29 de novembro de 2018

60 Devemos fazer do jejum uma forma de sacrifício a Deus?



Vamos falar de coisa boa: vamos falar de Tekpix. Mentira, vamos falar de jejum. Mas para muita gente, o jejum está quase tão longe de ser uma “coisa boa” quanto a Tekpix – embora o façam como uma forma de suplício, uma penitência, um sacrifício para ganhar em troca o favor de Deus. E embora este conceito penitencial do jejum provenha da mentalidade católica medieval que permanece viva ainda hoje, eu não estou falando de católicos aqui: falo de muitos crentes, que ainda pensam ser necessário fazer certos sacrifícios para alcançar o favor divino, entre os quais encontra-se o jejum. No entanto, já há muito tempo Deus nos alertava dizendo que “desejo misericórdia, não sacrifícios” (Os 6:6).

A “lógica penitencial”, tão presente na mentalidade popular, não apenas confronta as Escrituras e insulta o Deus da graça, como ainda se contrapõe ao tipo de jejum que Deus expressamente deseja:

“‘Por que jejuamos’, dizem, ‘e não o viste? Por que nos humilhamos, e não reparaste’? Contudo, no dia do seu jejum vocês fazem o que é do agrado de vocês, e exploram os seus empregados. Seu jejum termina em discussão e rixa, e em brigas de socos brutais. Vocês não podem jejuar como fazem hoje e esperar que a sua voz seja ouvida no alto. Será esse o jejum que escolhi, que apenas um dia o homem se humilhe, incline a cabeça como o junco e se deite sobre pano de saco e cinzas? É isso que vocês chamam jejum, um dia aceitável ao Senhor? O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo? Aí sim, a sua luz irromperá como a alvorada, e prontamente surgirá a sua cura; a sua retidão irá adiante de você, e a glória do Senhor estará na sua retaguarda” (Isaías 58:3-8)

Os israelitas faziam o jejum sacrificial que Deus não pediu, mas não faziam o “jejum” que Deus realmente pediu: o de se abster de fazer o mal e praticar o bem. A mentalidade do “jejum penitencial” é a mesma dos monges que praticavam autoflagelo – a exemplo do que fazia o próprio Lutero antes de descobrir a justificação pela fé – pensando que quanto mais flagelassem o corpo até o ponto de sangrar e perder os sentidos, mais estavam agradando a Deus e penitenciando seus pecados, como se Deus fosse uma espécie de monstro sádico que literalmente se alimentasse do nosso sangue. O “jejum sacrificial” substitui os chicotes pela abstinência alimentar, mas buscando a mesma finalidade. Você passa fome, sede, se sacrifica, alguns quase desmaiam, mas isso é bom porque assim alcançará o favor divino. É um tipo de “autoflagelo” muito mais sutil, mas que ainda trabalha pelo método da “lógica penitencial”.

“Mas o jejum é bíblico”, dirá você. Eu concordo, mas primeiro precisamos compreender que tipo de jejum é esse que a Bíblia defende em contraposição ao tipo de jejum que é praticado hoje por muita gente. O jejum praticado em boa parte das igrejas que eu conheço é o “jejum de Daniel”, que consiste em 21 dias sem ingerir nada além de vegetais e água. Em certos lugares esse jejum é praticamente forçado ao povo, ou pelo menos a quem possui algum cargo na igreja. Tragicamente, aconteceu uma vez comigo. Como lamentavelmente eu não consigo comer frutas, verduras ou legumes – e portanto morreria fazendo esse jejum, e não adiantaria culpar o Daniel por isso – eu negociei com o pastor e consegui o arroz como concessão – pense na alegria de alguém que comeu arroz, arroz e mais arroz por três semanas.

Mas há um problema aqui, e este problema não está no arroz: está no fato de que parte nenhuma da Bíblia diz que Daniel jejuou por três semanas. Isso mesmo: não existe nenhum “jejum de Daniel”, pelo menos não no texto citado por eles. Antes que você se antecipe em me atirar a primeira pedra, dê uma lida rápida no primeiro capítulo de Daniel e veja se acha a palavra “jejum” ali. Não há nada. O que acontece é que Daniel servia no palácio do rei da Babilônia, uma nação pagã que oferecia seus alimentos em sacrifício aos ídolos, razão pela qual Daniel não queria comer na mesa do rei, a fim de não se tornar co-participante daquilo. Por isso o verso 8 diz que Daniel “decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles” (Dn 1:8).

