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14 de maio de 2018
14 de maio de 2018
A tese de que haverá uma
“amnésia celestial” ao chegarmos à presença de Deus tem crescido nos últimos
anos por diferentes e estranhas razões. Segundo os proponentes dessa teoria, na
eternidade nós não teremos lembrança nenhuma de qualquer evento que se passou
na terra – ou seja, uma verdadeira amnésia
celestial, que para nós na eternidade faria parecer que fomos criados
naquele exato momento, como se não tivéssemos tido uma vida anterior. Na
verdade já há muito tempo o meu amigo Mauro César me pediu para escrever sobre
o tema, e só uma coisa explica o porquê que eu venho me esquecendo de abordar
este assunto esse tempo todo: amnésia.
Brincadeiras à parte, a “amnésia
celestial” não é apenas uma tese antibíblica, mas também desanimadora e
desconfortante. Quantos de nós já perdemos amigos ou parentes importantes e
especiais, os quais esperamos ansiosamente reencontrá-los na ressurreição –
expectativa essa que seria completamente vã se essa tese for verdadeira. Isso
porque a mãe que perdeu um filho, ao chegar à glória, não o reconheceria, e
tampouco o filho reconheceria a própria mãe. Qualquer pessoa que você perdeu
aqui na terra, na prática, terá
perdido para todo o sempre. Reencontrar um grande amor como sendo apenas um
anônimo(a) desconhecido(a) que você não faz ideia de quem seja e com quem não
tem história nenhuma estaria muito longe de ser um autêntico “reencontro”. Seria
tão “emocionante” quanto encontrar uma pessoa qualquer por aí na rua, a qual
você nunca viu.
A Bíblia também não apoia essa
versão da “amnésia”. Paulo, por exemplo, escreve que "sabemos
que aquele que ressuscitou ao Senhor Jesus dentre os mortos, também nos
ressuscitará com Jesus e nos apresentará com vocês" (2Co 4:14). Ele
não parece dizer que na ressurreição uns veriam os outros como se fossem meros
desconhecidos sem nenhuma lembrança, mas como um verdadeiro e autêntico
reencontro. Se este texto não lhe pareceu convincente o suficiente, acompanhe
comigo este de Paulo aos tessalonicenses:
1ª Tessalonicenses 4
13 Irmãos,
não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se
entristeçam como os outros que não têm esperança.
14
Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante
Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram.
15
Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os
que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem.
16 Pois,
dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio
Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
17 Depois
disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas
nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor
para sempre.
18
Consolem-se uns aos outros com estas palavras.
No verso 13, Paulo deixa claro
que estava escrevendo para aqueles que estavam tristes sobre os mortos, «para
que não se entristeçam como os outros que não têm esperança». Quem eram esses
que “não tinham esperança”? Provavelmente era uma referência aos que seguiam a
filosofia de Epicuro, que acreditavam que os que morreram nunca mais voltarão à
existência. Eles não criam em ressurreição, então pensavam que os mortos permaneceriam
mortos para sempre. A consequência deste ensino era a crença de que nós nunca
veríamos novamente nossos entes queridos que já faleceram – por isso, ficavam sem esperança.
Mas Paulo não diz que essa
desesperança era justificável. Para ele, haveria um momento em que nós
voltaríamos a ver nossos entes queridos, e este momento era a ressurreição, na
volta de Jesus. Neste momento, os vivos serão arrebatados e encontrarão o
Senhor nos ares com os mortos ressurretos, «e assim estaremos com o Senhor para
sempre». E Paulo pede que os crentes «consolem-se uns aos outros com estas
palavras». Isso com certeza não seria um consolo caso a mensagem na verdade
fosse que “vocês nunca vão reencontrar seus entes queridos, pois quando os
virem novamente não vão nem saber quem são”.
O consolo neste caso só faz algum
sentido se há um verdadeiro reencontro entre ambas as partes com toda a memória
e consciência de quem eram e de quem são. Se não houvesse reconhecimento, isso
não seria um consolo, pois na prática seriam apenas umas dentre outras bilhões
de pessoas no Paraíso com as quais teriam pouco ou nenhum contato e sem nenhuma
lembrança ou carinho especial. É como se tudo o que tivéssemos feito aqui na terra
não tivesse valor algum. Haveria a emoção de estar na presença de Deus, mas não
a de rever quem a gente mais amava. E note que Paulo não falava em primeiro lugar
sobre ver a Deus em 1ª Tessalonicenses 4:13-18, mas “a respeito dos que dormem”,
ou seja, os mortos.
