morte e o início da grande tribulação, as quais já se cumpriram em grande parte. Mas de forma geral, eu concordo que a Bíblia tem mais profecias sobre o fim dos tempos do que em relação a este período intermediário, mas isso se deve ao fato de que este tempo final é o "clímax" da profecia, como o desfecho final de uma grande série.

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    2. Há profecias sim para hoje como apostaria e heresias a igreja,Mundo iníquo com pecados chegado a perversidade de Sodoma e Gomorra,restituição do estado de Israel e Falso Messias e profetas,amor se esfriado e etc

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  11. Eai Lucas, tem uma pergunta que constantemente os ateus fazem, que é:
    - Se Deus cura realmente as pessoas, por que ele não cura aquelas que não tem uma perna ou um braço?
    - Por que não dá o direito dessa pessoa voltar a ter esse braço ou essa perna?

    Agradeço desde já!

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    1. Olha não sou o Lucas mas a lepra apodrecia os membros do corpo.

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    2. Eu respondo a isso na página 127 do meu livro "Deus é um Delírio?" (disponível na página dos livros, link abaixo):

      http://www.lucasbanzoli.com/2017/04/0.html

      Há também uma resposta para isso aqui:

      https://www.gotquestions.org/Portugues/Deus-cura-amputados.html

      Abs!

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  12. Parabéns excelente artigo, acredito que além da ociosidade, a falta de intimidade com Deus também leva o homem a cobicar cada vez mais posses e poder e o leva a fazer guerras, hoje a Europa em sua maioria continua distante do real evangelho se na Idade Média se entregavam ao catolicismo, hoje é ao ateísmo e ao agnosticismo, mas a cultura protestante instalada em alguns países europeus trouxe de herança o pacifismo, principalmente na Holanda e nos paises nórdicos que quase não se envolveram nas guerras mundiais.

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  13. Banzolao já li algujas teorias de que haveria guerra durante a reconstrução do terceiro templo, a Mesquita de Omar seria destruída para o templo ser reconstruido, mas vc acha mais provável construírem o templo ao lado sem destruir a Mesquita?

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    1. Existem as duas teorias, de que a mesquita seria destruída para dar lugar ao templo judaico (os judeus ortodoxos literalmente creem que um terremoto sobrenatural irá destruir a mesquita para eles construírem o templo em seu lugar) e a de que o templo seria construído ao lado da mesquita. Mas considerando o cenário de paz mundial descrito no Apocalipse e o fato de que o anticristo conseguirá enganar a ambos (judeus e muçulmanos, que também acreditam em uma espécie de "messias" no fim dos tempos, que eles chamam de Mahdi, e que será o mesmo "messias" dos judeus e anticristo para os cristãos), torna-se muito mais provável a segunda hipótese, que eu defendo no artigo. Ou seja, o anticristo consegue de alguma forma a paz entre judeus e árabes, consolida essa paz com o templo ao lado da mesquita, se torna o Messias de ambos, e então passa a mostrar sua verdadeira face, profanando o templo e iniciando a perseguição.

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  14. Excelente, em especial o final onde voce mostra que, embora a ausência de guerras seja uma coisa boa em si, no fim darão com os burros nágua devido ao humanismo exacerbado.

    [ ]s

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  15. Engraçado que os ateus dizem que países como Suécia são bons por serem ateus, o que não faz nenhum sentido. Não foram ateus que tornaram este pais bom, foi exatamente o contrario, foi o fato destes países serem bons que fez com que os ateus crescessem. É fato que grande parte das pessoas busca inicialmente Deus pela necessidade, por isso países que estão em situações difíceis são muito mais religiosos, quando o pais esta uma maravilha e a ciência do pais é avançada (que aparenta dar ao homem o poder de descobrir tudo) ai sim os ateus crescem. A civilização ocidental dos últimos séculos, influenciado pelo protestantismo, liberalismo econômico, estado laico etc, criou o mundo de hoje, e então os ateus começaram a aumentar, e não o contrario. Na verdade, quando ateus tentam criar uma nação de ateus, acabam criando ditaduras terríveis e sanguinárias, que nem preciso citar quais são. Portanto, o crescimento do ateísmo nos dias de hoje, devido ao bem estar destes tempos, a apostasia que a igreja sofre alem das falsas crenças que estão aumentando dentro de todas as igrejas, e o crescimento das politicas "progressistas" esta fazendo com que os ateus aumentem, e um destes ateus (o anticristo) ira tentar impor isso ao mundo todo (através de uma ditadura semelhante a comunista) e ai sim veremos o grande sofrimento da tribulação e toda a perseguição feita a judeus e cristãos.

