28 de agosto de 2018

163 Por que eu sou mesmo um “puxa-saco” dos Estados Unidos



Eu nunca fui um super fã da Marvel do tipo que não perde nenhum filme, mas meses atrás, quando estreou o quarto filme dos Vingadores no cinema (“Guerra Infinita”), eu não perdi a oportunidade. Não vou dar spoiler aqui, mas minha sensação ao sair do cinema foi do tipo: “Caramba, que filme phoda!”. Eu raramente vou ao cinema, mas na semana seguinte fiz questão de ir assistir o filme de novo, e depois disso assisti mais três vezes em casa. Eu poderia fazer uma “reflexão teológica” do filme tal como esse excelente vídeo do Yago a respeito, mas aqui prefiro ser mais superficial. E uma dessas coisas mais superficiais que o filme me levou a refletir foi sobre a importância dos Estados Unidos da América.

Os roteiristas, produtores, diretores e atores de Vingadores: Guerra Infinita são todos, em suma maioria, americanos (e aqui chamarei de “americanos” os “estadunidenses”, goste ou não). Comecei a lembrar de outros filmes que marcaram a minha vida, e notei que embora tivessem atores diferentes, fossem de gêneros distintos e de anos diversos, todos eles tinham uma coisa em comum: eram americanos. Fosse “O Senhor dos Aneis”, “Interestelar”, “O Patriota", "As Crônicas de Nárnia”* (*só o primeiro, é claro), “Tá Todo Mundo Louco”, “Rocky Balboa”, “Ready Player One”, “Thor Ragnarok” ou qualquer outro que me viesse à mente, não tinha erro: eram todos filmes americanos. Foi então que eu percebi: pensou em filme, pensou em Estados Unidos.

Voltei para casa, fui para o pc e coloquei uma música (quase o tempo todo estou ouvindo uma música enquanto estou no computador). Não me lembro qual música era, mas no exato momento em que escrevo este artigo escuto uma de Michael W. Smith (por coincidência, nada combinado) chamada Great Are You Lord. Então comecei a fazer uma lista mental de minhas músicas favoritas, e novamente uma coisa me chamou a atenção: independente do(a) cantor(a) ou da banda, e independente se é uma música gospel ou secular, 99% delas são músicas americanas. De “Jesus Culture” a “Ariana Grande”, as músicas americanas dominam a parada completamente. Sim, tem músicas em português que eu também curto, mas antes que eu tivesse tempo de reconsiderar a questão eu notei mais uma coisa: eram quase todas elas traduções de... músicas em inglês. Ou seja, músicas que não existiriam se um americano não as tivesse criado primeiro.

Enquanto ouvia uma música (americana), fui ler algum livro. Não me lembro exatamente qual estava lendo naquele dia, mas hoje estou lendo “A Morte da Razão”, de Francis Schaeffer, e ontem terminei a leitura de “A Vitória da Razão”, de Rodney Stark (não confundir com aquele outro Stark). Mais um dado interessante: os dois são americanos. Comecei a lembrar dos livros que mais impactaram a minha vida (alguns deles já mencionados neste artigo), e eram, novamente, quase todos americanos, a começar pela “Oração Intercessória” de Dutch Sheets e o “Não tenho fé Suficiente para ser Ateu”, de Norman Geisler e Frank Turek. Há certamente muitos bons autores e livros brasileiros e de outras nacionalidades, mas a maior parte vem de lá também.

Da mesma forma, quando penso nas melhores séries, só me vêm à mente séries americanas, tais como “Os Originais”, “As Crônicas de Shannara”, “Flash” e outras. Quando penso em comer fora, o que mais penso é em Mc Donald’s (americano). Quando penso em beber algo, não tem nada melhor que Coca-Cola (americana). Quando escrevo algo neste site, o faço através da plataforma blogger (americana). Quando divulgo esses artigos, o faço através do Facebook (americano). Quando lanço algum vídeo, o faço através do YouTube (americano). Quando preciso contactar alguém que não usa Facebook, o faço através do meu e-mail do Yahoo (outra empresa americana). O simples fato de eu ter acesso a tudo isso devo à internet, criada pelo Departamento de Defesa dos EUA, na década de 60.

Vou poupar o leitor de mais um interminável compilado de menções, bastando dizer que praticamente tudo o que nós temos de melhor hoje devemos, de uma forma ou outra, direta ou indiretamente, aos Estados Unidos da América. Gostando ou não, querendo ou não, este fato é tão inegável quanto insofismável. Quem nutre ódio aos Estados Unidos cospe no prato em que come (às vezes literalmente). E eu vou além: se eu fosse obrigado a escolher entre os Estados Unidos sobreviver e todo o resto do mundo evaporar ou o contrário, não pensaria duas vezes antes de salvar os Estados Unidos. Claro que digo isso em termos culturais – não quero que ninguém morra, a começar comigo.

Por mais que eu viva no Brasil, minha cultura, meus gostos, meu hobby – para não dizer meu coração – é norte-americano. À exceção do futebol, eu não me identifico em quase nada com a chamada “cultura nacional” brasileira (não sou funkeiro, não curto samba e nem carnaval, não sou católico e nem estatista, odeio o cinema nacional e não tenho qualquer admiração pela história do Brasil de qualquer época). Em contrapartida, há muito mais aspectos em países como Estados Unidos e Reino Unido com os quais compartilho em alto grau, mesmo jamais tendo pisado um pé nesses lugares. Estudar a história desses países é imensuravelmente mais fascinante do que estudar a história do Brasil sob qualquer viés. E não, ninguém é obrigado a gostar da cultura do seu país só por morar nele – ao contrário, muitas vezes a cultura atrasada de um país é a maior responsável por seu atraso como nação.

Eu não gosto da cultura americana por ela ser a única ou por algum tipo de apego tolo à tradição: eu gosto por ser a melhor, e o que é melhor sempre vence. O Facebook não derrotou o velho e bom Orkut do turco Orkut Büyükkökten porque um comitê internacional impôs isso às nações – derrotou porque é melhor. Os filmes americanos não são superiores apenas porque tem mais orçamento: há muitos filmes estrangeiros e nacionais com orçamento respeitável e às vezes até maior que muitos filmes americanos, mas que são uma bela de uma porcaria. E ninguém me obrigou a assistir os filmes americanos: eu os assisto apenas e tão-somente porque são os melhores. Se os melhores fossem franceses ou chineses, eu os assistiria em lugar dos americanos. De modo similar, as músicas americanas não são as mais tocadas porque não se faz música em outros países, mas porque são as melhores.

E por aí vai: à exceção do futebol, que eles felizmente ainda não aprenderam a jogar (e tomara que continuem assim por muito tempo, para nos deixar alguma alegria), são superiores em praticamente tudo. E quem agradece é o mundo, que pode desfrutar de inúmeros benefícios que de modo algum teria se não fosse pela existência e supremacia americana. Mas esses benefícios vão bem além de bens materiais ou entretenimento: nossa própria existência como nação depende, em última análise, do fato dos Estados Unidos ter derrotado as potências rivais e alcançado a supremacia mundial.

Você pode ter achado isso um tanto forte demais, mas pare por um momento para pensar em como o mundo seria hoje se os nazistas de Hitler tivessem vencido a Segunda Guerra Mundial e conseguido a supremacia mundial que é hoje dos Estados Unidos. Se você não consegue imaginar, peça a ajuda dos universitários e digite no Google: “como seria o mundo se os nazistas tivessem vencido”. Você vai encontrar inúmeros artigos dizendo uma coisa ou outra, mas uma coisa é consenso: o mundo não seria nada parecido com o que é hoje. Seria pior. Muito pior. Provavelmente viveríamos em um mundo com tecnologia bem mais defasada, racismo muito mais aflorado e Estados bem mais fortes ensinando uma ideologia nazista e amedrontando todo o povo – talvez com mais holocaustos ao redor de todo o mundo.

O que destruiu as pretensões imperialistas nazistas? Há vários fatores, mas o principal deles foi a entrada dos Estados Unidos na guerra, em 1941. Como todos os que estudaram o básico sobre a Segunda Guerra sabem, os dois anos que precederam a entrada dos Estados Unidos na guerra foram largamente favoráveis ao Eixo (liderado pelos nazistas), e a permanência da neutralidade por parte dos Estados Unidos resultaria, quase que inevitavelmente, na vitória de Hitler e seus aliados. Se os Estados Unidos tivessem servido para isso, já seria mais do que o suficiente para ser exaltado, mas o mais importante ocorreu depois da guerra: com os nazistas derrotados, era preciso que alguém desse um jeito no monstro que sobrou: a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

A URSS dominava a maior parte da Ásia diretamente e exercia sua influência sobre diversas outras regiões, as quais implementaram o mesmo regime comunista dos russos. O mundo estava virtualmente dividido entre o Ocidente capitalista e o Oriente comunista. Eu digo “dividido” somente por causa de um fator: os Estados Unidos capitalista. Não fosse um gigante ocidental capitalista para fazer frente ao gigante oriental comunista, não haveria sequer “divisão” no mundo: todos, mais cedo ou mais tarde, sucumbiriam diante do comunismo soviético e seriam obrigados a adotar esse regime para a ruína e desgraça de seu próprio povo. Era uma verdadeira “guerra ser armas” – a Guerra Fria.

Foi a supremacia norte-americana no campo econômico, científico, tecnológico e cultural que deu aos americanos a vitória nessa queda-de-braço que derrubou o Muro de Berlim e destruiu o comunismo oriental quando ele estava mais forte do que nunca, e ameaçava conquistar o mundo inteiro. E graças aos Estados Unidos podemos hoje desfrutar de alguma liberdade que de modo algum teríamos se a Guerra Fria fosse vencida pela União Soviética, que fatalmente faria de toda a América uma “grande Cuba” (eu sei, perdi a oportunidade de usar o termo URSAL aqui). Lembre-se: não fosse pelos Estados Unidos, sequer existiria uma “Guerra” Fria. Com os países europeus enfraquecidos pela Segunda Guerra e os demais países capitalistas economicamente incapazes de competir com essa grande potência, a URSS não encontraria dificuldades em expandir seu mundo para o mundo dos outros, para muito além do mundo oriental que conquistou.

Graças aos americanos temos eletricidade, vacinas, câmeras, celular, iPhone, lâmpada elétrica, microfone, cinema, helicóptero, avião, internet, televisão, rádio, GPS, cartão de crédito, controle remoto, notebooks, redes sociais, Vingadores Guerra Infinita, etc. E graças aos americanos o mundo não é dominado por nazistas, comunistas, tridentinos ou fascistas querendo espalhar seu regime de terror pelo mundo. Se o mundo moderno preza por esse conceito estranho às outras épocas chamado democracia, deve em grande parte à influência norte-americana (algo que eu já não poderia assegurar se a China assumir a supremacia nas próximas décadas, como talvez aconteça).

A História conta com pelo menos 6.000 anos e mesmo assim nenhuma nação trouxe mais benefícios à humanidade do que os Estados Unidos, que tem menos de 250 anos de existência. Ao longo de todo esse período numerosas potências tiveram a supremacia militar e econômica no mundo, mas nenhuma que fizesse sombra a todas as contribuições que os americanos trouxeram em tão pouco tempo (à exceção da Grã-Bretanha, mas sobre isso falaremos em outra oportunidade). Muitas tiveram êxitos e conquistas militares bem além dos americanos, mas nenhuma que competisse em termos de desenvolvimento científico, tecnológico e econômico com eles.

