30 de janeiro de 2018

105 A venda de indulgências até a época de Lutero


As indulgências não eram uma novidade na época de Lutero, embora também não fosse uma invenção tão remota. Um papa chamado Clemente VI se referiu a elas ainda no século XIV, através da bula Unigenitus (1343), e expôs a estranha doutrina que nunca foi crida na Igreja oriental e que demorou pelo menos mil anos para aparecer no Ocidente. Nas palavras do papa:

O Pai Santo constituiu com ele um grande tesouro para a Igreja Militante, querendo enriquecer seus filhos com tal tesouro, de modo que os homens o tivessem em reservatório infinito, para que os que dele se aproveitam sejam feitos participantes da amizade de Deus. Ora, tal tesouro não está escondido numa toalha, nem enterrado num campo, mas confiou-o aos fieis para ser administrado fielmente por meio do bem-aventurado Pedro, portador das chaves do Céu, e de seus sucessores como vigários na terra, para causas convenientes e razoáveis, quer para remissão total quer para remissão parcial do castigo devido a pecados temporais [ou de castigo temporal devido aos pecados], quer em geral quer em particular – como eles entenderem que seja útil diante de Deus – e para ser aplicado misericordiosamente àqueles que são verdadeiros penitentes e confessantes. Sabemos que essa riqueza do tesouro recebeu um incremento dos méritos da bendita mãe de Deus e de todos os eleitos, do primeiro homem até o último; nem se deve temer que esse tesouro diminua ou seja afetado de qualquer modo, tanto por causa dos méritos infinitos de Cristo (como já ficou dito), como porque mais e mais homens são atraídos à justiça como resultado de sua aplicação e assim sempre mais aumenta o total dos méritos.[1]

Earle Edwin Cairns explica como funcionava a “lógica” do papa Clemente VI:

Cria-se que Cristo e os santos tinham alcançado tanto mérito durante suas vidas terrenas que o excedente estava guardado no tesouro celestial do mérito, de onde o papa poderia sacar no interesse dos fieis vivos. Isso foi formulado primeiramente por Alexandre de Hale no século XIII. Clemente VI declarou-o dogma em 1434.[2]

Era uma invenção engenhosa e sagaz, bem típica do papado medieval: por meio de um arrazoado no mínimo bastante questionável, os papas conseguiram convencer os fieis de que possuíam “tesouros” através de Pedro, que remeteriam a Cristo e aos apóstolos, e com eles a capacidade de remir os pecados temporais dos pobres pecadores. Mas não pense que para ter acesso a esse tal “tesouro” bastava sinceridade de coração, arrependimento ou oração. Era aí que estava o macete: se você quisesse ter acesso a parte desse “tesouro” e ser perdoado de seus pecados, teria abrir bem os bolsos.

Na verdade, fazia parte do escrúpulo eclesiástico inventar algum pretexto para suas práticas imorais, como quando entregavam um “herege” ao “braço secular” ordenando sua morte (para não ter que sujar suas próprias mãos com o ato, embora obrigasse o Estado a realizá-lo). Da mesma forma, seria inescrupuloso demais apenas dizer que “queremos seu dinheiro para perdoar seus pecados”, então precisavam sofismar, fazendo o que sabem fazer de melhor: inventar toda uma falsa teologia criativa e engenhosa para fazer parecer que isso é menos sem sentido do que aparenta. Em geral costumava ter sucesso com o populacho que não era ensinado a questionar as coisas, mas provocou discórdia em parte do clero mais esclarecido, mas ainda assim temeroso em denunciá-la abertamente por medo das represálias – que não eram poucas.

Esse mecanismo das indulgências como forma de obter dinheiro foi melhor explicado pelo arcebispo Alberto de Mogúncia, que escreveu:

O método de contribuir para a caixa de construção da dita basílica do chefe dos apóstolos é este. Primeiro: os penitenciários e confessores, depois de terem explicado àqueles que fazem confissão a grandeza desta remissão plena e desses privilégios, devem perguntar-lhes qual o tamanho da contribuição – em dinheiro ou em outros bens temporais – que desejam fazer em boa consciência para lhes ser outorgado esse método de remissão plena e de privilégios; e isto deve ser feito de modo a contribuírem mais facilmente. Mas como a condição dos homens e suas profissões são tantas e tão variadas e não podemos considerá-las e pesá-las em particular, decidimos que as taxas podem ser determinadas da seguinte forma, segundo uma classificação reconhecida...[3]

Segue-se então uma lista das taxas. Reis e suas famílias e bispos: 25 florins de ouro. Abades, condenes e barões: 10. Outros nobres e eclesiásticos e outras pessoas com rendas de 500 florins: 6. Cidadãos com renda própria: 1. Os que ganham pouco: meio florim. E os que nada tinham deviam fazer sua contribuição por meio de orações e jejum, "porque o reino de Deus deve estar aberto aos pobres tanto como aos ricos”[4] (essa última parte foi ignorada mais tarde por vendedores como Tetzel, que extorquiam até os mais pobres para conseguir lucrar com as indulgências). Também havia uma taxa estabelecida para cada tipo de crime: seis ducados por adultério, oito por assassinato, cinco por perjúrio, e assim por diante[5].

As indulgências definitivamente haviam se tornado uma fonte de lucro fácil para a Igreja de Roma. Eram, nas palavras de Veit Valentin, “a exploração da ingênua credulidade por intermédio de grosseiros propagandistas”[6]. No início ainda se exigia algo de arrependimento por parte de quem adquiria indulgência, mas depois até isso foi esquecido. O dinheiro passou a comprar tudo – até um lugarzinho no Céu[7]. “O vendedor de indulgências, nos seus reclamos e pregações, passou a insistir cada vez mais na necessidade da contribuição com dinheiro”[8].

A venda de indulgências em si era ainda mais antiga que a bula do papa Clemente VI. Quando o cardeal Pedro Damião (1007-1072) impôs uma penitência de 100 anos ao arcebispo de Milão por causa de simonia, “ele indicou ao mesmo tempo quanto dinheiro seria necessário para comutar cada ano de penitência”[9]. Já no final da Idade Média (século XV), a venda de indulgências havia se tornado “um instrumento do qual se abusava para exercer o controle social pelo clero e aumentar receitas”[10]. A prática aumentou ainda mais depois 1476, quando o então papa Sisto IV anunciou que a compra de indulgências poderia “diminuir o tempo de um pecador no purgatório, o lugar de punição onde, segundo a doutrina católica, os mortos expiam seus pecados”[11].