E mais: os tais 21 dias não foram um período de jejum, mas sim um período de teste. O chefe dos oficiais deu três semanas para avaliar se Daniel ficaria menos saudável se abstendo da comida da mesa do rei, e caso isso não acontecesse ele estaria livre para continuar comendo apenas vegetais. E foi o que aconteceu (Dn 1:8-16). Como Daniel permaneceu saudável ao findar os 21 dias, ele pôde continuar mantendo o seu “jejum”, que de “21 dias” não tinha nada. Então, se uma igreja quer mesmo fazer o tal “jejum de Daniel” direito, deve fazê-lo por toda a vida, como Daniel fez. E por uma razão especial: mais especificamente se você for um membro da corte de um rei pagão que oferece seus alimentos aos ídolos. Se você não se enquadra nesses requisitos, então por favor, não chame isso de “jejum”, e muito menos “de Daniel”. O próprio Daniel ficaria bem frustrado com isso, eu acho.

“Jejum” de Daniel à parte, o fato é que a Bíblia fala mesmo de jejum, principalmente no Antigo Testamento. Abaixo você encontra uma seleção de todos os textos veterotestamentários que falam em jejum (clique nas imagens para ampliar):


 


Eu não tenho tempo para comentar individualmente cada uma dessas passagens, mas tampouco creio ser necessário. Algumas coisas estão suficientemente claras. Primeiro, o jejum era quase sempre praticado em circunstâncias especiais e solenidades extraordinárias, e não como uma prática corriqueira. Por exemplo, antes de uma batalha importante, após a morte de alguém importante, em meio ao desespero de um evento importante, quando precisava urgentemente de uma resposta importante, quando alguém estava em uma situação de vida ou morte, quando alguém se sentia em um estado muito grande de humilhação, quando queria prestar solidariedade a alguém que se encontrava em estado muito grande de humilhação, e assim por diante. Não é algo que alguém fazia uma vez por semana, ou rotineiramente, ou como uma forma constante de “sacrifício” para atrair bênçãos.

Em segundo lugar, nota-se que a maior parte dos textos faz referência a jejuns coletivos, e não individuais. Geralmente era a nação inteira que era convocada a jejuar em um determinado dia em uma solenidade especial (como as indicadas acima). Por exemplo, quando o povo estava desviado de Deus há muito tempo e algum rei piedoso queria estabelecer entre o povo e Deus um novo pacto de obediência, ele convocava toda a nação a um jejum solene. Isso também acontecia quando o povo estava prestes a lutar uma guerra importante, ou para evitar uma calamidade geral. Era um “jejum estratégico”, por assim dizer, para prender a atenção de todo o povo e mantê-lo focado no objetivo em comum.

Um exemplo simples de como o jejum que praticamos hoje não era o habitual dos personagens do Antigo Testamento é Davi, que jejuou por sete dias inteiros como um ato de desespero para tentar evitar a morte de seu filho a qualquer custo, mas “agora que ele morreu, por que eu deveria jejuar?(2Sm 12:23). A mentalidade do povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento era essa: jejum em momentos estratégicos em torno de circunstâncias extraordinárias que exigiam foco total, mas fora isso não havia sentido em se continuar jejuando por outras razões, no dia-a-dia.

Será que o Novo Testamento mudou esse padrão? Para isso, nada melhor do que começarmos conferindo todos os textos que abordam o jejum no NT também (e mais uma vez convido-lhe a clicar nas imagens para conferir no tamanho original e legível):




Como são menos textos, temos mais tempo para comentar um a um. Comecemos com a primeira ocorrência (Mt 4:2), na tentação de Jesus. Não nos é dito que Jesus costumasse jejuar no dia-a-dia (e mais adiante veremos uma indicação de que não), mas ele jejuou em uma circunstância extraordinária e estratégica – a da sua tentação no deserto, a grande provação que lhe foi preparada pelo diabo – assim como os hebreus jejuavam em situações especiais. Em Mt 6:16-18 Jesus critica o modo hipócrita como os fariseus jejuavam, e em 9:14-15 há um caso curioso, onde os fariseus acusam os discípulos de Jesus de não jejuarem. Ao invés de Jesus responder dizendo que aquilo era uma fake news da CNN e da Rede Globo golpista, ele confirma o que os fariseus disseram, argumentando que enquanto ele estivesse com eles seria desnecessário jejuar. Mesmo quando diz que «quando o noivo será tirado, então jejuarão», o sentido parece ser mais o do jejum de luto (como em muitos casos do AT) do que propriamente um jejum espiritual.