Eu mencionei o livro do Tony Rodney Stark mais cedo. Ele é um autor bem antiprotestante no geral, mas nas últimas páginas traz dados interessantíssimos. Na página 263 há um gráfico de toda a produção industrial no mundo, que é a seguinte:

Nação
1870
1900
1929
Grã-Bretanha
31.8%
14.7%
9.4%
Estados Unidos
23.3%
35.3%
42.2%
Alemanha
13.2%
15.9%
11.6%
França
3.7%
6.4%
6.6%
Rússia
2.9%
5%
4.3%
Bélgica
2.4%
2.2%
1.9%
Itália
1%
3.1%
3.3%
Canadá
0.4%
2%
2.4%
Suécia
1.1%
1%
Índia
1.1%
1.2%
Japão
0.6%
2.5%
Finlândia
0.3%
0.4%
América Latina
2%
China
0.5%
Resto do mundo
11%
12.3%
10.7%
Sim, os Estados Unidos sozinho já tinha quase a metade da produção industrial do mundo todo em 1929. O Brasil, que os revisionistas lunáticos da monarquia afirmam que era a “maior potência econômica” da época, não conseguia fazer sequer míseros 0,5% em 1870, nem mesmo contabilizando a América Latina inteira junto. Dito em termos simples: os Estados Unidos sempre foi esmagadoramente superior, a despeito das lendas revisionistas (não me aprofundarei sobre isso aqui, porque já é o tema deste outro artigo).

Escrevendo em 1818, William Cobbet dizia que “existem poucos homens realmente ignorantes na América [leia-se Estados Unidos]... são todos leitores desde a infância” (p. 266). Em compensação, no Brasil da mesma época o povo permanecia esmagadoramente ignorante, e permaneceria assim por séculos. A primeira universidade oficial do Brasil é a Universidade do Paraná, fundada em 1912, mais de quatrocentos anos depois do “descobrimento” do Brasil. Por comparação, logo que os puritanos pisaram os pés na América a primeira coisa que pensaram em criar foi uma universidade, que ficou pronta 16 anos depois. Em 1769 já haviam dez universidades nos Estados Unidos, colonizado no final do século XVI, e nenhuma no Brasil, colonizado um século antes.

Mas não pense que a coisa pára por aí: os índices mostram que o escravo americano era em média mais alfabetizado que o cidadão livre brasileiro. Em 1860, os negros americanos tinham um grau de 21% de alfabetização. Em números totais, 89% dos americanos eram alfabetizados, contra pífios 16% de brasileiros. Os índices de toda a América Latina também são miseravelmente ruins e alguns chegam a ser até piores (p. 269-270). Em pleno ano de 1929, a América Latina inteira ainda tinha menos produção industrial que o Canadá sozinho, e mais de vinte vezes menos que os Estados Unidos.

Como se nota, a imensa superioridade norte-americana não vem de hoje. Os números falam por si. Na contramão do mito marxista de que os Estados Unidos só enriqueceram após a Segunda Guerra e do mito monarquista de que no Brasil Império éramos mais ricos que eles, a verdade nua e crua é que o Brasil sempre foi um anão de jardim em comparação à grandeza norte-americana. Isso não é sequer questão de debate, academicamente falando. É questão de aceitar ou não aceitar os fatos.

Sim, é verdade que os Estados Unidos, como qualquer outra nação, tem manchas em sua história e isso não pode ser apagado ou negado, embora essas manchas sejam frequentemente exageradas por gente mal-intencionada. Um dos exemplos mais suscitados é o da escravidão, que começou nos Estados Unidos bem depois que no Brasil e terminou bem antes, além de ter tido muito menos escravos em sua história em comparação à América espanhola e portuguesa (o Brasil sozinho recebeu três vezes mais escravos africanos do que os Estados Unidos) e de ter sido relativamente menos atroz do que nas terras tupiniquins.

Também alega-se, e com razão, que os Estados Unidos tem um passado racista, mas se esquecem que o racismo foi lastimavelmente um traço comum a todas as civilizações e que pelo menos o negro americano de hoje está muito melhor de vida do que o negro brasileiro, ganhando muito mais, bem mais inserido no mercado de trabalho e com menos desigualdade em relação aos brancos de lá se comparado ao negro brasileiro, que foi deixado na miséria após a abolição da escravidão, com muitos tendo que recorrer às favelas como a única saída – favelas essas que não existem por lá. E mesmo sendo apenas 12% da população, os negros dos Estados Unidos tem uma força política substancialmente maior na vida de seu país do que os negros brasileiros, que aqui representam quase a metade da população dado o fato de que a quantidade de escravos que tínhamos era muito maior.

O fato é o seguinte: se formos levar em conta todo o histórico de mazelas perpetradas por um país, lamentavelmente não iremos poupar nenhum. Todos terão aspectos negativos numa medida maior ou menor. Mas em termos positivos, poucos países fizeram tanto pelo mundo quanto os Estados Unidos. Em minha opinião, nenhum. Talvez alguém me acuse de ser um “puxa-saco” dos Estados Unidos. Para evitar esse tipo de discussão, eu já assumi no título do artigo: sou mesmo. O que é bom deve ser exaltado. Precisamos abandonar essa mania de admirar o fracassado e invejar o bem-sucedido – ela é parte da razão pela qual somos tão atrasados. No mundo não existem “coitadinhos”, existem países que colocaram em prática a ética protestante e alcançaram êxito, e outros que trilharam caminhos opostos e se ferraram. Culpar a política, a república ou a falta de sorte é apenas um meio de contornar o problema central, que definiu o destino do mundo.

Não é à toa que os Estados Unidos é o país mais odiado do mundo, seja pelos marxistas por odiarem o capitalismo do qual os Estados Unidos é o maior expoente, seja por tridentinos por odiarem o protestantismo que sempre foi a maioria esmagadora do país – e continua sendo a maioria até hoje, apesar do delírio de certos picaretas que inventaram que o catolicismo “está crescendo” por lá (veja aqui). Se é verdade que o que é bom se define pela medida em que é amado pelos bons e detestado pelos maus, não há nada mais belo que a primeira democracia moderna, orgulhosamente o país mais protestante – e capitalista – do mundo. Que Deus salve a América.

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163 comentários:

  1. Qual é a sua opinião sobre o Nando Moura?

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    1. Com as críticas dele à esquerda eu não tenho o que discutir, mas como qualquer olavete dissemina os mitos revisionistas da Inquisição e das cruzadas, inventa uma "Inquisição protestante" e compra o discurso monarquista, então é uma nulidade em termos de história.

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    2. (Sou outro anônimo) Pera, então ele já falou sobre a "Inquisição Protestante"?

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    3. Já sim, e mais de uma vez. Eles compram e disseminam de forma totalmente acrítica e irresponsável qualquer discurso que o guru deles (o véio da Virgínia) propaga, aí acabam propagando todas as difamações que o astrólogo mentiroso faz. Não tenho certeza, mas salvo engano ele copiou até mesmo aquela aberração de que "os protestantes mataram em uma semana mais do que a Inquisição em quatro séculos" (que é slogan mais usado pelo guru e transmitido adiante como verdade por seguidores cegos e bitolados que sequer sabem que "semana" é essa e nem do que ele está falando).

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    4. https://www.youtube.com/watch?v=W68GHTcq0Hc Banzolão e pior que o Nando Moura quando fala só de Cristo sem meter o catolicismo olavético no meio fala bem,gosto muito desse vídeo aqui onde afirma para não termos vergonha de Cristo e quando explica porque deixou de ser ateu https://www.youtube.com/watch?v=0TpUar14V3w ele não cita o véio da Virginia nesse vídeo,não entendo o que esse véio tem para manipular as pessoas tão cegamente,que não questionam nada,eu vi outro leitor comentando em outro post sobre uma palestra do Astrolavo com o Eduardo Bueno sobre história de Brasil e ele cita uma época em que o astrolavo ainda era são,mas se pesquisarmos a história dele,ele nunca foi alguém são,foi internado em clínica psiquiátrica ainda jovem por ter quebrado a redação do Jornal da Tarde onde trabalhava e saiu de lá sem ter alta, além de posteriormente ter se envolvido com tariqa islâmica,astrologia,então não entendo como o Nando Moura e tanta gente idolatra esse cara

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    5. De fato, quando o Nando fala sobre Jesus e o evangelho, ele fala como um "evangélico", não como um "católico". Algumas coisas que ele diz soam realmente bem honestas e cristãs, de alguém que tem alguma compreensão verdadeira do Reino de Deus. Isso se deve ao fato dele ter sido convertido por um pastor protestante (que ele já recomendou algumas vezes, embora eu não me lembre o nome), por isso a compreensão de evangelho que ele tem é fundamentalmente uma compreensão protestante. Mas lastimavelmente ele foi influenciado pelo movimento olavete e aderiu ao mesmo, que ensina todas aquelas mazelas e distorções políticas e históricas no que diz respeito à Reforma Protestante e ao revisionismo católico. Ou seja, politicamente ele é 100% católico, e até mesmo um tanto antiprotestante. Acho difícil que um dia ele se liberte disso porque já chegou fundo demais e não me parece ser o tipo de pessoa humilde que reconhece os seus erros, mas espero que um dia aconteça.

      Sobre o Olavo, é verdade que ele sempre foi meio biruta da cabeça mesmo, mas quando dizemos que ele era mais "são" antes, é no sentido de que ele não caluniava o protestantismo como faz hoje. Isso começou em 2015. Ele inclusive tinha antes disso muitos artigos no site dele confirmando tudo aquilo que nós dizemos, corroborando Max Weber, descendo o pau no papado e etc, era totalmente diferente do que se tornou repentinamente (por influência de sabe-se lá o que). De repente o véio surtou, começou a difamar os evangélicos e a Reforma como ninguém mais e literalmente tirou do site dele aqueles artigos antigos (isso aconteceu pouco depois de eu fazer a denúncia em um post do HC). Mudou todo o discurso anterior para agradar os católicos, talvez para converter os protestantes usando-se da máxima jesuíta de se apropriar da mentira para uma "finalidade nobre", o que foi bem mais fácil agora que já tinham todos sofrido lavagem cerebral e serem como "robozinhos" dele que seguem acriticamente tudo o que diz achando que "Olavo tem razão" sempre. Daí veio a conversão de muitos protestantes olavetes, sempre por razões políticas. Eu até me impressiono pelo fato do Nando não ter se assumido católico ainda, talvez isso seja uma estratégia para manter a aparência de neutralidade ou para não desagradar parte do seu público, mas certamente deve acontecer mais cedo ou tarde.

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    6. Já há algum tempo existe um racha na direita brasileira e se intensificou na eleição.

      De um lado o "conservadorismo", que usa autores ingleses como Roger Scruton e o pensamento americano protestante como base bibliográfica.

      Do outro lado militantes do Bolsonaro, que em sua maioria são católicos fanáticos, como o pessoal do Terça Livre. O Nando Moura tb faz parte desse grupo. A guerra se intensificou com uma "briga" entre o Rodrigo Constantino contra dois alunos do Olavo chamados Filipe Martins e Flavio Morgenstern.