Nas palavras do historiador Geoffrey Blainey:

Acreditava-se que os santos mantinham sob vigilância um quarto cheio de misericórdias e indulgências do qual podiam distribuir uma porção àqueles pecadores ricos que, no último momento, desejassem a salvação e pudessem pagar por ela. Algumas indulgências e concessões, dadas em troca de dinheiro ou de serviços prestados, baseavam-se num perfeito fundamento espiritual.[12]

A Igreja reuniu cobradores de impostos profissionais e, assim como as pessoas que hoje ajudam a angariar fundos nas instituições de caridade, eles se encarregaram de vender indulgências. Como a Igreja medieval acreditasse em castigo eterno, bem mais que a maioria dos grupos cristãos de hoje, a venda de isenções e suspensões de penas estava se contrapondo a um dos principais dogmas de sua teologia; praticamente, estava vendendo a Igreja por algumas moedas de ouro.[13]

O dinheiro doado para a construção de catedrais era reconhecido como um passaporte sagrado que poderia ser apresentado ao entrar na porta eterna do céu. Quando a imponente igreja de Speyer, na Alemanha, estava sendo reconstruída em 1451, pelo menos 50 sacerdotes sentavam-se tranquilamente e, após ouvirem as confissões, davam seu perdão aos peregrinos que doassem dinheiro. Um quarto de século depois, o papa permitiu que se vendessem indulgências pelo bem das pessoas já mortas e que viviam no purgatório. Em suma, os ricos podiam comprar o perdão dos pecados cometidos por parentes falecidos que, na época de sua morte, podiam não ter sentido necessidade alguma de perdão. Aos pobres, por serem pobres, era negada tal concessão.[14]

As indulgências ganharam popularidade por volta da época das cruzadas, quando o papa ofereceu indulgências plenárias para quem lutasse e matasse inimigos da fé católica, seja no combate na Terra Santa ou contra os “hereges” valdenses e albigenses na França. Essa indulgência plenária implicava na remissão total das penas temporais, o que significava que o indivíduo estava perdoado não apenas dos pecados já cometidos, mas também de qualquer um que viesse a cometer no futuro[15]. Muitos nobres receberam essa indulgência plenária para participar dos massacres nestas ocasiões, e não é preciso dizer que isso contribuiu para o extermínio de milhares de bebês, crianças de peito, mulheres e idosos mesmo após se renderem e sob a promessa de um salvo-conduto, e sem qualquer peso na consciência – afinal, seus assentos no Céu já estavam assegurados pelo papa, e estavam livres para agir como quisessem[16].

Para se ter ideia do quão longe a coisa foi, até a corrupção era livremente praticada quando o assunto era indulgências (como se a própria venda de indulgências por si só não bastasse). Isso ocorreu quando o jovem príncipe Alberto de Brandenburgo, não satisfeito apenas em ser bispo de Magdeburgo e administrador da diocese de Halberstadt com apenas 23 anos, decidiu comprar um terceiro cargo eclesiástico: o arcebispado de Mogúncia (o que lhe era proibido pela lei canônica). Decidiu então subornar o papa Leão X com “grandes propinas e subornos para ser nomeado arcebispo de Mogúncia”[17], e o papa, como o esperado, não hesitou em aceitar[18].

Em troca da aprovação ao pedido, Alberto garantiu pagar uma grande soma a Leão X, e para isso se encarregou de coletar indulgências em todo o seu principado, autorizado pela bula papal O Jubileu da Igreja de S. Pedro. O combinado era de metade ir para a construção da Basílica de S. Pedro, e a outra metade para a casa bancária dos Fugger, uma família de financistas que financiaria o pagamento de Alberto ao papa. Ao contrário do que o leitor possa pensar, negócios como esses eram extremamente comuns na época, e enchiam os cofres da Igreja às custas da credulidade dos fieis[19].

Escrevendo sobre o episódio, Carter Lindberg disserta:

Alberto negociou com Roma um preço no valor de 29 mil florins renanos de ouro pelo arcebispado. Isso obviamente ultrapassava as linhas de crédito tanto de Joaquim como de Alberto. Leão, no entanto, era um homem razoável e disposto a negociar um acordo financeiro. A Cúria propôs que Alberto tomasse um empréstimo da casa bancária dos Fugger. Leão exigiu uma entrada de aproximadamente 25% do total em dinheiro, e concedeu a Alberto o direito de vender indulgências para levantar o resto da quantia. À medida que o dinheiro fosse entrando, metade dele deveria ir para o papado com o fim de financiar a construção da Basílica de São Pedro, e o resto para restituir o enorme empréstimo dos Fugger, junto com os juros. Não causa surpresa o fato de que Alberto iria contratar o melhor vendedor de indulgências que pudesse encontrar a fim de pagar sua dívida o mais rápido possível [referindo-se a Tetzel, a quem Lutero se opôs].[20]

A venda de indulgências escandalizava ainda mais particularmente os alemães, já assolados por uma Igreja que possuía um terço das terras do país[21] e que já os despojava há cinco séculos mais do que a qualquer outra nação[22]. Ali, “o clero era ali tão rico quanto detestado”[23]. Júlio II e Leão X (papas da época de Lutero) extraíam da Alemanha “somas fabulosas”[24]. Não à toa, portanto, seria justamente na Alemanha que a venda de indulgências causaria maior aversão e levantaria mais oposição. Faltava apenas alguém audaz o bastante que ousasse denunciar esse escandaloso comércio da fé às custas da massa ingênua, mesmo sabendo de todos os riscos que isso lhe provocaria. E esse homem chegou.

Continua em meu livro “500 Anos de Reforma: Como o protestantismo revolucionou o mundo" (livro em construção)

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,


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[1] Corpus Iuris Canonici (Friedberg), II. 1304. Kidd, Documents of the Continental Reformation, n. 1. Citado em BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã. São Paulo: Aste, 1967, p. 228-229.

[2] CAIRNS, Earle Edwin. O Cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. 3ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. 256-257.

[3] Gerdesii, Introductio in Historiam Evangelii saeculo XVI renovati, I. Suppl. 90 ss Extratos em Kidd, n. 6. Citado em BETTENSON, Henry. Documentos da Igreja Cristã. São Paulo: Aste, 1967, p. 230.

[4] ibid.

[5] SAUSSURE, A de. Lutero: o grande reformador que revolucionou seu tempo e mudou a história da igreja. São Paulo: Editora Vida, 2004, p. 34.

[6] VALENTIN, Veit. História Universal – Tomo II. 6ª ed. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1961, p. 251.

[7] SAUSSURE, A de. Lutero: o grande reformador que revolucionou seu tempo e mudou a história da igreja. São Paulo: Editora Vida, 2004, p. 34.

[8] ibid.

[9] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 95.

[10] ibid.

[11] ZWETSCH, Roberto E. Lutero e o Movimento da Reforma. São Leopoldo: Escola Superior de Teologia, 1993, p. 92.

[12] BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do mundo. 1ª ed. São Paulo: Fundamento Educacional, 2010, p. 179.

[13] ibid, p. 180.

[14] ibid, p. 179.

[15] SAUSSURE, A de. Lutero: o grande reformador que revolucionou seu tempo e mudou a história da igreja. São Paulo: Editora Vida, 2004, p. 29.

[16] Os eventos são narrados em meu livro “Cruzadas – O Terrorismo Católico”. Disponível em: <http://www.lucasbanzoli.com/2017/04/0.html>.

[17] COLLINS, Michael; PRICE, Matthew A. História do Cristianismo: 2000 anos de fé. São Paulo: Edições Loyola, 2000, p. 133.

[18] CAIRNS, Earle Edwin. O Cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. 3ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. 255-256.

[19] ZWETSCH, Roberto E. Lutero e o Movimento da Reforma. São Leopoldo: Escola Superior de Teologia, 1993, p. 92.

[20] LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 101-102.