A tese da “amnésia celestial”
também confronta muitos outros ensinos bíblicos, o que inclui a própria
doutrina do juízo. É bem sabido que o juízo ocorre depois da morte (Hb 9:27), momento no qual os advogados da tese da “amnésia”
afirmam que não teremos mais lembrança nenhuma. Mas para sermos julgados por
nossas obras (2Co 5:10) temos que ter lembrança delas. Caso contrário, seria
como se fôssemos julgados pelos atos de um estranho, não pelos nossos atos. A única forma de sermos
julgados por nossos atos de uma maneira justa é se lembrarmos de tê-los
cometido, o que além de tudo daria uma realidade bem mais vívida para um
julgamento honesto e justo.
Outro problema tem a ver com o
próprio sacrifício de Cristo em nosso favor. Se não nos lembraremos de nada,
então não nos lembraremos nem mesmo de que Deus amou ao mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito para morrer por nós em nosso lugar. O sacrifício
seria vão. Ninguém se lembraria dele. Mesmo se Deus no Céu dissesse “meus
filhos, Jesus morreu por vocês”, ninguém jamais teria a real dimensão de tudo o
que isso significou de fato. Como na eternidade não sentiremos dor nem
tristeza, jamais compreenderíamos o quanto Jesus sofreu por nós. Não saberíamos
sequer o que é sofrer, o que é uma lágrima
derramada, um coração partido, um golpe na face, uma cruz para carregar.
De fato, é o sofrimento que nos
leva a dar valor ao prazer, é a tristeza que nos faz valorizar os momentos
alegres, é a guerra que nos faz valorizar a paz, são as doenças que nos fazem
valorizar a saúde, é a desgraça que nos faz saber o que é graça, são todos os
maus momentos na nossa vida que tornarão tão importante e indescritível a
sensação de estar habitando em um corpo imortal e incorruptível, não mais
sujeito a qualquer uma das mazelas que passamos na vida passada.
Se o propósito de Deus fosse
apagar a nossa memória como em Matrix, lhe teria sido muito mais simples e lógico
ter nos criado direto no Céu, direto em um corpo incorruptível e não sujeito ao
pecado, à mortalidade e a tudo o que permite o mal existir hoje. Mas assim a
percepção que teríamos de graça, amor e misericórdia de Deus seria tão
diferente que não saberíamos nem valorizar tudo o que Deus fez por nós, e muito
menos dar valor à nossa condição celestial reformada de toda mancha de pecado e
dor.
Se às vezes os que propõem a
tese da amnésia celestial são dotados de boas intenções (quase sempre para
justificar a paz e alegria que sentiremos no Céu mesmo sabendo que temos amigos
e parentes queimando para sempre no inferno), isso é totalmente desnecessário
uma vez que se tem em mente à realidade do aniquilacionismo bíblico (veja
aqui). Por ironia, a parábola que eles interpretam literalmente é
justamente uma das provas mais contundentes contra a tese da amnésia se
interpretada literalmente, pois Abraão diz ao rico: “Filho,
lembre-se
de que durante a sua vida você recebeu coisas boas, enquanto que Lázaro recebeu
coisas más” (Lc 16:25).
Diante de tudo isso, o único texto suscitado pelos adeptos da
tese da “amnésia celestial” é o de Isaías 65:16-17, que diz:
“Porquanto
as aflições passadas serão esquecidas e estarão ocultas aos meus olhos. Pois
vejam! Criarei novos céus e nova terra, e as coisas passadas não serão
lembradas. Jamais virão à mente!” (Isaías 65:16-17)
Duas coisas precisam ser
destacadas aqui. A primeira é que o texto parece estar dizendo que o “esquecimento”
é de Deus, e não nosso. O “estarão ocultas aos meus olhos” não é uma referência
ao próprio profeta Isaías, mas a Deus que falava através dele. O segundo
detalhe é que essa linguagem de “esquecer” é muito comum nos livros proféticos
e não significa mais do que um não levar
em consideração, em vez de um esquecimento literal. Por exemplo, no próprio
livro de Isaías vemos Deus dizendo:
“Sou
eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados” (Isaías
43:25)
Quando Deus diz que “não se
lembra mais” dos nossos pecados, o que ele está querendo dizer não é que sua
onisciência é atingida em cheio e de repente não tem mais memória do que
aconteceu, mas sim que as nossas transgressões não são mais levadas em consideração por ele, depois que nos
arrependemos. Ou seja, é “como” se
tivesse se esquecido, mas sem se esquecer literalmente. No mesmo livro, Deus
também diz:
“Esqueçam
o que se foi; não vivam no passado” (Isaías 43:18)
O que Deus está pedindo aqui não
é: “Tenham uma amnésia. Se esqueçam literalmente do passado, mesmo que isso
pareça neurologicamente impossível. Batam a cabeça com força na parede, talvez
ajude”. Não. Em vez disso, era uma forma de dizer o que foi ressaltado em
seguida, sobre não viver do passado, manter
nosso foco no presente e construir um futuro melhor.