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    7. Eu acho isso um pouco reducionista, pois há muitos evangélicos que apoiam Bolsonaro também. Inclusive se eu fizesse uma enquete aqui no blog, creio que uns 80% do pessoal iria votar no Bolsonaro. Uma pesquisa do Datafolha mostrou que o Bolsonaro tem mais votos entre evangélicos do que entre católicos (e que por curiosidade, são os que menos votam no Lula, e os católicos os que mais votam). O que distingue no geral um grupo do outro não é se vota ou não em Bolsonaro, mas a cegueira com que faz isso. Hoje mesmo vi um rapaz evangélico fazendo um vídeo extremamente lúcido comentando a entrevista do Bolsonaro sem aquele fanatismo católico que praticamente o torna um deus imune a críticas. E não era um "anti-Bolsonaro". No geral os evangélicos esclarecidos, votando ou não em Bolsonaro, tem maior capacidade de censo crítico do que católicos tridentinos, que recebem comandos cegos de um guru da Virgínia que escolheu o Bolsonaro como candidato já faz muito tempo e por isso são inteiramente incapazes de pensar ou usar raciocínio crítico com relação a ele.

      Veja os vídeos do Nando Moura, "Terça Livre" e Bernardo, sempre detonando todos os outros candidatos por qualquer coisa que seja e enaltecendo o Bolsonaro sem jamais ser capaz de criar um único vídeo de ataque como fazem com outros candidatos. Isso não é análise política imparcial, é militância, propagandismo puro. Eles preferem fazer campanha política do que análises isentas, passando a seus ouvintes a noção de que o Bolsonaro é um salvador da pátria, uma espécie de Messias (e não apenas pelo sobrenome), e que todos os outros são totalmente abomináveis. É a mesma doutrinação que a esquerda faz, com as mesmas táticas de demonização dos adversários políticos, só que agora instrumentalizada pela direita. Eu vejo essa como sendo a principal diferença. Votando ou não votando em Bolsonaro, evangélicos esclarecidos costumam ser mais lúcidos do que católicos tridentinos.

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    8. Voce acredita que essa genre tridentina teria espaço em um eventual govergo Bolsonaro? Achas que ele teria muitos assessores ou ministros? Isso que me da receio no Bolsonaro confesso aueqestou mais disposto a apoiar o Amoedo que curiosamente e atacado por esses e mesmos tridentinos sendo acusadoade apoiar uma tal agenda 2030 da ONU aquele louco do Bernardo fez vídeo sobre isso

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    9. Com certeza muita gente que faria parte de seu governo seria tridentina. Inclusive esse foi um dos pontos contra naquela minha tabela das 10 razões para votar vs 10 razões para não votar em Bolsonaro. Não é culpa dele se os olavetes apoiam ele, mas querendo ou não, o movimento cresceria muito mais com um candidato deles do que já tem crescido com a esquerda no poder. O próximo passo seria colocar um extremista católico propriamente dito, já que o Bolsonaro embora tenha algumas visões politicamente extremistas é religiosamente bem moderado.

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  2. Banzoli, o que você acha sobre o Decreto Dominical nos EUA ensinado pela IASD? Você acha possível um dia isso acontecer?

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    1. Eu não creio que isso seja possível e tenho certeza de que estamos trilhando o caminho contrário. Eu até entendo Ellen White ter dito isso há séculos atrás quando o poder político da Igreja Romana era muito maior e seria talvez possível um dia que um papa impusesse a "guarda dominical" ao mundo inteiro, mas nos dias de hoje, quando a população ateia e agnóstica é cada vez maior e nem os próprios católicos prezam muito por guardar o domingo e muito menos os evangélicos, isso não tem sentido nenhum. Seria mais fácil alguém obrigar "não guardar" o domingo do que o contrário.

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    2. Eu acho interessante esse assunto, pois nos EUA existem leis dominicais "adormecidas" com punições de até pena capital para quem não guardar o domingo.

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    3. Eu não conheço essas leis, mas se existem mesmo, provavelmente vão permanecer "adormecidas" até a volta de Jesus.

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  3. Olá lLuca, em virtude dos ulúltim escândalos de PEDOFILIA na igreja romana, aumentou o debate nas redes sociais sobre o tema, onde no desespero em defender os pedofilos, os católicos usam esse artigo (https://noticias.gospelmais.com.br/casos-pedofilia-cometidos-pastores-superam-padres-22204.html) para afirmar que existem mais pastores que padres pedófilos. Eu sei da desonestidade desses indivíduos e que esse artigo do Paulo Lopes, não comprova nada. Peco a vc que faça um artigo sobre o tema, para assim enterrar de vez os argumentos catolicos.

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    1. Quer dizer que a fonte dele é um neo-ateu militante que fez um artigo onde cita três casos isolados de pastores pedófilos brasileiros e admite no final que não tem nenhum estudo para comprovar o que suspeita? Essa é a velha e clássica apologética católica... nada novo debaixo do sol.

      (ps: posso fazer um artigo sobre isso sim, mas levaria algum tempo para fazer algo mais aprofundado e com dados, para não ficar a mesma palhaçada que esse artigo do ateu)

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    2. Ok Lucas, não tem pressa. Fico no aguardo, obrigado!!

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  4. Iae Lucas! Tudo bem? Tem um artigo(?) que eu achei, que tem muita cara sabe de que? Desonestidade!

    https://www.deviantart.com/lisa-im-laerm/art/Fallacy-668981417

    Deus lhe ilumine!

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    1. Hitler não era cristão, ele apenas se passava de "cristão" publicamente para garantir o apoio das massas, mas todos os seus biógrafos apoiados nas descrições de seus secretários e de gente que vivia próxima dele atestam que ele na verdade odiava o Cristianismo e que tinha planos para exterminar os cristãos depois de exterminar os judeus (em grande parte devido ao fato do Cristianismo ser a adoração a um judeu, Jesus). Sobre isso eu escrevo aqui:

      http://ateismorefutado.blogspot.com/2015/04/o-socialista-ateu-adolf-hitler.html

      Sobre Stalin não tem o que comentar, era um ateu confesso, e o fato de uma parte da Igreja Ortodoxa ter dado "apoio" a ele (o que não é totalmente verdade, pois muitos padres ortodoxos foram enviados a campos de concentração e dezenas de milhares de igrejas ortodoxas foram destruídas ou destinadas a outros fins) se dá não em função de apoiar as ideias de Stalin, mas porque estavam amedrontados da mesma forma que os cristãos da Alemanha.

      http://ateismorefutado.blogspot.com/2015/04/o-humanismo-secular-ateu-nao-mata-entao.html

      A única parte do artigo dele em que ele "acerta" é sobre o antissemitismo, e mesmo assim distorcendo muitos textos da Bíblia que não tem nada a ver com antissemitismo mas sim com um judeu (Jesus) criticando outros judeus em específico (e não atacando a raça em si, o que sequer faria sentido já que Cristo e os apóstolos também eram judeus de raça e eu nunca vi um "semita antissemita"). Mas de fato houve uma irupção de antissemitismo ao longo da história cristã que eu já abordei num artigo à parte, essa é a única coisa verdadeira no texto dele, e mesmo assim apenas parcialmente como disse.

      Abs.

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    2. Existe um artigo resposta, mais completo, sobre isso.

      http://christthetao.blogspot.com/2016/07/dont-blame-atheism-for-stalin-why.html

      Veja se você gosta e se concorda com ele(tudo ou em partes)

      Deus lhe ilumine!

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    3. Banzolao procede a informação de Hitler ser um neopagao? Já li aue ele fez parte de grupos ocultistas como a Sociedade Thule

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    4. Eu já tive o desprazer de encontrar essa tal Lisa no dA uma vez,e vi o tanto de absurdo. Mas eu encontrei um site excelente que eu creio que possa te ajudar a refutar tudo o que ela posta.


      http://www.rationalchristianity.net/apol_index.html

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  5. Lucas, você pode me indicar algum livro, ou blog que fala a fundo de forma sistematica sobre o culto a maria, como que o culto a maria começou até chegar nos dias de hoje. Vi um padre carismatico pregando dizendo que em segundo reis a sucessao de rainhas ate chegar a maria e clara e que nenhum protestante tem o direito de protestar contra a nossa crença que esta clara na biblia. E verdade? voce pode me explicar? Abraços!

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    1. Eu gostaria muito de saber que "sucessão de rainhas até Maria" é essa, esse cara deve ser um historiador reconhecidíssimo para dizer uma coisa que escapou completamente a todos os outros. Um pouco sobre o histórico e a evolução das invenções sobre Maria eu abordo neste artigo:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com/2012/08/cronologia-das-inovacoes-doutrinarias.html

      Há muitos outros textos sobre isso no blog. Recomendo os artigos dessa tag:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com/search/label/Mariolatria

      No blog do Bruno Lima também tem muito conteúdo sob uma perspectiva histórica:

      http://respostascristas.blogspot.com/search/label/Maria

      Abs!

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    2. kkkkk meu essa Igreja Católica é uma piada mesmo, é cada coisa absurda e sem pé nem cabeça que este povo diz que eu nem me aguento as vezes de tanto rir. Lembro de uma notícia que vi na TV uns anos atrás que dizia que o Papa se não me engano iria excomungar mafiosos italianos, então pensei: imagina o quanto elem devem estar preocupados com isso nem dormindo esses mafiosos devem estar mais kkkk que comédia.

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    3. O pior não é nem isso, é o papa ter demorado séculos para excomungar os mafiosos...

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    4. E o próprio Hitler um dos maiores genocidas da história nunca foi excomungado, ele não era la um praticante do catolicismo mas foi batizado e criado frequentando uma igreja na Áustria, então era oficialmente católico,passível de excomunhão, falando nisso, na sua opinião o fsto de ter tido formação católica contribuiu para Hitler ser um fanático antisemita,eugenista e autoritário? E o papa chegou a apoiá-lo ou apenas foi cúmplice?

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    5. É bem provável que tenha contribuído sim, o espírito antissemita nunca morreu desde os tempos que abordei neste artigo:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/06/conheca-todo-o-odio-intolerancia-e.html

      O papa não chegou a declarar apoio explícito a Hitler como fez com Mussolini e outros fascistas mas também não tomou nenhuma atitude prática contra ele. Alguns dizem que ele "excomungou" os nazistas, mas tomam como referência uma manchete de jornal que não fala nada disso e que mesmo assim é bem tardio, quando os nazistas já estavam há anos no poder. É bem sabido que os padres e a Igreja Católica alemã se entregaram completamente aos líderes nazistas e compactuaram com ele tal como também fizeram muitas lideranças evangélicas, sobre isso o Elisson tem um excelente artigo repleto de fontes isentas e reconhecidas como o Paul Johnson:

      https://resistenciaapologetica.blogspot.com/2016/01/o-nazismo-nasceu-do-protestantismo.html

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  6. Como refutar o seguinte argumento ateísta?

    "Eu acredito em milagres no nome de Jesus, mas também pode haver milagres no nome de Buda, Horus,etc"

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    1. Isso não é um argumento ateu, é um argumento politeísta. Na sentença também há muita desinformação, pois nenhum budista acredita que Buda faça milagres, eles praticamente nem acreditam em milagres no budismo. Em relação a Hórus eu não sei, mas nunca vi uma reunião de adoradores de Hórus onde pessoas saem dali curadas pela fé. Se tiver alguma informação do tipo estarei ansioso em conferir.