[21] PIRENNE, Jacques. Historia Universal: las grandes corrientes de la historia – Volumen III, Desde el Renascimiento hasta la formación de los grandes estados continentales de Europa. Barcelona: Ediciones Leo, S. A., 1953, p. 26.

[22] RIBARD, André. A Prodigiosa História da Humanidade – Tomo II. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964, p. 9.

[23] ibid.

[24] SAUSSURE, A de. Lutero: o grande reformador que revolucionou seu tempo e mudou a história da igreja. São Paulo: Editora Vida, 2004, p. 33.

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105 comentários:

  1. Respostas
    1. Pode ser o mesmo. Pode ser outro. Pode ser qualquer um. Isso não é incrível? Pode ser qualquer um de seus leitores! Jamais revelarei minha identidade.

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    2. Qual será a identidade dele?

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    3. Eu perguntei se ortodoxos orientalistas eram irmãos e você fez uma confusão, explica melhor por favor.

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    4. Tem maluco pra tudo nesse mundo!

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    5. "Eu perguntei se ortodoxos orientalistas eram irmãos e você fez uma confusão, explica melhor por favor"

      Eu disse que o conceito de "irmão" não se limita apenas ao aspecto doutrinário, vai bem além disso, mas se você insiste em reduzir tudo apenas à doutrina, eu diria que nesse espectro não.

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    6. "Pode ser o mesmo. Pode ser outro. Pode ser qualquer um. Isso não é incrível? Pode ser qualquer um de seus leitores! Jamais revelarei minha identidade"

      Espero que haja um Sherlock Holmes aqui para desvendar tão grande mistério.

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    7. Esse russo tem talento?
      https://youtu.be/wxHs0WD8czA

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    8. Avalie: https://youtu.be/6XB4iCreC9E

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    9. "Esse russo tem talento?"

      Canta muito.

      "Avalie: https://youtu.be/6XB4iCreC9E"

      Lucinho se expressou mal.

      PS: não liberei seus outros dois comentários porque são repetições de perguntas suas já feitas e respondidas.

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    10. "não liberei seus outros dois comentários porque são repetições de perguntas suas já feitas e respondidas"
      Qual o problema?

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    11. Avalie: https://youtu.be/HqqcH70hVbY

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    12. "Qual o problema?"

      O problema é que já foram respondidas.

      "Avalie: https://youtu.be/HqqcH70hVbY"

      Bem interessante o vídeo, embora nem todas as informações transmitidas ali sejam precisas.

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    13. "Precisas" em que sentido?

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    14. Por exemplo, Newton previu a volta de Jesus para 2060, e não para 1948 como eles afirmam no vídeo.

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  2. Anônimo do Avalie30 de janeiro de 2018 19:28

    Eu falei pro Pirula que o estado laico é fruto do cristianismo e ele me respondeu: "protestantismo, talvez. E uma boa pitada de iluminismo nada cristão"
    O estado laico realmente tem influência iluminista?

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    1. "protestantismo, talvez"

      Protestantismo = Cristianismo.

      "E uma boa pitada de iluminismo nada cristão"

      Verdade que os iluministas também defendiam corretamente o Estado laico, mas os protestantes fizeram isso nos EUA antes dos iluministas na França. E esse laicismo francês em seu período inicial influenciado pelo iluminismo tinha um caráter bastante antirreligioso, chegava mesmo a perseguir os religiosos, estava mais próximo de um Estado ateu do que propriamente de um Estado laico, diferentemente da laicidade norte-americana, que respeitava os padrões de um verdadeiro Estado laico como os Estados modernos atuais.

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    2. Anônimo do Avalie31 de janeiro de 2018 19:26

      Valeu.

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    3. Anônimo do Avalie31 de janeiro de 2018 19:34

      Avalie: https://youtu.be/HbrqszEwnV8

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    4. Anônimo do Avalie31 de janeiro de 2018 19:35

      Avalie: https://youtu.be/lJIpi6oSg7Y

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    5. Anônimo do Avalie31 de janeiro de 2018 19:35

      Avalie: https://youtu.be/H6dpQFXevw4

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    6. Anônimo do Avalie31 de janeiro de 2018 20:32

      Avalie: https://youtu.be/0HfU7mRkMTk

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    7. Os dois primeiros vídeos são muito bons, o terceiro é hilário e o quarto eu não tenho o que comentar porque foge da minha área de conhecimento.

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    8. O multiverso anula a existência de Deus? Eu não descarto a possibilidade dele existir.

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    9. Anular não anula, mas a teoria do multiverso é muito sem base.

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    10. Realmente

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  3. Anônimo do Avalie30 de janeiro de 2018 19:29

    Avalie: https://youtu.be/zMfQJ0jrnr8

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    1. Interessante, é bem possível mesmo que tenham chegado na América antes de Colombo, a dificuldade é que quando os europeus chegaram à América não encontraram fenícios ou outros povos, além unicamente dos nativos da região. Além disso as evidências apresentadas são parcas, muitas vezes se limita a um único monumento por exemplo, quando se eles tivessem mesmo constituído um povo naquele local encontraríamos presumivelmente muito mais evidência que isso (mas sem descartar a possibilidade apresentada no vídeo).

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    2. Isso mostra que a raça deles se misturou com os índios.

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  4. Lucas, o que você acha do amilenismo? Realmente é uma doutrina escatológica bíblica?
    http://www.monergismo.com/textos/escatologia_reformada/argumentos_amilenismo.htm

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    1. Pra mim não tem base nenhuma. Se já estamos no milênio, então Satanás já está preso, as nações não podem ser enganadas, já há plena paz na terra, Cristo reina entre nós, etc... isso sem falar que a primeira ressurreição já teria ocorrido e eu não vi ninguém se levantando dos túmulos ainda. É bem incoerente dizer que já estamos no milênio, mas que tudo aquilo que Ap 20 afirma que ocorre durante o milênio (ou antes) é deslocado para uma outra época, ou alegorizado ao extremo.

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    2. Eu tenho uma dúvida: Adão tinha umbigo?

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  5. Olá Lucas.
    O que dizer dos fiéis creram equivocadamente nas indulgências? Já que o único "evangelho" que possuíam era da venda de indulgências, Deus o perdoou apesar da ignorância deles?

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    1. É o mesmo dilema dos "povos não-alcançados" (como os índios que nunca ouviram falar de Jesus). Deus irá julgar cada um de acordo com o conhecimento que obteve e buscou em vida, e também de acordo com a medida em que cada um correspondeu à lei moral (ou lei de consciência) que Deus colocou no coração de cada um.

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  6. lucas, sou um novo convertido e queria que você me explicasse sobre um ponto no sentido de salvação como pelagianismo, calvinismo, e arminianismo, quais correntes evangelicas seguem esses pontos e também como não poderia deixar de fora o catolicismo romano. Abraços!

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    1. Presbiterianos, congregacionais, luteranos, anglicanos e reformados em geral costumam ser calvinistas, enquanto as denominações pentecostais costumam ser arminianas (embora existam algumas igrejas "pentecostais reformadas"). O catolicismo como se sabe não é nem calvinista nem arminiano porque eles creem na salvação pelas obras, então se aproximam mais de um semi-pelagianismo. Abs!

