29 de outubro de 2018

92 O que explica o fenômeno Bolsonaro e o que eu espero daqui pra frente



Este é meu último artigo sobre as eleições, mas não poderia deixar de escrevê-lo. A cada quatro anos, ganhe quem ganhar, sempre dizem que “estamos vivenciando um momento histórico”. No entanto, desde que me conheço por gente, acredito que esta tenha sido a primeira eleição onde algo realmente histórico ocorreu. Nada espelha melhor esses novos tempos do que o novo presidente eleito ter escolhido o facebook para fazer seu primeiro discurso da vitória, em vez da mídia tradicional. De fato, essas eleições foram a vitória da internet sobre a velha mídia: um fenômeno de internet com 8 segundos de tempo de TV, com uma coligação que mal chegava a ser coligação e praticamente sem fundo partidário, deixando com 4% outra candidatura que praticamente monopolizou o horário eleitoral com uma coligação enorme e dinheiro que não acabava nunca, e derrotando uma outra que não perdia uma eleição nacional desde 1998.

Essas eleições destoaram tanto do convencional que um personagem como o cabo Daciolo conseguiu mais votos que Marina Silva – um nome tradicional da política, que quase chegou ao segundo turno nas últimas eleições – e Henrique Meirelles, o candidato do governo, ministro da Fazenda por mais de dez anos, que colocou 50 milhões do próprio bolso na própria campanha. Estamos realmente vivendo um momento histórico, uma ruptura em um padrão que se manteve até então. A própria candidatura de Bolsonaro era encarada como piada por muitos até poucos anos, da mesma forma que a de Trump em seu início. Há poucos dias eu assisti a este vídeo do humorista Murilo Couto, que sagazmente lembrou que Bolsonaro era aquele cara “doidão” que aparecia frequentemente no “Super Pop” da Luciana Gimenez, e que ninguém poderia imaginar que viraria presidente – muito menos tão rápido.

Em minha análise, duas coisas foram as responsáveis por esse surpreendente fenômeno. Elas são: indignação e empatia. Após décadas de políticas esquerdistas que foram se tornando cada vez mais radicais com o tempo, o povo simplesmente foi se cansando e enjoando até vomitar. Quando Lula foi eleito, em 2002, não se falava em ideologia de gênero, em “kit gay” nas escolas, em soltar bandido da cadeia alegando superlotação, em defender criminosos e denegrir a polícia, na legalização das drogas, na monstruosidade do aborto, na mudança do conceito tradicional de família, dentre muitas outras aberrações que vemos hoje.

O Brasil elegeu uma esquerda corrupta em 2002, mas nem a corrupção foi suficiente para tirá-la do poder. Lula se reelegeu fácil mesmo com o mensalão, e as políticas de esquerda foram ganhando cada vez mais força com o tempo, mostrando cada vez mais sua cara – sua verdadeira face. Foi essa radicalização da esquerda, em contraste a um povo majoritariamente conservador como o brasileiro, que foi gerando um senso coletivo cada vez maior de “chega”. A loucura já estava ultrapassando qualquer limite do aceitável, e por isso suscitou uma oposição cada vez maior e mais organizada. Para isso contribuiu muito o crescimento dos evangélicos no país, como já abordei neste artigo, e o crescimento das redes sociais, que não apenas tornou cada vez mais inoperante a mídia tradicional, mas principalmente trouxe aos brasileiros informações importantes que ele então desconhecia – ainda que em meio às fake news, que já existiam na mídia tradicional, com a diferença de que nela era controlada e direcionada numa única direção.

Fake news à parte, o fato é que com a internet as pessoas realmente conheceram o que é o socialismo e o comunismo, de um modo totalmente diferente da lavagem cerebral que receberam na escola. A internet mostrou para as pessoas o que a televisão e os jornais geralmente não mostram: o que é Cuba, Venezuela, Coreia do Norte e outros países que aderiram ou que estão aderindo ao socialismo (sobre isso, já abordei aqui). A internet popularizou o Foro de São Paulo e trouxe à tona a união dos líderes socialistas latino-americanos (gente como Chávez, Fidel e Lula na mesma mesa) em prol de uma América Latina socialista. A internet revelou o malfadado caderno de teses do PT, denunciou declarações reveladoras de esquerdistas em favor do aborto e das drogas, escancarou seu ódio à religião e aos religiosos; em suma: mostrou ao povo o que eles realmente são.

Hoje, excetuando o Nordeste, é difícil achar alguém que vota no PT porque desconhece os seus planos e quem realmente são. Sobraram os que votam por convicção e alinhamento ideológico – mas estes são uma minoria, insuficiente para vencer eleições majoritárias mesmo quando seu oponente é recordista de rejeição. E a cada nova investida da esquerda tentando se esquerdar mais um pouco, mais foi se agravando a rejeição popular a eles. Como eu já disse, são muitos os aspectos em que eles afrontam o conservadorismo e o bom senso do povo brasileiro, mas um deles ultrapassou todos os limites a ponto de beirar a psicopatia: o apoio à criminalidade.

Nas primeiras vezes que eu ouvi direitistas dizendo que a esquerda “defende bandido”, eu pensei que isso fosse um exagero ou um ataque à espantalho visando ganhar votos contra eles. Mas depois de ouvir tantos debates políticos, discussões universitárias, planos de governo e militantes partidários, eu só pude concluir uma coisa: eles defendem mesmo. Para grande parte deles, os criminosos são apenas “vítimas da sociedade”, mais especificamente do capitalismo malvadão, que força os coitadinhos a roubarem, matarem, estuprarem e etc. Nada disso é culpa deles, mas do capitalismo (se você quer um exemplo simples, clique aqui e veja o que a candidata do PT ao governo do RJ disse recentemente). Policial que atira em bandido em confronto direto é um genocida que pensa apenas em exterminar a população negra e pobre das periferias, e a solução é abandonar a guerra ao tráfico, liberar as drogas para geral e promover uma política de desencarceramento – afinal, se o bandido é uma vítima, não faz sentido prendê-lo.

A gota d’água foi essa declaração explícita e descarada do Haddad, de que soltaria da cadeia as pessoas que cometeram “pequenos” delitos (coisas como “simples” roubos de celular), que segundo ele são a maioria dos detentos (o que significa que ele tiraria da cadeia mais da metade dos que hoje estão presos!). Se as coisas já estão tão mal hoje, imagine com mais da metade dos presidiários – milhões e milhões de bandidos, incluindo o Lula – saindo da cadeia e se reintegrando à sociedade, dessa vez com passe livre para voltar a cometer os mesmos “pequenos delitos” sem serem presos.

Como amante de História, eu já estudei a história de muitos povos da Antiguidade, da Idade Média, Moderna e Contemporânea, e, de tudo o que eu já li, posso assegurar que nunca antes na história da humanidade um governante chegou a cogitar tamanha insanidade. Nem os maias, nem os astecas, nem o Egito antigo, nem a Mesopotâmia, nem os tupi-guaranis, nem os aborígenes australianos, nem as ilhas da Polinésia, nem o Triângulo das Bermudas, nem mesmo o Estado Islâmico jamais pensaram em uma “política de desencarceramento” de mais da metade dos presos. Isso é demência total, coisa de bandido que defende a sua classe, de gente pior que terrorista.

É por isso que em minha opinião boa parte desses partidos de extrema-esquerda nem ao menos são partidos propriamente ditos: são organizações criminosas, quadrilhas formadas por bandidos engravatados com a única finalidade de roubar o povo e de mudar a lei em benefício próprio, tornando-a cada vez mais flexível e conivente com a criminalidade. Essa é a razão por que o número de homicídios é cada vez maior a cada ano que passa, chegando a inacreditáveis 70 mil assassinatos, índice maior que o Iraque durante a guerra. A violência só aumentou cada vez mais durante os governos do PT, que pretendia com Haddad elevá-la a níveis nunca antes imaginados para sepultar o Brasil de uma vez e entregá-lo nas mãos de bandidos como eles.