O salmista diz que “esqueceram o
que Ele tinha feito, as maravilhas que lhes havia mostrado” (Sl 78:11).
Dificilmente os israelitas se esqueceram literalmente das coisas tão grandiosas
que haviam visto no Egito diante de seus próprios olhos, mas deixaram de levar em consideração estes
feitos, o que na linguagem bíblica significa “esquecer”. Da mesma forma, quando
o salmista diz: “Até quando, Senhor? Para sempre te
esquecerás de mim?” (Sl 13:1), ele também não quer dizer que Deus se
esqueceu dele no sentido de não saber sequer da sua existência, mas sim sobre não ter sido atendido ainda, o que era
uma forma de “esquecimento”.
Semelhantemente, quando o
salmista diz “voltem os ímpios ao pó, todas as
nações que se esquecem de Deus!” (Sl 9:17), dificilmente ele estava
querendo dizer que as nações literalmente se esqueciam de Deus, uma vez que se
tem alguma coisa que os ateus mais gostam de falar é em Deus. Isso tem a ver
com ignorar, desprezar ou desconsiderar, mas não com um esquecimento literal no
sentido da “amnésia”. Eu poderia aqui trazer outras dúzias de exemplos análogos,
mas creio que isso já é o bastante para entender que, neste contexto, é
simplesmente infantil interpretar o “esquecimento” de Isaías 65:16-17 de uma
maneira literal.
É interessante observar que
quando João no Apocalipse faz alusão a esse mesmo texto de Isaías, ele não
menciona nada sobre “não se lembrar” disso ou daquilo, mas diz apenas que “não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor,
pois a antiga ordem já passou" (Ap 21:4). O que passou não
foi a memória dos que morreram e ressuscitaram, mas a ordem que agora vigora, e que então não atuará mais. Nessa nova
ordem, não haverá mais nada das mazelas que hoje sofremos, e a paz desfrutada
será tão plena que os males da antiga ordem não serão levados mais em
consideração – serão “esquecidos”, embora não no sentido amnésico.
Mário Persona expressou este
sentido corretamente em seu blog, quando disse:
“Quando
você tem uma dívida paga por um amigo, você se lembra da dívida, do pagamento e
do amigo. Você já não é mais afligido pela pendência e pela dívida, mas pode
descansar no fato de ter sido paga e vive com um sentimento de gratidão àquele
que pagou” (Fonte)
Então não, não haverá “amnésia
celestial”. Nossas memórias do passado serão mantidas para termos plena consciência
dos erros que cometemos pessoalmente e que a humanidade incorreu como um todo,
das consequências de se rebelar contra o Criador e do preço que Deus pagou por
nós com a vida do seu próprio Filho, além de valorizarmos melhor a nova vida
que teremos. Ironicamente, nesse pacote de imperfeições resultantes da Queda e
que não existirão mais na eternidade está a
própria amnésia.
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Cristo.
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75 comentários:
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Muito bom, Lucas. Se vamos nos assentar com Abraão, Isaque, e Jacó no Reino de Deus, precisamos lembrar quem foram eles
ResponderExcluirMateus 8:11, "Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó no reino de Deus"
Alon
Perfeita a colocação. De fato, é outro texto que derruba a tese da "amnésia". Abs!
ExcluirHola amigo. He enviado una pregunta a su correo electrónico ya hace días.
ResponderExcluirNo he recebido nada, puedes reenviar para lucas_banzoli@yahoo.com.br?
ExcluirOlá Lucas.
ResponderExcluirEu sei que a Bíblia incentiva a congregar (Hebreus 10:25), devolver o dízimo (li isso num artigo seu) e a realizar santa ceia e o lavar-pés. Preciso de uma igreja para fazer tudo isso?
E se precisa, pode ser talvez numa igreja em que eu não concorde com algumas doutrinas dessa igreja e tenha descobrido coisas questionáveis sobre o passado de seus fundadores?