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  7. Parabéns Lucas! Me identifico com praticamente tudo o que você escreveu. Inclusive durante boa parte da minha infância sonhava em morar lá. Uma pequena e modesta sugestão é a menção curta da grande relevância dos EUA na evangelização mundial. Eles fizeram mais que todos antes deles sem sombra de dúvida e sustentaram teologicamente todo o evangelho do mundo com materiais para evangelização de crianças, bíblias e livros diversos. Sou um grande fá do mundo anglófono também. Parabéns pelo seu artigo e o material que você escreve. Estou lendo seu livro.

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    1. Tem razão, não há nenhum país do mundo que envie tantos missionários a tantas partes do mundo como os Estados Unidos. Se está havendo um crescimento e avivamento do Cristianismo em regiões distantes da África e Ásia, isso se deve muito aos missionários americanos. Abs!

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  8. Olá novamente, Lucas! Creio que não seja sua área de atuação, mas qual sua opinião sobre esse artigo da Wikipedia?:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_lei_da_termodin%C3%A2mica#A_segunda_lei_da_termodin%C3%A2mica_e_o_criacionismo

    Recomendo ler até a parte do "Historia do argumento"(não é tão importante assim ler mais o texto desse "Historia do argumento", pois só explica de onde veio essa ideia).

    Deus lhe ilumine!

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  9. Excelente texto Banzolao já eu não chego a ser puxa saco dos EUA kkk,pois gosto de bossa nova e MPB e de escritores nacionais como Machado de Assis, Jorge Amado, Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector(ucraniana naturalizada brasileira) mas admiro muito o modo que desenvolveram sua economia e cultura colocando em prática os valores do liberalismo econômico associados ao protestantismo em contraste com o estatismo do Brasil católico, em relação ao racismo, uma diferença que apesar da maior pobreza e exclusão dos negros no Brasil eles nunca foram segregados dos brancos nem proibidos os casamentos interraciais, não entendo porque os EUA foi mais racista nesses aspectos.

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    1. Mas vale ressaltar que isso foi algo bilateral, e não um caso próprio de "racismo" como entendemos (ou seja, de brancos discriminando negros). Muitos negros da época também defendiam a mesma ideia, como por exemplo o Muhammad Ali neste vídeo:

      https://www.youtube.com/watch?v=0gezdae6BU4

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    2. A miscigenação no Brasil não se deu de forma pacífica, as escravas negras ou índias eram forçadas a copular com os seu senhores e também com capatazes que as violentavam impiedosamente e desprezava os filhos que eram gerados, só por isso o Brasil não teve segregação.

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  10. Lucas tenho algumas perguntas:

    -pra vc o que defini direita ou esquerda?

    -o que voce acha do governo do Trump e do proprio Trump?

    -o que vc acha do governo Temer?

    -O que voce acha do Ciro Gomes?

    -voce acha que o PSDB e PMDB esta mais do lado direito ou esquerdo no espectro politico?

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    1. -pra vc o que defini direita ou esquerda?

      Tamanho do Estado.

      -o que voce acha do governo do Trump e do proprio Trump?

      Eu não gostava do Trump antes dele assumir a presidência. Assisti a pelo menos três debates republicanos e me pareceu que quase todos ali eram mais preparados que ele. Também não gostava do comportamento dele (neste aspecto ainda continuo preferindo um Ben Carson, um Ted Cruz ou um Marco Rúbio). Mas devo admitir que, no geral, ele calou a minha boca e surpreendeu as minhas expectativas. O que ele está fazendo nos Estados Unidos é mais do que eu esperava, vamos ver como vai terminar.

      -o que vc acha do governo Temer?

      Bem melhor do que o da Dilma, mas seu péssimo exemplo pessoal como político corrupto que sempre foi, sua identificação histórica com quem está no poder (no que se assemelha a gente como Maluf, Sarney e Color) e sua falta de popularidade que é fruto de sua falta de credibilidade pessoal mancham a sua imagem e do seu governo. Mas o fato inegável é que a crise que continuava cada vez mais crescente no governo Dilma foi, se não superada, pelo menos apaziguada no seu governo (o que não significa que o Brasil voltou a crescer, apenas que parou de cair).

      -O que voce acha do Ciro Gomes?

      Um cara inteligentíssimo e excelente orador, mas infelizmente com as ideias erradas na cabeça. Eu diria que é uma evolução em relação a outros quadros da esquerda, mas ainda assim longe de ser a melhor opção no geral.

      -voce acha que o PSDB e PMDB esta mais do lado direito ou esquerdo no espectro politico?

      O PSDB é historicamente de centro-esquerda mas em função das disputas históricas com o PT foi se direcionando cada vez mais à direita de modo que hoje em seu quadro constam alguns direitistas. Por isso é hoje um partido que alterna entre centro-esquerda, centro e centro-direita. A maioria dos esquerdistas que faziam parte do partido em sua configuração inicial preferiu migrar para outros partidos mais declaradamente de esquerda do que ele. Quanto ao MDB, é um dos partidos que não tem ideologia nenhuma. Sua única ideologia é o poder. Por isso se aliam sempre com quem está no poder, no desespero em ganhar votos (leia-se dinheiro público). Claro que existe um ou outro parlamentar ali que tem ideologia (por exemplo o Requião, que é vigorosamente de esquerda igual ao PT), mas no geral é um aglomerado de políticos que querem o poder sem nenhum compromisso com ideologia nenhuma. Talvez o exemplo mais notório neste sentido seja o Renan Carneiros (e o próprio Temer).

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    2. Banzolao eu acho que o conservadorismo moral também define direita e esquerda,por exemplo nenhum historiador sério afirma que a ditadura militar brasileira foi de esquerda,sendo que ela derrubou um governo de esquerda e foi financiada por empresários como por exemplo,Roberto Marinho que sempre foi contra a esquerda,tanto que quando ele era vivo a Rede Globo era ainda conservadora,não tinha tantos personagens gays em suas novelas,nem cenas tão eróticas,nem apoio a ideologia de gênero,e foi apoiada pelos governos dos EUA e esse regime criou inúmeras estatais

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  11. Avalie:

    https://www.youtube.com/watch?v=4dacvf502kw

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    1. No geral ele se saiu muito bem. Ele costuma mandar bem nas entrevistas, só não é bom nos debates (pelo menos até agora, pode ser que melhore nos próximos).

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  12. TOMA CUIDADO BONZOLÃO!!!!
    Daqui apouco as Catocas e os Integralista vão dizer que os Americanos só conseguiram tudo que tem hoje através de um plano "Sionistas Iluminati" feito por Judeus que desejam instaurar um "Liberalismo Fascista" no mundo!!!!
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. Gente assim é o que mais tem. Na falta de argumentos sérios para atacar a herança histórica dos Estados Unidos, apelam a teorias de conspiração das mais mirabolantes para "explicar" seu sucesso e ao mesmo tempo culpá-lo por todos os males da história moderna. É de dar pena...

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  13. Avalie:

    https://www.youtube.com/watch?v=AACJ1LKziko&t=2s

    Obs.: Nos livros de História do MEC tal tenente não é mostrado como um comunista. Isto é, há uma omissão de informações. O que vc acha disso? Quais livros eu devo procurar para aprender a História do Brasil que esteja livre das influências marxistas? Em suma essas são as minhas indagações. Agradeço a atenção e fico no aguardo de uma resposta.

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    1. Bem legal o vídeo, gostei da forma dele explicar, me inscrevi no canal para assistir mais vídeos mais tarde. Sobre livros, os do Laurentino Gomes costumam ser bons (um se chama 1808, outro se chama 1822 e o outro 1889, cada um deles tratando dos eventos desses anos). Os livros do Boris Fausto também são muito respeitados, assim como os do Marco Antônio Villa. Procure a bibliografia desses autores, há livros de todos os tipos sobre história do Brasil (principalmente do Boris). Em se tratando de livros didáticos, o melhor disparado que eu me lembre é a apostila de Ensino Médio do Anglo. Como faz muito tempo que eu li e mais tarde minha mãe acabou doando o livro sem o meu conhecimento, ele não está mais aqui comigo, mas foi o livro que me criou interesse no estudo de história, é bem diferente dos outros livros didáticos por aí. Eu achei um no Mercado Livre que vou aproveitar e comprar agora mesmo, mas não posso garantir que seja exatamente o mesmo que eu lia porque como já faz mais de 15 anos (o livro deles era de 2004) eles devem ter atualizado o conteúdo de lá pra cá e eu não sei se esse novo é bom ou ruim. Em todo caso, o livro em questão é esse:

      https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1061065089-apostila-historia-anglo-ensino-medio-3-livro-texto-_JM

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  14. Hoje eu bati o recorde!(Não, pera... não é mais terça-feira ;-;)Qual sua opinião sobre o Arthur do canal Mamaefalei no YouTube?(opinião política, econômica, tudo mais '-'

    https://www.youtube.com/channel/UCkSjy-IOEq-eMtarZl2uH1Q

    Deus lhe ilumine!

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    1. Eu praticamente não tenho críticas, minha visão concorda com a dele em grande parte. A única coisa que repudio é a propaganda que ele fez para o "Brasil Paralelo", praticamente foi feito de besta e usado para a divulgação de algo que ele declaradamente não entende.

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  15. Amigo do Banzolão29 de agosto de 2018 12:36

    "... não sou funkeiro, não curto samba..."

    Só faltou dizer que não gosta de forró. Será que você resolveu se converter? kkk

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    1. Eu ia mencionar o forró, mas lembrei de você e não quis dar esse desgosto :)

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  16. Porque você acha que o número de protestantes vem caindo na Irlanda do Norte, e o de católicos vem crescendo? Se é que é mesmo desse jeito.

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    1. A Irlanda do Norte sempre foi meio dividida entre protestantes e católicos, a diferença é que o número de católicos cresceu 5% entre 1961 e 2001 segundo uma estatística. Eu não sei o que explica esse crescimento que ainda que pequeno vai na contramão da tendência mundial, nem sei se esse dado é confiável ou não, mas pode envolver razões políticas que são muito mais fortes na Irlanda do Norte do que em qualquer outro lugar. Lá praticamente há dois grupos políticos que se odeiam e que se identificam cada qual como "protestante" ou "católico" mesmo quando não é nenhuma das duas coisas (eles se aliam a um grupo politicamente, ainda que religiosamente sejam não-praticantes). Por isso David Robertson no livro em que refuta Dawkins brincou dizendo que encontrou muitos "católicos" e "protestantes" ateus na Irlanda do Norte (o que não deixa de ser verdade, por mais bizarro que pareça aos nossos olhos). Ele escreve por exemplo:

      “Lembro-me de falar a um grupo de jovens do sexo masculino em seu caminho ao estádio Ibrox, casa do Glasgow Rangers, carregando uma flâmula com a declaração ‘Por Deus e pelo Ulster’. Perguntei-lhes se criam em Deus. ‘Não sei – mas somos protestantes!’ ‘Vocês vão à Igreja?’ ‘Não (palavrão apagado). Vamos a Ibrox, por que precisaríamos ir à Igreja?’’ Dawkins, sem dúvida, cita semelhante protestantismo político e étnico como outro exemplo de conflito religioso. Da mesma forma, a guerra entre sunitas e xiitas no Iraque e os conflitos na antiga Iugoslávia são, primordialmente, conflitos étnicos com deuses religiosos tribais sendo invocados como reforços”

      Ou seja, "católico" e "protestante" por lá é mais uma identificação política do que religiosa propriamente dita. São poucos os religiosos de fato por lá (e em qualquer lugar da Europa).