O grande erro do PT e da esquerda em geral foi pensar que o povo é alienado e burro. De fato, ele já foi: antes da revolução proporcionada sobretudo pela internet. Em tempos recentes, a cada nova declaração dessas em apoio à bandidagem em um país onde o povo perece e sofre nas mãos de criminosos, só faz aumentar a repulsa e o nojo que se tem por eles, o que acaba invariavelmente redundando em apoio a quem os combate com mais energia, ainda que não seja o cara mais preparado. É como uma mola: quanto mais você a puxa para um lado, mais fortemente ela irá pender para o outro quando você soltá-la. Foi o que aconteceu nessas eleições: a esquerda foi se radicalizando cada vez mais ao longo dos anos, o povo percebeu isso através da internet, foi se indignando cada vez mais com toda a sujeira e imundície deles, e o resultado foi o “doidão do Super Pop”.

É por isso que eu não creio que Bolsonaro seria eleito em um cenário mais ameno como foram as eleições passadas – especialmente as de 94 a 2010. Até 2014, Bolsonaro não tinha mais que 250 mil seguidores no facebook. A “mola” ainda não tinha sido puxada tanto, e o povo ainda estava suportando o status quo. Quatro anos depois, e ele já tem mais de 9 milhões, sendo em disparado a personalidade política com mais seguidores nas redes sociais. É o “efeito mola” em ação: quanto mais a esquerda esticou a mola para o lado deles, mais ela ricocheteou para o outro lado ao ser solta. Bastou o povo tirar a mola das mãos deles, que o efeito automático foi eleger o outro extremo.

Eles ficaram décadas puxando a mola para o lado deles, e cada ano puxando para o lado de lá significou uma volta mais rápida e radical para o lado oposto. É tudo proporcional. Algo parecido ocorreu no governo militar, só que ao contrário: por pouco mais de duas décadas os militares puxaram a mola para a direita com força, e a consequência disso foi que a esquerda assumiu a predominância absoluta desde então, dominando as universidades, a opinião pública e a classe política. Então os esquerdistas decidiram puxar a mola com força para o lado deles, e agora ela voltou com tudo para a direita, por quanto tempo ainda não sabemos – tudo vai depender do quão bom ou ruim será o governo de Bolsonaro e de seus eventuais sucessores. Política nem sempre é tão complicada de se entender, porque depende muito do comportamento social dos seres humanos, quase sempre tão previsíveis.

Bolsonaro representa exatamente o inverso da mola petista. Enquanto este queria promover o desencarceramento, aquele promete endurecer a política de segurança e, «se precisar, a gente constrói mais (presídios)». Enquanto este queria que a polícia recebesse os bandidos com flores, aquele quer que atire pra matar, se necessário for. Enquanto este queria que o cidadão de bem se protegesse do bandido com livros, aquele defende o porte de armas. São duas posições radicalmente opostas entre si, e cada qual favorece a outra em tempos de indignação popular contra uma das duas.

O povo votava no PT porque por muito tempo viu nele um partido que se preocupava com o lado social, em vez de ser um “partido de burguês”. Hoje a preocupação primordial é outra, e diz respeito principalmente à segurança – o povo vota em Bolsonaro porque vê nele um símbolo da ordem, que se perdeu já faz tempo. Para o brasileiro comum, o Brasil virou a “casa da mãe Joana”, e os militares representam o pouco de organização e disciplina que restou. Não à toa, as Forças Armadas são uma das poucas instituições com prestígio popular, enquanto todas as outras caem em profundo descrédito (veja aqui). Em 89, o cenário era o extremo oposto, com os militares descredibilizados e a imprensa – nova e livre novamente – com amplo apoio.

O capitão Bolsonaro e o general Mourão se aproveitaram dessa representação que hoje faz parte da mentalidade popular. Eles estão “na hora certa, no lugar certo”. Mas não pense que isso é pura sorte: Bolsonaro tem o mérito de gerar empatia em boa parte do povo, que, somada à indignação com a esquerda, é o que deu essa vitória acachapante. Você pode adorar Bolsonaro ou odiá-lo, mas uma coisa não pode negar: ele é sincero no que diz. E em política, isso está se tornando cada vez mais importante. Ser uma pessoa que soa autêntica e verdadeira tem um peso popular que cada vez mais supera o plano de governo ou a experiência institucional. O povo vê um Alckmin falando e parece um robô com falas programadas, o oposto do que vê em Bolsonaro, mesmo este não sendo nenhum debatedor exímio.

É claro que isso também tem um lado ruim – alguém cujo discurso é inesperado poderá sempre soltar uma ou outra frase “polêmica” (para dizer pouco) – mas em se tratando de uma eleição polarizada, quando a mola está sobrecarregada para um dos lados, a autenticidade sempre irá prevalecer sobre o equilíbrio, e a espontaneidade sempre irá falar mais alto que a ponderação, que teria mais chances de sucesso em uma eleição que fosse mais morna que essa. Ademais, em uma eleição polarizada, um discurso “isentão” que tenta se colocar ao centro de duas visões ideologicamente opostas (mantendo a neutralidade ou tentando agradar a gregos e troianos) será visto como sinônimo de covardia e frouxidão, o que explica o suicídio político de Marina Silva e mesmo de Alckmin nessas eleições.

Já se foi a época em que se colocando no centro e fazendo média pros dois lados conseguiria atrair votos dos dois. Hoje é o inverso: fazendo isso, a única coisa que você consegue é receber os tiros dos dois lados e o voto de nenhum deles – embora muitos tenham demorado a perceber isso. Um dos que foi mais esperto e captou isso a tempo de evitar um estrago maior foi João Doria, um oportunista de carteirinha que há poucos meses detonava Bolsonaro nas rádios e dizia que recusaria qualquer apoio da parte dele por ser um “extremista”, mas após os resultados do 1ª turno virou Bolsonaro desde criancinha e inventou até o “BolsoDoria”, surfando na onda conservadora para ganhar votos em cima dele. E conseguiu.

Eu sei que estarei cometendo um sacrilégio ao comparar “o mito e o presidiário”, mas, em questão de empatia, Bolsonaro resgata o que muitos viram em Lula por tanto tempo – e que alguns continuam vendo, mesmo depois de tudo. Gostando ou não, Lula apresentava uma retórica diferente da tradicional, soava mais espontâneo, mais simples, mais “do povo”, bem diferente de um engravatado. Era um “Bolsonaro invertido”, o qual também causa uma empatia natural entre as camadas populares, porque parece ser “gente como a gente” – apesar de ter visões políticas bem radicalmente distintas da do ex-presidente.

Isso explica a ascensão de uma nova direita, uma “direita popular”, literalmente nos braços do povo. A massa que antes votava 45 por falta de opção, hoje vota 17 por convicção. A “adoração” de seus seguidores, sua aclamação eufórica, os comícios lotados e o grito nas ruas lembra muito – e até supera – a de Lula em seus bons tempos. Dificilmente reações como essas são suscitadas por “intelectuais” e “eruditos”, aos quais o povo comum se vê tão distante que não gera qualquer empatia. Essas eleições provaram o que todo mundo já sabia, mas ninguém aprende: se quiser ganhar, não basta ser bom: tem que saber falar a língua do povo. Saber a “língua do mercado” pode ser bem mais eficiente na hora de governar um país com a 7ª maior economia do mundo, mas se não souber a “língua do povo” não vai sequer chegar lá.