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    2. Luteranos creem tanto em coisas calvinistas como arminianas. Eles não são calvinistas em si.

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  7. Lucas, desculpe se minha pergunta soar impertinente, mas se vc não acredita que Jesus possuía natureza divina e humana ao mesmo tempo, esvaziando-se literalmente, então quando Ele morreu na cruz e não ressuscitou antes do terceiro dia, a segunda pessoa da trindade simplesmente deixou de existir?? Não é um ataque ou tentativa de argumento, é realmente uma dúvida

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    1. "Deixou de existir" em termos temporais, porque Jesus como Deus é atemporal e sempre existiu em qualquer era (passado, presente ou futuro da nossa perspectiva).

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  8. Lucas, as vendas de perdão (indulgências) eram proporcionais ao pecado ou a classe social? Os miseráveis morriam sem perdão? Era possível comprar indulgências pelos pecados de terceiros?

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    1. Era proporcional ao pecado e a classe social. Os miseráveis não podiam comprar indulgências por razões óbvias mas isso não significa necessariamente que eles morriam ser perdão, pois podiam buscar outras formas de obter o perdão sem ser através da compra de indulgências (por exemplo, pagando pesadas penitências ou peregrinações). E sim, comprava-se indulgências por terceiros como explicado no artigo, especialmente àqueles que supostamente estariam no purgatório naquele momento.

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  9. Lucas, pra você, o que é pior: a ICAR da Idade Média vender "lugar no céu" e perdão ou a Universal vender sabonetes e vassouras ungidas, água do rio Jordão, lenços, etc?

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    1. Os dois são abomináveis. A ICAR tem o agravante de vender o perdão em si (enquanto os produtos da Universal são geralmente para se conseguir uma "bênção financeira", mas não para garantir a salvação), mas a Universal tem o agravante de fazer isso em pleno século XXI, quando teoricamente as mentes são mais esclarecidas e nem a própria ICAR continua enganando as pessoas desse jeito mais.

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  10. Pq Deus permite que demônios curem pessoas, como por exemplo em templos espíritas onde são invocados os espíritos (demonios), já que a cura de uma doença é algo bom e não mal então somente a Deus caberia tal atributo e não aos espíritos maus...

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    1. O diabo é um ser sobrenatural e portanto possui poderes sobrenaturais também (embora é claro que numa medida bem inferior a Deus, mas possui). Se um médico humano pode conseguir curar alguém por métodos humanos, quanto mais o demônio por meios espirituais. Por isso que a cura não pode ser usada necessariamente como uma evidência do agir de Deus, e muito menos de sua aprovação. Quanto a isso eu já escrevi neste outro artigo:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/01/deus-te-usar-nao-significa-que-deus-te.html

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    2. Anônimo, vc diz: "já que a cura de uma doença é algo bom e não mal então somente a Deus caberia tal atributo e não aos espíritos maus..."

      Nem sempre a cura de uma doença é algo "bom" espiritualmente falando. É claro que o plano inicial de Deus era de sermos perfeitos e saudáveis, e assim será na nova Terra. Mas veja, o apóstolo Paulo possuía um espinho na carne que Deus se recusou a remover porque deixava Paulo espiritualmente mais forte. Deus pode dar forças para suportarmos certas coisas, veja, as vezes vemos uma pessoa sofrendo na carne e achamos se se fosse com a gente não suportaríamos. Mas Deus pode dar forças para essa pessoa (ou curá-la, mas depende da vontade de Deus, e Ele sabe o que é melhor para nós).

      E as vezes acontecem essas curas mediante intervenção maligna, mas ESPIRITUALMENTE falando isso pode ser muito ruim para a pessoa.

      Eu estava muito pensativo sobre essas coisas há algum tempo e ficava imaginando como Deus permitia certas doenças. Até que li uma parte no evangelho de Lucas, a oração de Jesus em Getsemâni, em que um anjo desceu do céu e confortou Jesus quando Ele estava em sua mair agonia, suando gotas de sangue (algo raríssimo na medicina e que indica extremo abalo emocional). Entende? Vi vídeos no youtube de pessoas sofrendo doentes e mesmo assim louvando a Deus, e se elas louvam, porque eu deixaria de louvá-los? É Deus quem as conforta. E podemos aprender muito e crescer espiritualmente com o testemunho dessas pessoas, ainda que não seja um testemunho de cura, mas de pessoas que mesmo enfermas na carne são felizes em Deus.

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    3. * porque eu deixaria de LOUVÁ-LO...

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  11. https://youtu.be/JXkfKBoZmvw

    Oq acha desse vídeo? Eu concordo totalmente quanto ao fato do neopentecostalismo se aproximar do paganismo, principalmente nas questões envolvendo dinheiro (teologia da prosperidade), manifestações sobrenaturais (cultos neopentecostais onde as pessoas só giram parecendo candomblé ou umbanda), falsas curas, indulgências (já tem igrejas nesse tipo neopenteca falando q só vai pro céu quem ser dinheiro ou que só vai ser curado se der determinado valor), cobertura espiritual (pastor tem mais autoridade sobre o fiel), água ungida, dentre outras besteiras...

    Segue abaixo outros vídeos neopentecostais (acho q esse movimento atualmente mancha digamos assim o movimento evangélico pq sem ele as igrejas evangélicas seriam vistas com muito mais seriedade pelas pessoas)

    https://youtu.be/kTrTPQjVEko
    https://youtu.be/ccPVzZUOsXQ
    https://youtu.be/faGvQB16Rmo
    https://youtu.be/DajhhgOmAEQ (nossa quando vi esse vídeo fiquei decepcionada em saber que o ministério Diante do trono que foi usado por Deus há muitos anos atrás com músicas tão bonitas se tornou essa coisa bizarra)
    https://youtu.be/-yPVTurBBBI

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    1. É realmente uma tristeza o que vem acontecendo no meio neopentecostal de modo geral. Mas isso é apenas a consequência do sucesso que grandes hereges do século passado fizeram, principalmente Kenneth Hagin (o pai de quase todas as heresias neopentecostais), cuja influência se estende até os dias de hoje. Na verdade tudo isso é apenas o que o ex-satanista Daniel Mastral já escrevia há muito tempo atrás nos seus livros, onde dizia que os satanistas estavam se infiltrando na liderança de igrejas evangélicas modernas para semear falsos ensinos e práticas que levassem a Igreja a isso daí. Eles já conseguiram contaminar a Igreja Católica há muito tempo com inúmeras falsas doutrinas e agora nem se preocupam mais com ela; decidiram partir para cima dos evangélicos que ainda mostram alguma resistência, com a finalidade de contaminá-los também. E pelo menos em partes, vemos que eles estão conseguindo.

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    2. Lucas, já viste que esse Daniel Mastral tem defendido o homossexualismo como algo aceito por Deus, será que dá pra levar a sério esse cara?

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    3. Amigo, já participou alguma vez da Jocum, pensa ainda em participar? Por que?

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    4. "Lucas, já viste que esse Daniel Mastral tem defendido o homossexualismo como algo aceito por Deus, será que dá pra levar a sério esse cara?"

      Não vi ele defendendo o homossexualismo mas se faz isso é óbvio que eu discordo deste ponto.