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  17. Muito bom de se ler, leitura que não cansa, cada parágrafo aumenta o anseio pelo próxim

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  18. Com toda tecnologia e história os EUA foram esmigalhados por camponeses vietbamitas, fato reconhecido pelos senhores da guerra americanos. Lembrando que o Brasil nunca perdeu uma guerra. Brinde: o Brasil expulsou os holandeses >>>(protestantes<<< do Nordeste (vale lembrar que a Holanda era a maior economia da época e um país extremamente desenvolvido financeiramente).

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    1. "Com toda tecnologia e história os EUA foram esmigalhados por camponeses vietbamitas, fato reconhecido pelos senhores da guerra americanos"

      Pois é, se fosse o Brasil lá no Vietnã iria acabar com eles!

      "Lembrando que o Brasil nunca perdeu uma guerra"

      É verdade, a Guerra da Cisplatina é uma lenda inventada por judeus sionistas iluminatis maçons de 33º grau da Nova Ordem Mundial aliados à URSAL e influenciados por protestantes malvados. Ave Império!

      "Brinde: o Brasil expulsou os holandeses >>>(protestantes<<< do Nordeste"

      Sério mesmo que você quer tratar a expulsão de uma minoria de comerciantes holandeses em um território estrangeiro como sendo uma guerra contra toda a Holanda? Você só pode ser doente.

      "vale lembrar que a Holanda era a maior economia da época e um país extremamente desenvolvido financeiramente"

      Não me diga. Só faltou acrescentar >>>protestantes<<< neste momento também, ou será que só os do Nordeste eram protestantes? xD

      Por mais que eu me divirta muito recebendo comentários de gente doente e por isso liberei este, eu vou cumprir as regras daqui em diante: saia do anonimato ou então seus comentários não serão mais liberados. Não é muito divertido bater em anônimos sem rosto.

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    2. Eu comentei isso brincando, cara. Acha que alguém não iria perguntar isso? Adiantei o servico. 🤣🤣

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    3. O Brasil colônia era mais próspero do que os EUA, não sabia disso (Conde)? A ICAR foi quem permitiu o desenvolvimento do capitalismo nos EUA (Kogos).

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    4. Simulou tão bem a realidade que eu caí...

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    5. os lugares mais diversos etnicamente são os mais atrasados em questão de desenvolvimento capitalista, renda per capita, estado do bem estar social e a maior parte do terceiro mundo, vivem em atrito por qualquer coisa diferença e dificilmente chegam à algum acordo sem o uso abusivo da força... as nações tribais que nasceram como pequenas ditaduras da descolonização
      --a escravidão foi o fado para o sul dos estados unidos, a coisa mais próxima de ser o nordeste nos estados unidos, foi apenas no século 20 que eles começaram a emigrar em massa para outras regiões e formando guetos
      - o nordeste dos estados unidos era e é homogeneamente branco girando em torno dos WASP e com pouca prosperidade na agricultura
      - a história americana foi fruto do expansionismo e "imperialismo interno" do seu nordeste

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    6. - os estados unidos na período colonial já eram a terra mais branca em quantidade porcentagem e quantidade pois: embora a inglaterra já fosse oficialmente anglicana, a proliferação/ fricção/competição de denominações protestantes não parava, as cidade inglesas estavam lotadas de gente, muito acima do contexto pré-industrial em virtude do enclosure resultante da British Agricultural Revolution e a importância desempenhada pelo comércio e manufatura era bem mais rentável do que a agricultura ( o oposto era na frança)... os ingleses eram uma monarquia talassocrática assim como portugal, só que mais populosos e urbanizados o que permitiu o melhor desenvolvimento qualitativo e igualitário das suas poucas colônias que existiam por conseguir emigrar mais gente de seu povo e como não eram uma potência militar até o meio do século 18( o seu mercantilismo "imperial" demorou para aparecer depois de sua acumulação primitiva de capital como de mercadores, credores e empreendedores e subsequentemente assim controle fiscal e taxações para melhor manter e desenvolver seu exército de igual para igual na europa e virar o maior império da história do século 19 )
      O que diferenciou as colônias do norte das 13 das demais em todo a américa britânica nas vésperas da revolução americana foi:
      -onde o colonialismo inglês começou – plantation com o tabaco da Virgínia- logo o capital aplicado já acontecia desde muito tempo
      - o Mayflower deveria ter parado na virgínia e não na futura nova Inglaterra – por causa de uma tempestade em alto-mar o navio mudou de curso e as sementes da “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo” já começaram a germinar no clima e panorama geográfico mais do que ideal pois: terra imprópria para agricultura, temperaturas mais baixas para plantation, logo minifúndios para subsistência e não latifundiários escravocratas– as atividades econômicas que se desenvolveram em seguida foram devido à falta de ouro, prata ou commodities : pesca, baleação , extração madeireira para construção naval e fur trade( necessita de pouca mão de obra e adentra bem mais no coração do continente de rio em rio em escambo em escambo com os ameríndios nas beiras)
      - o mercantilismo dos países baixos e Inglaterra poderia cair numa definição de repúblicas calvinistas (ainda que foi bem efêmera no caso inglês) e monarquias parlamentares onde a burguesia/classe média dominam a economia nacional e detêm o poder mais do que a velha aristocracia....logo tomam suas próprias decisões sem o intervencionismo e a aprovação de superiores para tudo, aqui mostro em oposição ao padrão clássico de mercantilismo das nações católicas
      - os nortistas americanos eram relativamente mais livres para desenvolver sua teia de comércio no continente que oferecia pouca competição por ser muito agrário ou estritamente controlado pela metrópole, então começou indo da baía de hudson , passando por onde é hoje o sudeste dos estados unidos e acabando no comércio triangular do atlântico entre o caribe, áfrica e europa( lembre-se as colônias do norte eram os maiores construtores navais das américas) e essa de prosperidade levou à um maior grau de urbanização e a constante chegada de imigrantes da europa( como alemães e refugiados das perseguições religiosas como os huguenotes ) e sim tudo antes do século 19, lentamente as colônias do meio por questões de privilégio geográfico e legado dos holandeses e suecos que ali viviam tomaram o lugar da nova Inglaterra como motor econômico no século 18

      - enquanto a frança ( a antítese da inglaterra em quase tudo na idade moderna) tinha um império colonial mais por questões de status , poder ostentador e faraônico do que retorno econômico , outro fato interessante é que eles proibiam o assentamento de huguenotes na nova frança, tinham uma meta de prosperidade semifeudal com o Seigneurial system e jesuítas( que eram força política e isentos da autoridade do rei) , a população era baixa , mal distribuída além de servir como a grande muralha da américa britânica contra os ataques indígenas


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    7. e quem acha que eu estou defendendo supremacia branca ou qualquer coisa do gênero digo que japão é quase como o nordeste americano( berço da industrialização americana), a segunda nação mais homogênea( coreia do sul em primeiro) do mundo e com cultura modelada pelo confucionismo e budismo ZEN( que é o total oposto de um lugar como o tibete)..com ênfase na alfabetização precoce , fazer pelos outros, austeridade e disciplina moral..... a economia japonesa já vem de uma longa história de urbanização e manufatura , o que facilitou ainda mais sua industrialização... a china que faz parte da mesma esfera cultural do japão a confucionista demorou mais por ser gigantesca, diversa e mais fragmentada em eixos econômicos e diferentes campos de atuação geopolítica na massa continental, desordens provincianas que dificilmente se repetiam no vasto território QING e ser a maior presa do açoite dos impérios coloniais.. mas de uns 25 anos para cá vem estando na mesma linha de progresso e secularismo( ainda mais facilitado pela revolução cultural na depredação da cultura tradicional e supersticiosa)

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    8. https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Inglehart-Values-Map-Big.png

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    9. brasil nunca foi uma grande potência em porra nenhuma, logo sempre enfrentou poucas guerras... desde o séc. 19 até hoje brasil vem sendo uma potência regional

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  19. Olá, Lucas. Eu também, por ser de uma família presbiteriana (meu avô paterno era presbiteriano e meu pai meu criou em uma) também nunca me identifiquei com a cultura brasileira, sempre achando o país que eu vivo um lixo. E sempre disse isso na cara de todo mundo. Eu, desde novinho, ouço sobre samba, danças, capoeira, feriados, odes à preguiça, jeitinho, discriminação com crente, a maldita frase "você não sabe dançar?" e sempre isso me fez me afastar da cultura brasileira, graças a Deus. Acabei me sentindo a vida toda um outsider nesse nosso país. Até hoje não vejo sentido nenhum no patriotismo, o que prá mim é uma espécie de idolatria. Eu sempre tomei como base a Bíblia para as decisões em minha vida, errando e acertando pela minha própria fraqueza, mas nunca pensei que nos conflitos entre a cultura brasileira e a bíblia qual estaria certa. Percebo que você também se sentiu assim. Mas acho que há um erro no seu texto. O mackenzie, que sempre ouvi que foi a segunda universidade do brasil, perdendo para a Usp. Pode aí haver um problema quanto ao conceito de universidade, porque o mackenzie começou como uma escola de engenharia, mas quem está certo?

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    1. Pois é, esse "deslocamento" cultural é muito comum, por isso eu não vejo sentido em um senso de patriotismo cego que leva mais em conta o país em si do que os seus valores (que podem estar certos ou errados, dependendo de cada caso específico). Em relação ao Mackenzie fundado em 1870, ele não é reconhecido como sendo a primeira ou segunda universidade oficial do país porque ela não foi fundada com o status de universidade. A primeira universidade oficial foi a que eu estudei (a UFPR, na época chamada apenas de "Universidade do Paraná", que até hoje ostenta com orgulho o título de ser considerada a primeira do Brasil).

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  20. Uma analise da entrevista do Ciro Gomes no Jornal Nacional: https://www.youtube.com/watch?v=kic0mx3iE7c

    Ao que dar a entender, ele(Ciro) não tem somente ideias erradas, ele é mentiroso e nega a verdade.

    Deus lhes ilumine!

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  21. Sou protestante e estudei a história da América Anglo-Saxônica na universidade. Foi uma disciplina bem ministrada, uma vez que agregava a história e a literatura americana. Ao final, cada grupo teria que ler um livro. No meu caso era do escritor John Steinbeck "As vinhas da ira". Excelente livro. Com certeza foi uma das melhores disciplinas que eu tive.

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  22. Eu também gosto muito da música country, NFL, MLS, aquelas universidades épicas que incentiva o esporte, o conservadorismo saudável do Texas, a história das Treze Colônias, os tornados em Oklahoma, as paisagens naturais e etc... Quem também ajudou muito foi o Pica Pau, já que assistia assiduamente esse desenho que tão bem retrata os costumes americanos. Uma das poucas coisas que não vejo com bons olhos nos EUA é o modo de vida pouco cristão na Califórnia. Parece haver uma sensação de que os atores de Hollywood querem que a população mundial siga os padrões de vida, comportamento e pensamento deles. Mas os EUA com certeza têm coisas mais positivas do que negativas.

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    1. De fato, infelizmente há hoje em dia um esforço para tornar os EUA mais distante de sua herança cultural histórica (mais particularmente ativa entre os políticos do Partido Democrata). Mas felizmente também há um movimento de "volta às raízes" que foi em grande parte o responsável por eleger Trump ("make America great again"). Sabemos que todos os grandes impérios que já se ergueram no passado foram conquistados em algum momento e deixaram de ser o que era antes. Isso inevitavelmente acontecerá um dia com os EUA também, e talvez nem seja por uma guerra de um país externo, mas por essas forças internas que lutam contra os próprios valores americanos.