E o que esperar do governo de Bolsonaro? Pessoalmente falando, a minha “agenda” não é exatamente a mesma que a dele, embora compartilhe muitos pontos em comum. Não estive entre os que votaram “por convicção”. A reforma que eu gostaria de ver é uma que começaria cortando metade do salário e do número de políticos de Brasília, além de quase todos os seus privilégios. Mas Bolsonaro sempre foi a favor de tudo isso. Também temo que o Brasil paralise com greves sindicais, protestos forçados de professores e outros servidores públicos por birra com o governo, invasões do MST, atentados terroristas tal como a facada que já quase tirou sua vida, e também que a reação de Bolsonaro a tudo isso seja a pior possível, ou seja, com autoritarismo e quebra da ordem democrática. Também temo que seus bons projetos para o Brasil esbarrem em um Congresso que, embora renovado, ainda continua em grande parte esquerdista, cujo partido com maior número de representantes ainda é o PT. Temo que a crise política e econômica inviabilize seus planos da mesma forma que neutralizou Macri, na Argentina.

Mas também tenho esperança. A esperança de ver um Brasil com menos crimes, com mais segurança; com menos Estado, com mais emprego; com menos doutrinação escolar, com mais Escola Sem Partido; sem ideologia de gênero, mas com a valorização da família; sem lei Rouanet e patrocínio de exposições que estimulam pedofilia, mas com investimentos em educação e saúde; sem organizações criminosas disfarçadas sob a fachada de partido político, mas com ordem e progresso. Um país onde não temos medo de sair na rua, por saber que o marginal de “pequenos delitos” estará onde deve: na cadeia. Um país não mais dividido entre pobres vs ricos, brancos vs negros, mulheres vs homens, heteros vs gays, mas onde todos são Brasil acima de tudo, com Deus acima de todos.

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Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,

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92 comentários:

  1. Também não votei no Bolsonaro por convicção, mas fiquei muito aliviada com a derrota do PT. Infelizmente aqui em Fortaleza a maioria da população ainda continua cega. Você falou do Macri, vi muito gente criticando o liberalismo econômico citando a Argentina como exemplo, o que você acha que deu errado?

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    1. O problema não foi o liberalismo, o problema foi que os argentinos colocaram o Macri no poder apenas como um "voto anti-Kirchner" (que é o PT de lá, que destruiu o país igual ao PT daqui), e não com um amplo apoio popular e conscientizado das ideias certas (como ocorre aqui, com o Bolsonaro). A consequência é que o Congresso permaneceu esmagadoramente peronista (antiliberal), bem como os prefeitos e governadores das províncias de lá. Ou seja, colocaram um liberal em um meio totalmente dominado pela esquerda, o que praticamente barra qualquer tentativa de realizar mudanças profundas e necessárias. Para piorar as coisas, um ano antes de sair da presidência, a Cristina Kirchner deu um novo calote em alguns investidores que afastou os investimentos estrangeiros na Argentina, e isso não é uma coisa simples de se resolver porque os investidores não vão voltar pra ficar quatro anos e depois receberem calote de novo (sabendo da ampla possibilidade dos peronistas retornarem ao poder, o que garante um clima de constante instabilidade e desconfiança do mercado). O que poderia resolver o problema na falta de investimentos seria cortar os gastos públicos, mas para isso precisaria de maioria do Congresso, o que ele não tem (seria uma medida semelhante ao "teto dos gastos" do Temer). Ou seja, a Argentina continua gastando demais, com um dinheiro que não tem. E pra isso só sobrou uma coisa: imprimir dinheiro (o que desvaloriza a moeda, e aumenta a crise).

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    2. Qual sua opinião sobre o posicionamento de Guilherme de Pádua em favor de Jair Bolsonaro?

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    3. Acho que pegou mal pra campanha do Bolsonaro.

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  2. Banzolao e você acha que o nordestino em relação ao PT é além da cultura católica forte na região que atrasa a mentalidade das pessoas, impede o empreendorismo e a faz esperar tudo do estado? Mas temos de orar para o Bolsonaro fazer um bom governo e vigiar, se tiver erros e corrupção denunciar, em outro post eu te mandei um video do Paulo Sousa do No Entanto denunciando casos do Magno Malta, eu acho o Magno Malta um excelente orador, e na retarfinal do governo Dilma fez uma excelente oposição, mas em 2010 ele apoiou aamesma Dilma pode pesquisar aí e só saiu da base de governo quando percebeu que ele já estava condenado além de outros casos de corrupção que ele estaria envolvido e na denúncia de um suposto inlcente na CPI da pedofilia que foi torturado na cadeia e ficou cego, pprpisso ele não foi reeleito no Espírito Santo, eu espero que sendo ministro eleefaça um bom trabalho orarei por isso, mas temos estar vigilantes tendo ele um histórico oportunista

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    1. Sobre o Magno Malta eu comentei no outro post. Sobre a sua primeira questão, neste artigo eu argumento que o segredo para a derrota do PT nestas eleições e de uma conscientização política cada vez maior do povo em geral passa por dois pontos, um foi o crescimento dos evangélicos e o outro foi o crescimento das redes sociais. O problema é que o Nordeste não tem nenhum dos dois. Foi a única região do Brasil que não passou pelo "boom" protestante da década de 90 e por isso continua esmagadoramente católico (os evangélicos crescem, mas muito mais lentamente), e por ser a região mais pobre do Brasil, o acesso à internet ainda é relativamente escasso, o que lhes garante uma certa alienação política, já que se tornam presas fáceis da doutrinação (lavagem cerebral) dos professores esquerdistas sem nenhum contraponto, nem das igrejas evangélicas nem da internet. O resultado é isso aí.

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  3. Faltou o Brasil acima de tudo no final do seu texto rss, mas sei que você sendo um liberal convicto não acredita em um "Brasil", já que remete a um nacionalismo o próprio Bolso já declarou que aprendeu esse slogan no Exército, que é uma instituição muito influenciada pelo positivismo e nacionalismo, mas vc acredita que ele conseguirá desaparelhar as universidades, a imprensa? Já quanto as reformas será difícil, a CUT e o MST tendem a fazer greves, mas ooCongresso não acredito que será de uma maioria opositora, o PT pode ser o maior partido, mas o PSOL tem só 10 deputados e o PC do B tem menos queqissq se não me engano, mas o centrao que é sempre governista tem de aderir ao Bolsonaro e o PSL tem a segunda maior bancada

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    1. Eu coloquei o "Brasil acima de tudo" sim, você deve ter lido rápido e não percebeu. Eu não vejo problema em ser um patriota, o problema é a visão errada do que alguns tem do que vem a ser "patriotismo". Para muitos, ser patriota é fazer de conta que aqui está tudo certo e que somos melhores que todo mundo mesmo quando toda a realidade diz o contrário. Para mim, ser patriota é aprender o caminho do sucesso com aqueles que o alcançaram, para fazer o Brasil um sucesso tão grande quanto estas potências. O propósito não é brincar de "faz-de-conta" e criar uma ilusão estúpida sobre uma grandeza imaginária, mas reconhecer nosso estado atual e aplicar os princípios econômicos e culturais certos justamente no propósito de tornar o Brasil o gigante que nunca foi, mas que tem todo o potencial de ser.