Em Mt 11:18-19 é dito que João Batista jejuava, mas o Filho do homem «come e bebe» (indicando que não jejua). Mas talvez signifique apenas que João, como um nazireu, não podia comer e beber certas coisas que Jesus podia (por não ser nazireu). Em Mt 17:21 e Mc 9:29 somos induzidos a crer que certos demônios só saem se o exorcista em questão tiver o hábito de jejuar, mas os estudiosos de Crítica Textual sabem que a sentença «e pelo jejum» aqui é um acréscimo de manuscritos posteriores, que não constam nos originais (razão pela qual está entre colchetes na maioria das Bíblias em português). Isso é confirmado até por estudiosos bem conservadores, como Daniel Wallace. Tampouco faria sentido Jesus criticar os discípulos pela falta de jejum quando ele próprio havia dito que os discípulos não jejuariam até a sua partida.

A Igreja parece seguir o mesmo padrão que o Israel antigo no que concerne ao jejum. Os discípulos jejuam em circunstâncias especiais, como em At 13:2-3, para separar Paulo e Barnabé para a obra, e em At 14:23, onde os próprios Paulo e Barnabé jejuam para estabelecer presbíteros em cada igreja. Em todas as cartas apostólicas o jejum é mencionado apenas duas vezes, e em ambos os textos o sentido é bem diferente do convencional. Quando Paulo fala “em açoites, prisões e tumultos; em trabalhos árduos, noites sem dormir e jejuns” (2Co 6:5), ele provavelmente não está falando de jejuns espirituais, mas simplesmente do fato de não ter tido o que comer, decorrente da privação pela qual passou em função das perseguições que sofreu (que é a ênfase de todo o contexto). A palavra grega usada aqui e no outro texto (de 2Co 11:27, num contexto semelhante falando da mesma coisa) é νηστεια, que significa “abstinência”, às vezes «provocada por necessidade ou pobreza» (Strong, 3521).

Em toda a Bíblia só há um caso de alguém que jejuava regularmente, que é Ana (Lc 2:37). Mesmo assim, se trata apenas de um caso particular, não de uma prescrição universal. Há uma imensidão de textos bíblicos dizendo que devemos “orar sem cessar” (1Ts 5:17), mas nenhum ordenando que jejuemos regularmente. Coisas como orar, fazer caridade, amar o próximo, louvar a Deus, ser generoso e bondoso (apenas para citar alguns exemplos) são ressaltadas inúmeras vezes na Bíblia e colocadas para nós como coisas que devemos fazer como cristãos, mas não há qualquer texto dizendo o mesmo em relação ao jejum. Não há um único e simples imperativo “jejuai” nas Escrituras.

Isso significa que não podemos jejuar? Lógico que não, porque já vimos que há ocasiões em que os próprios personagens bíblicos jejuaram, em ocasiões estratégicas, seja pessoal ou coletivamente. Todavia, fazer disso uma prática regular e exigi-la como um “sacrifício” para alcançar favores divinos no cotidiano ou como um pré-requisito para “matar a carne” e expulsar demônios é ir muito além dos textos bíblicos em si. O jejum não possui na Bíblia – em especial no Novo Testamento – nem de longe toda essa ênfase que lhe é dada nos dias atuais, como se fosse praticamente um requisito para ser salvo. Eu mesmo já pensei assim um dia, até estudar melhor as Escrituras.

Em vez de ser praticado em ocasiões especiais para ajudar a manter um foco total em um objetivo específico, o jejum vem sendo praticado como uma prática penitencial, exatamente do modo que Lutero e os reformadores tanto condenaram no catolicismo de seu tempo. A “água benta” foi transformada nos “objetos ungidos”, as indulgências foram substituídas pela venda de canetas e meias “consagradas”, e as penitências foram convertidas no “jejum sacrificial” moderno, cujo propósito destoa completamente de seu ideário original.

Se você se sente melhor espiritualmente quando jejua, eu não quero que pare de jejuar. Pelo contrário. Mas não deposite sua fé nisso, como uma obra meritória a fim de “comprar” a salvação, nem faça como os fariseus, se julgando mais espiritual por jejuar mais do que os outros. E tenha sempre em mente que o jejum que Deus mais quer não é o da abstinência alimentar, mas aquele de Isaías 58. Já para aqueles que não jejuam, considere praticar o jejum tradicional naqueles momentos estratégicos onde você sente o direcionamento ou chamado de Deus especificamente para isso, tal como nos exemplos bíblicos aqui citados, mesmo consciente que isso não é uma “obrigação” e que a sua ausência não implicará em condenação – para que ninguém encare isso como um “sacrifício”.