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  16. Você acha que existe a possibilidade de os jesuítas governarem o mundo por debaixo dos panos?
    Eu estava vendo umas palestras do Walter Veith que um leitor do teu blog tinha comentado sobre ele em um outro artigo, e o Walter Veith fala isso, que os jesuítas controlam o mundo por debaixo dos panos.

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    1. isso são apenas teorias da conspirações, também existe a que sionistas dominam o mundo, que nazistas dominam o mundo, que reptilianos dominam o mundo e assim vai. Segundo a bíblia o mundo desde Adão é governado por Satanás, que é a mentira, e os homens cegados por toda a mentira, principalmente a mentira de que não tem Deus e o homem pode se tornar deus, praticam as coisas terríveis que causam grande sofrimento a todos nós. Colocar a culpa toda em uma classe de pessoas que supostamente dominam o mundo secretamente e que são culpadas por toda a desgraça da humanidade é tirar a culpa de todos nós, todos nós em um momento de nossas vidas, somos cegados pela mentira e fazemos aquilo que desagrada a Deus e que prejudica a nós mesmos.

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    2. Não existe "possibilidade" é fato, e quem discorda é muito infantil, os Jesuítas causaram todas as Guerras do mundo de 1500-1945(veja que eles apoiaram o Nazismo, e o Papa Pio 12 criou o Partido Nazista!)dos continente Europeu e Americano.

      Os "Jesu"ítas são os ponta de lança da Maldita Prostituta Romana, a ICAR criou também o Islamismo, e uma prova disso é que hoje ela é sua maior apoiadora Ecumenica! o "papa" "Jesu"ita beijou os pés de Mulçumanos terroristas, religião que os antepassados dele criaram!!! não apenas isso, mas hoje quem é o maior anti-semita do mundo? resposta rápida, a Icar! ela criou o Partido Nazista, isso foi provado por Veith, ela apoiou Hitler, isso foi provado por Veith e Rivera! o comunismo não passa de outra arma Católica que convenientemente é uma junção de tudo que o dêmonio Romano apoia! igualdade...
      vamos lembrar que Marx era Jesúita treinado!!!
      Voltaire se inspirou nas missões jesuítas do Paraguai, outro proto socialista
      quem os Jesuítas não gostam eles matam, foi assim com Alberto Riveira, eles são mestres em assasinato, mataram Licoln e hoje comandam uma teocracia Católica nos EUA, que só e´protestante no povo infelizmente pois o alto escalão é Jesuíta, então complementando, sim, os "jesu" itas(ou devo dizer hititas) são a ponta de lança desse sistema de coisas

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    3. Eu não sei se os jesuítas comandam o mundo ou não, mas em caso positivo eles devem ser bem incompetentes, já que o número de católicos cai vertiginosamente em quase todo o mundo. A não ser que a intenção deles seja outra coisa ainda pior que a conversão ao catolicismo.

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    4. Lucas, os católicos caem nos EUA? Dos últimos gráficos que eu vi reparei que eles estão muito mais estáveis que os protestantes, com os protestantes tendo caído 11% de 72 até 2010, e os católicos apenas 1%. Os gráficos que eu vi da Irlanda do Norte também mostram os católicos crescendo e protestantes caindo.