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    2. Outro malefício nos EUA: alto índice de católicos devido a uma grande leva de imigrantes latinos e irlandeses.

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    3. O engraçado é que mesmo os EUA recebendo milhões e milhões de imigrantes católicos todos os anos, ainda assim o percentual de católicos no país consegue o extraordinário feito de cair...

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    4. Acredito que grande parte desses imigrantes em algum momento adere ao protestantismo caso do senador Ted Cruz,candidato republicano a presidente derrotado por Trump nas primárias, filho de um cubano católico que ao chegar aos EUA em algum momento aderiu ao protestantismo e até se tornou pastor pentecostal, ja outros imigrantes simplesmente deixam de ser religiosos, o número de pessoas não religiosas tbm cresce nos EUA, Banzolao você acredita que os imigrantes muçulmanos devem seguir o mesmo caminho? Porque os republicanos trumpistas principalmente ficam com mtommedo do radicalismo islâmico e esse medo chegou até ao Brasil, na época da lei de migração, vi vários canais conservadores do YouTube criticando tal lei e ironicamente a maior parte eram seguidores de um imigrante brasileiro ma Virgínia que é pai de muçulmanos hahaha

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    5. Um caso interessante de um muçulmano americano que se converteu ao protestantismo é o de Nabeel Qureshi conhece?

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    6. Existe um pensador americano chamado Patrick Buchanan. Ele é tradicionalista católico e um feroz apoiador de leis anti-imigração. O mais engraçado é que para os pioneiros americanos esse cidadão seria tratado como um marginal, por simplesmente seguir o papa.

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    7. Esse cara deveria apoiar a imigração latina, sendo um bom católico, pois ajudaria diminuir a influência protestante na sociedade americana. Mas, como você sabe, católicos não se entendem e se odeiam há séculos. :-)

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    8. "Banzolao você acredita que os imigrantes muçulmanos devem seguir o mesmo caminho?"

      Em geral os muçulmanos são mais reacionários a mudanças (sejam elas culturais, religiosas ou políticas), por isso o índice de conversões de muçulmanos ao Cristianismo é tão pequeno se comparado a outras religiões. É claro que tem muito muçulmano "moderno", que pensa com a mesma cabeça que nós ocidentais em praticamente tudo, mas essa é uma mudança mais lenta e gradual do que nos outros círculos religiosos e étnicos.

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    9. "Esse cara deveria apoiar a imigração latina, sendo um bom católico, pois ajudaria diminuir a influência protestante na sociedade americana. Mas, como você sabe, católicos não se entendem e se odeiam há séculos. :-)"

      Pois é, se não fosse pela imigração católica nos EUA esse cara muito provavelmente nem existiria (ou existiria em um país católico atrasado de terceiro mundo, sonhando em migrar aos EUA...).

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    10. Quem deu comida para os irlandeses durante a Grande Fome no século XIX foram os protestantes.

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    11. E muitos desses católicos irlandeses, que passavam fome, fingiram conversão ao protestantismo apenas para receber alimento. Na Irlanda eles são conhecidos como soupers.

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    12. Se você puder assistir recomendo o programa "The Profit" com Marcus Lemonis. Passa no History Channel e na Band. É uma aula de capitalismo, liberdade e empreendedorismo. Não dá para negar que causa uma sensação de admiração assistindo qualquer programa americano.

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    13. Comunidades católicas nos EUA parecem congregar de forma paralela com o Vaticano. Esse Patrick Buchanan é um exemplo memorável. Infelizmente o Julio Severo, pessoa que admiro muito pelo trabalho e ativismo, dá espaço para as opiniões desse papista.

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    14. Há um canal mantido por uma dupla de amigos chamado 1nemind. Ambos já foram muçulmanos, porém hoje convertidos ao Senhor.

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  23. Eu amei esse artigo! Assim como você sou puxa saco dos EUA, mas acontece que na minha sala de aula, tem um colega esquerdista chato que me critica muito por isso, nem dou muita atenção para isso. Contudo, certa vez minha professora de português me recomendou ler O Capital e o Manifesto Comunista para tentar parar de ser puxa saco dos EUA, Li e sinceramente, desde que li os livros de Marx me tornei mais direitista e mais puxa saco dos EUA do que antes. Olha se tem uma coisa que me irrita é esse ódio que a esquerda tem pelos Estados Unidos, essa é uma das principais causas que eu não sou e nem gosto da esquerda. Vai ver eles tem esse ódio porque sabem que os EUA são a prova real de que o capitalismo e a cultura protestante funcionam Sim e são bem mais eficientes que o socialismo falido e a decadente cultura católica.

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    1. "Vai ver eles tem esse ódio porque sabem que os EUA são a prova real de que o capitalismo e a cultura protestante funcionam sim e são bem mais eficientes que o socialismo falido e a decadente cultura católica"

      É exatamente isso. Demonizar os EUA é a única estratégia que resta para quem sabe que os EUA em si são a representação de tudo aquilo que eles odeiam - mas que funciona. Na falta de um exemplo de país socialista ou católico que deu certo, eles precisam atacar o que deu certo. É questão de guerra política; um discurso inflamado anti-estadunidense é fundamental para alienar as massas e tornar os "zumbis" um poço de ódio contra tudo o que os EUA historicamente representa. Eu cresci ouvindo em todo o Ensino Fundamental que o Bush iria roubar a Amazônia do Brasil, e olha que era uma escola privada e cristã, imagina o que não está sendo ensinado hoje em dia nas escolas públicas...

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    2. Verdade, eles reclamam pelo fato dos EUA nunca dar bola para a gente, mas quando aparecem cientistas e pesquisadores para estudar o nosso país e a América do Sul ficam reclamando. E eu estudo numa escola particular com forte influência cristã.

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    3. Aliás só mais uma coisa...

      Certa vez eu estava conversando com a minha professora de Química sobre os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, contando o outro lado da história. Cá entre nós, essa história dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki é muito mal contada, eu falei para ela sobre os motivos reais do bombardeio (ela apesar de ser de exatas gosta de humanas, e também gosta de ouvir os dois lados). Mas aí aquele meu colega esquerdista sem mais nem menos interviu na história e começou a debater comigo, ficamos 15 minutos debatendo sobre o bombardeio, e ele falou que não tinha necessidade dos EUA bombardear o Japão, que a Guerra tinha acabado e que foi a URSS que salvou o mundo do nazismo. Ele ficava o tempo todo fazendo apelo a autoridade, usava espantalhos e o ad popolum. Eu acho inclusive que ele fez isso para que eu respondesse com ad hominem e ad persona, mas eu mantive a calma, falei para ele um milhão de vezes que a culpa do bombardeio foi do próprio Japão e ele ficava se fazendo de tonto. Ele também me acusou de americanofilo e que aquilo era para tirar a culpa dos EUA, mas eu apenas apresentei os fatos históricos e ele só falava dos crimes que os EUA cometeu na Guerra do Iraque sem mais nem menos, eu falei da URSS e ele só ficava se fazendo de desentendido, olha essa foi a primeira vez que eu debate com um esquerdista e foi a coisa mais desgastante que eu fiz na minha vida. Aliás quando o debate acabou o intervalo já tinha começado e a professora tinha saído de fininho.

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    4. Enfim qual é a sua visão a respeito dos bombeiros de Hiroshima e Nagasaki? Sinceramente falando eu acho essa história bem mal contada.

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    5. 90% do ódio aos EUA é inveja pura.

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    6. o império do japão ensinava sua população a se matar como ideologia totalitária discreta e não oficial , não só militares como também a resistência civil se matava, só na campanha nas Ilhas Vulcano e ryukyu quase metade da população se foi ... os estados unidos estavam na corrida para conseguir a rendição dos nipônicos na concorrência contra a união soviética que avançava através da manchukuo,sacalina e ilhas curilas e os britânicos que avançavam do sul à partir da austrália e birmânia com apoio chinês..... se a ocupação do japão tivesse dado como na da alemanha... acredite o japão teria tido muito mais dificuldades para estar entre as 5 maiores economias mundiais do pós-guerra

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    7. A propósito, este vídeo faz um bom contraponto sobre isso:

      https://www.youtube.com/watch?v=RbJ-HoBzx7k

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    8. Muito obrigado Banzoli e Henrique vocês me ajudaram muito! Deus os abençoe, abraços!😊

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  24. Banzolão você acredita que todo o protestantismo em si,incluindo o neopentecostalismo pode estimular um país a crescer,através dos ideias de liberdade e progresso associados a ele??E vc também associa os valores protestantes ao crescimento econômico da Coréia do Sul?

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    1. O neopentecostalismo nem tanto, ele tem uma filosofia muito diferente, de acúmulo de capital em vez de reinvestimento. Sobre a Coreia do Sul houve uma mudança notória sim, que o Alister McGrath ressalta em seu livro:

      “No início do século XIX, a única nação predominantemente cristã da Ásia era as Filipinas, país fortemente católico com uma minoria protestante. No final do século XIX, a Coreia estabeleceu-se como nação amplamente cristã, com o protestantismo – em especial, o presbiterianismo – sendo de longe o maior grupo cristão. Contudo, em 1901, apenas uma única parte da população coreana era cristã – talvez 1%. Como um país praticamente sem presença cristã passa a ser de fato uma nação cristã? A resposta é complexa. O reavivamento de Pyongyang, de 1907, foi um de uma série de movimentos pentecostais, essencialmente independentes, da primeira década do século XX, e considera-se que foi uma força relevante na realização de conversões em meio à população nativa” (McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 441)

      “Depois da Segunda Guerra Mundial, a Coreia dividiu-se em Coreia do Norte, comunista, e Coreia do Sul, democrática, em consequência da Guerra da Coreia iniciada em 25 de junho de 1950. O grande envolvimento das agências missionárias cristãs nos programas de auxílio que se seguiram ao fim da guerra foi um poderoso estímulo para o desenvolvimento do Cristianismo, desenvolvimento esse que foi catalisado ainda mais pelos programas de ação social das igrejas coreanas durante a década de 1960. O crescimento continuou sem pausa, especialmente no protestantismo coreano. Em 1957, havia cerca de 800 mil protestantes na Coreia do Sul. Esse número tinha mais que dobrado em 1968 (1,87 milhão) e decolou ainda mais por volta de 1978 (5,29 milhões)” (McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 442)

      “Hoje, a Coreia do Sul envia missionários cristãos para nações de toda a Ásia e cada vez mais para as grandes diásporas coreanas em importantes cidades ocidentais, de Sydney a Los Angeles, de Melbourne a Nova York. Esses missionários, agora, estão intimamente ligados com a rede de igrejas que cada vez mais servem como ponto focal para a ação da comunidade, apoio mútuo e alimento espiritual. Em 1979, as igrejas coreanas enviaram 93 missionários para o estrangeiro. Em 1990, esse número cresceu para 1.645; em 2000, o número atingiu 8.103 missionários. A Coreia do Sul, hoje, abriga algumas das maiores igrejas protestantes do mundo” (McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 442)

      “A Coreia do Sul é um exemplo de uma nação essencialmente budista que passou a ter predominância protestante” (McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 443)

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  25. É pecado jogar sinuca com a familia no final de semana?