      Sobre se o Bolsonaro vai conseguir isso ou aquilo, isso é bem difícil de saber, o importante é que pelo menos ele vai tentar. Algumas coisas não dependem apenas de aprovação do Congresso, mas de mobilização popular. Por exemplo, ele poderia aprovar o Escola Sem Partido no Congresso, mas seria fantasioso e ilusório esperar que os professores marxistas deixem de doutrinar os alunos do dia pra noite só por causa disso. Eu os conheço bem o suficiente para assegurar que não vai mudar nada na prática deles, vão continuar doutrinando mesmo contra a lei, porque essa é a missão da vida deles e é pra isso que eles vivem. Então a única solução real neste ponto, em conjunto com uma lei favorável, é que os próprios direitistas se mobilizem e tomem as universidades da mesma forma que já temos o controle da internet, que já está praticamente toda dominada. Não se trata apenas de uma canetada de um presidente.

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  4. Fico feliz pelo Bolsonaro ter ganhado as eleições desse ano, antes ele que aquele seboso do Haddad, votei no Bolsonaro e não me arrependo, mas deixo bem claro que eu votei nele, não no Partido dele o PSL, aliás se tem uma coisa que me deixou com uma pulga atrás da orelha foi que o PSL antes do Bolsonaro se filiar a ele, era um Partidinho minúsculo de centro, aliás o PSL apoiou Marina Silva em 2010 e 2014, quando o Bolsonaro se filiou lá de uma hora para outra virou um partido de direita. Aliás, pesquisando mais sobre o PSL descobri que o mesmo tem uma ala monarquista, veja:

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partido_Social_Liberal

    Aliás eu temo que esse partido torne-se um partido Olavete, pois eles já possuem uma ala monarquista, agora só falta eles terem uma ala católica tradicionalista e anti-protestante, olha o PSL até que tem boas ideias, mas se tem uma coisa que eu não concordo é eles terem uma ala monarquista, aliás você acha que o Bolsonaro possa se tornar uma marionete do Astrólogo da Virgínia e convocar um plebiscito para tentar restaurar a monarquia? Meu maior medo é de que ele torne-se uma marionete do Astrólogo da Virgínia, dos monarquelhos e dos apologistas católicos, mas oremos por ele e pelo Brasil.

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    1. Mas sejamos francos, o Bolsonaro nunca escolheu partido político por convicção ideológica, se fosse assim ele jamais teria ficado por décadas no PP (o Partido Progressista, declaradamente de esquerda, que apoiou Lula e Dilma em todas as eleições). Ele só foi pro PSL porque o PSL foi o único que o aceitou, os outros pensavam que ele não teria chance de vitória e por isso preferiram se coligar com outros partidos mais fortes (e se ferraram bonito). Claro que depois que o Bolsonaro chegou ao PSL todos os seus seguidores decidiram seguir o mesmo caminho e escolheram o PSL pra se filiar, por isso existe uma ala monarquista no partido, já que boa parte dos "bolsominions" são olavetes, e boa parte dos olavetes são monarquistas. Mas essa é uma outra guerra cultural, o importante agora é ter salvado o Brasil de um perigo bem mais iminente e próximo, o PT. Os monarquistas ainda estão longe de constituir uma base política ou popular forte o suficiente para ser considerado uma ameaça real neste presente momento, embora possa ser no futuro (e estaremos aqui para combatê-los com a mesma ênfase com que combatemos o PT e seus comparsas).

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  5. Bonzolao, quais foram os erros do Macri na economia?? Sempre vejo pessoas culpando o Liberalismo econômico dele.

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    1. Eu comentei sobre isso na resposta ao primeiro comentário do post:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/10/o-que-explica-o-fenomeno-bolsonaro-e-o.html?showComment=1540914842162#c6609650555516784978

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  6. Lucas, vc já leu talmude ? Se sim, pq achaste ?

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  7. Outro oportunista que pode prejudicar o governo Bolsonaro é o guru astrolavo, o Bolso vive lendo os livros dele, no discurso depois da eleição estava além da Constituição Federal, a Bíblia e o livro sobre Churchill, excelentes leituras, mas o "Mínimo que voce precisa para não ser um idiota" eu li e achei muito enfadonho e repetitivo, apesar de repudiar o Olavao como pessoa até reconheço que ele tem bons artigos e seu conteúdo político não é de todo desprezível, mas por sua personalidade egocêntrica e autoritária vide ter brigado com diversas pessoas da própria direita por um mínimo de discordância e fora o envolvimento com tariqas e os procrssos por charlatanismo que ele responde serão um prato cheio para os opositores do Bolso, vc acha que em algum momento o Bolso se afastaria do Veio da Virginia? Os filhos dele idolatram o astrólogo

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    1. Os filhos dele o idolatram (principalmente o Eduardo), mas o próprio Bolsonaro está longe de ser um "olavete", inclusive eu suspeito fortemente que tenha sido o filho dele ou outra pessoa da campanha que sugeriu colocar o livro do Olavo ali, que foi o único que o Bolsonaro não mencionou e nem mostrou para as câmeras no discurso. Eu já li e ouvi milhares de entrevistas do Bolsonaro e ele não cita o Olavo praticamente nunca, é um contraste monumental com os olavetes que não conseguem ficar mais de dois minutos sem falar do Olavo compulsivamente, em uma verdadeira idolatria. Na minha visão são os outros que querem "forçar" uma ligação do Bolsonaro com o Olavo porque de fato muitos seguidores do Bolsonaro são também os mesmos que seguem o Olavo, mas pessoalmente o Bolsonaro é mil vezes mais fã de Ustra do que de Olavo, isso é extremamente claro. O Olavo pode ter muita influência sobre o "movimento" Bolsonaro, mas tem pouquíssima sobre o Bolsonaro em si.

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    2. Eu acho difícil ele se afastar do Olavo, mas também acho muito improvável que ele se torne anti-protestante e aceite 100% do que o Olavo fala. Ele sempre teve apoio da bancada evangélica e agora como presidente ele precisa ainda mais do apoio dela.

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    3. Lucas era sobre isso que eu queria perguntar. Esse pessoal olavete já tá me deixando com raiva, eles falam como se tudo não tivesse sido possível sem o astrólogo. Quero saber se você não considera perigoso essa aproximação, no sentido de influenciar medidas?

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    4. Perigoso é, mas como eu disse, eu não acho que o Bolsonaro seja uma simples marionete do astrólogo da Virgínia, ele nem ao menos tem tanto apreço assim por ele, muito raramente faz alguma menção ou recomendação, não à toa o Olavo continua desconhecido de grande parte da população, enquanto o Bolsonaro tem mais de 9 milhões de seguidores na mesma rede social em que Olavo tem menos de 500 mil. Ou seja, Bolsonaro já representa hoje muito mais que o Olavo, o suficiente para não se limitar a mero subserviente do astrólogo. Aliás, essa coisa de se submeter a outro alguém não faz muito o perfil de um militar, que geralmente só se submete a quem está acima dele na própria hierarquia militar, e nunca cogitaria ser marionete de um civil, por mais importante que seja. Sem falar que já existia um movimento pró-Bolsonaro desde muito antes do Olavo declarar apoiá-lo, e ele já possui uma história política que também é bem anterior (e paralela) à influência do Olavo. Em síntese: essa aproximação pode até ser perigosa, mas não vejo nem em Bolsonaro, nem no general Mourão, nem no general Augusto Heleno e nem no Paulo Guedes um perfil de quem seja apenas uma simples marionete que segue os conselhos de um mago da Virgínia. Eles são maiores que isso, e espero não estar enganado.