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Paz a todos vocês que estão em Cristo.

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60 comentários:

  1. Um artigo complementar ao seu(recomendo também pesquisar a palavra "jejum" nesse site):

    http://www.criacionismo.com.br/2016/11/jejum-faz-as-celulas-se-comerem-e.html

    Deus lhes ilumine!

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  2. O jejum de 21 dias de Daniel está no capítulo 10:2,3

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    1. Esse texto não diz que Daniel jejuou (no sentido espiritual do termo), diz que ele não comeu porque estava triste:

      “Naqueles dias eu, Daniel, estive triste por três semanas. Alimento desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas” (Daniel 10:2-3)

      Na tradução da NVI:

      “Naquela ocasião eu, Daniel, passei três semanas chorando. Não comi nada saboroso; carne e vinho nem provei; e não usei nenhuma fragrância perfumada, até se passarem as três semanas” (Daniel 10:2-3)

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  3. Lucas, qual dessas bíblias de estudo você recomendaria para um iniciante em teologia?

    1-Bíblia de Estudos de Genebra
    2-Bíblia de Estudo da Reforma
    3-Bíblia de Estudo de Jerusalem

    Caso queira indicar alguma outra, fique à vontade. Ficarei grato se puder me ajudar.

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    1. Entre essas três a da Reforma é melhor, mas eu também recomendaria a da NVI, a minha (que só tem comentários aos evangelhos ainda, você pode baixar na página dos livros) e essas aqui para quando você precisar consultar um texto específico "problemático" com vários comentaristas diferentes:

      https://www.studylight.org/commentary

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    2. Obrigado irmão! Irei dar uma conferida.

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    3. Existe também a Bíblia de Estudo Andrews. Ela é boa!

      Deus lhes ilumine!

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    4. Obrigado pela sugestão irmão Victor, Deus lhe abençoe.

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    5. Uma pena, que eu não sei ler em inglês. Se não esse link, que Lucas mandou seria mais do que proveitoso. Tanto material bom que ainda não foi traduzido.

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    6. Traduz pelo tradutor automático do Chrome, não é perfeito mas dá pra entender.

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  4. -Tem pessoas que dizem que falar o nome do diabo (mesmo quando for pra algum estudo bíblico) vai atrair coisas ruins e demônios, tipo falar o nome de Voldemort em Harry Potter. O que você pensa sobre isso?

    -Você já recebeu alguma ameaça devido as criticas feitas ao catolicismo?

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    1. -Tem pessoas que dizem que falar o nome do diabo (mesmo quando for pra algum estudo bíblico) vai atrair coisas ruins e demônios, tipo falar o nome de Voldemort em Harry Potter. O que você pensa sobre isso?

      Depende, se for para citar dentro de um contexto justificável (por exemplo, nesses estudos bíblicos) é uma coisa normal, o nome em si não atrai maldição por si só, mas se for pra citar só pra fazer graça, "em vão", aí já vira quase uma invocação, não deve ser feito.

      -Você já recebeu alguma ameaça devido as criticas feitas ao catolicismo?

      Ameaças sérias não, só aquela palhaçada de gente que diz que "sou advogado e vou te processar se não tirar seu site do ar", teve uns três ou quatro até hoje que disseram que iriam entrar na Justiça, mas é tudo cão que ladra e não morde.

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    2. Lucas é cada coisa que ja te mandaram e refutação que até eu,leigo e de 13 anos consigo refutar você tem que té muita paciência

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  5. Banzolao o Bolsonaro novamente rejeitou nomes indicados pela Bancada Evangélica para um ministério, achas que há um dedo do antievangelico astrolavo nessa decisão? E acreditas que pode haver um rompimento geral dos evangélicos com o Bolsonaro? Eu vi hoje uma entrevista do Malafaia dizendo que ainda o apoia, mas que não deixará de fazer críticas a ele

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    1. O que eu estou achando é que essas escolhas dele pro ministério estão atraindo antipatia e desgosto de muita gente (não apenas da bancada evangélica), e se continuar assim vai perder a base que o elegeu e vai ficar complicado. Se ele continuar indo por esse caminho de "marionete do Olavo", o governo será tão desastrado que talvez ele nem o termine, nem o Paulo Guedes conseguirá salvar.