      "Amigo, já participou alguma vez da Jocum, pensa ainda em participar? Por que?"

      Nunca participei nem pretendo, eu sou bem caseiro e de família, não me sentiria bem viajando longe com pessoas que nem conheço, mas respeito totalmente quem gosta, quem já foi ou quem pretende ir. Conheço pessoas que foram transformadas nesse tempo de Jocum.

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  12. Olá Lucas Banzoli. Gostaria de fazer uma pergunta um pouco mais pessoal: O senhor já presenciou um milagre face a face? Acredito que esteja se perguntando o mesmo de mim. Eu não me lembro se já vi algum... Mas acredito neles sim. Deus lhe ilumine!

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    1. Já vi sim, principalmente de pessoas com problema de coluna que ficavam com um braço menor do que o outro, e na hora da oração o braço menos crescia e se esticava até ficar do tamanho do outro. Aconteceu com a minha mãe mesmo, de lá pra cá ela nunca mais teve esse problema.

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  13. Lucas e o que você acha da figura de Francisco de Assis?Eu assisti o filme ´´Irmão Sol,Irmã Lua´´,você assistiu esse filme?O filme foi dirigido pelo Franco Zeffirelli,um cineasta italiano católico,portanto tende a ter um viés favorável ao personagem,mostrando o que já é conhecido sobre ele,que era um jovem rico,aventureiro,irresponsável,e ao ter uma conversão,decide viver uma vida de pobreza e denuncia o materialismo da Igreja da época,isso eu vejo correto,e há base evangélica para isso,visto que Jesus falou para o jovem rico que tinha amor ao dinheiro,para deixar tudo e segui-lo,no entanto,Francisco de Assis não se manifestou contra a idolatria e contra as perseguições a quem queria sair da igreja,que já ocorria no século XII em que ele viveu,já que os cátaros já existiam um século antes disso,então pode-se dizer que apesar dessa transformação que ele viveu,que Francisco de Assis nunca conheceu o evangelho?Pois até onde se sabe,permaneceu idólatra até o fim da vida e nunca questionou os abusos da Igreja Católica

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    1. Sobre ele eu respondi aqui:

      http://www.lucasbanzoli.com/2018/01/a-reforma-antes-de-lutero_27.html?showComment=1517196279021#c4812082037982865640

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    2. Gente boa existe em toda religião, só que na ICAR tem tão pouco que é preciso exaltar Francisco de Assis acima dos limites, pelo menos ao meu ver. Não convém dizer se foi salvo ou não, mas ter renegado seus bens e vivido uma vida de pobreza não quer dizer que era um santo. Madre Teresa de Cálcuta também vivia na pobreza e na verdade tem um monte de testunha por aí dizendo que ela gostava mesmo era de ver o sofrimento dos outros. Não estou dizendo que era o caso de Francisco de Assis, mas iluminado teologicamente pelo Espírito Santo parece que ele não foi...

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  14. Falando em cinema,um filme sobre Jesus que gostei,apesar de ser dirigido por um católico,foi ´´ A Paixão de Cristo´´que inclusive li recentemente que haverá uma continuação,dessa vez sobre a ressureição de Cristo https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/mel-gibson-trabalha-em-sequencia-de-a-paixao-de-cristo.ghtml,nesse caso eu acredito que um filme sobre a Paixão e a Ressureição de Cristo,pode levar pessoas a se converterem ao evangelho,ainda que além do Mel Gibson diretor,o ator principal Jim Caviezel também é católico, https://blog.comshalom.org/projecoesdefe/relacao-jim-kerri-caviezel-fe-catolica/,no entanto,o filme me pareceu bem fiel aos relatos bíblicos,apesar de ser feito por católicos,não vi nenhuma heresia no filme,e o fato de Jesus falar em aramaico no filme,dá um tom mais realista,o que impacta mais as pessoas,você também acha que uma pessoa pode vir a se converter assistindo ´´A Paixão de Cristo´´,e futuramente a sua sequência?

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    1. Houve vários relatos de conversão através do filme da Paixão de Cristo quando ele foi produzido. Nenhum católico irá se tornar evangélico ou vice-versa através de um filme que fale de Jesus, mas pode ter impacto sobre ateus, agnósticos ou desviados.

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  15. Lucas e você acredita que os católicos no Brasil podem tentar alguma jogada suja para impedir o crescimento dos protestantes,porque já somos 30% e se continuarmos no mesmo ritmo de crescimento daqui a 10 anos iremos superá-los,recentemente li que o católico esquerdista radical Evo Morales ameaçou sancionar uma lei que proibia o evangelismo na Bolívia,o que prejudica os protestantes,que precisam do evangelismo para crescer,divulgar a Palavra de Deus,os católicos já são maioria e quando tem filhos,esses já são batizados e considerados católicos,não precisam mais de proselitismo,curioso que o Evo quis sancionar essa lei justamente depois de ter visitado um certo argentino jesuíta cujas inicias são J.M.B em um grande palácio de Roma https://www.infobae.com/america/america-latina/2017/12/15/el-papa-francisco-recibio-por-quinta-vez-a-evo-morales-en-el-vaticano/,mas devido aos protestos dos evangélicos bolivianos,segundo dados da Wikipedia em espanhol,não sei até que ponto é confiável,o protestantismo já é seguido por 20% da população,e já estão incomodando o Chiquinho https://es.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B3n_en_Bolivia ,e aqui no Brasil,a ideia de fazer uma lei nos prejudicando,partiu justamente de alguém que não esperava,porque geralmente quem costuma perseguir os evangélicos é a extrema esquerda,e o João Dória,a quem inclusive votei para prefeito de São Paulo,já que estava de saco cheio do Haddad ficar apoiando o MTST do Boulos e enchendo as Marginais de radares,para arrecadar mais dinheiro para prefeitura,mas o Dória disse que as igrejas evangélicas deveriam pagar imposto,justo ele que não é de extrema esquerda,e é um forte crítico do Lula,costuma até bater mais forte nele do que os tradicionais caciques do PSDB como FHC,Aécio,Alckmin,mas não entendi porque ele deu esse tipo de declaração http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,igrejas-podem-e-devem-pagar-impostos-tambem-defende-doria,70002086503,e curioso que o próprio Lula quando foi presidente e o Haddad quando foi prefeito de São Paulo,nunca tentou nada desse tipo contra as igrejas.

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  16. Só complementando a questão do Dória,indo além dessa questão de imposto as igrejas,ele se revelou uma completa fraude,pois foi eleito com um discurso liberal,falou em realizar diversas privatizações,incluindo privatizar o Parque do Ibirapuera, https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/doria-diz-que-vai-privatizar-todos-os-parques-de-sp-ainda-em-2017.ghtml ,bateu forte no Lula,enquanto que outros tucanos o afagavam,e agora se revela um esquerdista querendo imposto de Netflix e das igrejas,então já não votarei nele,mas você acha que há um dedo da cúpula católica nessa história de querer cobrar impostos de igrejas?

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    1. Ridículo mesmo essa atitude de cobrar impostos até da Netflix. Foi pra acabar mesmo. Quanto aos impostos nas igrejas eu não sei se ele faz isso numa atitude deliberada de prejudicar os evangélicos, mas concordo com você que é decepcionante essa gestão do Dória até aqui, comparado ao que foi prometido.