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  8. Mas eu acho que o Bolsonaro nunca ira repudiar o Olavo porque precisa deduma base de apoio católica, a outra parte da Igreja Católica é esquerdista e adepta da Teologia da Libertação, então esses sempre votam no PT o que resta para ele na ICAR sao olavetes e os evangélicos não são ainda a maioria só com votos desses ele naonse elege e francamente ele é um político né, acho que ele não tá preocupado se astrolavo já praticou estelionato e pertenceu a tariqas ele quer qie o astrolavo denuncie os comunistas e traga eleitores católicos para ele, entendeu que precisa desse apoio

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  9. Lucas, umas perguntas.

    -Hitler acreditava em Deus?

    -Você acredita em terra plana?

    -você acredita nas conspirações atuais?

    -Se Deus é Todo-poderoso, Ele pode criar algo maior que Ele? E se Ele não pode criar esse algo maior que Ele, isso o limitaria?

    -O que você acha de psicologia? Fiz essa pergunta pois há muitos cristãos que abominam essa profissão, muitas vezes faço o mesmo, gostaria de ver sua visão sobre o assunto!

    -E sobre terapias psicológicas? O que você pensa?

    Obrigado.

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    1. -Hitler acreditava em Deus?

      Não. Escrevi sobre isso aqui:

      http://ateismorefutado.blogspot.com/2015/04/o-socialista-ateu-adolf-hitler.html

      -Você acredita em terra plana?

      Não.

      -Você acredita nas conspirações atuais?

      Depende, qual delas? Eu acho muito errado colocar tudo em um mesmo bolo.

      -Se Deus é Todo-poderoso, Ele pode criar algo maior que Ele? E se Ele não pode criar esse algo maior que Ele, isso o limitaria?

      Não, o conceito de onipotência de Deus não viola as leis da lógica, como criar algo maior do que aquele que é por definição o maior, o que na prática consiste em perguntar se Ele pode fazer algo que Ele não pode fazer, o que é uma contradição de termos. Deus pode fazer tudo o que é logicamente possível, mas não um "solteiro casado" ou coisa do tipo.

      -O que você acha de psicologia? Fiz essa pergunta pois há muitos cristãos que abominam essa profissão, muitas vezes faço o mesmo, gostaria de ver sua visão sobre o assunto!

      Não tenho nenhum problema com a psicologia, o problema é com Freud, que foi um embusteiro da pior espécie e que infelizmente ainda é levado muito em consideração nesta área, por muita gente. É semelhante ao que Marx representa para o campo da história, o que não desqualifica o estudo da história em si.

      -E sobre terapias psicológicas? O que você pensa?

      Não conheço bem para comentar sobre isso, mas conheço pessoas que fizeram terapia e que disseram que o resultado foi ótimo.

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    2. "É semelhante ao que Marx representa para o campo da história"

      No campo da sociologia na verdade.



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    3. Lucas percebo que te perguntam sobre a terra-plana quase todo artigo teu as vezes mais de uma vez já tá na hora das pessoas desencanarem disso...

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    4. "No campo da sociologia na verdade"

      Em História também se estuda muito Marx, com uma leitura enviesada.

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  10. Paz do Senhor
    Excelente texto, como sempre.
    Moro em Itaquera - SP - e no meu prédio esta lotado de petistas; no domingo fizeram um churrasco e era só barulho (tipo "já ganhou")só sei que quando foi a hora (e depois) do resultado, parecia que estava num cemitério de tanto silencio que se ouvia (desculpe o trocadilho infame). Lucas, desconfio que o PT vai fazer literalmente a vida do bolsnoro num inferno pra quando chegar na próxima eleição falar que ele é incompetente.

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    1. Isso aí que você disse me lembrou o "velório do PT":

      https://www.youtube.com/watch?v=XtgTK9hO0lo

      Com certeza eles vão fazer da vida do Bolsonaro um inferno, mas se eles não conseguiram nem impedir o impeachment mesmo quando ainda detinham o poder em mãos, vai ser ainda mais difícil agora que não tem mais. Cabe ao Bolsonaro usar de sabedoria e astúcia política daqui em diante, e devemos lembrar que nessa nova bancada congressista a direita será bem diferente da de antes, com muito mais nomes combativos para fazer frente à esquerda (gente como Kim Kataguiri, Arthur do Val, Joice Hasselmann, Frota e etc, que tem uma capacidade combativa bem maior que a de um político convencional, gostando deles ou não).

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    2. Arthur do Val foi eleito deputado estadual, não federal.

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  11. Não sei se vc me entende, mas tentarei lidar com um comentário mais pacífico possível. Eu ví no seu artigos uma espécie de misericórdia do pt aos ladrões, estupradores, e toda espécie de minorias. Isso se assemelha muito com o que é pregado na bíblia, a misericórdia, perdoar o irmão incansavelmente, amar os nossos inimigos, bendizer os nossos inimigos, suportar as dores do próximo e etc. Mas o problema é que eu não sei se o Estado deve ser assim, eu acho que eles (o pt) está com uma parte da verdade nesses quesitos. Eu queria saber de vc, se o Estado deve ser assim, quando apresentado esses pontos, misericordioso ou então, bem autoritário (acusador e não misericordioso que me lembra muito romanos 13). Perdão por qualquer falta minha de intelectualidade e dicernimento. Abs!

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    1. Há uma confusão de conceitos aqui, porque uma coisa é a misericórdia cristã, outra coisa é a atuação do Estado. Paulo disse que o Estado "não porta a espada sem motivo, mas é serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal" (Rm 13:4). Ou seja, a função mais primordial do Estado é justamente punir os criminosos, e isso vem antes mesmo de qualquer questão social, mesmo porque não há nada mais "social" em favor do povo de bem do que mantê-lo protegido de gente do mal. Você fala em misericórdia para com os bandidos, mas e quanto à misericórdia pelas pessoas de bem? Um pai de família, uma dona de casa, uma jovem estudante, um idoso aposentado, eles também merecem misericórdia, não merecem ser estuprados, assassinados, roubados e etc. Quando o Estado prende os criminosos ele está justamente agindo com misericórdia para com aqueles que mais merecem, protegendo-os da maneira que pode. É para isso que ele "porta a espada". Se você ler as leis que Deus dava a Israel, todas elas previam punições severas para quem cometia o que na época eram considerados crimes (e em grande parte continuam sendo até hoje, mesmo quando são puníveis de outra maneira).

      Mesmo em se tratando da misericórdia cristã ela não anula as consequências (punição). Por isso existe na Bíblia a excomunhão (afastamento de um crente da comunhão com a igreja), por isso Jesus perdoou o ladrão da cruz mas não o tirou da cruz (e o próprio ladrão reconheceu que ele estava sendo condenado justamente, diferente de Cristo), por isso um pastor flagrado em pecado é destituído do cargo (pelo menos por algum tempo, até voltar a ser um exemplo de conduta), e por isso o mesmo Deus que criou o céu também criou um inferno de castigo proporcional. O Luciano Subirá fez um vídeo recente sobre essas questões onde explica esses conceitos com mais profundidade e exemplos bíblicos:

      https://www.youtube.com/watch?v=LXv6IMEW5aQ

      Abs!

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  12. Lucas você conhece a página Clube Santo? Se não conhece https://www.facebook.com/clubesantobr/

    Eu acho essa página muito boa.

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  13. Lucas a esquerda ta usando um terror psicologico para assustar os opositores do bolsonaro e os neutros, falando que agora vai ter nazista andando por ai, negros e homosexuais morrendo, censura da midia, a volta da escravidão, fim do estado laico etc. O que vc pensa sobre estas questões?