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  6. Avalie:

    https://neoiluminismo.com/2018/05/16/israel-russo-o-metodo-ignostico-a-reforma-do-ignosticismo/

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  7. Lucas você acredita que este tipo de coisa o governo da Besta ira usar para controlar a populaçaõ mundial, e assim perseguir qualquer um que a contrarie e principalmente os cristãos e judeus? https://www.youtube.com/watch?v=eViswN602_k

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  8. Paz do Senhor.
    Já me doía na alma a "culpa" de não jejuar regularmente, justamente pensando que "Eu não estou agradando a Deus o suficiente", até ver que não era bem assim como o irmão explicou.
    Mudando de assunto, mas permanecendo no mesmo tema: Lendo o texto, veio a mente o costume do "sacrifício" de não comer carne na "semana santa".

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    1. Pois é, essa é mais uma das muitas invenções medievais que não encontram qualquer paralelo bíblico, criada apenas para acentuar o legalismo e impor limites à liberdade cristã.

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    2. Na semana santa, além do "sacrifício" de não carne, também não se pode fazer sexo, cortar cabelo, tomar banho.

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    3. Credo... a coisa é pior do que eu pensava.

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  9. No Didaque, o texto mais antigo depois da bíblia, diz que os cristãos primitivos jejuavam duas vezes na semana. Quartas e sextas feiras.

    CAPÍTULO VII

    "4Antes de batizar, tanto aquele que batiza como o batizando, bem como aqueles que puderem, devem observar o jejum. Você deve ordenar ao batizando um jejum de um ou dois dias."

    CAPÍTULO VIII

    1Os seus jejuns não devem coincidir com os dos hipócritas. Eles jejuam no segundo e no quinto dia da semana. Porém, você deve jejuar no quarto dia e no dia da preparação.

    http://www.monergismo.com/textos/credos/didaque.htm

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    1. Sim, e também diz que não pode jejuar na segunda e na quinta, então se levarmos essa regulamentação a sério todos os crentes que jejuam nesses dois dias da semana estariam em pecado. Isso só mostra que certos costumes e crendices entraram na igreja desde cedo.

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    2. "Isso só mostra que certos costumes e crendices entraram na igreja desde cedo."
      ...E continua até hoje no imaginário popular de muitos ...

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    3. Ao meu ver, isso só condiz com aquela época, pois (Provavelmente, tese minha) os judeus jejuavam nos dias condizentes que os cristãos não queriam jejuar, para não se misturarem com eles.

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    4. Mas a igreja era pura e constante e fazia jejuns e orações por isso era tão proxima de Deus.Discordo do seu artigo fazer jejum é um privilégio e até eu queria ter força para fazer

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    5. "...E continua até hoje no imaginário popular de muitos ..."

      Pois é...

      "Ao meu ver, isso só condiz com aquela época, pois (Provavelmente, tese minha) os judeus jejuavam nos dias condizentes que os cristãos não queriam jejuar, para não se misturarem com eles"

      Isso não faz sentido (se eu compreendi bem o que você disse), porque os judeus já jejuavam desde antes dos cristãos, foram os cristãos que quiseram "mudar os dias" por preconceito antijudaico, esse é um dos exemplos mais antigos disso, embora de uma forma bem mais leve e sutil (diferente do que viria a se tornar depois).

      "Mas a igreja era pura e constante e fazia jejuns e orações por isso era tão proxima de Deus.Discordo do seu artigo fazer jejum é um privilégio e até eu queria ter força para fazer"

      Esses "constantes jejuns" é por sua conta, a Bíblia não diz isso. Eu já mostrei aqui que a Igreja só fez jejum duas vezes em todo o Novo Testamento, e ambas em situações especiais: para separar Paulo e Barnabé para a obra e quando Paulo e Barnabé precisaram estabelecer presbíteros nas igrejas. Fora isso não há uma única citação de jejum espiritual em todas as cartas apostólicas. Essa coisa de que "temos que jejuar constantemente para nos aproximar de Deus" é uma crendice popular muito forte nas igrejas e por isso tem tanta aceitação, mas não um princípio bíblico.

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    6. Mas a igreja tem que jejua para se manter forte espiritualmente e lutar contra o maligno e Luciano Subirá fala sobre a importância do jejum

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    7. Me desculpe mas com todo o respeito aqui eu não debato achismos pessoais e nem discuto senso comum, pelo contrário, aqui o senso comum é confrontado e rebatido com as Escrituras, se você não tem argumentos bíblicos eu não vejo razão para liberar ou responder os seus comentários. Eu respeito o seu direito de opinião, mas em uma discussão de ideias se exige mais do que isso, uma opinião não tem peso de autoridade a não ser que esteja devidamente fundamentada em uma (o que no seu caso passa longe, é apenas achismo mesmo, o que inviabiliza qualquer discussão séria).