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    5. Eu não sei qual é esse dado de 1972 que você viu, mas o que consta no Anuário Eclesiástico Americano de 1973 (disponível no livro "Iglesia y religión en los Estados Unidos y Canadá", de José Luis Mora Mérida, página 193) aponta 66% de protestantes para 25% de católicos. Nos dados mais recentes (de 2016) são 51% de protestantes para 20% de católicos:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_nos_Estados_Unidos

      Em termos proporcionais, os protestantes caíram 22%, e os católicos caíram 20%. Devemos lembrar que os EUA é em disparado o país que mais recebe imigrantes no mundo, são milhões e milhões de pessoais que para lá imigram todos os anos (seja legalmente ou ilegalmente), a grande maioria delas católicas, vindas de países da América Latina (principalmente da América Central). Só hoje existem 43 milhões de imigrantes habitando o país, sem falar que dos que sobram grande parte são descendentes de imigrantes que já nasceram lá. Ou seja, pela quantidade imensa de imigrantes católicos que o país recebeu seria de se esperar que o número de protestantes caísse e o de católicos crescesse bastante, mas em vez disso os dois caem praticamente na mesma proporção. Ou seja, mesmo com milhões de católicos entrando nos EUA todos os anos ainda assim o número de católicos lá cai na mesma proporção que o número de protestantes.

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    6. O Walter Veith acredita que o paganismo nunca morreu (o que concordo) que a religião católica e algumas correntes protestantes mantém o culto aos deuses pagãos de forma secreta e disfarçada através de várias doutrinas, a dos santos é uma delas.

      Ele diz que a intenção dos Jesuítas, que estariam no comando do Vaticano e de várias sociedades secretas, é fazer com que o mundo cultue, nem que seja de forma inconsciente, os Deuses pagãos que seriam as mesmas entidades com nomes diferentes em várias culturas. Tais entidades nada mais seriam do que Satanás e os anjos caídos que teriam trazido o engano às civilizações antigas.

      Ele defende que o embate entre a Babilonia espiritual e a Israel espiritual está tão vivo quanto nos tempos antigos e que tudo está ligado às questões legais da adoração a falsos deuses tão combatida por Deus.

      A síntese do objetivo jesuíta seria seria sempre contrapor o mundo em dois extremos para que, do atrito entre as ideologias, a manipulação das massas fosse mais eficaz após o resultado desses embates. O final de tudo isso seria a aceitação do sincretismo religioso, do humanismo e a revitalização do culto aberto a todos os deuses e em um Jesus diferente do que nos foi apresentado.

      Confesso que acho muitas coisas que ela fala bem exageradas, mas acho que há coisas que podem ser retidas e levadas em consideração para analisarmos os cenário escatológico atual. Inclusive, ele compartilha de algumas visões já apontadas aqui pelo Lucas, principalmente em relação ao papel a União Européia.

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  17. Acho que o general dos jesuítas é o falso profeta

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  18. Oi mestre.
    "vontade de passar o fim de semana inteiro assistindo The Good Place"... uahahaha...
    Onde a bíblia diz que a coroação será a construção de um templo ao lado da mesquita de Omar?
    Abç.

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    1. =)

      A Bíblia não diz de que modo o templo será reconstruído, só diz que será. Como existe uma mesquita naquele lugar, só existem duas possibilidades: ou a mesquita será destruída ou o templo será construído ao lado. Mas considerando o cenário de paz mundial descrito no Apocalipse e o fato de que o anticristo conseguirá enganar a ambos (judeus e muçulmanos, que também acreditam em uma espécie de "messias" no fim dos tempos, que eles chamam de Mahdi, e que será o mesmo "messias" dos judeus e anticristo para os cristãos), torna-se muito mais provável a segunda hipótese, que eu defendo no artigo. Ou seja, o anticristo consegue de alguma forma a paz entre judeus e árabes, consolida essa paz com o templo ao lado da mesquita, se torna o Messias de ambos, e então passa a mostrar sua verdadeira face, profanando o templo e iniciando a perseguição.

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  19. Lucas, tú poderia analisar um vídeo daquele charlatão do Fábio Sabino, onde ele afirma que Mateus 28:19 n representa a Trindade e q na concepção dele o batismo n era pra ser realizado daquele jeito?