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    1. Isso daí é pura histeria e paranoia, a maioria dos que dizem isso nem acreditam no que estão falando. Basta dois meses de governo Bolsonaro para eles verem que não está havendo nenhum genecídio de gays e negros pra eles sossegarem. Isso me lembra muito esses vídeos do Desconfinados:

      https://www.youtube.com/watch?v=46PU653U9w0

      https://www.youtube.com/watch?v=luECvRTcV48

      Agora, dizer que ele é "nazista" chega a ser ridículo, o cara já chegou até a dizer que vai mudar a embaixada de Tel Aviv pra Jerusalém (o que só o Trump fez até agora), é odiado por muitos justamente por ser um "sionista", e ainda é acusado de ser nazista? Só pra rir mesmo. Esse povo nem sabe o que é nazismo, não sabe do que fala e acaba banalizando o nazismo, o que é uma pena, já que o verdadeiro nazismo foi uma tragédia incomensurável, que não merece ser comparada a qualquer político de quem discordamos (e a esquerda faz SEMPRE isso, já fazia com o Aécio e até com o Serra). Não sei o que é pior, falar sobre o Bolsonaro implantar o nazismo ou voltar à escravidão, será que eles realmente pensam que o Bolso vai abolir a Lei Áurea?

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    2. Falando nisso, como a lei áurea continuou existindo mesmo com o fim da constituição de 1824? Leis vivem mais que a própria constituição?

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    3. Existe diferença entre lei e Constituição, e quando uma Constituição é substituída por outra as leis não vão todas embora junto com ela (como se momentaneamente o país virasse uma anarquia), a não ser que sejam expressamente revogadas.

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  14. Como assim, você disse que Bolsonaro não é um exímio debatedor, ele é o que melhor falou nessas eleições e em todas as entrevistas que participou. Na minha opinião, ele sabe falar muito bem. Sempre com respostas objetivas.

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    1. Pelo jeito você não deve ter assistido os debates. No primeiro ele foi bem apagado (embora não mal), e no segundo (da RedeTv) foi horrível, um dos piores do debate, parecia que tinha tomado um sonífero antes de entrar, mal conseguia juntar duas palavras. Chegaram até a fazer piada com isso, como se tivesse alguém no ponto eletrônico ditando o que ele tinha que dizer e ele repetindo, de tão demorado que ele falava as coisas:

      https://www.youtube.com/watch?v=tjqevpuEoEk

      No que ele vai realmente bem é nas entrevistas (ou sabatinas) com jornalistas, isso não tem como negar, ele foi muito bem no Roda Viva, no JN, no G1 e etc. Mas no artigo eu não falei das entrevistas, mas dos debates, onde ele não se sobressaiu em nenhum. Em se tratando de análise política temos que ser imparciais e avaliar as coisas com isenção, senão não faz sentido nenhum analisar nada, já que cada um sempre vai puxar para o lado do candidato que defende.

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  15. Brutolão, dizem que a maioria dos professores são marxistas, é isso mesmo? Mas isso se refere aos professores universitários ou os de ensino fundamental e médio Também são em sua maioria marxistas? Você diria que cerca de quanto por cento dos professores são marxistas, uns 80 por cento? E qual a causa desse fenômeno em sua opinião?

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    1. Eu diria que são uns 99%, esses 80% são uma estimativa baixa demais. E embora nas universidades a lavagem cerebral seja um pouco mais forte e descarada, ela começa desde o Ensino Fundamental e Médio. Eu me lembro que quando estava na quinta série o professor dizia que o Bush roubaria a Amazônia do Brasil, para ter uma ideia do nível de paranoia anti-americana que existia (por serem eles o símbolo maior do capitalismo). Mesmo assim no meu caso eu não sofri muita lavagem cerebral na escola porque por sorte era uma escola particular e cristã, por isso a doutrinação mais pesada só veio na faculdade mesmo (UFPR), mas aí já era tarde demais porque eu já era bem informado. A causa do "fenômeno" é relativamente simples de entender: a partir do momento em que os militares declararam ilegal o Partido Comunista, os comunistas tiveram que abandonar a luta política-partidária e se infiltraram com tudo no único meio que lhes restavam para influenciar o pensamento: as universidades. Os professores que atuam hoje são em parte os mesmos dessa época, e em sua maior parte os que foram doutrinados nesse período e que se tornaram tão fanáticos quanto eles. Mas a boa notícia é que a "nova safra" de professores da próxima geração deve romper com este padrão (pelo menos parcialmente), na minha sala por exemplo metade dos alunos de licenciatura em história são anti-pt. Isso acontece porque agora temos acesso ao conhecimento por fontes externas às salas de aula e porque todo mundo pôde ver com seus próprios olhos os frutos de um governo esquerdista que monopoliza o poder por tanto tempo.

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  16. Aliás, uma coisa que muitos esquerdistas usam é que a maioria dos intelectuais são da esquerda, e que isso é a prova de que a esquerda está certa, por que você acha que os mais intelectualizados tendem a esquerda? E como rebater esse argumento?

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    1. Não existe "intelectual de esquerda", isso é a mesma coisa do "socialismo e liberdade", uma utopia. É mais difícil encontrar um "intelectual de esquerda" do que um personal trainer gordão ou um palmeirense com mundial.

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    2. Mas por que tu acha que um esquerdista não pode ser intelectual? Quando falo em intelectuais me refiro a pessoas com estudo, como professores, ou pessoas cultas como Chico Buarque por exemplo?

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    3. Nem todo professor é um intelectual (eu diria que quase nenhum) e muito menos o Chico Buarque é uma pessoa culta. Pra mim é preciso bem mais do que estudo para ser assim considerado.

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  17. Olá Lucas! Como vai? (acredito que melhor pois o Bolsonaro ganhou). Gostaria que analisasse, se possível, um texto que me mandaram no WhatsApp. Lá vai:

    "Será?
    Bem, isso pra mim não fará a menor diferença, entretanto, a bíblia foi alterada nos vários Concílios católicos.
    👇🏻👇🏻

    A Reencarnação, Já Foi Bíblica.

    PUBLICADO EM 03/10/16 - 03h00
    Foi no Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) que a reencarnação foi retirada do cristianismo pelo imperador Justiniano e sua esposa Teodora. Essa história da influência de Justiniano e Teodora no citado concílio, de um modo geral, não é abordada pelos historiadores, certamente, para evitarem conflitos com a Igreja, pois isso é desagradável para ela.
    E na verdade, o que foi condenado nesse concílio não foi bem a reencarnação, mas a doutrina da preexistência do espírito, ou seja, a existência do espírito antes da concepção do corpo no útero materno, o que é contra a Bíblia. “Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e antes que saísses do ventre da madre, te consagrei e te constituí profeta das nações” (Jeremias 1: 5). Está provada, pois, pela Bíblia, essa doutrina da preexistência do espírito antes da concepção do corpo. Ora, se o espírito existe antes do corpo ser criado, ele já pode ter vivido encarnado em outro corpo aqui na Terra ou em outro mundo. “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14: 2). A casa do Pai é o universo. O próprio homem Jesus deixou também isso bem claro. “Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8: 58).
    Talvez tenha havido uma distração dos bispos desse concílio ou condenaram erradamente muito conscientemente essa doutrina da preexistência, pois sem ela, não poderia existir a reencarnação!
    Não foi o papa Virgílio dessa época que convocou o citado concílio, mas o próprio imperador Justiniano. Aliás, os primeiros concílios da Igreja eram sempre convocados pelos imperadores romanos..