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    2. A jogada dos católicos brasileiros para conversões ao catolicismo é associá-lo ao capitalismo e exaltar uma monarquia absolutista (mesmo que defendam uma monarquia parlamentarista para os dias atuais, exaltam a antiga monarquia absolutista que governava o brasil.)

      O problema é que a ICAR não é capitalista e os países que ainda possuem uma forma de governo semelhante ao do Brasil pré-republicano são os mais pobres e miseráveis do mundo. Outra jogada é tentar fazer a missa católica mais parecida com os cultos evangélicos pentecostais, mas eles são péssimos nisso, sempre fica faltando algo, sabe...o Espírito Santo, por exemplo.

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    3. É o que eu sempre digo: por mais que se esforcem em espalhar sofismas, inventar mentiras e disseminar asneiras em causa própria e assim conseguirem um punhado de conversões ao lado deles, o catolicismo romano é uma religião que cai por si mesma sem fazer esforço, justamente pelo "simples" fato que você colocou: não existe Espírito Santo ali. Todas as conversões ao protestantismo são apenas uma consequência disso, a despeito da consciência apologética da grande maioria dos evangélicos ser tão anêmica, e dos católicos ser tão intensiva.

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    4. Até Jesus pagou imposto. Afinal, dai a César o que é de Cézar.
      Esse é um dos motivos de eu não votar mais. Eu não acredito nesta "democracia". Autoridade, eu só dou a Deus e a mais ninguém.

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  17. Lucas,o Felipe Aquino afirma que o papa foi contra o massacre da noite de são Bartolomeu,e alguns ainda afirma, que na verdade,o papa foi vítima de uma conspiração; até onde isso procede?

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    1. Lucas, na minha opinião, o amigo Felipe Aquino utiliza bastante de propaganda enganosa pra incutir nos fiéis católicos a imagem de uma instituição pura, imaculada, perseguida e caluniada quando, na verdade, os fatos estão aí pra mostrar o contrário.

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    2. Felipe Aquino é um PICARETA e MENTIROSO cujo único propósito na vida é mentir descaradamente para salvar a pele da Igreja. Eu já vi algumas mentiras grotescas dele sobre a Inquisição que assustaria até fanáticos católicos com algum conhecimento mínimo do tema, e essa aí de que o papa foi contra o massacre de S. Bartolomeu é digna de um mentiroso profissional sem nenhum escrúpulo ou vergonha na cara. Aqui vou passar apenas algumas citações de livros de história, outras passarei no meu próprio livro:

      “Ultimamente os escritores católicos romanos não se tem mostrado muito orgulhosos de aquele acometimento, mas quando a matança teve lugar muitos deles exultaram. Sabe-se perfeitamente que, se o ato não foi instigado por Roma, o papa e a cúria estavam, pelo menos, cientes de que ele ia realizar-se. Houve iluminações em Roma para festejar o acontecimento, os canhões do castelo de S. Angelo salvaram, organizou-se uma procissão que foi até a igreja de S. Marcos, e cunhou-se uma medalha para comemorar o Hugonotorum Strages. Alguns dos príncipes católicos romanos enviaram mensagens de congratulação, e diz-se que o pobre e corrompido Filipe II da Espanha sorriu, pela primeira e última vez na sua vida, quando a notícia lhe constou” (LINDSAY, T. M. A Reforma. Lisboa: Typ. a vapor de Eduardo Ros, 1912, p. 107)

      “Pio V, em seu vego zelo, dissuadiu o rei de qualquer composição, e quis que os inimigos de Deus fossem exterminados, de qualquer forma” (CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 80)

      “Gregório XIII, que manda celebrar um Te Deum quando lhe chega a notícia da matança de S. Bartolomeu, ajuda a consolidar a Santa Liga, dirigida pelos GTuises e pesadamente sustentada pela Espanha” (DICKENS, A. G. A Contra-Reforma. Lisboa: Editorial Verbo, 1972, p. 145)

      “O papa Gregório XIII prescreveu um Te Deum anual como culto especial de ação de graças que foi celebrado por vários anos. Gregório também mandou cunhar uma medalha comemorativa especial, Ugonatorum stranges (1572), a qual retratava um anjo portando uma espada e segurando a cruz enquanto um grupo de protestantes, já prostrados, vão sendo mortos. O papa também encomendou afrescos do massacre para as paredes da Sala Regia adjacente à Capela Sistina” (LINDBERG, Carter. Reformas na Europa. São Leopoldo: Sinodal, 2001, p. 351)

      “O rei ordenou, e aquela noite, quando os sinos da igreja de Saint-Germain deram o sinal combinado, começou a matança. A casa de Coligny foi assaltada. O velho almirante, que estava ferido, foi barbaramente assassinado, e seu cadáver jogado por uma janela. Os calvinistas, surpreendidos em suas camas, homens, mulheres ou crianças, morreram a golpe de faca, espada ou a tiros. Os mortos não seriam dez mil, como se disse, mas não menos de três mil. O papa Gregório XIII celebrou esta matança, que valia para ele mais do que cinquenta batalhas de Lepanto; mandou cunhar uma moeda comemorativa e ordenou a Vasari que pintasse as trágicas cenas em Paris. Em Bruxelas e no Escorial se festejou mais moderadamente” (BLEYE, Pedro Aguado. Manual de Historia de España, Tomo II: Reyes católicos – Casa de Austria (1474 – 1700). 7ª ed. Madrid: ESPASA-CALPE, S. A., 1954, p. 617)

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    3. “Em Roma se celebraram festejos populares ao terem notícia do massacre; a Cúria enviou à França o cardeal Orsini para felicitar o rei e Catarina de Médicis. Se cunharam medalhas comemorativas, uma em Roma e duas na França. Filipe II escreveu a Catarina felicitando-a por ter tal filho e ao rei por ter tão mãe” (PIJOAN, J. Historia del Mundo – Tomo Cuatro. Barcelona: Salvat Editores, 1933, p. 151)

      “No século XVI mantinha-se inalterado esse modo de ver dos católicos. Na História das Guerras Civis registra Dávila que uma das increpações dos huguenotes aos católicos era a de não lhes guardarem estes a palavra dada, sob o pretexto de serem eles hereges. O procedimento de Carlos IX justifica plenamente essa exprobação, tanto mais quanto Gregório XIII, depois de haver celebrado com fogos de artifício a carnificina de São Bartolomeu, enviou a Carlos IX um legado para congratular-se pelo medonho morticínio, louvando-o, narra o insuspeito Bossuet, ‘como premeditado, havia muito, e executado com admirável prudência para o bem da religião e do Estado’ ” (LINS, Ivan. A Idade Média – A Cavalaria e as Cruzadas. 2ª ed. Rio de Janeiro: Pan-Americana, 1944, p. 353)