Olá, tudo bem? "Congregar" é reunir os irmãos na fé em um lugar comum, não precisa ser necessariamente dentro de uma denominação A ou B, embora na prática não haja diferença entre um "grupo de estudo" com pregação da Palavra e louvor e uma igreja institucional propriamente dita, é questão apenas de nomenclatura. O dízimo e qualquer outra contribuição financeira (ofertas) os cristãos dão a Jesus (Hb 7:1-12), isso não precisa ser necessariamente a um pastor em um templo de alguma igreja, se você ajuda os pobres e necessitados já está dizimando. O caso da Santa Ceia é o mesmo do congregar, mesmo que você faça isso em um grupo cristão na casa de uma pessoa isso já é uma igreja no sentido bíblico, os próprios cristãos primitivos se reuniam em casas e não davam nomes a elas, e mesmo assim eram chamadas de igrejas (no aspecto visível). Lavar os pés eu não vejo sentido de se fazer nos dias de hoje, Jesus só fez isso uma vez e nunca mais vemos alguém repetindo o ato na Bíblia, e fez isso no sentido de humildade, porque era um gesto bem humilhante naquela cultura que apenas os escravos faziam, ficar copiando isso no século XXI só para parecer humilde e seguidor de Cristo eu acho bobagem, há muitos outros meios para se externar humildade nos dias de hoje. Em relação à segunda questão, não há problemas em se fazer essas coisas numa igreja com erros doutrinários, desde que estes erros não cheguem ao ponto de constituir uma seita em vez de uma igreja legítima.
ExcluirO problema é que não tenho nenhum lugar ou igreja que eu confie.
ExcluirA igreja de onde eu saí é a igreja adventista do sétimo dia, porque, além dela ter doutrinas estranhas, os seus fundadores eram envolvidos com a maçonaria: http://conspiracionesynoticiasactuales.blogspot.com.br/2014/11/adventistas-del-septimo-dia-el-logotipo.html
É muito difícil não ter igreja nenhuma que você não se identifique em absoluto em um raio de 20 minutos da sua casa, mas se este for o caso, fique sem congregar mas não sem buscar a Deus pessoalmente.
Excluirhttps://youtu.be/30nO8J3b-U0 . Yago 7 × 0 apologistas católicos !
ResponderExcluirNão teve nem o gol de honra no final?
ExcluirNão entendi
ExcluirEra uma alusão a isso:
Excluirhttps://www.youtube.com/watch?v=sVr7eLnAIqI
Comentários poooooooorrrrraaaaa puta que pariuuuuuuuuuuuuu caceteeeeeeee
ResponderExcluirCalma, Olavo.
ExcluirKkkk tem até o mau cheiro de cigarro.
ExcluirDá pra sentir daqui xD
ExcluirLucas tenho um trabalho na escola que é sobre religiões, e queria que você me recomendasse algum artigo ou site que trate sobre o porque as pessoas seguem a religião (principalmente sobre a protestante).
ResponderExcluirBom, eu primeiro lugar as pessoas seguem religiões porque há um senso inato ao ser humano que o leva a crer que existe um Deus (um ser sobrenatural que criou e rege o universo, e que presumivelmente tem interesse pelos seres humanos que ele mesmo criou, daí nascem as religiões). Sobre essa percepção natural da consciência humana que gera as religiões eu escrevi aqui:
Excluirhttp://ateismorefutado.blogspot.com.br/2015/04/nos-nascemos-ateus.html
Em relação ao protestantismo em específico, aí inclui mais uma série de coisas, mas se eu tivesse que sumariar tudo isso de forma rápida e simples, eu diria que as pessoas tendem a se tornar evangélicos porque buscam por uma comunhão mais próxima e íntima com Deus, a qual não encontram em religiões muito institucionalizadas e hierárquicas, baseadas em muitos rituais e em toda uma "mecânica". A fé protestante restaurou o princípio bíblico do sacerdócio universal dos crentes, onde não há mais intermediários entre nós e Deus, por isso podemos ir direto a Ele sem medo (diferentemente do catolicismo, por exemplo, que impõe a mediação de padres na confissão, de Maria e dos santos na oração, do papado na interpretação, e assim por diante, no objetivo de obstruir nossa comunhão direta com Deus).
Ei Lucas você já pensou em fazer um bate papo com o Yago Martins pelo computador ? Afinal o Yago publicou seu texto no 2 dedos e seria massa ver os 2 maiores defensores do protestantismo brasileiro em um bate papo . Obs Seria opressão de mais para Macabesta, olavetes e zumbis tridentinos ! Mais um motivo para o bate papo de vcs !