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  10. Avalie http://juliosevero.blogspot.com/2016/05/teologia-da-prosperidade-maior-ameaca.html

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    1. Discordo completamente. A teologia da prosperidade é antibíblica. Se existe um ou outro esquerdista que a critica pelas razões erradas, aí são outros quinhentos.

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    2. A teologia da prosperidade só que pode político não importa se é de direita ou de esquerda ser conservador não leva ninguém ao céu.existe igrejase conservadores anti neopentescontal como Paulo Junior,Paulo Whasher,Dois dedos de Teologia e Convenção Batistá no Sul nos EUA

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  11. Concordo. Além do mais, para alguns cristãos não jejuar é sinal de que estamos desviados. Já vi muitos criticarem: "há crentes que não jejuam há um, dois ou três anos. Essas pessoas já esfriaram na fé".

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    1. Você fica dois ou três anos sem comer?Por que você não alimenta o espírito com coisas espirituais?

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    2. Com certeza devemos alimentar o espírito com "coisas espirituais", como oração, louvor, meditação bíblica, boas obras, etc. O problema é quando se impõe o jejum como se estivesse no mesmo nível, como se fosse uma obrigação, uma "coisa espiritual" que deva ser praticada regularmente, o que se contrapõe ao conceito bíblico e à própria prática apostólica.

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  12. Avalie http://www.cacp.org.br/filme-perseguicao/

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    1. Não vi o filme em questão para poder opiniar sobre ele, mas achei as críticas bem fracas.

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  13. Será que fofocar é pecado? Na verdade, depende de sua definição de fofocar; uma definição diz que é falar da vida de outros sobre coisas que tipicamente não são verdades; e outra diz que é somente uma conversa casual sobre a vida de alguém. Recomendo ver o vídeo "A importância da fofoca" do canal Mamaefalei, no YouTube.

    https://en.oxforddictionaries.com/definition/gossip

    (Eu sei: "Vitor, porquê você colocou a definição de fofoca de um dicionário em Inglês?" Eu não sei...)

    Deus lhes ilumine!

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    1. Se fofoca é pecado, a Sonia Abrão tem uma vaga reservada no quinto dos infernos...

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    2. É pecaado sim e vai levar mutidoes ao inferno,fofoca destroi

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    3. Um artigo pequeno que amostra mais sobre essa questão:

      http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/mexericos/o-que-a-biblia-diz-sobre-a-boatos-ou-mexericos/

      Deus lhes ilumine!

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    4. "Se fofoca é pecado, a Sonia Abrão tem uma vaga reservada no quinto dos infernos..."
      Sem direito a purgatório!

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  14. Olha em Apocalipse 16:.12 A 16

    12 E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.

    13 E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do FALSO PROFETA vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

    14 Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a BATALHA(do armagedom provalvemente), naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso.
    Que dizer que na batalha do armagedom o falso profeta continuará com a besta a batalha do armagedom é no final da tribulação e o falso profeta continua lá por isso disse que a besta e o falso profeta vai ser condenados juntos
    Me ajude por favor

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    1. O texto não diz que o falso profeta convoca as pessoas para a batalha, mas sim que da boca dele e dos outros dois há espíritos imundos que congregam para a batalha. Ou seja, quem congrega são os espíritos imundos e não o próprio falso profeta em si, apesar do falso profeta também possuir espíritos imundos por seguir a operação do mal. Mesmo que seja tomado no sentido de que o próprio falso profeta convoca as pessoas para a batalha, isso pode apenas significar que ele fez isso quando ainda estava unido à besta.

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  15. Vc já sofreu discriminação por ser mortalista? ( Eu já).lutero era mortalista? Desde já obrigado..