      “A celebração de Gregório XIII do massacre foi tão jubilosa quanto nada diplomática: os sinos de Roma soaram para indicar um dia público de ação de graças, os canhões do castelo de Sant’Angelo foram disparados em comemoração e foi cunhada uma medalha comemorativa especial em honra da ocasião. Gregório até mesmo contratou Giorgio Vasari para pintar um mural retratando o massacre. Esses atos sem tato não poderiam deixar de produzir uma reação de total repugnância e desgosto, e o ‘antipapismo’ que, na sequência, espalhou-se por todas as regiões da Europa” (McGRATH, Alister E. Revolução Protestante. Brasília: Palavra, 2012, p. 133)

      “O cardeal de Lorrena, embaixador da França em Roma, deu de presente cem peças de ouro ao correio que lhe enviou essa notícia; o papa Gregório XIII celebrou-a com festas, como um triunfo para a religião [católica]” (CANTÚ, Cesare. História Universal – Vigésimo Segundo Volume. São Paulo: Editora das Américas, 1954, p. 84-85)

      “Para fazer frente a seus progressos na França, a ofensiva católica recorre à execução em massa: em 1572, a noite de São Bartolomeu deu sinal de uma perseguição metódica. Filipe II e a Santa Sé haviam-na incitado. Foi viva sua alegria ao tomarem conhecimento dela: no Vaticano cantou-se uma Te Deum” (RIBARD, André. A Prodigiosa História da Humanidade – Tomo II. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1964, p. 35)

      “Em 1572, o papa Gregório XIII celebrou um Te Deum, festejando o massacre de 30.000 huguenotes (calvinistas) pelos católicos franceses na famosa Noite de S. Bartolomeu (24/08/1572)” (LOPEZ, Luiz Roberto. História da Inquisição. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993, p. 78)

      “Quem deve ter ficado muito feliz com o massacre foi o papa Gregório XIII, que cunhou uma medalha comemorativa da data e encarregou Giorgio Vasari de pintar um mural celebrando o massacre. Esta é, sem dúvida alguma, a página mais negra da história da Igreja cristã, onde 100 mil pessoas foram mortas em nome de Jesus!” (MELO, Saulo de. História da igreja e evangelismo brasileiro. Maringá: Orvalho, 2011, p. 175)

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    4. Depois dessa vou queimar todos meus livros de história e pedir ao papa Francisco que canonize o Felipe Aquino.

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    5. Então como fica a situação de uma igreja que assassinou huguenotes e hoje é contra o aborto?

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    6. Lucas, você sabe informar se a medalha cunhada pelo papa Gregório XIII ainda está disponível como prova ou foi tudo pra debaixo do tapete?

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    7. "Depois dessa vou queimar todos meus livros de história e pedir ao papa Francisco que canonize o Felipe Aquino"

      É o único jeito de ser um apologista católico "honesto".

      "Então como fica a situação de uma igreja que assassinou huguenotes e hoje é contra o aborto?"

      A ICAR é a favor da vida... desde que seja da vida de católicos, é claro.

      "Lucas, você sabe informar se a medalha cunhada pelo papa Gregório XIII ainda está disponível como prova ou foi tudo pra debaixo do tapete?"

      É essa aqui:

      http://images.comunidades.net/wil/willianfurtado/800px_Gregory_XIII_medal.jpg

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  18. Lucas, as indulgências se foram mas as penitências ainda continuam, inclusive no imaginário de alguns protestantes, quando, na verdade, o Evangelho nos ensina que o sacrifício de Cristo dispensa aditivos.

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  19. Boa noite, pessoas! Vamos rir um pouco? :D
    https://www.youtube.com/watch?v=W0YcWURLFCQ

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    1. Eu acho que independentemente de ser "o Pablo" ou "a Pablo" ou "o Pabla" ou "a Pabla" ou sei lá o que, uma única coisa importa: esse indivíduo não sabe cantar.

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  20. Gostaria de saber a reposta para o seguinte questionamento: porque Deus não salva pessoas inocentes que são mortas por líderes assassinos como Stalin por exemplo? Porque ele permite que pessoas inocentes morram injustamente?

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    1. Se Deus salvasse sempre todas as pessoas de todos os assassinos não existiria livre-arbítrio e nem teria como as pessoas más demonstrarem maldade. A consequência do pecado seria nula.

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  21. Lucas, vc acha que Jesus como homem ficou em algum momento doente, já que ele curava os enfermos?

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    1. Curar enfermos não significa que não possa ficar enfermo. Os apóstolos curavam os enfermos e também ficavam doentes, Paulo ficou doente, seus discípulos também, uma coisa não tem relação com a outra. Uma vez que ele era homem como nós, e que a doença é uma consequência da natureza adâmica à semelhança da qual Jesus veio, é bem provável que ele tenha ficado doente alguma vez.

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  22. Olá Lucas.
    Foi surpreendente pra mim saber que os votos de pobreza da Idade Média era um protesto silencioso contra o clero. A igreja já dava nítidos sinais de insatisfação. Um prenúncio de outras manifestações de insatisfação. Obrigado Lucas. Continue nessa missão que Deus lhe confiou de mostrar a verdade.

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  23. Lucas Banzoli, que a paz de Deus esteja com você! Meu nome é Lindomar Teodoro. Sou Paranaense de Pinhalão. Nasci em família católica e por 7 anos fui seminarista católico no Seminário Maior de Jacarezinho-Parana. No ano passado Deus me revelou a Sua Graça no seminário. Hoje faz quase 1 ano que deixei a idolatria e sirvo a Deus conforme diz as Sagradas Escrituras. Leio muito seus artigos, pois tenho prazer nas coisas do Senhor. Louvo a Deus por conceder sabedoria a você para defender a verdadeira fé cristã dos ataques e erros a que é constantemente atingida. Quero que saiba meu irmão (não só você, mas os demais irmãos que estao conosco) que se precisar de mim para alguma coisa referente ao Catolicismo ou alguma informação que possa contribuir, eu estou aqui. Não sei muita coisa, mas o que puder ajudar, conte comigo. Abraços meu irmão. A paz de Deus com todos!

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    1. Olá Lindomar, louvado seja o Senhor pelo seu testemunho, sinta-se à vontade para comentar aqui no blog sempre que quiser. Grande abraço!

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    2. Que maravilha, glória a Deus por sua vida, Lindomar.

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  24. Lá acima falaram sobre o professor Felipe Aquino. Na verdade, ele não é teólogo, é matemático. Não devemos nem se importar com o que ele afirma. Sobre o padre Paulo Ricardo, ele era reitor do Seminário Arquidiocesano de Cuiabá - MT. A maioria dos padres e bispo não gostam dele. Recebeu processo na CNBB e retiram-no da reitoria do Seminário. Para que ver que nem na própria igreja romana o aceitam. Aliás, esse povo embatinado não é bem visto por uma parte da igreja. Eles são chamados de "romaninhos". São ruralistas e cheios de frescuras. Na missa parece uns "robozinhos". O Pe. Paulo Ricardo é o inspirador de todos eles. Ah! Se guardassem de fato o lema que ostentam: A nada mais dar valor do que a Cristo. Ass.Lindomar.