    Link do video: https://youtu.be/ilfbv40B9JE

    Graça e Paz

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    1. Essa tese de que Mt 28:19 é uma adulteração é bem sem base, recomendo este artigo do "e-Cristianismo" que responde a isso com propriedade:

      http://www.e-cristianismo.com.br/teologia/apologetica/mateus-28-19-uma-investigacao-critica-textual.html

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    2. Onde está seu artigo sobre isso ?

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    3. Eu não tenho artigo sobre isso, citei o do e-Cristianismo.

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  20. Banzolao hoje tava lendo uma notícia de que a bancada evangélica indicou um nome para o ministério da educação, o Guilherme Schelb mas o Bolsonaro preferiu um olavista, você antes tinha comentado que nao achava que o Bolsonaro fosse totalmente submisso ao astrolavo, mas ele já indicou dois ministros com sucesso

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    1. Talvez eu tenha me enganado sobre isso, infelizmente.

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    2. Eu pensei que o Bolsonaro não seria um fantoche do astrolavo, mas infelizmente é.

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  21. Acho inclusive um erro estratégico do Bolsonaro ele privilegiar mais os olavistas que os evangélicos, já que os evangélicos deram muito mais votos a ele, não é?

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  22. Lucas! E as armas nucleares ! Elas colaboram para diminuir as guerras ? Visto o tremendo poder de destruição. O que torna o envolvimento em guerras ,muitíssimo mais perigoso. Já que vai destruir tudo mesmo, melhor não envolver numa guerra. Sobram guerras de pobres como na Síria.

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    1. Com certeza, mas deve-se ressaltar que mesmo as "guerras de pobres" existem em muito menor quantidade hoje do que antes.

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  23. Como vai, Lucas? Gostaria de saber sua opinião sobre esse artigo:

    http://www.onegreenplanet.org/animalsandnature/human-intelligence-versus-whales-and-dolphins/

    Já deixando minha opinião, eu achei bem tendêncioso

    Deus lhe ilumine!

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    1. Essa coisa de que os golfinhos são mais inteligentes que os humanos já foi refutada há muito tempo (a não ser que o "humano" em questão seja um Orvalho de Baralho ou um "conde" da vida, neste caso eu estou propício a aceitar o argumento em favor dos golfinhos).

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  24. Meu grande amigo Lucas Banzoli, venho através desta lhe pedir mil desculpas por interromper o fluxo de tão importante Artigo.

    Gostaria que, por gentileza, vossa senhoria me permitisse postar aqui algo de muita relevância em torno do assunto “Jerusalém que reina sobre os reis da terra e reis da terra submissos ao rei de Jerusalem”.

    Esse é um texto interessantíssimo, endereçado ao vosso amigo Cristiano Macabeus. Esse mesmo Macabeus que tem imenso respeito pelo Cardeal Ratzinger, o Ex Papa.

    Veja o comentário do Ex Papa Joseph Ratzinger relacionado ao domínio mundial dos reis de Israel sobre outros povos.

    Ratzinger, em sua “Introdução ao Cristianismo”, pag 100,101 (Edição em PDF), diz algo inacreditável. Veja em que contexto Ratzinger introduz a palavra piada:

    “Havia sentido, quando, à entronização do faraó ou do rei da Babilônia, se lhes declarava: “Os povos pertencem-te por herança, o mundo é teu; governá-los-ás com vara de ferro, quais vasos de argila poderás despedaçá-los”. Tal linguagem correspondia às pretensões de domínio mundial daqueles monarcas. Quando um texto assim, cheio de sentido em se aplicando aos reis do Egito ou da Babilônia, passa a ser usado com referência ao rei de Sião, transforma-se em pura ironia, pois os reis da terra não tremem diante dele, sendo bem o contrário o que sucede. E o domínio mundial expresso pelos lábios de um mísero príncipe de terceira classe, como o rei de Sião, quase deveria parecer uma piada”

    Não era o rei de Jerusalém quem estava no topo, mas o Rei de Babilônia era o rei de toda a terra:

    “Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu tem dado o reino, o poder, a força, e a e a glória”, Daniel 2:37.