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    1. Depende do que você chama de "discriminação", mas se você se refere àquele tipo de crente mais fundamentalista que se acha o dono da verdade por seguir as tradições denominacionais de uma igreja em específico e que taxa os mortalistas de "hereges" por isso, aí é lógico que sim. Felizmente esse tipo de gente com tal pensamento está se tornando cada vez mais raro, o mortalismo já tem muito mais aceitação hoje do que há uma década, mesmo entre aqueles que são imortalistas mas que conseguem dialogar com o mortalismo como uma vertente cristã que se diverge deles (e não como um tipo de "dogma fundamental" do Cristianismo, como ainda pensam os católicos por ser a crença-base de todas as suas doutrinas). Sobre Lutero, ele naturalmente cria na imortalidade da alma no início por vir do catolicismo, mas depois se inclinou ao mortalismo e há trocas de mensagens dele com mortalistas da época onde ele diz que da parte dele está mais propenso a acreditar da forma que o mortalista acredita. E também há outras declarações dele que são claramente mortalistas, como você pode ler no meu livro "Os Pais da Igreja contra a Imortalidade da Alma" (na página dos livros, link abaixo), a partir da página 164.

      http://www.lucasbanzoli.com/2017/04/0.html

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  16. no seu artigo anterior vc enviou aquele site de revelações dividas e meu Deus logo de inicio já aparece um "Jesus nos mostrou o inferno e o que acontece com os impios para assim isso nos ajude a desenvolver um MEDO SAUDÁVEL de Deus", não sei que Deus é este mas o da Bíblia não é. Nenhum medo é saudável é cada uma que estas pessoas inventa.

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  17. alem do exército único, de querer expandir o poder econômico e tecnológico pra mandar nas outras nações, a União Europeia inventou agora uma lei que praticamente visa derrubar o youtube, google, facebook, etc. Ou seja eles também querem controlar a internet, visto que a internet não é monopolizada como a mídia tradicional é. Os cara querem unificar tudo na mão deles para mandar no mundo inteiro. É o Artigo 13 da União Européia esse da internet.

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    1. Sim, com certeza o controle da internet é um passo fundamental para eles, ninguém conseguirá impor uma uniformidade de pensamento enquanto qualquer um puder se contrapor na internet e influenciar o pensamento dos outros. Por isso é preciso que haja um único "formador de opinião": eles mesmos. É tipo uma Coreia do Norte em nível global.

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  18. Estou "laskado" Lucas Banzoli.
    Estou afastado da igreja, em adultério (entretanto nunca dormi com outra mulher), mas fiz um voto a Deus, prometi nunca cessar tal voto até que veja cumprir meu desejo. Loucura, não!
    Deus não é obrigado a mim. Às vezes acho que sequer se importa comigo, mesmo assim temo muito cessar a leitura da Bíblia e deixar meu voto para trás. Não sei se por teimosia, persistência, fé, orgulho. Só sei que é algo impossível e, mesmo tendo sido cristão protestante por mais de 17 anos, dentre outras formações acadêmicas, possuir um Bachareladinho em Teologia e uma minúscula pós em Ciências da Religião, considero-me um leigo total, ainda mais depois de deparar-me com seus textos.
    Quanto ao meu voto, continuo crendo que, por uma extraordinária misericórdia, um milagre nunca dantes feito por Deus, se houver desconheço, O DEUS QUE AINDA NÃO CONHECI DE FATO, possa realizar.
    Mesmo como cristão, pensei varias vezes em suicídio. Minha vida é uma desgraça total, embora possua bens que poucos o tenham, além de um bom trabalho, pela graça e misericórdia de Deus. Luto por um amor possível, mas que está aquém de mim, mas que, não tenho dúvidas que seria bem fácil de ser realizado, entretanto há sérios impedimentos. Por isso tanta dor, choro, pranto, fé, esperança, busca, aguardo etc., etc., etc. e tal, sonhando todos os dias que NADA É IMPOSSÍVEL PARA O DEUS QUE UM DIA DISSE SERVIR POR ALGUNS ANOS, QUE PREGUEI EM PÚLPITOS, AO QUAL LEVEI MUITOS A OCUPAREM O TÃO SONHADO CAMPO PASTORAL, KKKKKKKKKK, MAS FATO NÃO O (DEUS) CONHEÇO.
    Creio duvidando ou duvido crendo? Esta dúvida é cruel. Estou vivo, isso basta para continuar crendo que, ao pedir, ao buscar, ao bater, verei cumprir-se em minha vida o meu sonho ou, continuarei trazendo tristezas a quem, não merece, até ao ponto de Deus ver a metida de sua graça sobre mim cessar e, por fim, ELE, fazer-me descer ao lugar dos mortos por merecimento...
    Meu caro, não sei qual denominação você pertence. Desde muito comecei a perceber que isso não importa tantos, levando em consideração que ensinamentos possuem vias a partir do emissor (e seus ruídos ou não) e recepção (com seus ruídos ou não), sendo assim, erros podem ser notados em ambos, mas de todos as leituras que fiz em seu site, nada mais justo a ressaltar que, minha teologia foi uma negação, kkkkkk, minha pós uma farsa, embora nem de todo perdido, kkkkkkkkk.
    Assinei as notificações sobre esta publicação e procurei a newsletter, mas não a encontrei.
    Na oportunidade gostaria, por gentileza de saber quais dos seus livros poderia indicar, seus 3 mais, estou interessado na leitura. Sua abordagem acadêmica parcial que fiz em pelo menos dois despertou meu interesse. Se não for muito pedir, tem algum livro sobre "salvação, dons espirituais, ministeriais etc. e tal, casamento e escatologia", tem algum trabalho do tipo?
    Além de ter lido aqui bons artigos, observo os comentários e as oposições são ferrenhas, kkkkkk. Elas não acontecem intelectualmente somente, não preciso destacar isso. A verdade dói bastante, esmaga nosso egocentrismo. Nossas vaidades e falsas crenças são desmascaradas e não as queremos abandonar. O "chá preto" também tem seus adeptos, kkkkkk, por isso há as "refutações" que não passam de um rabisco...
    Um grande abraço, fica na paz. Que Deus possa continuar abençoando sua vida e concedendo ainda mais sabedoria.
    Ore por mim, pois apesar de consciente em minha rebeldia, não consigo parar de crer que 'tudo é possível ao que crer', mesmo isso que busco com jejuns, orações, leitura da palavra todos os dias, sem cessar. Consumindo minha carne que já está só o coro e osso, mas nessa loucura ou fé, persisto crendo que DEUS REALIZARÁ ISSO NA MINHA VIDA E, meu orgulho, fé, perseverança, burrice, loucura ou sei lá o que, já determinou que, ISSO OU A MORTE.
    Perdão pelos gritos, mas segurando aqui minhas lágrimas, o que nem sempre consigo, pois é muita frescura para um só homem. Ás vezes gritar na esperança de aliviar a dor, engana o fardo, amortecer o aperto do coração é bom.