    Segundo consta-me quê:.. A abolição da constância, da reencarnação na bíblia sagrada!.. Deu-se por ordem do Imperador bizantino, Justiniano Augusto, à pedido de sua mulher; Imperatriz Teodora... A imperatriz, que já havia anteriormente, condenado suas ex companheiras, por as mesmas, tanto quanto à própria, já haverem vendido vossos corpos, no mercado da prostituição!.. E, lendo certa feita o supramencionado livro, tomada pelo temor, de ter que reencarnar resgatar erros cometidos naquela sua encarnação, solicitou de seu marido, retirado fosse, do respectivo livro sagrado, a realidade da pluralidade das várias encarnações. Daí, desinformado à respeito, tanto quanto, o raciocínio da imperatriz, o imperador levou a questão ao papa, e esse, reuniu o clero, havendo daí, a votação... E, a reencarnação, perdeu por três à zero. Boa noite. Muito amor... Muita paz."

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    1. Essa história de que "o Concílio Ecumênico de Constantinopla retirou a reencarnação" é uma palhaçada que uns espíritas desonestos inventaram, eu nunca vi esse tipo de informação em nenhuma fonte que não seja um site espírita bem meia-boca. Depois reclamam que essa história "não é abordada pelos historiadores"... é óbvio que não é abordada, porque NUNCA EXISTIU!

      O que eles fazem com os textos bíblicos é ainda mais aberrante, Jeremias 1:5 não fala de pré-existência do espírito mas sim da predestinação ministerial, João 8:58 fala da pré-existência de JESUS e não de uma alma humana, e sobre João 14:2 melhor nem comentar. Essa gente é desonesta, às vezes até mais que os apologistas católicos, distorcem tudo o que ver pela frente para conseguir passar a perna nos incautos (obviamente não me refiro a todos os espíritas, mesmo porque muitos deles reconhecem que não seguem a Bíblia, mas especificamente a esse tipo de espírita "apologético" que distorce a Bíblia e a história deliberadamente, ou seja, que são mal-intencionados).

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  18. Sobre meu comentário, gostaria só de citar que o sujeito que escreveu "forçou" de mais os textos bíblicos para validar a tese dele; forçou tanto que chegou até a arrastar o texto!

    Deus lhe ilumine!

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  19. Oque você acha das cotas raciais?

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    1. Sou contra. Somos todos iguais. Acho inclusive uma coisa bem racista, pois pressupõe que o negro é de alguma forma "inferior" aos brancos e por isso precisa de uma "cota" pra disputar com o branco em condições de igualdade. Por isso a única cota que eu sou a favor é a destinada às pessoas mais pobres (independentemente da cor da pele), porque esses sim não estão em igualdade de condição por terem menor acesso ao conhecimento em função da carência financeira para alcançá-lo.

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  20. Lucas, você acredita que
    a esquerda ainda voltará ao poder?

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    1. Claro que sim, em qualquer democracia há alternância de poder, não existe nenhuma democracia no mundo onde só a esquerda ou só a direita governa há séculos. A diferença é que nos países mais desenvolvidos e civilizados a esquerda de lá é bem mais "light" do que a daqui, seria mais ou menos o equivalente a um PSDB ou MDB, não existe algo como PT, PSOL ou PSTU nos Estados Unidos, Reino Unido, França e etc, porque os próprios esquerdistas de lá são bem mais inteligentes do que os daqui e sabem que o socialismo clássico não funciona em lugar nenhum, então precisam se adaptar, posicionando-se mais à direita. Por isso aquilo que eles chamam de "socialismo" lá é um tipo de socialismo mais moderno, com conceitos bem diferentes do tipo de socialismo atrasado e tacanha que se defende aqui, que é o mesmo de duzentos anos atrás, o qual já foi totalmente superado no mundo civilizado, mas que continua arruinando os países atrasados de terceiro mundo como o nosso (que ainda tem gente burra, alienada e ignorante o suficiente para comprar o discurso).

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  21. Amigo do Banzolão31 de outubro de 2018 23:24

    Banzolão, me indique bons livros sobre a política brasileira.

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  22. Parabéns Banzomacho, quando penso que você não pode mais surpreender então você vêm com um texto fantástico como esse. Você tem um potencial absurdo, podes tu ser um dos apóstolos paulos modernos. Definitivamente tu és um monstro, seja valente e não se deixe seduzir pela serpente que tentará te envaidece, siga firme em fé Banzomacho! Feliz a mulher que te amamentou!

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    1. Pra mim apóstolo bom é apóstolo morto, então dificilmente serei um Paulo moderno :D

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    2. Lucas, você não acredita que o apostolado esteja em vigor atualmente, você acha que todos os que se dizem apóstolos atualmente não o são, são falsos? Pensei que você acreditasse.

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    3. Vc tem alguma suspeita de quem é esse anônimo?

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    4. Então achas impróprio pregadores atuais como Estevam Hernandes, Valdemiro Santiago e Rene Terra Nova se intitularem apóstolos? Qual a definição exata de apóstolo?

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    5. "Lucas, você não acredita que o apostolado esteja em vigor atualmente, você acha que todos os que se dizem apóstolos atualmente não o são, são falsos? Pensei que você acreditasse"

      "Lucas, você não acredita que o apostolado esteja em vigor atualmente, você acha que todos os que se dizem apóstolos atualmente não o são, são falsos? Pensei que você acreditasse"

      Apóstolo na Bíblia, excetuando o grupo dos doze, se refere a um missionário, e não a um cargo eclesiástico que esteja acima dos outros (como nestes casos das pessoas que se intitulam "apóstolos" modernos). Não existe o "cargo" de apóstolo nos dias de hoje, o que existem são pessoas "enviadas" (=apóstolos) para pregar o evangelho em terras distantes. O que nós chamamos hoje de missionário é o que a Bíblia chama de apóstolo, e o que chamamos hoje de apóstolo é o que a Bíblia diz que não existe mais.

      "Vc tem alguma suspeita de quem é esse anônimo?"

      Não sei quem é esse anônimo, nem quem é você (outro anônimo), nem quem é o anônimo do próximo comentário.



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  23. Iae Lucas, Tenho uma pergunta!

    • Deus está limitado somente a Bíblia?
    Ele só apresenta os atributos que existem nela?

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    1. Se existem outros atributos que não estejam na Bíblia, então nós não sabemos (justamente por não estar na Bíblia). Mas eu creio que tudo o que nós precisamos saber sobre Deus, Ele registrou em Sua Palavra.

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    2. Amigo Banzoli, por que Deus só pode ser conhecido pela literatura judaico-cristã (Bíblia)?

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    3. Deus também pode ser conhecido pela "lei da natureza", e pela consciência moral que Ele colocou em cada um, mas a Bíblia é o único documento que entra em detalhes sobre a Sua natureza e sobre o plano de redenção.

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  24. Banzoli;
    O que vc acha do lema "Deus acima de todos"? Não é inconveniente, se pensarmos que o estado é laico? e que as decisões políticas devem pensar no que é melhor para o povo de modo geral e não nos valores religiosos?
    *Dória é um eneatipo 3. São os melhores em alterar sua imagem de acordo com a conveniência e vender seu produto.

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    1. Eu acho que se fosse o lema do Estado em si (tal como o "Brasil, um país de todos") seria contra o Estado laico sim, mas este não é o lema do Estado mas sim da campanha dele, que como cristão tem o direito de se posicionar assim ou assado.

      *Concordo totalmente sobre o Doria :)

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  25. Me explique Lucas por favor bem resumindo o que é idade média

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    1. É o período que começa com a queda do Império Romano ocidental no século V e termina com a queda do Império Romano oriental no século XV. Caracteriza-se pelo regime do feudalismo (de estagnação econômica e cultura de subsistência), por instabilidade política (guerras, traições, conspirações, casamentos arranjados, etc), por uma sociedade fortemente católica no caso do Ocidente (ortodoxa no caso do Oriente e muçulmana no caso africano e de parte da Ásia), por uniformitarismo religioso (=perseguição contra religiões que contrariam a principal de um lugar), por uma sociedade sem mobilidade social dividida entre os que oram (clero), os que lutam (nobreza) e os que trabalham (camponeses), por um acesso escasso ao conhecimento (com elevado grau de analfabetismo, e um limitado número de universidades) e pela descentralização política (poder dos senhores feudais se sobressaindo ao poder real).