ResponderExcluirSeria muito bacana mesmo, mas eu não o conheço mais do que você e outras pessoas conhecem (de acompanhar na internet, apenas), não tenho contato pessoal, e na verdade nem sei se ele me conhece exceto por aquele artigo que ele postou no blog dele.
ExcluirLucas, em Gêneses 41,51 diz: "E chamou José ao primogênito Manassés; porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai."
ResponderExcluirEu entendo que a "Amnésia celestial" será semelhante ao "esquecer" de José do Egito. Concordas?
Muito bom. Outro texto que poderia estar no artigo, pois expressa bem o sentido.
ExcluirLucas, o que dizer das perseguições religiosas no reinado de Jaime I (IV da Escocia) contra os católicos e puritanos?
ResponderExcluirEu escrevi sobre isso no livro mas ficaria muito longo transcrever tudo aqui (são 5 páginas), se você quiser me envia um e-mail (lucas_banzoli@yahoo.com.br) que eu mando essa parte em anexo, ou então espere a publicação do livro mesmo.
ExcluirLucas você viu o vídeo do Yago sobre a virgindade perpétua de maria? O que mais me impressionou foi a choradeira da militância católica em relação ao vídeo.
ExcluirEles choram mais que o Thiago Silva na Copa.
ExcluirEu não teria problemas em aceitar a virgindade perpétua de Maria, pois não considero algo que seja essencial para a manutenção da verdadeira ortodoxia.
ExcluirNinguém teria problemas em aceitar... desde que não fosse antibíblico.
ExcluirEu também não teria.... se fosse verdade. Mas como é uma mentira, transformada em o mail alto mandamento católico, daí você já tira como é a religião deles, baseada em uma grande mentira.
ExcluirMeu Prof. Lucas você é extraordinário, parabéns que nosso PAI YA te recompense. em nome de YESHUA.
ResponderExcluirObrigado, abs!
ExcluirAvalie: https://m.youtube.com/watch?v=PAqZbDPXkXA&feature=youtu.be
ExcluirEm geral é um bom vídeo, embora com alguns clichês e equívocos.
ExcluirTipo quais?
ExcluirTem uma parte em que ele parece dizer que pode ser preconceituoso contra as minorias à vontade se você for de direita, desde que não faça nenhum mal efetivo a essas pessoas (negros, gays, etc). Essa é uma visão bem equivocada, como se a esquerda fosse a "guardiã dos princípios morais" e os direitistas fossem um bando de preconceituosos que estão pouco se lixando com isso. É um pensamento bem estereotipado pela esquerda.
Excluirhttps://youtu.be/7IPAKsGbqcg
ResponderExcluirHow Jesus became God
Aciona as legendas
Também em Apocalipse 6, deixa muito claro que nan haverá está amnesam no céu, os Santos da tribulação pedirão justiça e se lembrarao de tudo que sofreram.
ResponderExcluirApocalipse 6: 9. Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. 10. E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?. 11. E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram. - Bíblia JFA Offline
Eu evitei usar textos do Apocalipse porque, como se sabe, trata-se de um livro repleto de figuras e simbologias. Esse texto mesmo que você citou eu o entendo alegoricamente:
Excluirhttp://desvendandoalenda.blogspot.com.br/2012/12/as-almas-debaixo-do-altar.html
Seria possível quem estiver no inferno lembrar dos vencedores, já quem estiver no paraíso não lembrar dos condenados?
ResponderExcluirNão vejo base bíblica para isso.
Excluircara gostei, muito bem explicado.
ResponderExcluirLucas o que você diz sobre o sábado,devemos guarda-lo ou não nos dias de hoje?
Eu acredito que não.
Mas como você e formado em teologia gostaria de saber de você.
No aguardo, fica com Deus.
Obrigado! Sobre o sábado, confira este artigo:
Excluirhttp://apologiacrista.com/devemos-guardar-o-sabado
Abs!
Boa noite. Acredito que essa teoria do esquecimento da vida que tínhamos aqui, se fez através da história da viúva dos 7 irmãos, lá em Marcos 12:22 na qual Jesus afirma que no reino de Deus nós seremos como anjos... o que vc pode nos esclarecer sobre isso Lucas?