    Vamos Banzoli, gargalhe. Enche os pulmões e morra de rir!

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    1. Alon pra vc refutar o macabeus vai ter que fazer uma super produção ele vai ficar com inveja e aí da as caras

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  25. Olá, pessoal! Venho aqui para deixar uma reflexão pessoal. Ao ler um artigo(linkarei ele no final), eu pensei em algumas coisas: Parece que a inteligência tem uma carga mais forte genética do que ambiental; ai eu pensei algumas coisas meio bizarras, como: se uma pessoa não consegue entender o evangelho, já que ela é burra por natureza, ela estaria fora do paraíso? Mas ai eu pensei bem e chequei a conclusão de que até mesmo uma pessoa burra pode ser extremamente moral(assim que também tem umas imorais também), e uma pessoa ao estilo Einstein que são bem imorais(assim como existe umas morais também); isso é, inteligência não tem muito a ver com moralidade, embora alguém mais inteligente consiga dar bases lógicas convincente para ser moral.

    A conclusão que chequei é que Deus é o único mais capaz de julgar individualmente do que nós humanos, e que Ele leva em conta nossas limitações físicas, genéticas, etc.

    https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2018/11/05/para-neurociencia-inteligencia-tambem-e-genetica-e-cresce-a-cada-geracao.htm

    Deus lhes ilumine!

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    1. Concordo totalmente, eu também não vejo relação direta entre a inteligência e a moral. Muitos dos mais inteligentes são também os mais imorais e vice-versa. Não existe uma correlação, como também não há uma correlação entre inteligência e salvação (muitos dos que são mais "sábios" aos olhos deste mundo são verdadeiros sofistas com filosofias que se distanciam largamente da verdade, ou que a distorcem em grande parte). Essa é a graça da salvação: é pela graça.

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  26. Avalie:
    https://direitasja.com.br/2013/07/16/por-que-eu-nao-sou-monarquista/

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  27. Olá novamente, Lucas! Estou aqui para pedir alguns esclarecimentos sobre algo que você comentou em janeiro desse ano, no artigo "A venda de indulgencias até a época de Lutero"(quase 1 ano pra pedir isso... eu realmente sou lento). Vamos lá!: Em meu comentário, eu perguntei, basicamente, se você já viu um milagre face a face, e sua resposta foi assim= "Já vi sim, principalmente de pessoas com problema de coluna que ficavam com um braço menor do que o outro, e na hora da oração o braço menos crescia e se esticava até ficar do tamanho do outro. Aconteceu com a minha mãe mesmo, de lá pra cá ela nunca mais teve esse problema."

    Vamos por partes agora; Pessoas com problema de coluna que ficavam com braço menor que o outro? Eu não tenho certeza total, mas acho que um problema de coluna não deixa um braço menor que o outro, pelo que pesquisei. E o que realmente sua mãe sofreu? Ela foi curada do braço menor que o outro ou do problema de coluna? Pelo que entendi, seria o problema de coluna, pois acho que "de lá pra cá" se refere a algo cronico, e um braço que ficou do tamanho do outro não é algo que ocorre com frequência.

    Acho que é só isso mesmo, tirando alguns erro de português, mas isso é algo mínimo e não atrapalhou meu entendimento no geral.(não que eu não cometa erros de português também xD)

    Gostaria de lembrar que isso não é um desafio ou algo para zuar você; estou sendo serio e querendo entender mesmo, mas mesmo assim, você não tem nenhuma obrigação de esclarecer.

    Deus lhe ilumine!

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    1. Creio que se refere a essa doença aqui:

      https://www.dicasdemulher.com.br/sinais-escoliose

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    2. Eu pensei que você estava se referindo a mais ou menos do jeito que trata esse artigo que vai estar no final do comentário, e não pensei que você estava falando de escoliose.

      http://www.criancaesaude.com.br/especialistas/drmrangel/encurtamento-do-braco-em-criancas-e-as-consequencias/

      Deus lhe ilumine!

