*Nota: O artigo abaixo foi escrito por Ken Cascio e publicado em inglês
neste site.
Um leitor chamado Tito amavelmente se dispôs a traduzir o artigo, que é um
excelente complemento ao que eu tratei brevemente no artigo sobre a
"catolização" das igrejas evangélicas com respeito ao ensino da “autoridade
delegada”, muito popular no mundo todo (principalmente através dos escritos de Watchman
Nee). Boa leitura!
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4 de março de 2019
20 de fevereiro de 2019
20 de fevereiro de 2019
(Não é um papa, mas parece)
31 de outubro de 1517. Martinho Lutero publica as famosas “95 teses”, condenando o inescrupuloso comércio de indulgências. Prometendo um “lugarzinho no Céu” para as almas do purgatório e assegurando o perdão até mesmo para os pecados que ainda seriam cometidos, a Igreja acumulava fortunas e construía a Basílica de São Pedro, às custas do trabalho pesado, do suor e até do sangue do povo. Quinhentos anos se passam. Ligamos a televisão e vemos pastores, bispos e “apóstolos” pedindo dinheiro sem parar, vendendo objetos “ungidos” pela bagatela de um salário mínimo (ou mais), inventando o “trízimo”, lançando praga em quem não é dizimista fiel e ameaçando-os com o fogo do inferno. “Sacrifícios” como a chave da casa ou do carro, cujo propósito é deixar um pastor rico mais rico ainda, enquanto o povo dessas igrejas é esmagadoramente pobre e simples. Por estarmos no século XXI, chega a ser ainda mais escandaloso que a venda de indulgências, que Lutero e os protestantes tanto combateram.
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