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    1. Eu penso que o final de semana o cristão deve se dedicar a fé. Vivemos numa época que os homens são amantes de si mesmo, cujo o deus é o ventre, só pensam em conforto, vitórias, prosperidade... Eu vejo mais espíritas praticando ação social que cristão!

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  26. Fala Lucas Tudo bem? Graça e Paz. Cara, eu tô com outra dúvida sobre escatologia que vc poderia me ajudar, dessa vez em relação ao seu livro "A Igreja na Grande Tribulação". Eu estava lendo o capítulo em que vc faz uma exegese de MT 24, que realmente ficou muito boa, contudo, a minha dúvida é em relação se os Apóstolos naquela ocasião ainda eram considerados judeus ou já eram Cristãos? Eu vi que Vc utilizou o versículo em At 11:26 e pegou um trecho dizendo "Discípulos foram chamados Cristãos". Entretanto, quando vc lê o versículo todo fica desse jeito: "E tendo-o achado, o levou para Antioquia. E durante um ano inteiro reuniram -se naquela Igreja e construíram muita gente; e EM ANTIOQUIA os discípulos pela PRIMEIRA VEZ foram chamados Cristãos". Então aqui se percebe que os discípulos forma chamados pela primeira vez de Cristãos em Atioquia, ou seja depois da morte de Cristo. Então Como vc me explica? Pois eu realmente fiquei em dúvida.

    Graça e Paz.

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    1. Olá, de fato em Antioquia os cristãos foram pela primeira vez CHAMADOS assim, mas eles já eram seguidores de Cristo desde antes, eles não se tornam "cristãos" em um passe de mágica de um momento pro outro em Antioquia, eles apenas passaram a ter esse rótulo, essa nomenclatura. O fato é que Jesus em Mt 24 falava aquilo aos seus discípulos, e que os sucessores dos discípulos são aqueles que hoje conhecemos como "cristãos", independentemente de quando veio a surgir esse rótulo. Ou seja, o conceito (que é a única coisa que importa) precede a nomenclatura, da mesma forma que os "protestantes" surgiram no século XVI em termos de nomenclatura, mas ensinam os mesmos conceitos básicos defendidos pelos apóstolos e Pais da Igreja dos primeiros séculos (que é o que importa). Abs!

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  27. Lucas, você tem ou recomenda algum texto que refute essa palhaçada de que o holocausto nunca existiu e que quase nenhum judeu morreu? Recentemente tenho percebido muita gente defendendo isso com toda força e dizendo que o resto é ignorante, como isso da raiva.

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    1. Eu não preciso escrever artigo sobre isso porque é inteiramente desnecessário; trata-se de um consenso entre os historiadores, temos milhares de fotos, de vídeos, de testemunhas oculares; tínhamos até pouco tempo sobreviventes do Holocausto, temos ainda hoje vivos guardas dos campos de concentração que admitem tudo o que aconteceu, e os próprios nazistas confessaram em tribunal todas as atrocidades que cometeram (ou seja, são réus confessos). Os únicos que botam dúvida são teóricos da conspiração antissemitas por razões proselitistas. Eu recomendo esse vídeo do Afonso sobre isso:

      https://www.youtube.com/watch?v=IJW6-eoGKJY

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  28. Lucas, por favor me recomende um ou alguns livros sobre a história do Brasil, eu conheço apenas o "básico" que é ensinado na escola. E também sobre a história dos Estados Unidos. Eu gosto bastante de história apesar de não ser minha área.

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    1. Eu respondi isso aqui:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/08/por-que-eu-sou-mesmo-um-puxa-saco-dos.html?showComment=1535579300640#c4104269721115101669

      Abs!

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  29. Amigo do Banzolão29 de agosto de 2018 23:43

    Banzolão, você vai votar no Lulão ou no Bolsonarão?

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    1. Faltou o Geraldão, o Amoebão, o Alvarão, o Eymaelzão e o Anulão.

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    2. Amigo do Banzolão30 de agosto de 2018 21:29

      Verdade. Esqueci deles kkk. Você vai votar em qual?

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    3. O melhor candidato é o João Amoêdo, uma vez que agrega o liberalismo, conservadorismo, democracia e direitos humanos. Ele me lembra muito o estilo republicano no pensamento político.

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    4. O Amoedo é o melhor mesmo, mas infelizmente ele não tem nenhuma chance de vitória, então seria um voto sem nenhum efeito prático. Eu já afirmei em outro post que entre os candidatos grandes com chances de avançar ao segundo turno o que me parece mais preparado é o Alckmin, embora esteja longe de ser o "candidato ideal". Provavelmente no conjunto de ideias o Bolsonaro seja melhor do que ele, mas considero muito perigoso colocar na cadeira presidencial alguém sem qualquer experiência em um cargo executivo e sem governabilidade. Sou mais "conservador" neste sentido, prefiro um crescimento lento mas garantido do que uma aposta.

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  30. Sempre que um comunista cego vem com conversa fiada detonando a crença cristã e o capitalismo e só digo compare Cuba, Venezuela, Coréia do Norte (o protótipo de Satanas para implementar no mundo todo o sonho dos esquerdistas - esquerdismo é satanismo) com EUA, Japão, Coréia do Sul, só isso já é suficiente para desmascarar essa ideologia (que é na verdade é uma religião) maligna.

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    1. Vdd. Dá pra acrescentar também o contraste entre a Alemanha ocidental e a oriental, que é extremamente claro, simples e elucidativo.

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  31. Falando honestamente. Sinto mais emoção acompanhando a eleição presidencial americana do que a brasileira. Toda aquela estrutura de organização política federalismo, condado, voto distrital, leis próprias, constituição em vigor há mais de 200 anos, capitalismo, Partido Republicano, me faz imaginar como é bom ser americano.

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    1. Eu também, a última eleição americana foi a primeira que eu acompanhei os debates e é simplesmente surreal a diferença para os candidatos daqui, eu realmente fiquei impressionado, faz até parecer piada os debates daqui. Eu diria que o melhor daqui é um anão em comparado ao pior de lá. Quem puder, faça questão de acompanhar esses debates e tirar suas próprias conclusões:

      https://www.youtube.com/watch?v=oa5n3Q6pGVs

      https://www.youtube.com/watch?v=FRlVXTdM6aU

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    2. Eu vi um pouco do debate. A Band, de maneira oportuna e pontual, mostrou ele. Na verdade causou mais inveja do que qualquer outra coisa. Haha. ;-)

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  32. Artigo fantástico!! Banzolão é cabra macho! cabra arretado, cabra valente, um exemplo de fé para essa geracao! A mulher que te gerou tem uma honra muito grande.

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  33. Boa parte dos filmes e músicas americanos são remakes de producões europeias com retoques comercializáveis.

    Os americsnos são bons em vender, em marketing.

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    1. tá mais para remakes de filmes franceses e japoneses, entre aqueles que realmente são "a minoria" dentro da indústria milionária que é hollywood...você sabia que a suécia é considerada até mais americana do que os EUA e o aspecto música não tem nada a ver como você colocou ou vai dizer que rock, hip-hop e jazz são cultura 100% europeia? KKKK uma única talvez exceção seria música eletrônica com raízes no states, alemanha e japão

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    2. "Os americsnos são bons em vender, em marketing"

      Tá aí mais uma coisa em que eles são bons, bora lá incluir na lista.

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  34. Comente:

    https://www.youtube.com/watch?v=PtGg7YrEeYI

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    1. Eu discordo, se não há liberdade de ação também não pode haver responsabilidade, nem faria sentido se falar nisso, seria o mesmo que culpar um peão no tabuleiro de xadrez por ter matado a rainha quando quem tomou essa decisão não foi o peão em si mas sim quem o comanda de fato (o jogador). Os textos que ele cita são muito melhor explicados pela presciência do que pelo determinismo.

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  35. ¿Que crees?

    https://www.youtube.com/watch?v=gH_-T9Goa6o

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  36. Avalie:

    https://www.youtube.com/watch?v=hJ0F3JxxT68

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    1. No geral ele foi bem, da mesma forma que os outros candidatos, mas cometeu algumas imprecisões que foram abordadas aqui:

      https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2018/08/30/veja-o-que-e-fato-ou-fake-nas-entrevistas-de-geraldo-alckmin-para-o-jornal-nacional-e-para-o-jornal-das-dez.ghtml

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  37. Lucas, a Suécia é de fato um país ateu ou não?Algumas fontes afirmam que a maioria esmagadora da população é cristã, outras afirmam que a grande maioria é ateia, e outras que a maioria é cristã porém só cristã por nome, sem seguir verdadeiramente nada no cristianismo. oque você acha?

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    1. É a última opção, um país nominalmente cristão mas largamente irreligioso na prática (igrejas vazias, em grande parte).

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    2. Lucas, a Europa toda está secularizada. As igrejas (católicas ou protestantes) são verdadeiros museus.

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  38. "Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue" (Êxodo 22:2)

    Banzoli esse princípio é válido para a Nova Aliança também? Se um ladrão roubar nossas casas e matarmos ele, será que estamos pecando?

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    1. Não há nada na nova aliança que proíba agir em legítima defesa, ou que seja contra a propriedade privada, então a meu ver o princípio permanece válido. Sob uma perspectiva ética também, se o ladrão é covarde a ponto de ameaçar a vida de outras pessoas, ele merece ter a própria vida ameaçada também. Mas no Brasil o que ocorre é um verdadeiro absurdo: o criminoso não corre riscos, ele ameaça a vida de outras pessoas mas a lei o protege de modo a não poder ser ameaçado, ou seja, na prática a lei está a favor do bandido. Por isso tantos dizem que "o crime compensa", porque no Brasil está compensando mesmo.

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  39. Lucas você lembra do Jailson Serafim que ti falei um dia desses, e você não conhecia e foi pesquisar sobre ele? Eu nunca imaginei que o cara fosse tão fanático. O Tourinho postou no facebook um artigo dele (do Tourinho) chamado "ARMINIANOS SÃO PELAGIANOS?" onde ele diz que arminianos não são pelagianos e nem semi-pelagianos. Então esse Jailson comentou a postagem dele dizendo que o Tourinho estava errado; dizendo que arminianos são pelagianos. Foi um debate longo. Dê uma olhada no que o Jailson diz lá na postagem do Tourinho.

    Além disso, como refutar essa ideia maluca de que arminianos são pelagianos? Me indique boas fontes.

    Agradeço desde já.

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    1. "Não quero mais ficar perdendo meu tempo nesse debate, onde o que vejo é uma tentativa de suavização do pelagianismo dentro da teologia arminiana. Não vou ficar gastando todo meu tempo para ficar tentar provando que o arminianismo é um evangelho pelagiano, capenga, aleijado e pirata, algo que todos os apologetas reformados já sabem, Bom dia a todos. Estou saindo para resolver problemas de ordem pessoal" (SERAFIM, Jaílson)

      Estou cada vez mais me convencendo de que este "Serafim" tem probleminha na cabeça. E probleminha sério...

      Sobre o tema, eu recomendo este artigo do Olson:

      https://deusamouomundo.com/arminianismo/distinguindo-o-arminianismo-classico-do-semi-pelagianismo/

      Abs.

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  40. Lucas, existe alguma profecia bíblica a respeito da existência dos EUA e/ou de outras nações (como, por exemplo, as muitas interpretações a respeito dos termos "Gogue" e "Magogue" que poderiam representar Rússia ou China)?