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    3. Sei que ao ler esse comentário você vai pensar: "mas o quê é isso? Um interrogatório?". Embora minha intenção aqui não é de tentar dar "exposed" em você, e sim de entender um pouco melhor.

      Dito isso, vamos começar: a escoliose, pelo que sei e li(inclusive o artigo que você linkou) não está relacionada a um membro ser "cotoco"(isso é, por exemplo: ter um braço mal formado ao ponto de ter somente uma mão colada ao ombro sem um braço virtualmente) em relação ao outro; isso é mais uma imprenssão do que algo real.

      Novamente, não ficou claro se sua mãe ficou curada da escoliose ou do braço "cotoco"(com todo o respeito). Eu estou insistindo nisso pois estou curioso; nunca vi um milagre cara a cara, e acho que fico um pouco curioso de mais para ver um(talvez por isso que nunca vi ><')

      Enfim...

      Deus lhe ilumine!

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    4. Eu não me lembro se era escoliose (penso que sim, pelo que eu pesquisei), mas era algo que deixa a coluna encurvada e que como consequência disso não há um perfeito alinhamento entre as mãos e os pés entre si. Mas quando a coluna é curada, aí o alinhamento volta. Não se trata do próprio membro do corpo em si (o braço) ser "cotoco", mas sim da consequência do encurvamento da coluna.

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  28. Tenho uma duvida com relação as pragas do Egito. Eu fiquei pensando: Será que isso não foi algo que torturou egípcios inocentes que não tinham nada a ver com Deus x Faraó? Tortura? Essas pragas foram um método de tortura? Deus aprova tortura?

    Deus lhe ilumine!

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    1. Se "egípcios inocentes" sofreram com as pragas, eles foram salvos, o que torna o sofrimento que passaram algo efêmero e insignificante diante da realidade da vida eterna.

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    2. Eu estava falando de juvenis(crianças, bebês, etc.). E sobre tortura? Deus aprova ela?

      Deus lhe ilumine!

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    3. Mas esses juvenis se aplicam naquilo que eu disse. Sobre a tortura, ela não é aprovada, mas castigar é diferente de torturar.

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  29. Lucas,é verdade que a Etiópia adotou o cristianismo bem antes da Europa ?
    Se for verdade eu já deixo meu espanto, pois o conhecimento que nós temos sobre a Africa,Cultura Africana é muito pouca, eu li isso por acaso,dei uma pesquisada superficial e encontrei que é um dos países mais antigos ao adotar o cristianismo. Vi também que é um país com uma rica história e cultura.

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    1. Se o evangelho chegou à Etiópia antes da Europa ou não é difícil de precisar, porque na verdade o evangelho foi chegando às regiões da Ásia, África e Europa mais ou menos ao mesmo tempo, já que os apóstolos e seus discípulos se dispersaram pelo mundo anunciando o evangelho a toda a criatura. Há quem diga que o etíope para quem Filipe o evangelista pregou foi quem levou o evangelho à Etiópia, mas como eu disse, são tradições difíceis de averiguar a veracidade histórica.

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    2. Há uma disputa no aspecto de quem foi a primeira nação a se converter a Cristo: Etiópia ou Armênia. Aparentemente e a historiografia apoia, os armênios foram os primeiros.

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  30. Boas notícias Lucas:

    https://www.google.com/amp/s/brasil.elpais.com/brasil/2018/11/22/internacional/1542843589_775822.amp.html (Faça uma avaliação da notícia por favor, achei ela meio tendenciosa)

    O Número de abortos vem caindo muito nos EUA, além disso, muitos Estados começaram a aprovar leis restringindo o acesso ao aborto, o Trump cortou verbas para organizações pró-aborto e, para completar a cereja do bolo, o movimento pró-vida vem crescendo a passos largos nos EUA:

    https://news.gallup.com/poll/235445/abortion-attitudes-remain-closely-divided.aspx