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    2. Parabéns Banzoli, a melhor definição de Idade média que eu já vi.

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  26. Lucas você pode explicar por que o ecumenismo é errado

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    1. Respondi abaixo:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/10/o-que-explica-o-fenomeno-bolsonaro-e-o.html?showComment=1541196484984#c6788229914041519626

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  27. Por que o ecumenismo é errado e quais são os que mais estão envoltados nisso e quais não toleram

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    1. Depende do que se considera por "ecumenismo". Se for apenas a tolerância mútua de religiões e o respeito mútuo eu não vejo problema nenhum, mas infelizmente muitas vezes isso significa o sincretismo religioso, no sentido de fazer concessões doutrinárias a um outro grupo, o que na prática é negociar a fé, que é um valor inegociável. O ecumenismo vem sendo bastante praticado pela Igreja Católica, Ortodoxa, Anglicana e Luterana nesses últimos tempos, embora ainda não tenham chegado a muitos acordos concretos, apenas evitam falar mal uns dos outros. Dos que não toleram, eu destacaria os católicos tradicionalistas e os evangélicos pentecostais e os reformados mais ortodoxos, que são os mais apegados cada qual à sua doutrina e reservam para si a liberdade de criticar o próximo no que entendem que estão errados.

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  28. Respostas
    1. URSAL é o nome dado à "União das Repúblicas Socialistas da América Latina", que foi uma ironia feita por uma esquerdista que acabou ganhando ares de teoria da conspiração em tempos recentes. Ela é baseada na alegação de que os líderes socialistas de cada país latino estariam planejando a criação de um único país continental semelhante ao que foi feito na antiga União Soviética, onde as fronteiras acabariam e estariam todos sendo governados por um único presidente. Mas isso ainda está bem longe de se tornar realidade, e de fato o que o Foro de São Paulo planejava não era o fim das fronteiras ou a "URSAL", mas sim o socialismo tomando o controle em cada país individualmente, sem necessariamente existir uma fusão ou integração de países perdendo sua autonomia interna.

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  29. Banzolao e a respeito dos intelectuais de esquerda que você falou que não existem eu discordo tambrm porque nem todos da esquerda sao stalinistas, defensores do totalitarismo, o próprio Hobsbawm que eu citei no outro post condenou Stalin e há os sociais democratas que defendem intervencoes estatais mas com democracia, pode-se discordar deles mas acho uma pauta legítima, inclusive o FHC tem uma excelente formação acadêmica em sociologia, quero ler os livros dele para conhecer mais do pensamento social democrata, existem os anarquistas também, que não acreditam em estado, o campo da esquerda é bem amplo, eu não concordo com nenhuma vertente de pensamento esquerdista, mas respeito, desde que não sejam totalitários, defensores de torturadores, assim como tampouco respeito Pinochet e Ustra

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  30. E concordas que a esquerda aaser combatida é a petista, psolista principalmente, que defendem regimes que torturam e matam pessoas como o venezuelano, cubano? Porque eievejo aaesquerda social democrata aberta ao dialogo, recentemente vi uma entrevista do Fernando Gabeira que é do Partido Verde ao canal do YYouTube Imprensa Livre do Alexandre Borges um conservador e achei ele bem intelectual, aberto ao diálogo, ele é antropólogo

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  31. Olhe aqui o vídeo da entrevista do Fernando Gabeira para o Alexandre Borges,que não é aquele ator da Globo flagrado com um travesti kkk e sim um analista político conservador,https://www.youtube.com/watch?v=KlsJ8rcA728,o que achou da entrevista?

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  32. Lucas, o que você acha do saudoso Alborghetti? Já que você é do Paraná você alguma vez o assistiu na TV ou o acompanhou na internet?

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    1. Naquela época eu ainda era criança e não existia youtube para viralizar esse tipo de conteúdo, ele acabou se tornando mais famoso depois de morrer (acabou falecendo precocemente), então eu não cheguei a acompanhá-lo, apenas assisti a alguns vídeos na internet em tempos posteriores. Dizem que ele foi o precursor do Ratinho, que foi uma cópia dele.

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  33. E só para dar uma ajudinha:

    https://www.google.com/amp/s/noticias.r7.com/brasil/voto-evangelico-foi-decisivo-para-vitoria-de-bolsonaro-diz-filosofo-29102018%3famp

    Pelo jeito o Astrólogo da Virgínia e os apologistas católicos cretinos devem estar chorando que nem crianças, o Bolsonaro ganhou essa eleição graças ao voto evangélico, de acordo com o R7, na véspera da eleição o Bolsonaro estava com 59% das intenções de voto do eleitorado evangélico (incluindo indecisos e votos nulos ou brancos). Além disso Bolsonaro ganhou nos estados mais evangélicos do país, veja por si só:

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_religião (Estados mais evangélicos)

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Resultados_da_eleição_presidencial_no_Brasil_em_2018 (Estados onde o Bolsonaro mais teve votos no segundo turno)

    Em suma, se não fosse pelos evangélicos o Haddad provavelmente seria eleito Presidente dando ao país mais 4 anos de sofrimento, roubalheira, caos, desordem e retrocesso. A direita desse país católico deve muito aos evangélicos. Nada melhor do que os próprios fatos e a Verdade para calarem a boca do Astrólogo falastrão e desses apologistas católicos cretinos de fundo de quintal. Aliás caso você pretenda fazer mais um artigo sobre a Vitória do Bolsonaro e da importância do voto evangélico use esses dados, espero que eles sejam úteis e também ter lhe ajudado. Mas enfim, Oremos por esse país e pelo futuro Presidente e pelos futuros governadores de estado, oremos para que esse país torne-se um lugar melhor para nós e para nossos descendentes. Abraços, Deus te abençoe.

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    1. Pois é, e depois eles ainda dizem que a Igreja Católica é que é o "baluarte do conservadorismo"... a gente carrega o conservadorismo nas costas e eles pegam todo o mérito pra eles. Típico.

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  34. Avalie:

    https://www.mblnews.org/materias/eleitor-de-bolsonaro-e-decapitado-no-ceara/

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    1. Lamentável. Depois ainda dizem que o ódio vem da direita...

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  35. Recentemente, o Bolsonaro declarou que não reconhece a Palestina como um país.
    Vc acha que esta é uma posição extremista? Conheço algumas organizações sionistas que são a favor dO Estado de Israel ao lado do Estado Palestino.

    Além disso, eu sou sionista porque defendo o direito de qualquer povo constiuir um Estado para o representar caso assim deseje, como os judeus, os curdos, catalães etc. Mas essa posição em relação à Israel pode ser amparada pela Bíblia? Para deixar bem claro, a promessa feita aos descendentes de Abraão não dependeria do fiel seguimento à lei divina e aceitação do Messias?

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    1. Eu respondo sobre isso nesse outro comentário:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/11/aliancismo-ou-dispensacionalismo.html?showComment=1541348110823#c3077099886642455108

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  36. Comente:

    https://www.mblnews.org/materias/de-dialeto-gay-ate-manipulacao-de-dados-nas-redes-saiba-como-foi-a-prova-do-enem/

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    1. http://www.lucasbanzoli.com/2018/11/aliancismo-ou-dispensacionalismo.html?showComment=1541450726164#c8237069282702233521

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