ResponderExcluirOlá, o "seremos como os anjos" não implicaria em falta de memória porque os anjos tem memórias e também tem ciência dos acontecimentos terrenos, inclusive são enviados muitas vezes por Deus para nos proteger, etc. Não existe uma "amnésia angelical" da mesma forma que não existe uma "amnésia celestial". Agora, esse texto não teria essa implicação mesmo se os anjos não tivessem memórias, porque dentro do contexto o que Jesus estava dizendo nada mais era que nós não vamos nos casar no céu da mesma forma que os anjos não se casam. A analogia termina aí, não tem nenhuma conotação maior, como alguns que negam a ressurreição da carne tentam transmitir. Sobre isso eu escrevi no começo desse artigo:
Excluirhttp://ocristianismoemfoco.blogspot.com.br/2015/08/principios-basicos-para-uma-boa-exegese.html
Lucas, como dominar os desejos da carne? Eu tenho passado por um problema, já tive experiências no passado relacionadas à vida sexual, e, hoje, não consigo me livrar do desejo sexual do auto prazer (masturbação). Já tentei de tudo mas na minha mente sempre existem gatilhos que me fazem cair nesse pecado. Gostaria de ajuda porque só oração e bíblia não tem funcionado, eu preciso de auto domínio sobre os meus desejos. Como adquirir domínio próprio?
ResponderExcluirJejum ajuda muito.
ExcluirNa verdade isso só se vence de uma vez em definitivo geralmente quando se casa e se tem algo melhor que a pornografia ou masturbação. Enquanto isso não acontece você deve orar e ler a Bíblia como diz que já faz, mas uma coisa que também é muito importante é manter o foco em alguma coisa maior que seja ainda mais viciante que a pornografia e que não seja pecado. Ou seja, se dedicar a alguém, ou a alguma coisa, alguma causa nobre ou não, às vezes até jogos funcionam, sair com os amigos e etc. Não ficar com "a mente vazia" durante o dia, não dar chance pro azar, focar em alguma coisa que o cative mais do que a masturbação ou coisa do gênero. É como diz um velho ditado: "Mente vazia é oficina do diabo". Não está na Bíblia, mas é verdade. A pornografia é mais tentadora quanto menos empolgante for a vida como um todo. Ela acaba sendo um "escape", por assim dizer. Muitas vezes fruto de desânimo. Por isso é importante arrumar a vida como um todo e se concentrar em objetivos maiores, só isso pode controlar o desejo.
ExcluirMuito bom. Deus te abençoe.
ResponderExcluirObrigado, Deus lhe abençoe igualmente!
ExcluirIrmão Lucas, Bom dia, Parabéns pelo escrito, mas, me explica. Se na eternidade eu não encontrar meus entes queridos, isso me trará tristezas e no Céu não existirá tristezas, dores etc.. Como conciliar estas passagens.
ResponderExcluirPode ter tristeza por um momento por ver que eles não foram salvos, mas na eternidade os anos que se passou na terra terão sido quase nada em comparação com a vida eterna e com o quão absolutamente radiante ela é. Aqui na terra nós muitas vezes conseguimos administrar o fato de alguém ter morrido (mesmo depois de um tempo) e levamos nossa vida adiante, quanto mais quando estivermos com Deus na glória.
ExcluirNão haverá tristeza no céu, mas haverá lembranças. Um coisa não elimina a outra. Deus pode nos tirar todas as lembranças que causarão tristeza e nos encher com alegria pelas lembranças boas. Eu não acredito na amnésia celestial, mas também não acredito na plenitude das lembranças no céu, porque diversas serão tristes. Deus nos dará algo inimaginável, porém maravilhosamente bom.
ExcluirLucas, você poderia me dizer qual foi o primeiro pai da igreja a falar sobre a virgindade perpétua de Maria? Antes dele, havia outros falando da vida matrimonial de Maria?
ResponderExcluirDeus abenco.
O primeiro de um modo incontestável foi Atanásio (296-373). Antes dele haviam Pais que descriam na virgindade perpétua fosse no parto ou pós-parto, além de muitos outros que não emitiram parecer a respeito. Antes de Atanásio há uma suposta citação de Hipólito, mas cuja autenticidade é questionável. Sobre isso eu recomendo os artigos do Bruno Lima:
Excluirhttp://respostascristas.blogspot.com.br/2016/05/a-virgindade-perpetua-de-maria-e.html
http://respostascristas.blogspot.com.br/2016/05/a-virgindade-perpetua-de-maria-e_23.html
Abs.