    Enquanto os países católicos como a Irlanda e a Argentina estão a um pé de legalizarem o aborto, os Estados Unidos (o país mais evangélico do mundo) estão indo no caminho oposto, muitos Estados de lá estão criando leis restringindo cada vez mais o aborto e vários estão dispostos a criminalizar o aborto novamente veja esse mapa dos Estados que estão dispostos a criminalizar o aborto caso o Roe v. Wade seja derrubado:

    https://d2486uwqr5x79k.cloudfront.net/images/20180715-uv-abortionmap-v4.jpg

    http://mediad.publicbroadcasting.net/p/shared/npr/styles/x_large/nprshared/201809/627968124.png

    https://www.plannedparenthoodaction.org/uploads/filer_public/0e/a8/0ea8600f-770f-4a08-a1e3-4bfee2051f26/20170110-swpp-guttmacher-data-map-feature.gif

    Olha, eu gosto muito dos Estados Unidos, mas se tem uma coisa que realmente me dá raiva deles, é o fato de que lá infelizmente o aborto é permitido, mas o meu coração se alegra em ver que cada vez mais os americanos estão acordando e percebendo o mau que essa atrocidade é. Enfim, oremos para que os Estados Unidos criminalize essa atrocidade e que o direito à vida enfim volte a ser respeitado lá.

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    1. Ótimas notícias, de fato. Vamos esperar e orar para que esses progressos continuem.

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    2. Lucas, eu tinha recebido essa notícia pelo facebook, e quando vi nos comentários um monte de esquerdistas falando que depois de legalizado o número de abortos tende a cair. Além disso achei ótimas essas notícias, porém um pouco parciais em favor dos pró-aborto, você também teve essa impressão?

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    3. A quem diga que isso e retrocesso

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    4. Essas notícias de que depois de legalizado o número de aborto cai é uma falácia total, o Yago já demonstrou como elas são mentirosas neste vídeo:

      https://www.youtube.com/watch?v=jIuL5ET5Y5w

      Em síntese: depois que o aborto é legalizado ele aumenta enormemente, mas depois tem a tendência de cair levemente em relação aos primeiros anos de legalização (embora ainda continue sendo maior do que os índices dos anos em que não era legalizado).

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    5. Pois é Lucas, esses esquerdistas só podem ser dementes, aliás fui fazer uma breve pesquisa porque o número de abortos vem caindo nos EUA e aqui estão os seguintes motivos:

      1° O avanço tecnológico: Desde os anos 80, houve muitos avanços tecnológicos na área da obstetria como a invenção do ultrassom, que quando foi inventade finalmente pode-se perceber que o embrião/feto tem vida, com isso a partir do ano 2000 muitos estados americanos começaram a criar leis restringindo o acesso ao aborto tendo como base os avanços da ciência e da medicina, pois quando o aborto foi legalizado nos EUA em 1973, não tínhamos toda essa tecnologia para ver o feto na barriga da mãe, com isso, os argumentos pró-aborto eram mais fáceis de se engolir, mais hoje até mesmo a própria biologia confirma que a vida começa na fecundação.

      2° Conscientização: Em 1996, quando o Instituto Gallup fez a primeira pesquisa a respeito do posicionamento dos americanos nessa questão, descobriu-se que 56% eram pró-escolha e 33% eram pró-vida, mas desde 2000, o movimento pró-vida vem crescendo muito nos EUA, hoje, 48% dos americanos são pró-vida e esse número está empatado com os pró-escolhas, a última vez que os pró-escolha foram maioria foi em 2006 quando 51% se declarou como tal, mas de lá pra cá esse número caiu muito e nunca mais conseguiu passar dos 50%. Além disso, o movimento pró-vida vem crescendo muito entre os jovens e as mulheres.

      3° Mobilização e criação de políticas públicas anti-aborto: Desde que o Presidente Trump assumiu o cargo em 2017, ele cortou os incentivos fiscais para a Planned Parenthood e outras ONGs pró-aborto, outro fator foi a Lei Obamacare, que apesar dos seus defeitos ela teve um ponto bastante positivo: foi uma das primeiras leis a tornar o acesso aos contraceptivos, e desde sua aprovação em 2010, o número das vendas de contraceptivos aumentou muito e consequebtemente o número de abortos caiu (afinal de contas mais contraceptivos significa menos abortos), além disso, desde que assumiu em 2017, o Trump nomeou dois juízes pró-vida para a Suprema Corte: Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh. Agora, a maioria dos juízes da Suprema Corte são anti-aborto.