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    1. Nenhuma que seja acima da dúvida, mas eu suspeito que os EUA possa ser o sétimo "rei", mencionado em Apocalipse 17:10 (não é uma afirmação, apenas uma suspeita). Sabemos que os "reis" ali se referem aos grandes reinos ou impérios do passado (como Babilônia, Medo-Persas, Grécia, Roma, etc). Cada um deles teve séculos de supremacia mundial, mas o texto fala de um "sétimo rei" posterior ao atual (Roma, da época de João) que duraria "pouco tempo" (ou seja, pouco em comparação aos anteriores, que duraram vários séculos cada). Se levarmos em conta que a supremacia americana absoluta se deu após a vitória contra a URSS na Guerra Fria, então ela já dura algumas décadas, mas nada perto dos séculos de supremacia dos outros reinos da profecia. SE essa minha suspeita estiver certa, significa que essa supremacia americana não irá perdurar por mais muito tempo e em breve o anticristo se levantará derrubando esse "império" e impondo o seu próprio, que é o oitavo e último até a volta de Jesus.

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  41. Banzolao e você acha que o crescimento do ateísmo em geral é fruto do fracasso do catolicismo que deu muita municao para eles atacarem a fé cristã como um todo, porque eu costumo olhar a página da Asociacion de Ateos Espanoles já que sou fluente na lingua espanhola e a Espanha durante muito tempo foi o quartel general do papado foi um dos paiaes católicos mais sanguinários tanto contra protestantes como contra pagaos, judeus e muçulmanos, e para eles ser cristão é sinônimo de ser católico plis quase não há outras denominacoes no país e aí eles acusam a cristandade como um todo dedserem genocidas

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    1. Sim, a maioria dos que são ateus rejeitam o Cristianismo por causa de atrocidades históricas como a Inquisição, cruzadas, caça às bruxas e outras barbaridades inventadas pelos católicos, embora não se possa negar que pastores ladrões e padres pedófilos que dão mal exemplo nos dias atuais também contribuem muito para manter essa má imagem do Cristianismo. Vale lembrar que para um ateu não existe essa de "Cristianismo autêntico" vs "falso evangelho" (como Paulo e muitos outros distinguiram claramente); para eles qualquer igreja, pessoa ou movimento que se intitule "cristão" já é tomado como cristão de fato e fala e age "em nome" do Cristianismo (o que é um absurdo, mas é a forma que eles enxergam a coisa).

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  42. EU já li cada coisa dos católicos pra demonizar o EUA, que confesso ter um certo preconceito com o país, que estou começando a me livrar com a leitura do seu blog. Acho que o ódio que eles sentem pelo país só não é maior do que o que eles possuem pelo Estado de Israel, tem até uma heresia próprio pros EUA, o americanismo, você já ouviu falar?

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    1. É verdade, uma das coisas que o José Luis Mora Merida ressalta no livro "Iglesia y religión en los Estados Unidos y Canadá" é que os católicos norte-americanos em grande parte se recusavam a seguir as normas eclesiásticas de Roma em detrimento da cultura americana (protestante). Ou seja, enquanto Roma combatia vigorosamente o Estado laico, a liberdade de culto, a consciência individual, a democracia, o liberalismo econômico e etc, os católicos americanos defendiam tudo isso mesmo contra as ordens da Igreja. Por isso os papas criaram o termo "americanismo" para se referir às "heresias" dos católicos americanos de "cultura protestante" (embora este termo não seja mais usado hoje em dia pelos papas modernos porque eles já aprovam tudo que antes condenavam). Em relação a Israel tem mais a ver com o ódio histórico aos judeus, que ainda não foi totalmente superado, e em partes porque Israel é uma "criação" dos Estados Unidos (seu maior aliado).

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    2. Lucas, já ouvi dizer que o catolicismo americano é diferente do restante do mundo. Você concorda?

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  43. Lucas,pra vc usar camisinha é pecado ?

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    1. Ou melhor, usar algum método contraceptivo é pecado?

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    2. Não, não tem nem lógica ser pecado, o sexo nunca foi somente para a procriação, isso é uma porcaria de mentalidade católica medieval ultrapassada que ainda encontra eco em nossa sociedade, razão pela qual eles proíbem camisinha e métodos contraceptivos. É uma proibição tão ridícula e antiquada que eu não dou dez anos para o Vaticano voltar atrás igual fez com outros temas recentemente.

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  44. Gosto bastante dos EUA, CONCORDO plenamente com vc Lucas.

    Mudando de Assunto, cara vc tem algum artigo que refuta esse herege do vídeo que nega a divindade de Cristo?

    Link do vídeo:https://youtu.be/H6Vh8spi38w

    Graça e Paz

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    1. O vídeo é muito longo, só sei que é do mesmo cara que diz que Eva fez sexo com a serpente e que nunca mais fez vídeos desde que profetizou a volta de Jesus para 23 de setembro (do ano passado). Se puder transcrer aqui alguns argumentos dele, eu poderia responder.

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  45. Vejo muita gente admirar (como eu), gostar, odiar e até idolatrar os EUA; agora quando se procura saber como ELES vêem o restante do mundo o resultado é desanimador, principalmente se forem latinos ou orientais.
    Se formos traduzir a nova política imigratória americana é um simples e direto "fique por aí mesmo, vocês só trazem problemas/pobreza."

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    1. O que o Trump é contra é a imigração ilegal, isso é uma desgraça para a vida de qualquer país, não só aos EUA. Ele nunca falou nada contra a imigração legal, embora tenha sido contra a imigração de muçulmanos vindos de alguns países considerados radicais (mas nada contra os outros países, nem mesmo contra todo o mundo islâmico).

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    2. Esse negocio de que os EUA são preconceituosos tambem vem deste
      ódio aos americanos, ditadores costumam dizer isso pra manter o povo em suas ditaduras, pois segundo a lógica deles "ou é a ditadura ou a exploração e preconceito americano". Engracado que muitas pessoas de diversos paises tem preconceito contra pessoas de "paises inferiores" é so ver como é a visão do brasileiros a respeito do povo dos paises africanos. Isso é uma das caracteristicas humanas, tratar alguem que ache que é inferior a si como lixo, mas tudo e jogado nas costas dos estados unidos (que é o pais que mais ajudou e hospedou pessoas de outros povos e nações).

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    3. A própria ideia chega a ser ridícula, já que os Estados Unidos é disparado o país que mais recebe imigrantes no mundo inteiro. Tivessem eles ódio a imigrantes e não receberiam nenhum, limitariam ao máximo. Em percentuais, os Estados Unidos tem 20% de imigrantes, contra apenas 6% do segundo colocado:

      https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_popula%C3%A7%C3%A3o_imigrante

      É esse o país que "odeia imigrantes", na visão de alguns desajuizados.

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  46. Ótimo artigo Lucas! Precisamos eleger um presidente de Direita conservadora, e destituir do poder aquela cambada de senadores e deputados de esquerda. Aí sim, caminharemos igualmente no rumo certo.

    Mas mudando de assunto, tenho uma dúvida. Você acha que seria um mau testemunho escutar músicas seculares (as que tem uma letra "compatível com a moral cristã") próximo de descrentes? Isso prejudicaria meu testemunho?

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    1. De modo nenhum, não é esse tipo de coisa que escandaliza um descrente, o que causa escândalo é a hipocrisia, indecência, egoísmo, mal-caratismo e coisas do tipo. Na verdade eu diria que causaria mais escândalo a um descrente pensar que um crente "só pode ouvir música de igreja", que é uma forma de extremismo.

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    2. Então, hipoteticamente, mesmo que eu venha fazer uma tatuagem (que já sei que você concorda que não é pecado) e venha cantar e escutar músicas seculares com uma nuvem de testemunhas ao meu lado, não estaria necessariamente dando uma mau testemunho. Isso não caracterizaria "trazer o mundo pra dentro da igreja?"

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    3. Não, nós nem estamos discutindo sobre o que deve se escutar dentro da igreja, não foi isso que me foi perguntado.

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    4. Amigo do Banzolão4 de setembro de 2018 00:24

      Concordo em parte com você, Banzolão. É verdade que não há nenhum mal em ouvir música secular. Ouvir música secular, na minha opinião, é o mesmo que assistir um programa de TV (o Faustão, por exemplo) ou o Jornal Nacional. Da mesma forma que programas como o Faustão, ou o Jornal Nacional, não possuem conteúdo evangélico e sim secular, e não é pecado assisti-los, assim também não há nada de errado em si, ouvir música secular. Por outro lado, há descrentes que se escandalizam com cristãos que ouvem (ou cantam) música secular. Não são todos que têm essa opinião, mas já vi vários que têm. Um dos casos é com o meu pai. Ele gosta de assistir brega, músicas como essa:

      https://www.youtube.com/watch?v=Sq_2u1t52IY

      O pessoal descrente que vem aqui em casa e veem ele assistindo músicas seculares vivem falando mal dele por causa disso. Dizem que ele não é crente; dizem que essas músicas combinam é pra eles assistirem, pois não são crentes. Esse é apenas um caso. Eu mesmo assisto músicas seculares quando tô em casa, mas coloco fone de ouvido quando tem gente descrente. Acho melhor evitar nesses casos, não que música secular seja em si um pecado, mas é melhor evitar ouvir na frente de pessoas descrentes que se escandalizam com isso.

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    5. Mas música brega assim não pode mesmo, é feio demais, assusta até os ímpios xD

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    6. Amigo do Banzolão5 de setembro de 2018 23:31

      Não apenas brega, mas qualquer música secular deixa o pessoal descrente aqui escandalizados, quando veem um crente ouvindo. Lembro de certa vez que veio uns amigos meus aqui em casa pra fazermos um trabalho da escola. Depois de uma hora resolvemos fazer uma pausa, entrei no youtube e coloquei um forró. Não tinha letra obscena. Era essa:

      https://www.youtube.com/watch?v=uAY0Da2vlDE

      Lembro que eles olharam pra mim com cara de espanto e disseram: "você deixou de ser crente?" Então eu disse: "claro que não. Só porque eu escuto um forrozinho como esse significa que eu não sou crente?" E eles disseram: "se você é crente, então só pode ouvir hino". Depois desse dia ficaram me zuando na escola por causa disso. Então depois desse dia eu resolvi evitar ouvir música secular perto de descrente. Como eles tem esse conceito formado, de que crente só pode assistir música evangélica, então resolvi respeitar.

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    7. Mas se algum descrente realmente acredita que "crente só pode ouvir hino", então o erro está nessa concepção totalmente errada do descrente e não do crente. Infelizmente o extremismo de muitos em nosso meio criou essa percepção errada aos de fora, agora cabe a nós destruir essa falsa percepção e criar uma mais autêntica e fiel ao que nós de fato pensamos e cremos sobre as coisas da vida. Eu se estivesse nessa condição e um descrente ficasse "chocado" ao ver que eu não escuto só hinos, eu faria questão de colocar uma música secular e esclarecê-lo dizendo que aquilo que ele entende como "evangélico" é uma noção completamente errada e distorcida das coisas, em vez de reforçar esse tipo de visão um tanto preconceituosa de que os crentes são todos "cabeça fechada que só escutam hinos e vivem dentro de uma bolha".

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    8. Amigo do Banzolão9 de setembro de 2018 22:56

      Adianta não, Banzolão. Sei bem como são as pessoas aqui. É perda de tempo.

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