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    1. Olá, eu não entendi do que se trata esse tal voto (pode ser que você não tenha dito ou eu que sou muito lerdo mesmo pra entender), mas de todo modo não devemos ficar presos a votos ou promessas disso ou daquilo, já vi cada gente fazendo "votos" um mais louco que o outro, que se Deus fosse levar isso em consideração estaria todo mundo perdido. Se o nosso voto é uma coisa positiva podemos buscar realizá-lo mas consciente da possibilidade de não dar certo, e muitas vezes são votos impensados que se contrapõem à vontade de Deus e que nem deveriam ter sido feitos, e muito menos cumpridos. Como eu disse, eu não sei do que se trata porque você não entrou em detalhes, mas busque a Deus na Sua Palavra se isso corresponde com a vontade dEle ou não, nem sempre vale a pena lutar por algo. Sobre os meus livros que eu recomendo, isso depende muito do tipo de material que você deseja ler, porque eles são muito diferentes uns dos outros nas temáticas que abordam. Se eu tivesse que recomendar três, eu recomendaria "O Enigma do Falso Profeta", "Chamados para crer e sofrer" e o meu livro mais recente ("500 Anos de Reforma: Como o protestantismo revolucionou o mundo"), mas dependendo dos temas que sejam da sua preferência outros livros são mais recomendáveis, por isso recomendo que consulte a página dos livros (tem uma descrição de cada livro no final da página):

      http://www.lucasbanzoli.com/2017/04/0.html

      Sobre escatologia, eu recomendo este artigo recente sobre o tema:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/09/seria-uniao-europeia-o-novo-imperio.html

      Tem também um livro sobre isso, "A Igreja na Grande Tribulação" (também disponível na página dos livros) e muitos artigos no meu blog antigo, que você pode conferir nesta tag:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com/search/label/Escatologia

      Sobre dons espirituais, escrevi esses aqui:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/10/o-dom-de-linguas-se-refere-linguas.html

      http://apologiacrista.com/o-dom-de-linguas-uma-analise-de-1-corintios-14

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/01/o-dom-de-linguas-nos-pais-da-igreja-e.html

      http://www.lucasbanzoli.com/2017/12/o-dom-de-linguas-e-um-sinal-para-os.html

      http://apologiacrista.com/o-batismo-no-espirito-e-o-dom-de-linguas

      Que eu me lembre ainda não tenho artigos sobre casamento, mas posso providenciar um.

      Abs!

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