      Desde 2006, o número de abortos vem caindo muito nos EUA, os anos de 1989-1991 foram os anos em que mais registraram abortos lá, com uma média de 1,5 milhões de abortos realizados nesse período, mas em 2016-2018 a média de abortos realizados foi de menos de 500 mil, e esse número tende a cair.

      Em suma, esses esquerdistas são completamente retardados, pois a queda do número de abortos deve-se principalmente ao crescimento do movimento pró-vida e a criação de políticas anti-aborto. Além disso, os países que mais fazem abortos no mundo são a Rússia (1,1 milhão por ano) e China (1,6 milhão por ano, aliás é o país que mais aborta no mundo) e nesses países o aborto além de legalizado, possui uma forte aceitação social, só para se ter uma ideia esses países possuem um movimento pró-vida nulo. E a maioria esmagadora da população apoia o aborto, só para constar, a maioria dos fetos abortados nesses países são do sexo feminino, só na China mais de 70% dos fetos abortados são meninas (um tapa na cara das feministas), fora os abortos forçados.

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    6. Caro anônimo, pois é, esse pessoal que fala que é um retrocesso só pode ter demência, retrocesso é permitir que essa atrocidade seja legalizada, esses países que permitem o aborto possuem leis bárbaras e incivilizatórias. Mais uma prova de que nem todo país desenvolvido é um paraíso na terra.

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    7. Lucas, muito obrigado pelo vídeo que o Yago Martins fez impressionante! Aliás para reiterar o que ele disse também tem esse gráfico mostrando o número de abortos antes e após a sua legalização nos EUA:

      https://img.washingtonpost.com/wp-apps/imrs.php?src=https://img.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/files/2013/01/abortion2a.png&w=480.

      Pois é, apesar do número de abortos ser o menor da história nos EUA, se a prática continuar legalizada nunca chegará ao patamar de antes da legalização, só para ilustrar, no ano de 1968 foram registrados apenas 100 mil abortos nos EUA, mas logo após a sua legalização em 1973, esse número saltou para 850 mil em 1979 e em 1989 saltou para 1,5 milhão, mas desde a década de 1990 esse número vem diminuindo gradualmente, e em 2016 chegou a 500 mil, mas ainda sim, está bem longe dos 100 mil feitos em 1968.

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    8. Muito bem destacado, obrigado pelo levantamento!

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    9. Também espero ter lhe ajudado, caso você queira futuramente fazer um artigo falando do aborto nos EUA e países onde é legalizado use esses dados que eu te recomendei, espero ter te ajudado, abraços e Deus te abençoe amigo! 👍🏻👍🏻👍🏻

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  31. Lucas, já vi ateus usarem o argumento de que a Suécia é um país excelente por ser de maioria atéia, mas esse argumento já foi refutado várias vezes pois segundo fontes oficiais a maioria do país é protestante, E aí eu tenho uma dúvida: Como é possível a maioria do país ser protestante sendo uma nação tão a favor de ações progressistas?

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    1. São "protestantes" nominais apenas, não é o tipo de gente que costuma frequentar igreja ou levar a sério dogmas cristãos, é um tipo de Cristianismo bem mais distante e frio do que o vivenciado no resto do mundo.

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    2. Acredito que esses ateus confundiram os dados; se for a pesquisa que estou pensando, ela só teve 500 pessoas para fazer a comparação, e realmente, se for levar em conta só essas 500 pessoas, esses ateus estão certos. Deixarei um link para vocês verem as estatísticas. E o estudo que me referi, está no segundo paragrafo desse link.

      https://en.wikipedia.org/wiki/Religion_in_Sweden#Demographics

      Deus lhes ilumine!

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