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    1. O problema é que esse tipo de gente (Felipe Aquino, padre Paulo Ricardo e outros do tipo) são os mais requisitados pela apologética católica, mesmo eles não sendo credíveis nem no próprio meio católico. Há muitos que realmente levam a sério o prof. Felipe Aquino como se fosse um "historiador", e o padre Paulo como se fosse o suprassumo da teologia, quando na verdade são dois sujeitos sem nenhuma credibilidade. Como o Bruno Lima costuma dizer no blog dele, se os católicos lessem os teólogos e historiadores de alto calibre da própria Igreja Romana, iriam abandonar a maior parte das bobagens que disseminam em sua apologética.

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  25. Apologistas católicos e socialistas são iguaizinhos: distorcem a história para se favorecerem, apresentam dados mentirosos, doutrinam os outros, partem para o ataque sem mesmo ouvir o argumento adversário, só dizem falácias, defendem ditadores cruéis e sanguinários e ainda por cima justificam genocídios e assassinatos indefensáveis, que ferem a dignidade e o caráter da pessoa humana, não é a toa que países extremamente católicos como Venezuela, Bolívia, Portugal, França, Costa Rica e Itália são governados por esquerdistas. São literalmente a mesma moeda, porém um é a cara e o outro é a coroa.

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    1. Pois é, os países católicos são os maiores e imbatíveis campeões do esquerdismo e ainda querem ter moral para dizer que é o protestantismo que leva ao comunismo, ao ateísmo e etc. É osso...

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  26. Olá Lucas ! Após ler seus livros e de um análise rigorosa da bíblia cheguei a conclusão do mortalismo e do aniquilacionismo . Lucas eu sou Calvinista e por isso congrego em uma igreja batista porém depois de professar minha convicção no aniquilacionismo alguns irmãos e presbíteros tentaram fazer negar tal doutrina . O problema é que aonde moro no Ceará a maioria das igrejas Calvinistas e imortalista e os pastores são extremamente cultos em línguas antigas como o grego e hebraico ( estou falando de gente que tem pós doutorado em grego e lingustica ) e todos eles são imortalista . SeI que o aniquilacionismo e a doutrina correta mas como lidar com pessoas de tão alta erudição ?

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    1. Se o problema é o fato da denominação que você congrega crer de maneira diferente a este respeito, não é algo que se deva preocupar, eu nunca congreguei em "igrejas aniquilacionistas" e nunca tive problemas com isso. Um dos maiores pregadores do século XX, o famoso evangelista John Stott, que era anglicano, aderiu ao aniquilacionismo e nem por isso teve de se separar da igreja dele (o mesmo se aplica a muitos outros nomes das mais diversas denominações).

      E se o problema for dessa gente ser bastante culta e erudita e mesmo assim ser imortalista, também não é algo que prove coisa alguma, se fosse assim então Lutero jamais teria feito a Reforma já que em sua época a esmagadora maioria dos teólogos da alta erudição da época discordavam das doutrinas protestantes, e mesmo assim ele estava certo e os outros errados. A verdade nem sempre se encontra onde está a maioria. Eu poderia enumerar numerosos exemplos de doutrinas que já foram minoritárias algum dia e que hoje são a maioria, mas o fato concreto é que não se faz teologia por maioria de votos. Oscar Cullmann, o luterano tido por muitos como o maior teólogo do século passado era mortalista e sabia tudo de grego e hebraico também. Samuelle Bacchiocchi, o primeiro protestante a conseguir um PhD na Pontifícia Universidade Gregoriana (de Roma) e que também era um grande intelectual, era mortalista também. E diferentemente da esmagadora maioria desses eruditos imortalistas que tem por aí, esses caras estudaram essa doutrina a fundo, a ponto de escrever livros sobre o tema.

      Quantos desses eruditos que creem na imortalidade da alma estudaram especificamente este assunto a fundo e depois de anos e anos de estudo chegaram à conclusão de que a alma é mesmo imortal e escreveram livros a respeito? Eu não conheço nenhum. Eles apenas são imortalistas porque frequentam denominações de linha imortalista e foram doutrinados nessa doutrina por toda a vida desde a infância. Virou "tradição", e para muitos a tradição é sinônimo de "ortodoxia", se tornando algo "intocável". E ainda tem o preconceito de muita gente que pensa que o mortalismo é "doutrina de seitas como tj e adv" e só por isso tem horrores dessa doutrina mesmo sem estudá-la. Eu mesmo antes de estudar o tema a fundo pensava que era uma coisa absurda e sem base, infelizmente é como a maioria das pessoas sem estudo pensam. Então é preciso destacar essa importante diferenciação: uma coisa é alguém ser um "estudioso", o que muita gente pode ser, e outra coisa bem diferente é ser um estudioso ESPECIFICAMENTE em relação ao tema da imortalidade da alma. A maioria desses estudiosos imortalistas creem assim apenas porque foram doutrinados desta maneira a vida toda e por causa de teologias sistemáticas que abordam o tema superficialmente, sem exegese e profundidade, bem diferente do que eu, Bacchiocchi, Cullmann, Stott e outros fizeram.

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  27. Há previsão para que o livro esteja pronto?

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    1. A previsão mais otimista é para o final de maio. A mais pessimista é para os próximos 500 anos da Reforma.

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  28. O que você acha do pastor e cantor gospel Kleber Lucas ter convidado o Padre Fabio de Melo para pregar em sua igreja?Achas que isso abre portas para o ecumenismo?Sendo o Kleber Lucas em si,não sei se concordas comigo,mas acho que ele anda perdido,visto que foi na inauguração de um terreiro de candomblé não para pregar,mas para exaltar essa religião https://www.youtube.com/watch?v=rf7a2-dvlsE ,mas por outro lado,o pastor Claudio Duarte,que admiro muito,pregou em uma Igreja Católica e afirmou lá que Maria não morreu virgem,me pareceu pregar uma mensagem cristocêntrica por lá,não achei a mensagem completa,mas gostei do que ouvi nesse trecho https://www.youtube.com/watch?v=QSNPEVR1kWc,então nem sempre é ruim um padre pregar em uma Igreja Protestante ou um pastor na Igreja Católica,se pregarem uma mensagem cristocêntrica,concordas?

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    1. O pastor Cláudio não estava numa igreja católica nessa ocasião, da pra perceber no vídeo que é um púlpito de uma igreja evangélica. Também não se sabe ao certo se o padre Fábio pregou na igreja do Kleber Lucas, há os que dizem que ele estava lá somente para cantar. De todo modo, eu sou contra esse tipo de culto ecumênico, ou serve para não acrescentar nada ou para causar desconforto e constrangimentos desnecessários.

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  29. E outra do Kleber Lucas que não escrevi no outro post,porque se não iria ficar bem largo,o que achas dele ter cantado Epitáfio dos Titãs na igreja? https://www.youtube.com/watch?v=HXQx8zSJs28

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    1. Não tem lógica alguma cantar música secular na igreja, a igreja é justamente o ambiente de culto a Deus com a finalidade de se louvar ao Senhor. Há sete dias na semana para fazer esse tipo de coisa em outros ambientes, não se deve usar o tempo de culto na igreja para este fim.

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  30. Lucas o que Deus queria ensinar para o povo israelita sobre os ossos de Eliseu de 2Rs13, o que de fato Deus queria com esse episódio real?

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    1. http://www.lucasbanzoli.com/2018/01/a-reforma-antes-de-lutero_27.html?showComment=1517338571799#c3279913394270588479

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