Este é um tema que me deixa bem incomodado. Imagina como uma judia dos tempos de Cristo se sentiria se soubesse que discutem a sua virgindade. Eu acredito que ela teve uma vida de casada, mas não gosto de ficar debatendo sobre isso; tanto enfatizar a sua virgindade como assumir que ela teve outros filhos e ficar discutindo isso do jeito que alguns católicos e evangélicos fazem hoje, deixaria Maria bem mal.
ExcluirO mesmo com "Maria Madalena foi prostituta ou não?" que tem um impacto bem menor na teologia, mas que já vi discutirem por aí tbm.
Transformaram Maria de Nazaré numa deusa e Maria Madalena numa prostituta...
É importante destacar que esse debate só existe porque os católicos deram ênfase a esse ensino e o transformaram em "dogma", ou seja, em um ponto de fé indiscutível e uma crença necessária de se crer para ser considerado católico e, portanto, para ser considerado salvo (já que para eles "fora da Igreja Romana não há salvação"). Ou seja, não fomos nós que ficamos batendo na tecla de que Maria não morreu virgem, são eles que provocaram essa discussão elevando esse tema ao nível dogmático e o impondo obrigatoriamente a toda a Igreja. Se eles não tivessem feito isso antes, nós nunca estaríamos falando disso agora, da mesma forma que não discutimos se outros personagens bíblicos foram virgens ou não (porque a ICAR não os transformou em uma questão dogmática).
ExcluirEu entendo isso, só quis ressaltar como algo irrelevante para a nossa salvação poderia ser também desonroso para uma judia daquele tempo.
ExcluirParabéns pelo artigo Lucas,você trouxe um tema bem interessante, pouco abordado pelas igrejas, eu sempre tive curiosidade em saber por exemplo se no céu eu veria meus avós já falecidos e os reconheceria, você acha que lá lembraremos de muita coisa aqui na terra? Quando vermos familiares ou mesmo pessoas que foram famosas aqui na terra? Mas os reconhecermos pela fisionomia? Sempre ouvi que lá teremos outro corpo,um glorificado,porque por exemplo,não vimos Lutero pessoalmente, mas podemos ter uma ideia de como era seu rosto, através de pinturas, mas na eternidade ele terá o mesmo rosto?
ResponderExcluirEu creio que os reconheceremos pela fisionomia sim. O problema é que muita gente tem um conceito totalmente equivocado do que vem a ser um "corpo glorificado". Por sofrerem influência do pensamento grego a respeito da natureza humana, eles imaginam esse corpo como se fosse um "fantasminha", ou um ser branco e luminoso sem rosto, ou como se fossem todos robôs iguais aos outros. Tudo isso é a mais completa bobagem. Quando a Bíblia fala do corpo da ressurreição, ela não diz nada além do fato de ser imortal e incorruptível. O que resumidamente, significa que é exatamente o mesmo corpo atual, com a diferença de que ele não vai morrer ou se deteriorar com o tempo (consequentemente não vai ficar velho e enrugado, não vai contrair doenças, não vai engordar, e assim por diante). O corpo é o mesmo, mas sem os efeitos do mesmo. Será como deveria ter sido desde o início, como Adão foi criado antes da Queda. Então sim, se as gravuras de Lutero expressam seu rosto com exatidão, certamente o reconheceremos logo de cara :)
ExcluirLucas, como você vê a mudança de "Rainha das ciências" na Idade Média para a atual resistência em classificar a Teologia como ciência?
ResponderExcluirCom todo o respeito, mas a Idade Média não serve de parâmetro para nada. Eu sou teólogo mas reconheço que teologia não é ciência stricto sensu pois não segue os parâmetros do método científico (da mesma forma que história também não, e nem por isso é menos importante), embora possa ser considerada ciência lato sensu (no sentido de conferir conhecimento sobre alguma coisa). Por isso um teólogo não é um "cientista", embora sua função tenha importância em um aspecto espiritual, principalmente. Sejamos sinceros: se os teólogos deixassem de existir amanhã o mundo continuaria funcionando da mesma forma, é uma das áreas que menos impactam o mundo ao nosso redor, as outras são bem mais importantes neste sentido. Seria muito difícil viver em um mundo em que ninguém soubesse fazer contas (matemática), ou que ninguém soubesse falar nosso idioma (português), ou que não existissem médicos (ciências) e assim por diante, mas sem teologia não é algo que impacte muito o mundo à nossa volta da mesma maneira. Inclusive muita teologia que se faz é lixo: teologia liberal, tomismo, escolástica, etc. Por outro lado, a teologia quando bem feita é a única área que traz um impacto significativo no aspecto espiritual, onde as outras geralmente não tem influência. Então se você é cristão, vai dar valor à boa teologia, mas isso não significa que ela seja superior às outras matérias no que diz respeito ao nosso mundo natural.
