Há alguns dias escrevi este
artigo sobre o dom de línguas, onde defendo à luz da Bíblia o entendimento
pentecostal do dom. No final do artigo eu antecipei que os pentecostais também
cometem muitos erros no que concerne ao tema, os quais não me aprofundei para
não me alongar excessivamente ali. Então farei isso agora, a começar pela
interpretação de que o dom de línguas consiste na mesma coisa que o batismo no
Espírito Santo, o que na minha opinião é a raiz dos erros mais graves (os quais
abordarei no final do artigo).
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7 de novembro de 2018
1 de janeiro de 2018
1 de janeiro de 2018
Há no meio cristão duas
concepções principais quanto ao que é ou era o dom de línguas. Na visão pentecostal, as línguas consistem
em idiomas desconhecidos, celestiais e ininteligíveis às outras pessoas, com a
finalidade de edificação pessoal de cada um em momentos a sós com Deus, onde,
ao orarmos em línguas “estranhas”, nosso espírito é edificado, embora nossa
mente esteja “infrutífera” (1Co 14:2; 1Co 14:14-15). Já na visão tradicional (em sua maioria, cessacionista), essas línguas
seriam idiomas terrenos que Deus dava aos cristãos do primeiro século para
pregar o evangelho a um descrente no idioma deles, e que deixou de existir após
a era apostólica. Assim, um cristão que falava apenas o aramaico poderia passar
a falar em grego para evangelizar um descrente grego, para citar um exemplo.
Categories: Cessacionismo, Dom de línguas, Pentecostalismo
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