Não há nada que me revolte mais
do que a mentira. Quando eu estudei extensivamente sobre os jesuítas para a
escrita do meu
primeiro livro sobre os 500 anos da Reforma, o que mais me indignou não foi
o fato de serem católicos, mas sim por recorrerem àquilo que chamavam de
“reservas mentais”. Elas basicamente consistiam em um passe-livre para mentir à
vontade (e não raras vezes coisas bem piores que a mentira), contanto que a
finalidade fosse "nobre" (ou seja, que servisse em prol da igreja deles). É o
velho ditado do “fim justifica os meios”. Mas esqueçamos os jesuítas por um
momento, porque neste mundo o que não falta é gente disposta a mentir,
trapacear e jogar sujo o quanto puder para alcançar seus objetivos. E no que se
refere a isso, há um grupo que é simplesmente imbatível: os monarquistas.
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14 de novembro de 2018
28 de agosto de 2018
28 de agosto de 2018
Eu nunca fui um super fã da
Marvel do tipo que não perde nenhum filme, mas meses atrás, quando estreou o
quarto filme dos Vingadores no cinema (“Guerra Infinita”), eu não perdi a
oportunidade. Não vou dar spoiler aqui, mas minha sensação ao sair do cinema
foi do tipo: “Caramba, que filme phoda!”. Eu raramente vou ao cinema, mas na
semana seguinte fiz questão de ir assistir o filme de novo, e depois disso
assisti mais três vezes em casa. Eu poderia fazer uma “reflexão teológica” do
filme tal como esse excelente
vídeo do Yago a respeito, mas aqui prefiro ser mais superficial. E uma
dessas coisas mais superficiais que o filme me levou a refletir foi sobre a
importância dos Estados Unidos da América.
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