ExcluirLucas, nos EUA, existem seminários que ensinam "a teologia que você quer aprender" (católica, liberal, do processo, etc) e isso é visto com desalento por uns e sem problemas por outros. Qual a sua opinião?
ExcluirEu acho totalmente natural que um católico queira aprender teologia católica, que um liberal queira aprender teologia liberal, que um protestante conservador queira aprender uma teologia protestante conservadora, e assim por diante. Exigir uniformidade seria praticamente o mesmo que exigir a volta à Idade Média onde apenas uma opinião era aceita e o resto era reprimido e castigado. Eu quando fiz mestrado na área fiz questão de procurar um que não fosse de linha liberal e nem anticristã, e essa foi uma ótima escolha de minha parte, mas se eu tivesse outra linha de crença eu teria que ter o direito de poder aprender num local que ensinasse desse modo diferente. Me desculpe se não compreendi a sua pergunta direito e respondi coisa diferente do intencionado.
ExcluirAmigo Banzoli, gostaria de confessar meu desinteresse pela escatologia porque a sensação que eu tenho é de está num cassino: cada qual com seus prognósticos... amilenismo, pré-milenismo, pós-milenismo, dispensonalismo, preterismo, etc. Que dicas você me daria (além de estudar, claro!)?
ResponderExcluirEu acho que se você se sente desinteressado por essa área da teologia, então é melhor não se preocupar com ela (pelo menos não ainda). Tem um monte de coisa na teologia que eu acho chata e desinteressante, algumas por serem complexas ou filosóficas demais, outras são até mais populares e acirram os ânimos de multidões, mas particularmente não me suscitam interesse. Em contrapartida há temas que defendo com veemência que outras pessoas podem achar desinteressante. É questão de gosto de cada um, ninguém é obrigado a gostar de tudo, gostar de estudar sobre tudo, gostar de escrever sobre tudo, gostar de debater sobre tudo ou ter opinião formada e concreta sobre tudo. Poderia ser bem simples se eu te respondesse "leia os meus artigos" e listasse aqui um monte deles, mas isso não seria a resposta mais sincera. Dê um tempo à escatologia se ela ainda não desperta o seu interesse, e ore a Deus se não for do propósito dele de um dia fazê-lo se interessar por esse tema que eu pessoalmente aprecio muito.
ExcluirLucas,o que vc acha do juízo investigativo e de Miguel ser Jesus?.
ResponderExcluirNão creio em nenhum dos dois, sobre o segundo tema comentei aqui:
Excluirhttps://apologiacrista.com/jesus-e-miguel
O dicionário Vine(CPAD),Enciclopédia da Bíblia(Cultura cristã),Novo dicionário internacional de teologia do NT(Vida Nova),Dicionário brasileiro de teologia(ASTE) apontam para o holismo no verbete "Alma" não obstante assembleianos,presbiterianos,batistas e outros continuam insistindo que a alma é imortal.
ResponderExcluir(y)
ExcluirLucas, tenho lido varios artigos sobre o evolucionismo e outros temas do tipo, e pelos sites cristãos que visitei, sempre há a informação de que Darwin fraudou fósseis para tentar provar sua teoria, e também que nunca foi encontrado nenhum fóssil de transição, mas como ficam os fósseis dos chamados hominidios então?
ResponderExcluirOlá, o Rodrigo Silva explicou sobre os hominídeos aqui:
Excluirhttps://www.youtube.com/watch?v=RzI28lv9V2E
E o Adauto Lourenço aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=236e12hHGvA
Abs!
...Comente...
ResponderExcluirhttps://www.youtube.com/watch?v=VOGTzDJCflE
Já tinha visto esse vídeo e é muito fraco. O cara nem sequer entendeu que o Tiago irmão de Jesus NÃO era o filho de Zebedeu e nem o outro Tiago dos doze, mas o "terceiro Tiago", irmão de Jesus. Disse que o Yago acredita que o Tiago irmão de Jesus era o de Alfeu e então bateu nesse espantalho que montou. Claramente está totalmente inapto para entrar nesse tipo de debate, pegou o bonde andando e foi dar pitaco no que não entende, estando totalmente por fora da própria discussão em si.
ExcluirJoão 16:21
ResponderExcluirA mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
Bem lembrado esse texto, cai como uma luva.
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